Estou pensando em mudar de distro, gostaria de sugestões

Daí já não sei… não é meu foco… uso o Kubuntu 26.04 LTS, justamente por gostar de Ubuntu e KDE…

Estou pensando seriamente. Esse consumo elevado de CPU do nobara está fazendo meu i5 esquentar. Porque em certos momentos ele fica em 100% po um tempínho.

Pesquisando aqui, um pouco, vi que o Kubuntu é muito bom pra jogos. Acho que vou pra ele mesmo. Já usei muito o Kubuntu e gosto dele. Fui pro Big Linux por me encantar com a proposta do sistema e seu visual. Mas com travamentos recorrentes sai dele. Deiva ter ido logo pro Kubuntu. Mas eu resolvi dar uma chance pro Bazzite que é ótimo, admito, mas não aceitar o Wine puro. Isso me atrapalhou ficar nele. Ai dei uma chance pro Nobara. Muito completo, muito agradável, mas esse alto consumo de CPU não ta legal.

O Kubuntu é muito estável. A 24.04 LTS é bastante madura, mas como vc gosta de jogar, eu iria no 26.04 por trazer um KDE e Kernel mais recentes.

Que diferença absurda deu aqui. Estou recofigurando tudo já. Muitas coisas eu só logo nas minhas contas e traz tudo, até os visuais.

Eu realmente gosto bastante do Kubuntu… existem outras com KDE que são bem maduras, mas como sempre gostei do Ubuntu, acaba que me adaptei muito bem… Tive meu primeiro contato em 2009. Até 2025 utilizei por curiosidade, mantendo sempre uma instalação em dual boot com o Windows. Desde maio de 2025 utilizo o Kubuntu como único OS… até dei uma olhada em outras Distros de lá para cá, mas sempre mantendo o Kubuntu como território firme. Gostei muito do 24.04 LTS, e vim para o 26.04 recentemente.

Com o tempo percebi que um bom OS é aquele que vc esquece dele. Que não se preocupa mais com ele, em configurar, mudar ou ficar pensando nele. Pq o foco não é ele, mas o que vc faz nele. Tive essa experiência com o Kubuntu, então percebi que ele é o ideal para mim.

Boa, eu uso o Zorin OS com gnome por uma questão estética e de praticidade(já que eu sou acostumado com windows), mas uso os flatpaks dos apps do kde. Eu pensei em migrar para uma distro do kde, principalmente para ter uma integração melhor com meus apps que eu tenho instalado, mas eu teria que formatar o meu PC e isso é a última coisa que quero fazer kkkkk

Olá, lieggio ! Tudo bem?

O Big Linux é realmente um projeto espetacular, mas o seu relato toca na ferida de todo usuário de GPU verde: o casamento entre NVIDIA + Wayland + KDE Plasma passou por muitas turbulências recentemente. O DaVinci Resolve no Linux é outro desafio à parte, pois ele exige nativamente o driver proprietário da NVIDIA rodando perfeitamente com CUDA/OpenCL, algo que muitas vezes quebra em bases Arch como o Big se não houver um ajuste fino nos pacotes.

Considerando o seu hardware (i5 de 4ª geração, 32GB de RAM e RTX 2060), seu foco em jogos, edição de vídeo (DaVinci) e preferência absoluta pelo KDE Plasma, aqui estão as 3 melhores opções atuais, ordenadas da mais indicada para a sua necessidade:

1. :1st_place_medal: Fedora KDE Spin (A mais indicada para o seu perfil)

O Fedora se tornou a distribuição ‘queridinha’ do próprio pessoal da Valve e do ecossistema de criadores de conteúdo por um motivo: estabilidade com tecnologia de ponta.

  • Por que é a melhor para você: O Fedora entrega uma experiência do KDE Plasma limpa, rápida e muito estável. Ao contrário do ecossistema Ubuntu, o Fedora atualiza o Kernel e a pilha gráfica de forma constante, o que é excelente para jogos.

  • NVIDIA e DaVinci Resolve: Durante a instalação inicial, o Fedora já te pergunta se você quer ativar os repositórios de terceiros. Ativando, você instala o driver proprietário da NVIDIA direto pela loja de aplicativos (Discover) com um clique. Com o driver oficial e os pacotes CUDA instalados de forma sólida, o DaVinci Resolve vai rodar perfeitamente sem as dores de cabeça das travas do Arch.

