Temos uma data de lançamento para o KDE Plasma 6.0

Passo nº 1:

Sempre vi dizer que o Buntu “usa base Debian, mas tem pacotes mais novos, porque usa o Testing e não o Stable” (o LTS viria de um instantâneo do Testing; e o não-LTS viria do Unstable; mas não sei se isso é exato).

Na atualização de 114 pacotes do Debian Testing KDE aqui, neste final de semana (14 Jan 2024), encontrei apenas 2 pacotes contendo a string “Qt6” no nome-de-arquivo. – Na atualização de 421 (+5) pacotes na semana anterior (8 Jan 2024), o Debian Testing KDE daqui também recebeu apenas 2 pacotes contendo a string “Qt6” no mome-de-arquivo.

Como estou fora do Debian (“Linux3”, aqui), puxei alguns números dos logs do dpkg dele:

$ zgrep " installed " /run/media/flavio/Linux3/var/log/dpkg.log* | wc --lines
13034

$ zgrep " installed " /run/media/flavio/Linux3/var/log/dpkg.log* | grep "qt6" | wc --lines
131

O total de “13034” contém repetições (atualizações). – É quase 4 vezes o número de pacotes instalados no momento (3.586). – Por regra-de-três, dá para imaginar que haja uns 36 pacotes instalados, ao todo, contendo a string “Qt6” no nome-de-arquivo.

Se depender do Debian Testing, parece que a mudança no Kubuntu ainda está longe.

EDIT: – Num exame mais amplo:

Neon Unstable  | grep "qt6"     187
Detian testing | grep "qt6"     131

Neon Unstable  | grep "kf6"     856
Detian testing | grep "kf6"       0

Neon Unstable  | grep "qml6"    148
Detian testing | grep "qml6"      3

Passo nº 2

Essa alegre brincadeira coletiva demora bem mais tempo, do que aquela super-máquina de teste do openSUSE (OpenQA). :grin: – Não sei se a Red Hat tem alguma super-máquina de testes. – A Canonical, “parece que não” (não sei). Então, a demora talvez seja maior.

Obs.: - Não me parece que KDE Neon fique esperando o Debian Testing fazer esse trabalho – e muito menos, esperar que a Canonical o adapte, do Debian Testing, para o próximo Kubuntu. – Pelo contrário. Tenho a impressão de que a KDE e.V. (Neon) sai na frente, e o Debian se beneficie disso mais adiante.

No KDE Neon, todos esses pacotes “mais novos” do Plasma vêm direto do Repositório “archive-neon-kde-org/unstable”

É interessante, também, o que ele diz sobre a “opção Wayland”, nas versões anteriores do Kubuntu:

Para versões anteriores do LTS, abandonamos o envio da sessão wayland como uma alternativa instalada, pois os usuários têm a tendência de presumir que, se ela estiver no menu da sessão sddm, ela será totalmente suportada; em vez disso, deixe que os próprios usuários instalem os pacotes plasma-workspace-wayland se quiserem experimentá-los.

Tradução: – “Não queremos mais ter nada a ver com KDE Plaama Wayland anterior”.

E a explicação, bem simples:

Para qualquer versão (…) que lançarmos o plasma 6, eu esperaria ou pelo menos preferiria seguir o padrão wayland nesse ponto. Obviamente agora é aí que está o maior suporte e foco

Talvez ele pressinta (ou saiba) que vai faltar mantenedor de Plasma 5 Wayland – ainda com muitos problemas – e que agora, mesmo, é que não serão mais resolvidos.

Salve, @Rommulo_Peixoto

Isso é uma coisa que me faz olhar a “Nuvem” com cautela.

Parece a melhor solução: – Ter uma cópia local, sempre atualizada – e sincronizar pelo Google, automaticamente, sempre que o Aplicativo / Google / SO encontrar conexão funcionando.

Só de 2006 a 2017…

Hoje, o celular oferece uma alternativa – quando o PC está pifado, e você precisa encontrar uma dica para resolver o problema – mas, também depende da marvada “Nuvem”.

Estamos acompanhando em um outro tópico.

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Levando em consideração a grande quantidade de mudanças que o Plasma 6 trará, a data de lançamento do Plasma 6 não ficou muito legal para o Ubuntu 24.04. Tudo indica que o Kubuntu 24.04 ficará com o Plasma 5.27 mesmo :melting_face:.

Os pacotes do KDE Neon são empacotados pela galera do KDE.

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Ué, não debateram o cronograma de lançamentos do KDE para que as principais distribuições trouxessem sempre o Plasma atualizado nos grandes lançamentos?

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Empacotar e testar o Plasma 6 será um trabalho enorme que só está começando agora no Debian.

