Tenho usado flatpak, mas notei que com alguns programas ele consome GB na pasta repo no var
Como ele trabalha fora do sistema, acaba tendo que baixar pacotes necessário para rodar o aplicativo. E esse processo acaba com armazenamento.
Tenho usado flatpak, mas notei que com alguns programas ele consome GB na pasta repo no var
Como ele trabalha fora do sistema, acaba tendo que baixar pacotes necessário para rodar o aplicativo. E esse processo acaba com armazenamento.
Realmente este é um dos problemas do flatpak, como a ideia é você ter seu aplicativo isolado do SO principal (seu linux), o flatpak sempre entrega os aplicativos com todas as bibliotecas/dll que ele precisa para funcionar, reparei que as versões de programas que usam as bibliotecas do KDE são muito mais pesadas que seus homólogos .Deb.
Se fôssemos fazer uma analogia o Flatpak seria uma Maquina Virtual com o sistema operacional completo para aquela aplicação funcionar, neste caso eu gosto dos AppImage que poderíamos associar como uma aplicação rodando no Docker.
Eu ainda não tinha prestado atenção no uso de Memória RAM – afinal, tenho só 2 flatpaks no PCLinuxOS: – Google Earth e Foliate, e até agora usei muito pouco.
(Instalei também o Easy Flatpak, mas só para “ver como é”. – Nunca uso – e posso remover).
O que notei, é que usam muito espaço em disco: – Nada menos que 4,6 GiB:
Os apps realmente usam bastante espaço em disco. Justamente por isso aproveitei que meu /home fica num HDD separado (maior que o ssd que tem outras distros) e instalo todos os flatpak com a flag --user. Na verdade até retirei o flatpak system e deixei só user pra sempre instalar direto na minha /home.
Sobre a ram, não vi consumir muito. Tirando ZapZap. Esse consome ram como se não houvesse o amanhã
Na “loja” do Linux Mint eles avisam que os FlatPacks consomem mais memória e espaço do que os compilados pelo pessoal da distribuição.
Eu coloquei errado.
Seria memoria rom e não ram.
Mudei para srmazenamento
Fiz o contrário, mas foi de propósito:
PCLinuxOS é a única distro em que instalei Flatpaks – e se um dia eu trocar por outra distro, quero que eles desapareçam, ao formatar a partição-raiz.
A partição /home, eu sempre reaproveito – e se tiver flatpaks, eu teria de instalar a “infraestrutura Flatpak”, para removê-los – e depois remover infra do Flatpak. É trabalho dobrado.
Percebi isso, quando instalei o Artix, com uma /home onde existiam flatpaks. – Tive de instalar o Flatpak, para removê-los.
Neste caso, deixei a infraestrutura Flatpak – só de zoeira – pra poder indicar, no Conky, que não tem nenhum flatpak instalado. ![]()
Mas, se o usuário pretende continuar usando flatpaks quando mudar para outra distro, então é melhor instalar todos na /home, mesmo.
E ainda há quem diga que o Mint “empurra” flatpak para o usuário! – Na verdade, o Mint procura ser correto com os usuários.
Faz sentido.
Quanto ao uso de Memória RAM, eu não encontrei registros que permitam afirmar, nem que sim, nem que não.
Vou tentar um teste, aqui, depois eu mostro o resultado.
Eu quase nunca reutilizo o /home. Tenho uma partição extra de backup que deixo montada em todas as distros pra salvar meus arquivos que não quero perder e consigo acessá-la facilmente de qualquer distro que eu estiver no momento.
Como vira e mexe eu mudo de gnome pra kde, não reaproveito o /home para não bagunçar o ambiente gráfico com as configurações de cada ambiente que ficam salvas.
Depois que instalo uma distro nova, eu apago o diretório de usuário da distro que foi removida para não ocupar espaço e daí os flatpaks vão embora junto.
Nessa partição de backup já deixo um bash script que instala todos os vários programas que uso. Isso facilita demais. Basta colocar a senha e ele faz tudo sozinho.
ok
Sem problemas, @swatquest ![]()
Depois dessa vou parar de usar Flatpak como principal, pois aqui meu armazenamento tá quase indo embora.
Não só isso, os runtimes (imagens base) do Flatpak vêm com muitas outras bibliotecas que não necessariamente o programa precisa (mas que outros programas que compartilham o mesmo runtime podem precisar). É realmente um container não tão minimalista de uma distribuição Linux.
Não consigo achar o issue no Github, mas eles não consideram isso um problema.
Interessante que desde o inicio da existência dos flatpaks eu nunca parei pra pensar sobre quanto de espaço ocupam. A primeira coisa que eu buscava era saber se o software atendia a alguma necessidade minha. Sinceramente as vantagens do flatpak tornam esse quesito de espaço irrelevante (ao meu ver). Só vejo usuários mais tech’s com algum tipo de reclamação. Usuários que apenas querem ligar seu computador e trabalhar com os softwares nele não ficam pensando nesses detalhes. O que importa no final é o software abrir e funcionar e isso o flatpak entrega (na maioria das vezes).
Eu realmente não fico pensando se os 14 apps flatpaks que instalei e estão funcionamento perfeitamente, atualizados independente da distro que estou usando estão ocupando espaço X ou Y. Acredito que economia de espaço for extremamente crucial (preciso aproveitar cada bite) eu consideraria usar um poll de HD’s montando como NAS ou etc.
Não acho que isso seja um problema fora do circulo de users mais “puristas“ do Linux.

Só reparei porque o pc reclamou.
Outro problema, dependendo do aplicativo ele não funciona direito. Pois é um caminho diferente do original.
Exemplos
Chrome, fdm e etc…
Não cheguei a pesquisar.
@kalebepsouza
Chrome pode ter problema com assinatura digital., mas é solucionado com um comando.
Muito interessante os pontos abordados. Porém não podemos esquecer que em distros imutáveis, os flatpaks (e outros tipos de containers) são a única forma viável de instalação de software.
E muitas vezes, os softwares em formatos como Flatpak ou appimage conseguem ter melhor desempenho.
Um comando que sempre me salva para limpar runtimes que ficaram órfãos depois de atualizações é o flatpak uninstall --unused. Às vezes, só aí já voam alguns gigabytes embora.
Usuários “não tech” simplesmente não têm o conhecimento técnico para discordar da decisão do projeto com fundamento, mas eles notam downloads lentos (especialmente em distribuições que não pré-instalam runtimes), perguntam se podem instalar Flatpaks em outro disco e em dispositivos com particularmente pouco armazenamento (como netbooks da época do Windows 8/10) essa pode ser diretamente a queixa deles.
Flatpak de fato resolvem um problema (tanto que eu uso para alguns programas aqui), e é justificável a solução de container, mas “ninguém vai notar” não é uma boa justificativa para não melhorar, especialmente quando o público nota.
Minha pasta .var/app na home tá com uns 14GB, isso que nem tenho muita coisa instalada no notebook. Realmente dá uma puxada.
Se tem espaço não é problema.
Contudo aqui / tem 20GB.
Com 4 a 5 aplicativos fica quase em 7GB.
Eu já deixo o /home em outra partição e instalo os flatpaks por lá por conta disso, já fiquei sem espaço no / uma vez por descuido e me ferrei, foi um saco migrar o que eu já tinha configurado hehe