Por que certas empresas de jogos preferem lançar um jogo de forma oficial para Mac ao invés de Linux?

Sendo que o Linux tem muito mais capacidade de gerir jogos?! Eu falo de jogos que já existem pra Windows.
Eu diria que depois do Windows, a melhor opção para se jogar, dentro do desktop é o Linux e não o Mac e mesmo assim priorizam o Mac.
A Apple nem faz questão de ser um player na área gamer. Não liga em querer atrair o povo gamer, muito menos facilitar sua vida, muito pelo contrário…
Com a chegada do Steam Deck utilizando por baixo dos panos Linux e tendo foco principal os jogos, eu pensava que isso iria meio que servir pra demonstrar que Linux é o sistema para esse foco.
Ainda assim eu vejo um esforço muito grande de certas empresas em depois de ter o software ou nesse caso, o jogo disponível para Windows focam em portabilizar pro Mac e ignoram a existência do Linux. São raras as empresas que depois de ter versão para o Windows partem pra disponibilizar no Linux ou melhor, disponibilizam uma versão para Windows, Mac e Linux. Já vi uns raros casos de até o BSD ser priorizado também.
O Linux tem vários softwares que conseguem fazer o milagre de rodar jogos mesmo sem suporte oficial, que dirá se houvesse suporte por parte da empresa de forma oficial? Seria um sonho! Mas o Linux é sempre deixado pra último lugar ATÉ HOJE, mesmo com todos os avanços nesses ultimos anos, parece que nada é suficiente. Acho que só será suficiente quando o Linux (distros no caso) tiverem um market share de tipo 40 ou 50% da cota de mercado, algo que ao meu ver nunca acontecerá. É mais fácil o desktop como o conhecemos morrer junto com o Windows do que isso ocorrer.

Exemplos de jogos que tem suporte para Windows e Mac, mas não tem pra Linux (mesmo que alguns consigam rodar através do Wine aos trancos e barrancos).
Fortnite, Roblox, World of Warcraft, League of Legends etc…

Apesar de menor que o Windows, a base de usuários Mac ainda é maior que a do Linux, mas pelo pouco que tenho visto sobre o mac, não parece ser uma boa plataforma pra jogos não. Vai entender…

Talvez seja o peso e a fama da Maçã? A Apple quer queira quer não tem “status” e peso no mercado. Isso pode fazer as empresas cederem em lançar uma versão pra esse sistema em contrapartida do Linux, que fica pra escanteio.
Sobre a base ser maior, pode até ser, mas vejo muito usuário de Mac falando que usa Mac por inúmeros motivos, mas “jogos” nunca tá nos motivos. Parece que os próprios utilizadores não fazem essa questão toda.

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Dá uma olha nesse vídeo:

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Acho q alem disso, linux tem uma base de computadores diferentes bem grande
Lançar jogos para MAC é uma garantia de q quem comprar tera uma experiência solida, ou m1, ou m2 ou m3, mais nada. Funciona mais próximo de um console, ps5 e ps5 pro, todo mundo tem um ou outro.

Além disso, computadores apple são carissimos, se espera que os usuarios tenham um poder aquisitivo grande.

Linux já roda jogos de windows tão bem, q 90% das vezes que um dev tenta criar um port nativo, ele fica PIOR q a versão de windows rodando via dxvk ou vk3d

A própria valve ta a MESES com o cs2 nativo de linux rodando extremamente mal, meu pc por exemplo, pega 70 fps + ou -, basta trocar pra versão de windows rodando no proton q ele pula pra 140 a 150, só não consigo jogar assim por causa do anti cheat.

Soma com o fato de q não existe um sistema padrão, e vc teria q usar algo estilo flatpak, que rode em todas as distros, fica bem mais difícil lançar jogos no linux nativamente.