Pode ser que o Plasma 6 venha com muitos bugs. Pegaria mal colocar um KDE bugadíssimo em uma versão LTS do Kubuntu.

Com tudo isso, a data de 28 de fevereiro para o lançamento do Plasma 6 não ficou ideal para uma versão LTS do Kubuntu.

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A equipe do KDE tem feito um excelente trabalho, na correção de bugs. O congelamento para novos recursos se deu ainda no ano passado, e atualmente estão só na correção de bugs.

O que não daria tempo de ser implementado já foi enviado pro 6.1.

A equipe do Kubuntu não está testando as versões RC? Uma distro focada no KDE, deveria ser interessada em lançar o mais breve possível o novíssimo Plasma.

Aceitaria uma grande demora pra distribuições onde o Plasma não é o desktop padrão. Fora que o KDE acabou com as versões “LTS” do Plasma, e agora só fará 2 mega lançamentos no ano.

Se o Kubuntu não lançar em Abril, lançará somente em outubro no 24.10? Nunca regularão os lançamentos do Plasma com sua distribuição…

E como sempre recorreremos as PPA’s kkk

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@Melk eu estou atualmente no TuxedoOS, neste caso por ser uma empresa focada no próprio hardware; talvez neste caso a demora pra lançar o Plasma 6 seja maior.

E isso ao meu vê estará intimamente ligada ao fato do Plasma 6 vir com Wayland por padrão, não tendo até onde sei a versão X11 disponibilizada.

No caso do Kubuntu, usar o Wayland talvez esteja ligado ao Ubuntu padrão e não ao Plasma em si. O Ubuntu com Gnome já usa Wayland por padrão? O Ubuntu já sinalizou o uso do Wayland como o Fedora fez?

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O mais novo não é o foco de uma distro LTS.

Três meses atrás o Rik Mills mandou isto nos comentários de um post do Reddit:

Eu particularmente acho melhor o Kubuntu 24.04 vir com o Plasma 5.27. A data de lançamento do Plasma 6 é muito próxima da data de lançamento do Ubuntu 24.04, as mudanças do Plasma 6 são grandes, a Canonical não ajuda no empacotamento do KDE, a equipe do Kubuntu não é tão grande… e o Plasma 5.27 está bastante maduro na minha opinião.

Quando há mudanças grandes, até mesmo o Ubuntu dá uma segurada nos pacotes, como foi o caso do Ubuntu 22.04 usando o GNOME 42 com aplicativos do GNOME 41.

Acredito que as versões intermediárias do Kubuntu receberão o KDE mais recente que houver, já que as versões intermediárias do Ubuntu não se preocupam tanto com estabilidade.

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O Ubuntu usa Wayland desde o Ubuntu 22.04.

O Kubuntu não usa Wayland por padrão porque o KDE usa X11 por padrão até o momento. A equipe do Kubuntu não quer ir contra isso.

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É uma polêmica, mas tem que use Rolling Realese e não veja justificativa para usar pacotes antigos como sinônimo de maior estabilidade.

Mas sei que a equipe do KDE já acabou com as versões do Plasma LTS por acreditar não fazer mais sentido.

Se ele comentou isso, então não terá essa possibilidade mesmo. Não termos Plasma 6 no Kubuntu 24.04…

Sim, a equipe é reduzida e já fora maior, pois alguns do Kubuntu hj estão no KDE Neon.

Sim, o Ubuntu não traz sempre tudo atualizado.

Muito tempo que não utilizo então não estava sabendo, mas como devem ter mantido o X11 também ninguém reclamou pelo visto.

Sim, e ficaria difícil de aplicar se a DE não focava no Wayland ou estava imatura na utilização. Mas agora que mudou e adotará, não vejo problemas em por o Wayland como padrão.

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A depender do cronograma do KDE, pode ser que o Kubuntu demore uns 6 meses pra lançar o último Plasma.

Se o KDE só fará 2 mega lançamentos no ano, e as datas forem muito próximas ao lançamento do LTS, talvez o intermediário tenha sempre 1 ou 2 versões a frente do LTS.

Não sei se ficou claro mas penso assim; se o LTS terá o 5.27 agora, e não o 6.0 ; o 24.10 não teria o 6.0 e sim o digamos 6.1 (mais recente e lançado seis meses após o 6.0) .

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Quem estiver em uma distro rolling release terá de usar o Plasma 6 mesmo se ele for lançado completamente bugado.

O Plasma 5.27 recebeu 10 atualizações com correções de bugs, logo, eu acho correto pensar que o tempo é amigo próximo da estabilidade.