2. :2nd_place_medal: Bazzite Linux (Versão NVIDIA)

Como você já tem a ISO baixada, vale muito a pena considerar, especialmente se o seu foco principal for a estabilidade do sistema e jogos.

  • Por que escolher: O Bazzite é um sistema imutável baseado em Fedora (Silverblue). Isso significa que o sistema operacional é blindado; ele nunca quebra com atualizações. O driver da NVIDIA já vem pré-instalado e configurado direto na ISO, otimizado ao extremo para extrair o máximo de performance em jogos e controlar temperaturas.

  • Para Produtividade: Como ele é imutável, você vai gerenciar seus aplicativos de edição por Flatpaks ou usando o Distrobox (recipientes de desenvolvimento). O DaVinci Resolve roda muito bem nele através de containers específicos para criadores de conteúdo que o próprio Bazzite disponibiliza.

3. :3rd_place_medal: CachyOS (KDE Version)

Se você gosta da agilidade do Arch Linux que já tinha no Big Linux, mas quer algo focado em performance extrema.

  • Por que escolher: O CachyOS é uma distro baseada em Arch, mas com um diferencial técnico brutal: todos os pacotes são compilados com otimizações para processadores modernos (x86-64-v3/v4) e eles utilizam kernels customizados para baixíssima latência.

  • NVIDIA e Jogos: O instalador detecta a sua RTX 2060 automaticamente e injeta o driver proprietário corrigindo os patches do Wayland. Seus jogos vão voar nele. A ressalva aqui é que, por ser rolling release pura (Arch), exige um pouquinho mais de atenção nas atualizações do que o Fedora.

:light_bulb: Minha Recomendação Prática:

Vá de Fedora KDE Spin. Ele vai te dar o equilíbrio perfeito que você procura: o KDE Plasma atualizado, estabilidade para o DaVinci Resolve trabalhar com os drivers CUDA da sua RTX 2060 e um ótimo desempenho em jogos, sem os congelamentos que você está enfrentando atualmente.

Se puder, faça o teste e conte para a gente o resultado! Abraço!

Se você lesse o tópico ao invés de só gerar um texto por IA já teria visto que essas três opções ele testou e não gostou ou não conseguiu usar do jeito que ele queria e foi para Kubuntu.

lieggio Indicação com base no seu primeiro texto e hardware, independente de gosto, recomendação técnica, agora com base na minha preferência e o Zorin OS 18.1

Bem, no Ubuntu / Debian, por exemplo, você pode instalar outros “DE” (desktops) sem precisar formatar nada. Depois de instalado você escolhe ele na tela de login. A instalação é feita via comando no terminal. Como o Zorin é base Ubuntu pode ser que funcione. Não sei… Até seria bom alguém testar. Vai que dá, tal qual ocorre na suas bases.

Eu recomendaria fazer um teste numa VM e, dando certo, aplicar na máquina real. Fica minha dica.

Eu já fiz isso e não recomendo kkkkk.
Você fica com os aplicativos “basicos” dos dois e se desinstalar os da DE oficial do sistema tem risco de quebrar

Eu vi muita gente falando que isso quebra o sistema operacional, fora que a versão do KDE que tem no repositório do zorin é muito antiga e não tem como atualizar. Até os apps são antigos, então o flatpak acaba sendo o mais atualizado

Agradeço demais suas ponderações e sugestões. Eu acabei indo pro Kubuntu mesmo. Já usei muito ele no passado e vi, através de pesquisa no Google que ele está muito bom pra jogo. Fato é que deu uma diferença absurda no consumo de CPU em relação ao Nobara, consumindo significativamente menos.

Sobre o Bazzite:

eu adorei ele. Funcionou muito bem aqui. Mas, e no meu caso sempre aprece um “mas”, sendo bem direto o fato do Wine puro não rodar nele, isso me atrapalhou no uso de aplicações Windows. Algumas coisas que uso não funciona no Bottles. Usar o Play On Linux é uma boa, mas nem tudo funciona bem. Vou citar como exemplo o player de áudio AIMP. A versão Linux dele, recém desenvolvida, é híbrida e precisa do Wine para funcionar a pleno. No Bazzite, instalando a versão Windows pelo Bottles ou P.O.L. não rodava áudio de jeito nenhum.