Acho q pra isso, primeiro a base do steamdeck tem q crescer, e a valve tem q criar um sistema de empacotamento de jogos nativo, que rode em todas as distros e seja padronizado, atômico, e de preferência rodando em um “conteiner”

Além disso, as próprias engines precisam adotar compiladores melhores pra vulkan e linux
a unreal 5 é um exemplo, não tem vulkan, apenas dx12

Nome disso e incompetência/preguiça pra desenvolver algo, quem desenvolve com vontade não faz porcaria com software. Exemplo e oq mais tem

Cara, n é incompetência não, isso se chama budget, o tempo de desenvolver um port pra linux é gigante comparando com simplesmente se certificar q vai rodar via dxvk, ainda mas pra um publico tão pequeno.

Quem decide isso não são os devs, são os donos de empresa q querem ganhar dinheiro.
Além disso, se fizer algo nativo pra linux, vai ter q fazer um malabarismo tecnológico maluco, faz só pra wayland? Mas aí n vai rodar bem na nvidia, faz só pra x11? mas x11 em 5 anos n vai existir mais e vou ter q recompilar meu jogo. Faz pros 2? Dobro de trabalho, uso alsa direto, uso pipewire? Forço gamescope? Mas ai o jogo só roda em tela cheia sempre? E hdr, só funciona no kde por enquanto.

n é só clicar 2 botão, testar no ubuntu e deu, mas com Proton é, clica 2 botão, testa se funciona no steamdeck, arruma um bugzinho ou outro e pronto, todo mundo do linux pode aproveitar teu jogo!

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Bastava escolher a distro mais popular como padrão, no caso o Ubuntu e pronto. Focar exclusivamente em dar suporte a ele, consequentemente seus derivados também seriam abençoados. Poderiam usar o snap ou flatpak.
Já as outras distros seria mais trabalho da comunidade portabilizar (partindo da premissa que a empresa permitisse o manuseio de programas de terceiros, ainda mais de código fechado, o que duvido muito ocorrer!).
E sobre Wayland vs Xorg. Se usar o xwayland não roda nos dois? Se eu fosse lançar agora, lançaria com o que é mais popular e funciona na maioria das distros, no futuro caso mudasse o padrão, mudaria também.
Todo ano dizem que “esse é o ano do Wayland”, mas o bicho só funciona perfeitamente em 3 DEs (Gnome, Plasma e se arrastando no Cinnamon – isso é o que eu sei). Por mais que falem mal do Xorg, é o que funciona bem em geral, logo seria o padrão escolhido por hora.
O interessante seria fazer um port genérico que se adaptasse a cada sistema não tendo que fazer presets. Não sei se você me entende.
Outra coisa é que acho bizarro o apelo das empresas para o Mac usando a desculpa do market share ser o 2° maior após o Windows sendo que maior parte dos usuários de Mac não tem interesse em jogar, não foi por isso que adquiriram. Eu tenho quase certeza que quem tem Mac, não gastou tanto $$$ apenas para ter acesso a um ou outro jogo que magicamente funciona no Mac, sendo que no Windows todo resto funciona. O Linux é tão bom que jogos nativos para Windows conseguem rodar sobre o WINE muitas vezes com performance melhor, mais fps, mesmo tudo sendo traduzido via camada de compatibilidade.

Cara, a questão do mac, principalmente nesses jogos q tem saído ultimamente, é q a apple tem provavelmente bancado esses ports, afinal eles estão saindo tb pra iphone 15 pro. Não são jogos vendidos na Steam, mas diretamente pela loja da apple.

E sobre “ano do wayland”, pode ter certeza q esse ano vai ser uma virada de chave, afinal o Fedora 40 vai vir sem suporte a X11 por padrão.
Eu tenho um notebook com 3060, e wayland já funciona melhor nele, já q x11 não tem suporte a HDR, varios monitores com HZ diferentes e gestos normalmente funcionam mal.