Além de tudo, com uma distro LTS eu passo dois anos sabendo exatamente como meu computador se comportará dia a dia. Já com uma distro rolling release você sempre pode ter uma surpresa no dia de amanhã.

Rik Mills também falou que o Kubuntu adotará o Wayland por padrão quando o Kubuntu estiver usando o Plasma 6.

Eu acho que as coisas serão dessa forma.

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A grande questão é a mudança de protocolo (X11 > Wayland). – Isso é um terremoto, derrubando tudo – a começar (pelo que parece) por todos os milhares de widgets do Plasma 5 e 4 (um acervo enorme). Não sobrou nada. E até agora (já são 2 meses: metade do prazo até o lançamento oficial) só apareceram meia-dúzia de widgets para o Plasma 6 Wayland.

O que pude ver até agora, pelo KDE Neon Unstable, é uma respeitável “perda de recursos”, em especial no Kwin, nos poucos widgets prioritários (indispensáveis, urgentes) já adaptados, e só posso imaginar outras consequências fora do meu entendimento.

O Ubuntu-pai diz que adotou Wayland como padrão desde o 21.04. – O Fedora também já adotou, e já avisou que o Fedora 40 sequer permitirá login em sessão X11. – E até agora, segundo Nate Graham

Muitos desenvolvedores de aplicativos se acostumaram a ignorar as notícias do Wayland enquanto ele ainda era um brinquedo e não fizeram o trabalho de portabilidade. Bem, não é mais um brinquedo, e agora muitos estão se sentindo pegos de surpresa pela repentina urgência de portar seus aplicativos para usar o Wayland. Isso é compreensível. Mas desta vez é para valer, e a hora de portar é agora. Para quaisquer protocolos que ainda não sejam bons o suficiente e precisem de revisão, é necessária a contribuição dos desenvolvedores de aplicativos para revisá-los ou até mesmo propor novos. Esse processo leva muito tempo, então é melhor começar mais cedo ou mais tarde. Mas não vai simplesmente desaparecer.

Em suma, não é “só” mudar de Qt, Frameworks, Plasma, QML etc., dentro de um fundo que todos usam desde sempre. – É mudar tudo, portar, reescrever – e diante da inércia, a adesão do KDE, na base do “ou-vai-ou-racha” é só um passo a mais (embora com o peso do KDE), para sacudir um prolongado imobilismo. Não é a conclusão do processo. É um modo de balançar inércias.

Imagino que leve uns 2 anos – softwares desaparecendo, outros surgindo em seu lugar – até que as coisas se acomodem um pouco.

E já no “Modo Kubuntu de Empacotamento” – uma vez que o KDE Neon é, justamente, “uma vitrine do KDE sobre base (K)ubuntu LTS”. – Melhor do que isso, só mamão com açúcar.

O tópico do link cobre só até o momento em que ele diz que “marcaremos reunião”… :scream:

reunião com representantes das grandes distros de lançamento discreto que também fazem dois lançamentos por ano (Ubuntu/Kubuntu, OpenSUSE Leap e Fedora KDE) para tentar encontrar um momento para lançar isso. […]. Não tentaremos coordenar com o Debian porque o ciclo de lançamento deles não é previsível e também é muito longo para nós.

Falta localizar o episódio seguinte da série, he he… Se 2 votassem a favor, o 3º seria “voto vencido”. – E se quisermos apimentar o episódio, basta notar que a exclusão do Debian eliminava qualquer risco de empate (2 x 2). :grin:

Isso me lembra de quando comecei “no Linux” (em dualboot, claro):

Migrando do Windows,logo de cara, levei um tombo: – fiquei sem o Kurumin, antes mesmo de conseguir adaptar meu fluxo de trabalho.

Um LTS que não me arranjasse mais problemas, nem surpresas, nem trabalheira de ficar mudando com frequência etc., era tudo que o iniciante aqui mais queria.

Naquela fase, eu deixava passar até 6 meses, depois do lançamento de um novo Kubuntu LTS, para instalar a revisão “xx.04.1”, já com correções – e já com muitas dicas, soluções etc. postadas nos fóruns e sites.

Depois, a gente vai aprendendo, perdendo o medo – e começa a caçar problema, para se divertir. :slightly_smiling_face:

Mas usar “versões sempre mais novas” é uma coisa. – Mudar de X11 para Wayland, é outra coisa, muito diferente. – Não sinto nenhuma empolgação, até agora.

Se eu tivesse uma empresa, com 10 ou 20 funcionários, fluxo de trabalho apertado etc., eu teria receios.

Só não me assusto, porque espero dispor do Plasma 5, pelo menos no MX Linux, durante mais 1 ano ou 2.

