estou fazendo os testes, reparei que o biglinux esta bem mais rapido que o kubuntu e mint, agora vou testar para reprodutores de videos,
realmente a base arch esta se saindo melhor que a base debian…
Obs: Ubuntu está consumindo 1,77Gb vc colocou 1,17Gb.
PS.: E você já sabe que consumo de memória mais alto nem sempre é problema, né? Isso acontece porque o sistema faz gerenciamento de memória, se adaptando à quantidade de RAM física disponível pra otimizar o desempenho.
Acabei notando isso quando fui testar o Arch, Alpine e o Void com Xfce no meu Inspiron 5558 com 12 GB de RAM e no meu Thinkpad com 32 GB. Documentei esse teste em meu Blog:
Enquanto que o Void consumiu 658 MB no Inspiron, ele consumiu 904 MB no Thinkpad.
Acho interessante como cada distro lida com isso. Inclusive, como elas lidam quando são rodadas em Hardwares diferentes. Essa foi uma comparação nos testes no meu Inspiron e no Thinkpad em idle, 10 minutos após o Boot.
(*) Números 10 minutos uptime, conforme o “Cálculo antigo" do Conky.
Não considerem esses números como se fossem a “verdade absoluta”.
Em 2019 / 2020, eu ainda ficava parado na frente do PC, igual um burrico empacado, esperando o Conky indicar 10 minutos uptime, para fazer a captura de tela – e depois transcrever manualmente o uso de RAM, da imagem para a planilha.
Também não lembro se no dia 16 Fev. 2020 eu já tinha terminado de configurar essas 4 distros “exatamente igual” as que eu tinha no antigo PC em 15 Dez. 2019… (claro que não, né).
A única certeza possível, é que todas as distros aproveitaram a RAM extra, para usar um pouco mais.
A inauguração do “novo PC” ocorreu no dia 11 Jan. 2020 – portanto, mais ou menos “no meio” dessas 2 datas registradas na tabela.
Infelizmente, não conheço o Big Linux – só de ver e ouvir falar, mas não por experiência própria.
O que posso dizer, com certeza, é que o instalador do Kubuntu oferece 2 ou 3 opções – com ou sem PIM; e com ou sem a infraestrutura Snapd. – Sem essas 2 coisas, usará menos RAM.
Se o @mobostar0101 tiver instalado o Kubuntu com o PIM – e o Big Linux sem o PIM – a diferença no uso de RAM estaria plenamente explicada.
Mas essa é uma informação que não tenho. Só ele poderia verificar.
Você está certo. – Algumas distros podem usar mais RAM, para agilizar o fluxo de trabalho.
Um exemplo – considerando apenas as variáveis “swappiness” e “cache_pressure”:
Esses são os parâmetros que “recebi de fábrica” – com exceção do Arch, onde alterei manualmente.
O resultado é que, antes, meu Arch estava dando uns crash de Kwin / Renderização após 5 ou 6 dias uptime, podendo congelar depois disso. – Agora, o problema acontece por volta de 3º ou 4º dia (rá rá ra). – Por enquanto, estou só observando. Mais pra frente, pretendo configurar zRAM… e mais tarde, Swap na zRAM, para continuar observando os efeitos “na prática”.
Além disso, algumas distros habilitam mais alguns serviços – que podem ser úteis ou não, conforme o caso de cada pessoa.
Meu openSUSE ativa 2 serviços, que considero muito úteis: – o Snapper, que gera “instantâneos” (snapshots), para eu poder “voltar atrás” quando alguma coisa não dá certo; – e a manutenção do sistema de arquivos BtrFS.
Meu Fedora também usa mais RAM – +/- igual ao openSUSE – mas não sei quais serviços ele habilitou, que usam mais RAM. – Por isso, não sei se são úteis para mim, pessoalmente.
Meu Debian e meu Mageia também já usaram mais RAM – mas agora usam um pouco menos. – Sei o que fiz para tornar meu Mageia mais leve, mas não lembro se fiz alguma coisa para meu Debian ficar mais leve, ou se foi presente de Papai Noel (rs).
Quando o PIM está habilitado, em geral aparecem 16 ou 17 “processos” com o nome de Akonadi.
Por exemplo…
Eles ficam monitorando tudo que eu escrevo no Kate / KWrite, e se preparando para mandar aqueles textos pelo KMail (que eu não uso) – e várias outras coisas (que eu também não uso) – como aniversários etc.