Além disso, eu tenho ctz q a maioria da comunidade linux esta no gnome ou no kde, provavelmente bem mais q 50%
Pra esse ano tá programado sair Cosmic e budgie com suporte apenas para wayland, mais duas DEs q vão trazer muitos usuários pra wayland.
E claro, não da pra esquecer q o steam deck já roda wayland, justamente por conta do HDR

E novamente, os jogos teriam q começar a ser desenvolvidos em vulkan, ent seria mais uma api grafica pra desenvolver, dx12 pra xbox e windows, e vulkan pros 1% de jogadores q vão comprar o jogo no linux? Largar dx12 não seria possível, já q o jogo vai ser feito pra rodar no xbox tb.
E mesmo jogos q tem vulkan nativo lançaram sem versão pra linux, red dead 2, doom, baldurs gate.

E o ponto de deixar a comunidade se virar pra portar não funcionaria direito em jogo, eles são produtos pagos, vários deles com anti-cheat e drm. E se fosse para desenvolvedores escolherem uma distro pra fazer o port, seria o Arch com wayland, afinal é isso q o Steam deck usa.

Linux (segundo steam hardware survey) representa 1,76% dos usuarios
Porém, 0,62% da base total de usuários consta a gpu do steam deck (AMD Custom GPU 0405).
Se considerar q esses numeros são 1 pra 1, que até onde sei deveriam ser(se alguem tiver outra informação favor corrigir) o arch linux consta com 0,14(arch) + 0,06(manjaro) + 0,62(steam deck) isso da basicamente 50% dos usuarios da steam rodando um sistema Arch!

Os devs apenas portariam o jogo pro steam deck, que está em uma trend de crescimento, e supostamente já vendeu entre 3 e 4 milhões de unidades, inclusive imagino que logo mais jogos vão começar a sair nativamente pra steam deck. Linux no geral seria beneficiado com isso obvio, mas como desenvolvedor eu não consigo ver um mundo onde o port nativo traria uma experiência absurdamente melhor.
Mesmo comparando hj em dia um pc linux vs windows, a diferença de performance é praticamente 0, e em alguns hardwares e jogos o linux já roda melhor.
Lies of p no meu notebook ryzen 7 5800h e 3060 rodou com 10 fps médios a mais no linux, e com uso menor de cpu. Mesmo sendo um jogo dx12, da unreal, compilado apenas pra windows.

praticamente linux roda qualquer rodo sem anti cheat, e raramente tem um jogo com incompatibilidade com wine

Quem compra um MacBook, mesmo o Pro, não visa jogar. Tirando quem é fã e tal, geralmente desenvolvedores entram na plataforma visando atender o mercado iOS. Produtores audiovisuais visam alguns aplicativos exclusivos da plataforma ou benefícios do hardware, e assim vai. Até hoje, ninguém me disse que o objetivo com um Mac era jogar… Então eu diria que esses ports são realmente fomentados pela Apple.

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O que todos esses exemplos que você citou tem em comum? Anti-cheat! Esse atualmente é (praticamente) a última barreira a ser quebrada para que o Linux se torne a plataforma definitiva de jogos numero 1 do planeta.

Discordo de se tornar a “plataforma de jogos definitiva”, pode até se tornar uma plataforma relevante, porém, enquanto os jogos no linux dependerem do wine, o linux sempre será uma alternativa mais complicada para jogar, sempre às sombras do windows.

Para se tornar uma plataforma real de jogos e se desvincular do wine, o linux tem um longo caminho ainda e duvido que seja possível de chegar no fim desse caminho por conta da complexidade que é portar os jogos para o linux, assim como um desenvolvedor do Factorio (um dos poucos jogos bem portados e com boa compatibilidade com o linux) explica no blog:

(ou, caso queira ver vídeo explicando esse post com exemplos mais gráficos)

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Mas quem vai fazer pelo Linux o que a Apple está fazendo pela própria plataforma dela? Eu só vejo isso acontecendo via fomento… via “vem cá, você agrega valor na minha plataforma, vou te pegar pela mão e te ajudar a entrar”. Até o Proton é um fomento em boa parte. Existe o Wine antes e depois do Proton.

