KDE Plasma quer deixar a experiência de sua interface mais amigável para usuários novatos

No KDE Plasma tem esse recurso nativamente no ícone de “Bateria e brilho de tela” na Área de notificação, ou então se preferir pode instalar a extensão LockSwitch.

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Então, com a extensão cafeíne, quando coloco em tela cheia no VLC, automaticamente inibe de desligar a tela e quando saiu da tela cheia volta ao normal. Essa opção nativa do KDE Plasma funciona da mesma forma? Ou tenho que clicar para desativar essa função toda vez que eu sair da tela cheia?

Hmm… vc tá tendo problemas com o protetor de tela no VLC? Digo, vc tem usado o VLC em Flatpak, se sim, baixe o Flatseal e habilita a opção D-BUS. O problema irá acabar.

Edit: eu tive esse problema, e achei a solução eu mesmo, esse é o tópico.
Comigo o problema era com o Brave, mas se extendia também ao Firefox, VLC, etc., na verdade era só não mexer o mouse que o tempo de bloqueio começava a contar e bloqueava.

No caso, é essa opção aqui do Plasma:

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Não, o problema é o seguinte: Gosto de pausar o VLC pelo KDE Connect, quando o filme tá rodando tá tudo ok o sistema entende que tem que inibir o protetor de tela normal. Acontece que quando pauso o filme com o tempo a tela desliga, então o caffeíne impede da tela desligar quando pausa o filme.

No KDE Plasma ainda não achei uma extensão/programa/opção nativa que faça isso.

Entendi, que eu saiba essa opção não existe no Plasma, é algo muito específico e até controverso, se parar para pensar é uma falha de segurança do Caffeine, já que se deixar algo em tela cheia o sistema simplesmente não bloqueia automaticamente mesmo que nas configurações do sistema esteja marcado para bloquear.

Agora se segurança não é um problema, no Plasma a solução que chegaria mais próximo seria desativar o bloqueio automático nas configurações do sistema, e quando precisar sair da frente do PC basta apertar rapidamente as teclas Meta+L que o sistema vai para tela de bloqueio, eu faço exatamente isso, e quando vou em algum lugar que preciso de maior segurança eu volto a opção de bloqueio automático.

Creio que no KDE Plasma não tem essa opção de aplicativos em tela cheia exatamente pelo problema de segurança.

Eu faço isso quando eu uso o plasma, uso o ícone de configuração de tela que fica na bandeja e marcava para impedir a tela de desligar e desmarcava, mas tem hora que esqueço de desmarcar, por isso o caffeíne é uma mão na roda.

Sim, como seu uso é bem específico é uma mão na roda sim, mas não deixa de ser uma falha de segurança.

Eu li o que você escreveu e pensei que tinha entendido errado, mas agora vi que seu uso é um pouco “excêntrico” haha pois esse é o comportamento correto, digo, se eu defino que a tela irá desligar ou bloquear depois 5 minutos, e nisso eu pauso o que estou assistindo e se passam 5 minutos, o correto é realizar a ação, não? Enfim, cada um com suas loucuras. :laughing:

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkk’ O negócio é que uso a tv externa conectado no cabo hdmi. Então quando pauso e volto a assistir onde eu tava gosto da tela ativa ainda no jeito, pq se ela desligar e hibernar, tenho que ligar a tv de novo.

Essa é a opção que defina o tempo que a tela irá desligar aqui pra mim.

O que estamos discutindo é na hora que pausa o filme, quando pausa o filme e deixar quieto a tela desliga, quando o filme roda normal a tela não desliga como é normal mesmo. A extensão caffeíne burla isso.

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Não é isso, ele está dizendo que se pausar um vídeo em tela cheia o sistema não bloqueia automaticamente, nem o GNOME faz isso, quem impede que isso aconteça é uma extensão chamada Caffeine, mas ao meu ver isso é uma falha de segurança, apesar de funcionar muito bem para o que o @guilherme.oliv precisa, isso não tem nada equivalente no Plasma.

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Eu coloco nesse tempo também. 5 minutos sem nenhuma atividade desligar mesmo.

No mint parece que o applet de inibir tela faz igual o caffeíne.

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Eu sei de todas essas coisas, sei que é possível resolver, meu ponto é que deveria ser mais simples e por padrão não ser necessário ter que modificar esses pontos, entendeu?