Não basta finalizar esses processos. – É necessário desabilitá-los, para que não voltem a ser iniciados no próximo boot. – Pessoalmente, eu prefiro remover tudo que faz parte do PIM, para que não sejam habilitados caso eu esbarre em alguma tecla sem querer.
Atualmente, vou pelo caminho mais simples: – Pesquiso pacotes instalados PIM, Kmail, KAddressbook, Kontact, KOrganizer, KNotes, KAlarm, Akonadi – e vou removendo (inclusive suas dependências) – exceto nos casos em que isso ameace remover coisas úteis e necessárias. – É difícil dar uma receita simples.
Importante : - Preservo sempre o baloo e o baloo-widgets (+2 bibliotecas ), que são indispensáveis ao ambiente Plasma KDE.
Atualmente, falo nisso só de passagem – por exemplo, ao instalar Fedora, em 2025; ou no upgrade do Mageia, em 2023.
Que deixava um timer de 10 minutos, chamava o Fastfetch e tirava um print. E o nl-shot ali é basicamente um Script que peguei do meu Arch Openbox e que eu modifiquei para usar o XFCE Screenshooter e que achei bem útil.
Se você ainda não conhece o BigLinux, está na hora de mudar isso!
Não se limite a ouvir falar: teste, mesmo que em uma máquina virtual, e descubra por que ele é, hoje, o maior projeto de software livre do Brasil.
Mas o BigLinux vai muito além de uma simples distribuição. Há anos ele transcendeu o conceito de ‘distro’ para se tornar um verdadeiro ecossistema de liberdade: com aplicativos próprios, diferentes interfaces gráficas e, acima de tudo, uma comunidade vibrante, acolhedora e engajada.
Aqui, você não é só um usuário. Você faz parte de um movimento.
BigLinux: software livre com identidade, coragem e alma brasileira.
Teste. Explore. Encante-se. E, quem sabe, nunca mais volte atrás.
Infelizmente, em 2019-2020 eu não tive essa ideia.
Atualmente, sim, eu faço alguma coisa parecida – mas para gravar várias informações diretamente em um arquivo TXT. – Assim, não preciso olhar um print e digitar manualmente (com risco de errar).
E reduzi o tempo, de 10 minutos para 5 minutos – afinal, tenho 10 ou 12 distros para dar boot. – Hay que abreviar un poquito.
Note que também registro os números indicados pelo Conky, top, free, inxi etc. – para monitorar se estão calculando direitinho, ha ha. – O htop é a ovelha negra.
Esse script coloca um bullet “•” no arquivo “done.txt” – para eu saber que ele já foi executado, e eu já posso abrir o Dolphin, Kate etc.:
Se eu abrisse o Konsole no início da sessão, isso já aumentaria o uso de Memória RAM. – Organizei para não abrir nenhum aplicativo, até os 5 minutos uptime. – Pelo mesmo motivo, desativo a verificação de atualizações (PackageKit, Discover, mintUpdate) e removo a suíte PIM, para igualar todas as distros.
A 3ª ação (aos 6 minutos uptime) é executar um script chamado “VERSIONS.sh”, que registra no arquivo TXT as versões dos vários softwares, naquela data: – Kernel, SystemD (ou SysV, ou Runit), KDE Plasma etc. – e outras informações:
Esse script esvazia o arquivo “done.txt”, eliminando o bullet “•”.
A 4ª ação (aos 7 minutos) é limpar do ~/.cache todos os cookies etc. que tenham mais de 1 ano de idade.
Em geral, vou fazer alguma coisa na cozinha, na varanda, no quintal etc. – e aos 8 minutos as distros entram em Sleep, pra não ficar gastando eletricidade à toa.
Quero parabenizá-lo por sua participação nesse projeto! – Comecei pelo Kurumin, na primeira metade dos anos 2000. – Infelizmente, só pude instalar no final de 2007, e continuei usando até Abril 2009, quando montei um novo PC, com hardware que o Kurumin já não reconhecia, pois já tinha sido descontinuado.
Ainda em 2009, cheguei a instalar também o Big Linux, o BR Linux, e outras distros nacionais que havia na época. – É claro que tudo mudou muito, após esses anos todos. – Por falar nisso, o link no seu perfil merece uma atualização, indicando que agora ele é baseado no Arch. O tópico ainda está aberto, então você pode acrescentar uma resposta atualizando essa e outras informações.