E claro, depois tem que vender bem, etc, tem que ter um “me ajuda que eu te ajudo”. Enfim essa questão de ports oficiais é complicada, se Death Stranding vender mal no iOS, não se sustenta esse mecanismo de fomento, eu acho.

Mas é interessante, eu ando planejando comprar um iPad Pro, e definitivamente é um jogo que vou comprar na plataforma para ver como se compara com a experiência do PC e tal.

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Poderia desenvolver? Boa parte dos jogos (nesse momento 60% dos mainstream não indie e eu estou me referendo aos legalizados) que usam WINE atualmente é “click to play”, concordo que o jogo ocupa quase 1 GB a mais mas não é tão zoado assim depender do WINE

Sim, claro. Essa citação que você fez diz respeito a rodar jogos via wine (pelo recorte que você fez dá a entender que incluía jogos nativos no linux também, sendo que não foi o que eu me referi).

Como você mesmo disse, 60% dos jogos estão click’n’play, mas nem todos são, ainda tem os 40%. Como você sabe se o seu jogo entrará no 60 ou nos 40? (e mesmo que fosse 90% rodando e 10% não, a lógica é a mesma)

Ao rodar em wine, além dos bugs que o jogo já tem ao rodar em windows nativamente, ainda enfrenta bugs extras da camada de compatibilidade (já peguei muito bug gráfico em jogo pelo proton que não existe no windows rodando na mesma máquina).

É sempre uma roleta russa saber se o jogo vai rodar inteiramente bem pelo wine ou se em algum momento terá algum problema. Não tem como saber se o jogo esteja com a compatibilidade 100% (mesmo que, a rigor, isso seja impossível também no sistema nativo do jogo saber se ele rodará integralmente, mas a probabilidade no sistema nativo é bem menor de ter bugs).

Além disso, rodar em wine sempre envolve um passo extra de configuração, mesmo que seja ir nas propriedades do jogo e ativar essa compatibilidade e, caso não seja pela steam, mesmo as ferramentas que facilitam o uso do wine, como o Lutris, ainda não garantem que vá rodar direito ou que o jogo permanecerá rodando após atualizações. Recentemente tentei reinstalar um jogo que eu gosto de fazer mod (STALKER Anomaly) no meu PC com openSUSE e o mesmo jogo que em janeiro rodava hoje não roda mais e não consegui ainda fazer ele voltar pelo Lutris.

Rodar pelo wine é sempre mais complicado que no sistema nativo pois, mesmo que grande parte dos jogos sejam click’n’play, nem todos são e bugs inéditos estão longe de ser raros, isso considerando apenas os casos onde se roda diretamente pela steam (que simplifica muito o processo).

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Desculpa mas sua argumentação me pareceu “ou roda tudo ou é uma plataforma complicada as sombras” vamos ver:

Na Steam OS temos (vou arredondar) 30 mil jogos (de novo é bem menos), exclusivos de Mac são ~5 mil ou seja, o Windows roda 83% dos Jogos então a lógica é a mesma pro Windows?

Considerando jogos Clique e Jogue verificados, (isto é, a menos que você esteja usando uma distro pra workstations cujos drivers servem apenas pro básico eles vão rodar sem problemas) verificados pela Valve (ou seja, cerca de ~1/3 dos títulos individuais da Steam) ainda vamos ter 3x o número de Jogos disponíveis para PS 5 considerando edições (alguns jogos podem ter 4 edições) me pergunto se é tão relevante alguns jogos não rodarem sem costura (1 pra 1 pro Windows) enfrentando glitches em teoria, só com a curadoria da Valve analisando apenas por quantidade de jogos bons o suficiente pra Valve se importar, já da pra trocar o PS por um PC Gamer com Linux… me parece suficiente para ser considerada uma plataforma de jogos

Desculpe-me, creio que eu não tenha sido claro na minha argumentação.

