Por que certas empresas de jogos preferem lançar um jogo de forma oficial para Mac ao invés de Linux?

E a gente respondeu lá em cima… Eu pessoalmente não acho que tenha o que ser refutado, o que @renard162 disse, não são nem desinformação, nem mentiras, nem opiniões de um hatter, a meu ver. São opiniões totalmente válidas

Eu já, por exemplo, acho que ficaria mair rica a discussão se você pudesse argumentar sem recorrer a dizer que a pessoa mente ou é hatter, etc.

Agora se não for possível, tudo bem, acho infrutífero continuar, que seja, é opinião hatter ou mentira, ou desinformação, etc…

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Na sua opinião, dizer que o jogo vai rodar mais lento no wine(proton) é verdade?
Deixo essa pergunta para forçar sua reflexão!

São, nem todos, mas alguns são, e alguns também tem glitch, a questão principal nem é quantos, ou quais. Por exemplo, eu pretendo comprar um iPad Pro, se a experiência com Death Stranding for meia boca como parece (vendo a votação na store), eu não vou comprar outros jogos portados para a plataforma, vou assinar um streaming.

Esse é o ponto que veio sendo discutido até aqui. Essa diferença entre “roda” e “roda muito bem”. Isso afeta, a gente goste ou não da plataforma em questão.

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Você tá comparando universos diferentes, o iPad não vai ter esses problemas (e nenhum outro produto Apple) simplesmente porque a Apple corta o app fora ao menor sinal de reclamação do usuário , se a Valve fizesse a mesma coisa não iria ter jogos com glitches e bugs na Steam, no OS X tá entupido de gente reclamando que o jogo X (que é de fora da AppStore) crasha do nada, jogos iOS e iPadOS que dão problemas vão começar a surgir agora que a Apple foi obrigada a aceitar sideload

A plataforma é meramente um exemplo de outra plataforma que está oferecendo o mesmo que outra(as) (death stranding) com qualidade inferior. troque por qualquer plataforma onde eu posso simplesmente escolher consumir o mesmo em um lugar onde está melhor distribuído e da no mesmo.

Segundo meus estudos sobre desenvolvimento de games, na área de marketing, é essencial analisar o custo de produção em relação ao número de usuários por plataforma de lançamento. Isso é necessário para garantir que o jogo se pague logo no início, pois a maioria das empresas acumula altas dívidas durante a produção.

Por essa razão, a equipe responsável pelo lançamento geralmente escolhe o Windows, que é o sistema operacional mais difundido. Isso elimina a necessidade de configurar estratégias para garantir que o jogo funcione em todos os periféricos. No entanto, lançar para sistemas Apple é visto como um símbolo de alta qualidade, voltado para um público mais elitista. Já o lançamento para Linux seria indicativo de alta qualidade para um público que domina essa plataforma, mas esse grupo representa uma pequena parcela do mercado de games. A maioria dos gamers utiliza PCs com Windows e dispositivos Android.

Espero que isso ajude a esclarecer. Resumi meus estudos sobre videogames realizados há cinco anos no IFMA-SJR, onde cursei o ensino médio e técnico em Jogos Digitais.

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Mas você acha que estas empresas que andam portando para Apple, estão fazendo por ver vantagem comercial? Tudo bem que se você olhar bem, o port significa ser compatível com iPad, iPhone e Mac OS, e é uma compra a mais em outra plataforma (e uma tentativa real de cobrar preços cheios em mobile), mas eu tenho minhas dúvidas…

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Quem tem nome recebe atenção no fim das contas, tudo que e proprietário parece ter mais valor no fim das contas
O MacOS tem praticamente o mesmo nível de mudanças por debaixo do capô e só o Linux que e submetido a gambiarras pra rodar algum jogo de maneira decente(só pra quem tem hardware do ano), essas empresas tão pouco se lixando pra qualidade no fim das contas

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Calma, moço! O que eu quis dizer é que importar para sistemas da Apple seria uma vantagem de “alta qualidade”, pois é essa a imagem que a marca da maçã transmite. Além disso, para lançar um projeto na Apple, é necessário pagar e seguir muitas normas. Por conta desse rigor, a equipe de marketing e lançamento acaba vendo isso como um selo de qualidade e o vendem dessa forma para o público leigo.

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É tanto estudo de case que se eu for postar aqui eu tomo flag, basicamente, usuários iOS/iPad OS mesmo sendo em menor quantidade gastam de 3 a 7x mais (a variar da época analisada) com conteúdos publicados na App Store e graças a um esforço iniciado em 2006 pela Apple códigos para iOS e mais tarde pro iPadOS são WOCA ou seja escreve uma vez compile pra qualquer plataforma Apple (inclusive uma curiosidade, o X Code não emula iPad e iPhone, ele compila em um binário OS X nativo)

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Sim, eu entendi isso, mas eu estou tentando entender como isso se encaixa dentro da estratégia financeira de fato, porque tem que dar lucro. Não sei se você chegou a explorar essa questão no seu estudo.

Tudo bem, interessante saber que isso é a visão da equipe de marketing, mas eu fico em dúvida se isso se traduz, (ou chega a pesar de forma relevante) em interesse real da empresa no fim das contas.