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Acho que a turma ainda não percebeu os “sentimentos” do Gnome vs KDE Plasma. O que eu acho que sentem é o que eu sinto: O Gnome entrega tudo pronto e muito bem coeso e arrumado. É uma interface mais polida que o Plasma. Não há como dizer que não.

O “problema” ainda é que o Plasma não se organizou como anda organizando ultimamente. Eles estavam sempre a fim de fazer a melhor interface, mas não refinavam o “produto” como se fosse sempre um esboço.

É esse meu sentimento e acho que o da maioria das pessoas. Nâo é uma questão de “conteúdo” e sim da “embalagem”

Outra coisa também, que pelo menos para mim sempre incomodou é o fato do Plasma entregar aquela barra inferior. Essa experiência remete muito ao Windows e eu, sinceramente não gostava da dinâmica no Windows. O Gnome entrega uma dinâmica totalmente diferente e, convenhamos, bastante funcional.

No Plasma dá para colocar dock, mas sempre é um “puxadinho”. Eu gosto do Gnome no Ubuntu. Não instalo extensão nem nada demais. Eu consigo usar tranquilamente e tem um workflow incrível para mim.

@daniloancilotto Belíssimo papel de parede. Poderia passar onde posso baixar essa imagem?

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Eu não concordo que o GNOME é bem arrumado, na verdade ele que me parece não estar finalizado, usei durante 2 anos e percebi que falta muita coisa por padrão, coisas que só se resolvem com extensões, inclusive você diz estar usando o Ubuntu, só que ele já vem com algumas extensões instaladas como a própria dock que citou.

O papel de parede é um recurso nativo do KDE Plasma que muda diariamente, no meu caso estou usando do Bing, se abrir o site hoje verá esse mesmo papel.

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:wave:t2:

Realmente muito bonito o papel parede.

É a torre de St. Michael na colina de Glastonbury Tor localizado no condado de Somerset na Inglaterra.

:vulcan_salute:t2:

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Não é soberba, é bom senso. Quando falamos de tecnologia, existem APIs padronizadas que possibilitam melhor integração dos aplicativos com o ambiente gráfico do que simplesmente colocar um ícone na barra e chamar isso de “integração”. A diferença do GNOME para o KDE nessa discussão é a filosofia “tecnologia primeiro” do GNOME, logo eles são aqueles que vão tomar as decisões difíceis que precisam ser tomadas, inclusive remover a bandeja de ícones para favorecer as APIs apropriadas.

Não cabe chamar de soberba, não são decisões arbitrárias. Na verdade, houve muita reluta antes de tomarem essa decisão.

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Mas será que adiantou alguma coisa @Yofiel?

Porque isso da a impressão que é apenas um recurso faltando do que qualquer outra coisa, afinal isso depende também dos aplicativos removerem essa opção das configurações, é muito estranho o aplicativo ter opção para minimizar para bandeja só que não tem “bandeja”, aí o aplicativo vai para o “limbo”.

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Na minha opinião, sim.

GNOME não está errado, os aplicativos precisam se adaptar a plataforma, não o contrário. Entretanto, como é que você faz para que os aplicativos de terceiros se adaptem ou que as empresas sintam essa necessidade? Tenta forçar essa mudança é uma alternativa, mesmo não sendo garantida.

No fim, vamos acabar sempre caindo no debate entre defender tecnologia ou defender o usuário. O Georges discutiu algo parecido com o @Dio em uma entrevista alguns anos atrás.

Ao meu ver, defender tecnologia é o melhor a caminho a ser seguido, porque quando estamos falando de produtos de nicho, dificilmente serão os usuários que vão fazer a GRANDE diferença. A empreitada da Valve, por exemplo, só foi possível por causa dos anos investidos em tecnologia que permitiram a existência do Wine, Proton, DXVK, Wayland, Vulkan e outras tecnologias.

Quantos usuários a empreitada da Valve conquistará? Quanta visibilidade?

Foram por causa de decisões como essas que o GNOME tomou que podemos ter algo como o Steam Deck hoje. Querendo ou não, vivemos em uma bolha, um nicho e precisamos tirar proveito disso, fazer coisas que grandes bases de usuários impossibilitam para garantir que tenhamos o melhor para quando as oportunidades surgirem.

Atualmente, tomando o Fedora como parâmetro, caso uma aplicação seja dependente da bandeja de ícones, o aplicativo simplesmente não funcionará aos olhos do usuário. Não existe outras consequências além dessa. Na minha opinião, uma troca que vale a pena, mas obviamente, não foi sempre assim, mas graças a tecnologia as coisas mudaram.

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