O que eu disse de ficar às sombras não foi por “quantidade de jogos” mas sim pelo fato de que o jogo é desenvolvido para o windows e não para o wine, assim, rodar no wine sempre envolve problemas extras e dificuldades/trabalhos extras.

É diferente do jogo ou programa ser nativo. Se um programa é nativo, caso um dos sistemas operacionais que ele suporta simplesmente deixar de existir, isso não significa que o programa fica sem suporte. Se um dos sistemas operacionais mudar radicalmente, dificilmente a implementação dele no outro sistema operacional terá mudanças drásticas.

Agora, se um programa é feito para windows e roda no linux via Wine, qualquer mudança que ocorra no windows, caso esse programa (no caso da discussão, jogos) esteja com desenvolvimento ativo, isso fará o jogo se comportar de forma arbitrária no wine, nada garante que o jogo continuará rodando. Caso o sistema operacional nativo mude sua interface, a interface do programa no wine muda junto e assim vai. Ou pior, caso o sistema operacional deixe de existir, como ocorreu com o windows XP (lembre-se que cada windows é um sistema diferente), nada garante que o programa continuará com suporte já que o sistema onde ele foi pensado não existe mais!

O mesmo vale para o caso dos bugs já que, no caso de programas nativos, usualmente o programa apresenta bugs diferentes, usabilidade diferente e características diferentes (normalmente a usabilidade e as características são adaptadas ao sistema que está rodando). Já se o programa roda via wine, tudo nesse programa visa sua execução no Windows, sua interface, sua usabilidade e tudo mais e, no caso dos bugs, o programa sempre terá uma quantidade de bugs igual ou maior no wine do que no windows no qual foi desenvolvido para rodar, já que vai acumular os bugs nativos com os bugs da compatibilidade.

Um ótimo exemplo disso é o notepad++ que roda via wine “perfeitamente” (se colocasse no rank da steam, seria um daqueles programas com compatibilidade total já que roda de forma similar que no windows), porém, via wine, fica com a interface quebrada e cores estranhas (afinal, é interface pensada para windows rodando no linux) e o programa fica muito mais instável que sua contrapartida no windows em situações específicas. Porém, se você não ligar para a interface estranha e não utilizar o npp em seu extremo, dificilmente perceberá essa instabilidade.

Se você pegar o exemplo da contrapartida do notepad++ nativo em linux como Geany, que usa a mesma base que o notepad++ (ambos são baseados no Scintilla), podemos ver nitidamente a diferença de um programa nativo pro linux contra um rodando via wine (mesmo que a usabilidade seja aparentemente igual). Aliás, o Geany roda em ambas as plataformas e sua usabilidade é indistinguível em relação a rodar em windows ou linux (ele possui versão nativa em ambos os OSs).

Por isso eu disse que “enquanto os jogos em linux dependerem do wine, o linux como plataforma de jogo estará sempre às sombras do windows” pois tanto o desenvolvimento quanto a usabilidade está totalmente vinculada ao windows (o mesmo vale para programas).

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É, eu não tinha pensado nisso, mas é um ponto relevante. Não é exatamente o Wine ou ser portado o ponto, é a plataforma ser first citizen, para que isso não ocorra:

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Acho que eu entendi seu argumento, a tradução deixa o app meio alien e instável

Só que infelizemente o problema não é não ser nativo de Linux, primeiro porque como o print mostra apps no Windows são um inferno de compatibilidade, o Npp que usou de exemplo cada nova build do Windows ele fica cada vez mais instável (Ok que talvez meu case seja meio extremo (arquivos com 40 mil+ linhas) mas ainda sim ele é um exemplo de app que além de ficar alienígena tá cada vez mais zoado no próprio Windows por causa do Windows (Windows Home sempre atualizado)

Esses mesmos problemas afetam aplicações nativas quando você cruza desktops

Mesmo que o Linux perca a dependência do Windows esses problemas vão continuar tanto no Linux quanto no próprio Windows

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