Popularidade crescente do KDE no Diolinux

Dois vídeos postados praticamente na mesma semana, falando das duas principais DE’s no mundo Linux da atualidade, e ao que se parece ser o hyper do KDE tem sido maior entre os que acompanham o Blog Diolinux.
O intuito aqui não é fazer comparações de quem seja melhor, mas mostrar que a comunidade KDE no Brasil tem crescido e mantém um engajamento muito bom nas publicações que falam a respeito das tecnologias do projeto KDE, cabendo ainda mais espaço no blog e Youtube do Diolinux.


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Eu mesmo acabei de mudar para o KDE. E estou achando ótimo. O Gnome tem uma boa proposta na questão do minimalismo, acho isso bem legal em certos pontos.

Sendo que, pelo menos para mim, o Gnome fica muito pesado e problemático após muitas suspensões. E olha que tenho um hardware razoável forte. Dei uma chance para o KDE e estou gostando muito.

Acho ainda que a DE precisa de uma coerência maior e uma forma de ter, sei lá, um modo simplista, mas com todas as configurações mais “debaixo do capô”, num lugar para quem queira experimentar mais.

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Acho que um dos motivos está relacionado com a personalização e leveza do KDE… Pode rodar em muito hardware mais antigo e é extremamente personalizável!

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Eu mesmo tenho um Ryzern 7 1700x + RX 570 + 16 GB de RAM e ainda sinto o Gnome pesado. Estava usando o Gnome no Ubuntu 20.04 LTS. Não sei se era do Gnome mas o Ubuntu vivia apresentando erros, até que isso me encheu e vim para o openSUSE + KDE.

Até agora está tudo certo.

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Creio que muita gente cresceu com o estigma que o KDE era pesado, e por não ter utilizado o Plasma 5 desde seu início se surpreende com a leveza do mesmo, especialmente para quem veio do Gnome atualmente. Mas não é o foco da interface, entretanto nem por isso é algo deixado de lado, leveza se traduz em desempenho, e creio que todas interfaces deveriam pensar também em otimizar cada vez mais suas DE’s.

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O KDE 3.x era bastante utilizado, era praticamente padrão. O Ubuntu que mudou isso, trazendo o Gnome 2.x

Na versão 4, o KDE se remodelou, se reescreveu e muita coisa que ainda não funcionava direito foi lançada como sendo versão final, e ele era o Vista do Linux. Naquela época, eu mesmo migrei para o Gnome 2 devido a tantas besteiras do KDE 4.

Agora, o KDE 5 está excelente, parece que aprenderam muito com os erros do passado.

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Estou a espera do 5.21 sair hoje ainda nos repositórios do KDE Neon, muita expectativa por essa nova versão e as melhorias na sessão Wayland.

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Não pensaria dessa forma, o KDE parece o Windows e como o público principal do Diolinux são iniciantes, é normal que atiça curiosidade.

Além do mais, a cobertura do Dio com o Gnome 40 foi um pouco tardia e ainda de um software inacabado, enquanto que com o KDE ele pegou o produto na porta do lançamento.

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Eu acho esse estigma incorreto.

Esse lance de leveza é apenas no boot inicial. Depois de um tempo, o consumo se iguala.
Além disso, o consumo de processador no plasma é maior que no Gnome.

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Talvez ter colocado “Apple e Windows” no vídeo tenham atraído visualizações, entretanto é observando o Diolinux Plus e os comentários da galera que vejo essa guinada do KDE.

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Eu tenha lá minhas dúvidas, especialmente porque meu hardware é fraco… um Core i3 6006U com Intel Graphics 520, e no geral vejo o Plasma mais fluído mesmo com consumo relativamente igual de RAM após algumas horas de uso.

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Parece que a opção de utilizar o Kwin com baixa latência vai dá ainda mais performance no Plasma 5.21, esperando pra testar aqui no 5.21.

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KDE Plasma :heart:

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Creio que iniciantes no Linux geralmente não vão direto no KDE Plasma, mas no GNOME (por causa do Ubuntu) ou Cinnamon (Linux Mint). Lógico que não tenho nenhum dado para embasar isso, mas assumindo que todo iniciante deveria começar na base *ubuntu e ele/ela ainda entende pouco de ambientes gráficos, é de se presumir que ele/ela comece direto com as versões principais do *ubuntu e Linux Mint, que no caso é o *ubuntu com GNOME (Ubuntu…) e Linux Mint com Cinnamon.

O bom do KDE Plasma não é que ele se parece com o Windows, mas o sistema em si que é ótimo:

  • É um ambiente gráfico COMPLETO, comentei alguns pontos aqui
  • É leve, ainda mais levando em conta o que ele oferece

Não é porque você abriu outros programas não? :stuck_out_tongue: :sweat_smile:

Brincadeira, mas falando sério, tenho um notebook basicão aqui (processador i3-7020, HDD e 4GB de RAM) e o KDE Plasma roda super fluido, que é o que importa.

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Ontem eu fiz um teste entre o Gnome e KDE no Fedora, e na questão de memória não sentir tanta diferença. O KDE assim percebi que ele não puxa tanto a Questão de gráficos em relação ao Gnome, mas em memória a diferença é pouco (pelos menos em minha máquina que é um Intel i3, 4GiB de RAM, Placa de vídeo integrada Intel Graphics 620 e HD mecânico de 1TiB

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Eu atualmente uso Gnome no Fedora Workstation. Mas admiro o KDE plasma e na nova versão que está por vim, ainda vem melhor, mas no meu caso não consigo utilizar o KDE, mas por que eu gosto muito do conceito do minimalismo e o GNOME e Elementary OS trás isso, ter só o que realmente precisa sem muitos menus ou programas, não gosto de ter muita coisa na tela no momento que estou estudando ou fazendo outra tarefa. Porém qualquer usuário novo que vem do MS Windows para o mundo GNU/Linux eu recomendo o KDE Plasma.

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Sim, refiro-me não à utilização de recursos mas o quão bem roda num determinado hardware @nando3d

E que continue a crescer, eu apoio, rsrsrsrs.

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E espero que continue assim.

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