Bem, isso por si só não seria o real motivo para eu deixar de usar o Bazzite, pois player de áudio pra Linux tem bastante. Mas eu uso o Photoshop CC 2018 que sempre funcionou bem até então, via Wine puro. Até consegui rodar ele mais ou menos no Bazzite. Isso também não deveria ser motivo para não usar o Bazzite, pois o GIMP pode ocupar esse espaço sem problemas e eu posso rodar o Photopea em modo webapp. Mas tem outras coisas windows que eu precisava do wine puro instalado aqui.

Sobre um Fedora com KDE:

Até pensei em por o mesmo que o Diolinux usou em um vídeo recente que ele postou. Não seria uma má ideia, eu sei. Mas como eu já usei muito o Kubuntu achei mais sensato, agora, instalar ele e quietar-me um pouco. rsrsrs

Sobre o Cachy OS

O Cachy OS eu já rodei ele aqui e, de fato, mostrou-se ter um desempenho absurdo no meu velho hardware. Mas não ter um repositório de apps me fez não escolhê-lo, por hora. Como ele é Arch, quase que puro, (rsrsrs) eu teria que fazer tudo pelo terminal, Não que não goste, mas ir no repositório, clicar em instalar e, no máximo, por a senha, é bem prático.

Sobre minha escolha

Não sei se fiz a escolha mais acertada em voltar ao Kubuntu. Talvez ter dado uma nova oportunidade ao Bazzite ou dar uma chance real ao Cachy poderia ter sido mais acertivo aqui. Não sei. Só o uso diário dirá.

Uma coisa que não gostei no Kubuntu é que não consegui instalar o JamesDSP. Fui no google segui o tutorial para por o Flatpak dele e não vai. da um erro no console dizendo que o caminho pode não estar correto. Ai instalei o Easy Effects, mas admito que não estou sabendo usá-lo muito bem. Não senti uma melhora significativa no áudio e percebo que às vezes, em volume baixo, o som fica meio que “indo e voltando”.

Concluindo

Se tivesse visto seu post antes, talvez tivesse experimentado, logo, o Fedora KDE Spin, já que esse eu nunca usei.

Porém o Kubuntu tá se mostrando aquilo que sempre me mostrou, ser funcional! Instalei a Snap Store nele e o Web Aplicativos do Mint. Até o Office 365 Snap do Ubuntu tá funcionando.

Vou quietar um pouco. rsrsrs Meu PC é velho, mas funciona. rsrsrsrs

Informação é tido. Isso eu não sabia. Pensei que fosse possível colocar um KDE mais atualizado no Zorin.

Migrei recentemente de um sistema com pulseaudio (pavucontrol) e equalizador do pulseaudio (qpaeq) para um novo sistema Linux que veio com pipewire. Tentei instalar o equalizador pulseaudio e obviamente não funcionou, pois o sistema é outro, e a recomendação era mesmo o Easy Effects. Em contraste com a facilidade de uso do pulseaudio, eu também tive uma impressão inicial ruim do Easy Effects, o som ora com volume baixo demais, ora “estourando”. Notei que o Easy Effects é muito versátil e poderoso, e altamente configurável. Com o tempo consegui me acostumar a configurar o equalizador (pode ter quantas subdivisões de frequências quantas quiser!), salvando como presets / favoritos, bem como regulando o ganho na entrada e o ganho na saída, em conjunto com o controle de volume / mixer do meu ambiente de trabalho (no Mint Cinnamon uso o Enhanced Audio Applet - excelente!), aprendendo a fazer regulagens longe dos extremos mínimo e máximo, mais concentradas no centro, para evitar o volume baixo ou estourado, e hoje esse setup me atende muito bem, possivelmente bem melhor que o pulseaudio + qpaeq atendiam no passado.

Parabéns pela escolha, e boa sorte com o Kubuntu!