Inclusive se existe algum impacto financeiro observado em estudos da decisão, tipo, “usuário de Windows vê port para Mac e decide comprar porque o jogo parece de alta qualidade por estar no Mac”.

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Aí vem o pulo do gato. Na verdade, não há vantagem para o usuário em comprar algo na loja da Apple em comparação a um jogo no Linux. No entanto, para as empresas, há muita diferença!

Para explicar melhor, os consumidores de produtos da Apple tendem a ser consumistas, elitistas e, muitas vezes, equivocados. Com certeza você conhece alguém que tem mouse, suporte de laptop, MacBook e pano de limpar computador, todos esses itens da Apple. Certo? Se você não conhece ninguém assim, provavelmente você é essa pessoa.

E aí vem a vantagem para as empresas que preferem lançar um jogo na loja da Apple: “consumismo” e “aparência midiática”. As pessoas se acostumaram a comprar coisas com a logo da maçã e a exibir para os outros (elitismo). Então, produzir jogos para a Apple se torna uma conquista para o currículo, e se o produto se torna um sucesso, mais pessoas vão implorar para usá-lo. Assim, as empresas vão considerar portar o jogo para outra plataforma mais popular, para aumentar o alcance e o lucro.

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Pior que não, inclusive eu tenho um MacBook Pro e uso ele pelado mesmo, limpo como limpo a maioria dos meus eletrônicos, com a flanela dos meus óculos. Surpreendentemente, a maioria das pessoas que eu conheço que tem, são agrônomos, nem cuidam do aparelho, e honestamente, não compram nada na store. Mas enfim talvez eu esteja em uma bolha.

Ok, a aparência midiática faz sentido (se bem que eu gostaria de ver estudos reais com jogos), o meu problema é esse “tacar na parede e esperar o consumismo colar”, se o port não é bem feito, não sei se se traduz.

É esse o ponto que eu fico em dúvida, por isso eu mencionei Death Stranding, não sei se vai vender bem, tem muito usuários de Mac metendo a boca. Tudo bem é um game de console num celular e isso surpreende alguns, mas a experiência realmente parece bem meia boca em toda a plataforma, até nos MacBooks.

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Entendo seu ponto. Mas não há estudos tão elaborados focados exclusivamente em videogames em uma única loja. Geralmente, são compilações de resultados de várias lojas de aplicativos ou estudos de caso de jogos multiplataforma. Em meus comentários anteriores, eu me basiei em estudos de vendas e marketing da Apple, o que achei curioso, pois nos cursos de Jogos Digitais é ensinado dessa maneira. Logo, os jogos são vendidos como meros aplicativos interativos. É isso que podemos concluir, a não ser que encontremos um artigo diferente.

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Eu digo isso porque a plataforma da Apple está aí “desde sempre”. Do nada, em ~2024, o mercado de jogos triple A olha e diz “Ah é, tem essa plataforma hiper consumista que gastam horrores e da muita mídia, não é mesmo?”, não faz muito sentido para mim. Entende, eu não consigo deixar de pensar que tem subsidio da própria Apple nisso.

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E tem. Na verdade, o truque foi exatamente esse. Começar fomentando. A Apple que chegou nas empresas dando incentivo e algum investimento para esses ports. Ela quer mostrar que o iOS pode ser uma plataforma para gamers e, ao mesmo tempo, fazer marketing/justificar o alto desempenho dos seus processadores refletindo isso no preço.

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Mas cara, realmente há. Para manter aplicativos na loja da Apple, há uma série de normas e testes de segurança. No entanto, não é novidade em 2024. Vale lembrar que a Apple não cria tecnologia; ela aprimora e aperfeiçoa após alguém pioneiro conseguir criar algo. Antes da morte de Jobs, ele queria que jogos de sucesso rodassem nos dispositivos, mas não era possível devido à falta de processamento, já que os sistemas da Apple consomem muita capacidade para executar tudo sem lentidão ou inconsistência. Somente agora eles desenvolveram uma plataforma muito boa para grandes jogos. Enfim, estamos discutindo o aspecto técnico, mas os negócios nem sempre seguem estritamente esse aspecto que estamos debatendo aqui.

Sim, a minha dúvida final é se isso se sustenta e evolui para uma relação diferente de “Apple pagando para estúdios pensarem na sua plataforma”, que é meio que parecido com a sina do Linux também.

Você não está entendendo, eu estou falando da Apple pagando para a empresa trazer o jogo, não do jogo vindo porque acha que a plataforma naturalmente tem vantagens por questão de marketing, etc.

Eu também não acho que seja novidade, só acho que antes os estúdios não ligavam para o trabalho, porque a plataforma não atrai, e agora a Apple está pagando para o estúdio tentarem a sorte.

Realmente, eu lembro de um jogo antigo de labirinto que ficou famosos por apelo midiático, onde alegavam ser um dos primeiros jogos “funcionais” que rodavam no sistema exlusivos da Apple. Se formos analisar, até agora não há um grande jogo que não alcançou seu sucesso por poder do marketing dentro da maçã.

??? A maioria dos triple A não vende na plataforma… Death Stranding foi sucesso fora, na verdade todos os vindos do PC/console foram sucessos fora da plataforma da Apple.

Não se fala quase nada sobre a venda desses jogos portados para Apple, se teve lucro relevante na plataforma da Apple, etc.