Agradeço o convite para testar, e espero fazer isso, embora não imediatamente. – Faço um distro-hopping em baixíssima velocidade – e a longuíssimo prazo!
Uso o openSUSE desde o início de 2017.
Reinstalei no PC atual, claro. – Tive de reinstalar todas, pois no antigo PC tinha HDD em MBR – e no atual, SSD em GPT. – Optei por recomeçar com “uma folha em branco”.
Uso o Arch desde meados de 2017. – Fiz várias instalações, claro, para treinar o “modo BTW”, ha ha.
Uso Debian Testing desde Outubro 2016.
Demorei a entender o Fedora (acho que só consegui em 2018), e uso até hoje.
Uso PCLinuxOS desde fins de 2018, se não me engano.
Uso o Mageia desde 2017, embora só tenha aprendido de verdade uns 2 anos depois.
Comecei a experimentar o Void, acho que no final de 2019 – e quero continuar, pois ainda falta aprender muita coisa dele.
Como vê, me dediquei a explorar os “ramos” principais da “árvore de distros Linux” – os mais “distantes” uns dos outros, os mais “diferentes” entre si, com diferentes init, diferentes empacotamentos etc. – e acabei me fixando no mais “raiz” de cada ramo.
Exceção, apenas o MX Linux – que me interessa muito.
Por enquanto, adiei o Slackware e o Gentoo (talvez para sempre). – Atualmente, me interessaria experimentar o Artix – mas primeiro tenho de acabar umas “brincadeiras” com Kubuntu, Mint e PCLinuxOS, pra liberar espaço (e tempo).
Tudo isso, em dualboot, ou “multiboot” – onde cada distro serve de backup ou “estepe”, caso alguma outra sofra um desastre. – Nunca usei VM, nem sinto grande vontade de mexer com isso.
Como vê, uma programação meio rígida, talvez até “engessada”. – Mas aprendo mais assim, ao longo do tempo, do que nas vezes em que experimentei alguma distro por pouco tempo.
Salve, frc_kde! Muito obrigado pelo comentário detalhado e pela força! É uma honra trocar uma ideia com alguém que tem essa bagagem toda, vindo lá dos tempos do Kurumin, um verdadeiro marco na nossa história.
Fico feliz que você já tenha dado uma chance ao BigLinux lá em 2009. O projeto realmente mudou muito, e sua observação sobre o link está certeira: a base atual é o Manjaro/Arch, mas sempre mantendo a alma brasileira e a preocupação com a experiência do usuário. Vou atualizar o tópico com essas informações frescas, valeu pela dica!
E olha, seu “distro hopping em câmera lentíssima” é um conceito novo pra mim e genial! Você não só testa, você mergulha em cada ramo da árvore Linux. OpenSUSE, Arch, Debian, Fedora, PCLinuxOS, Mageia, Void… Isso é mais que uma coleção, é um verdadeiro museu vivo do Linux, e você é o curador. Respeito total!
Sobre o convite para testar o BigLinux, fique tranquilo: ele estará te esperando quando você quiser, seja para ocupar um espacinho no seu multiboot ou para uma visita técnica quando der vontade. E olha, se um dia resolver dar um mergulho mais fundo, a comunidade BigLinux vai adorar ter alguém com sua experiência por perto, seja para testar, relatar, sugerir ou só trocar ideia.
Enquanto isso, sigo na torcida para você conseguir um tempinho para aquelas brincadeiras com Kubuntu, Mint e PCLinuxOS. E quem sabe um dia a gente não te vê num cantinho do HD com o BigLinux atualizado, hein?
Grande abraço e sucesso nessa jornada lenta, mas profundamente rica, pelo universo Linux!
moral da história, na minha humilde ignorância: tudo no mesmo nível. basta ter 2GB para os processos básicos que a diferença essencial será a escolha da distro, pelo gosto pessoal. lembrando que, dos exemplos dados, algumas nem são “distros”, mas a “distro-mãe” disfarçada com uma interface não padronizada. nada mais normal que o desempenho seja próximo.
resumo da ópera: como a base é idêntica, quem puder bota 16Gb de RAM, acaba com swap e vai linuxar tranquilamente sem maiores problemas.