Eu nem diria “bugs” (apenas). Diria “o resto todo”, de efeitos colaterais, por 1 ou 2 anos (e muita coisa, para sempre).

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eu acho que o k-ubuntu deve ficar no 5.27 até 26.04, com atualizações na versão 6 para torná-lo mais estável para todos.

Sim, a mudança abrupta foi meio que uma sacudida naqueles que estavam inertes a mudança já debatida e promovida a anos, mas que somente agora foi decretado como novo e único padrão a ser seguido.

Nate já falou que o KDE tem cadeira cativa no conselho do Wayland, e que está lá faz com que o KDE tenha papel relevante nas escolhas futuras e não seja refém do Gnome e suas escolhas; além de que se não estiverem na vanguarda, poderão ser engolidos mais a frente, e nisso se faz a necessidade de estarem mesmo que isso traga muitos problemas eminentes, a frente no que diz respeito a adoção do Wayland.

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@frc_kde , achei o comentário do Nate.Does Wayland really break everything? – Adventures in Linux and KDE

"Supor, para fins de argumentação, que fosse verdade que Wayland não oferecesse vantagens sobre o X11 além de ser mantido, ignorar isso seria um erro. O KDE não pode se dar ao luxo de ignorar desenvolvimentos importantes que acontecem no mundo que nos rodeia; quando um componente importante da pilha de software em que confiamos começa a desaparecer, é um risco existencial para todo o projeto. Além do software não mantido apodrecer ao longo do tempo, se não adicionássemos suporte ao Wayland e ficássemos com o X11, perderíamos a capacidade de ser uma parte interessada e tomadora de decisões no processo de transição. Como o KDE foi um dos primeiros a adotá-lo, temos um assento na mesa de governança do projeto Wayland. Como é isso em termos concretos? Os representantes Wayland da KWin têm poder de confirmação/veto nas aprovações do Protocolo Wayland, por exemplo. Linux Mint não tem isso. XFCE não tem isso. Nós fazemos. Por causa disso, projetos como Linux Mint e XFCE dependem da benevolência na tomada de decisões de terceiros. E sem o KDE, é provável que os protocolos Wayland parecessem muito mais focados no GNOME do que são hoje.

Estou feliz que, anos atrás, os desenvolvedores do KWin decidiram intensificar e participar dessa transição – ganhando poder e influência no processo – em vez de boicotá-la e acabar sendo arrastados para ela, chutando e gritando, perdendo no processo a agência e credibilidade."

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Eu tbm detesto nuvem quando se tem uma conexão de internet ruim, e o app não opera em offline.

Nos tempos do handheld Palm, sincava com o PC via Palm Desktop no Win e jPilot no Linux, e saía feliz. Além do que o Palm ligava instantaneamente. Nada de dar boot como os atuais smartphones.

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Rapaz! Acho que vou retornar ao Ensino Fundamental! :laughing:
Eu acreditava que KDE Plasma e seu Qt eram a “casa nativa” do Wayland.
O que me sugere? Gnome?
Gosto do LXQt e KDE, mas ao testar o OpenSUSE TB com Gnome 44, acabei pegando o jeito de interagir com esse ambiente.

Calma…

O Gnome saiu na frente.

Que eu saiba, é o único DE oficialmente migrado para Wayland.

Se você gosta do Gnome, é sopa no mel.

Pude constatar isso no OpenSUSE, antes dele atualizar os drivers nvidia para algo acima da v.470. Agora já aprendi, que pra minha antiga GT-640M funcionar redondo, inclusive em Wayland, o driver v390 atende plenamente.

Estou apanhando no Regata OS 23.1, e olha que instalei a ISO “nv”. A forma dessa distro ativar o “modo turbo” da nvidia é seletiva, por meio da ferramenta Max-Q.
Achei a distro realmente interessante, mas não gostei dessa abordagem.
Se ativar “Alta performance” para todos os aplicativos, alguns deles param de funcionar, inclusive o VLC.

Descobri que o driver nvidia foi atualizado pra v.535 e por isso o VLC parou de abrir no modo alta performance, pq esse driver não atende GPU’s antigas.
Agora reinstalei a v.390 via terminal (zypper), mas no “Regata OS Store” consta como não instalado, e se tentar instalar por aí, dá pau (ainda mais com minha conexão 4G mais morta do que viva).

Já que prefiro ter 2 distros em paralelo, vou reinstalar o OpenSUSE Gnome, e talvez o MX 23.1 KDE como a segunda, ficando assim com uma distro systemd e outra runit, e com a quarentona X11 e a novinha Wayland.

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até hj sonho com um regata gnome kkkkk

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