Bem, concluindo essa história toda. Acho que o meu velho PC Gamer não quer muito saber de Linux não. As coisas não vão bem aqui, mesmo no Kubuntu. Um simples editar de vídeo por meio do Webapp Clipchamp, que sempre funcionou razoavelmente bem aqui, parece não mais funcionar tão bem. O consumo de CPU em certos momentos fica alto. Levei mais de 20 minutos para renderizar um vídeo de 20min em 1080p por esse webapp.

O que me chama a atenção nesse caso é que, mesmo mau otimizado, mesmo limitado, mesmo consumindo muita RAM e me fazendo ter que realizar modificações profundas nele e usando apps de terceiros para ter um visual mais agradável. O Windows 11 funciona. Sei que, no fundo, ele mascara o quanto está exigindo do PC. Mas funciona! O clipchamp renderiza “rápido” e aplicação 3d que uso da mais FPS que no Linux. Bem, jogos antigos que funcionam perfeitamente no Linux (via Lutris) já não posso dizer o mesmo do Windows 11. Isso muito me intriga, pois apesar de ter um i5 de 4a, tenho SSD e 32Gb de RAM em “quad-channel” Penso que não era pra linux não rodar bem aqui. Apensar de mais bonito e mais fluído eu estou observando coisas no meu uso diário que no Windows não percebo.

Não cheguei a quebrar o sistema. Mas quando instalei o KDE por cima do GNOME, desconfigurou tudo kkkk… a consistência dos dois foi para o espaço.

KDE deu certo com LXQt, enquanto GNOME deu certo com XFCE… acho que GTK e Qt não se entendem muito bem a nível de DE.

Não vou me alongar aqui porque acho que isso é assunto para outro tópico. RAM é pra ser usada. E sim o Windows 11 simplesmente funciona. Uso já 5 anos em SSD e 20gb de ram, nunca tive nenhum problema, só ligo meu note e utilizo.

Bom, pode ser que a gente crie expectativas excessivamente otimistas em relação à longevidade do hardware e seu suporte pelos sistemas operacionais. O suporte “oficial” da Microsoft ao Windows 11 em processadores Intel core i5 é apenas para de 8ª geração e mais recentes, ao rodá-lo numa versão mais antiga, não suportada, tem que contar com a sorte… E essa idéia de que o Linux é capaz de ressuscitar hardware antigo, é uma meia verdade, pois obviamente é extremamente difícil dar suporte simultaneamente a CPUs, placas-mãe, placas de rede desenvolvidos há mais de 10 anos e recém-lançados, o código do kernel e dos programas vai tentando manter a compatibilidade retrógrada até onde for possível, até sacrificá-la parcial- ou completamente em nome do suporte de hardware mais atual ou falta de apoio do fabricante na atualização de drivers proprietários (e.g. GPUs NVidia). É mais fácil conciliar ampla compatibilidade de software e alta performance em hardware mais novo, e em máquinas mais velhas provavelmente terá que escolher entre um sistema rápido que roda “liso” mas com restrição de certos apps ou funções, e um sistema com maior abrangência de programas (apps Linux e apps Windows em containers, máquinas virtuais ou Wine) mas com desempenho limitado. De fato chama atenção essa imensa discrepância de desempenho do webapp Clipchamp no Linux e Windows, talvez com alguma investigação consiga identificar e corrigir a causa de tanta discrepância (apenas uma conjectura, seria uma aceleração de hardware desativada no Google Chrome do Linux onde roda o webapp? Detalhe: o Clipchamp é da Microsoft!), mas “em teoria”, com exceção de drivers proprietários de fabricantes que priorizam o Windows em termos de suporte e desempenho, o Linux pode ter desempenho igual ou mesmo superior ao Windows no mesmo hardware. Como você mencionou ter feito “modificações profundas” e instalado “apps de terceiros” no Windows, já não é mais uma comparação dos sistemas operacionais “instalados de fábrica”, e aí vem a questão de quanto tempo e recursos estamos dispostos a gastar para “otimizar” cada OS. Eu uso ambos, Windows e Linux, em máquinas diferentes, e tento extrair o que há de melhor, e também tenho o hábito de configurá-los para o máximo de desempenho (e o mínimo de “bloatware”) possível.