Como vocês migraram para o Linux? Porquê?

Bora fazer um post só para uma conversa interessante e também talvez aprender um com os outros (mentira, eu só gosto de ficar falando em fórum mesmo). Vamos lá vou começar:

Comecei a usar o linux, mais especificadamente o Mint 18, pois em um certo dia enquanto estava fazendo meu tcc final para meu curso o windows 10 simplesmente atualizou forçadamente e reiniciou o PC, antes de alguém falar, mas o windows antes de fechar não salva todos arquivos? Também pensava isso… Por isso eu estava até relaxado… Mas pelo visto não salvou (provavelmente por que o windows 10 tinha acabado de sair). Então eu simplesmente quando notei que isso aconteceu eu formatei meu pc de uma hora para a outra e passei a só usar linux.

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Eu nunca gostei do Windows como um sistema para PCs, então procurar alternativas foi algo natural para mim. Comecei a utilizar o Linux em 1999, mas sempre tinha um jogo ou programa que eu precisava que não funcionava, então mantinha o Windows em dual boot, somente em 2012 eu efetivamente deletei o Windows e nunca mais o utilizei. Joguei por um tempo no Linux mas acabei voltando para os consoles, pela maior oferta de jogos e pela melhor experiência.

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Eu experimentei o Linux por três motivos:

  • Curiosidade. Eu pessoalmente acho que usar bem o computador é experimentar com ele vez ou outra, e o Linux, como um sistema operacional completamente diferente, é uma boa maneira de fazer isso.
  • “Windows Rot”. Toda a instalação de Windows parece fadada a ficar muito lenta após meses de uso. No primeiro PC que migrei definitivamente para Linux, a situação estava tão ruim que tinha que escolher entre abrir o navegador e o menu iniciar. E não é porque eu mexo muito: outros membros da minha família têm esse mesmo problema mesmo literalmente usando apenas MS Office e navegador.
  • Atualizações: Especialmente após o Windows 10. Eu nem reclamava com Windows antes desse, porque não era difícil atrasar atualizações até um momento oportuno. No entanto, depois do 10, em que você literalmente liga o PC e já tem atualização pra fazer, em que é necessário ir para uma tela completamente diferente para pedir atualizações num bom momento, em que atualizar revoga suas escolhas feitas anteriormente, as atualizações ficaram irritantes. Compare com Linux, que recebo a notificação da loja de apps do KDE, faço sudo pacman -Syu --noconfirm && sudo flatpak -y && sync && reboot no fim de semana e meu PC começa a semana atualizado, sem uma tela de “Aplicando Atualização”.
  • Customização: Não o que me atraiu, mas um dos que me fez ficar. Ter uma customização real (de funcionalidade e de aparência) e encorajada pelos desenvolvedores em vez de patches de uxtheme (que só são necessários porque a Microsoft não quer você mexendo a aparência do SO) e skinpacks que mal conseguem mudar a aparência, quem dirá o comportamento, é um plus.
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Eu comecei a usar Linux pelo mesmo motivo que usei MacOS, FreeBSD, Windows, MSDOS, DOS, BeOS… eu sou curioso.

Quando tive acesso a computadores e me ensinaram que existiam outras opções além do Windows eu fucei muito e ao longo dos anos fui brincando com tudo que tive oportunidade. De todas as opções acabei me identificando mais com as distribuições Linux, além de também terem sido as opções para desktop que se mostraram mais viáveis ao longo dos anos.

Atualmente estou usando Ubuntu no Desktop e Elementary no notebook, principalmente porque as distribuições Linux me entregam tudo o que eu preciso/gosto e me permitem uma flexibilidade que não existe em outra solução desktop atual.

Eu não sou mais um fuçador/customizador compulsivo então, ultimamente tenho preferido ambientes onde posso começar a produzir com o menor esforço e tempo.

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Comecei a usar Linux porque estava cansado do Windows. Eram muitos bugs, travamentos, atualizações pesadas, um sistema grande que ocupa espaço demais no SSD. Sempre tive a vontade de migrar, mas o problema estava nos jogos, eu era o cara que só baixava jogos piratas e provavelmente isso vinha com alguns vírus pequenos que ajudavam a piorar o que já estava ruim. Então, comprei um Xbox 360 (Apenas para ter onde jogar os jogos antigos que já jogava no meu Notebook) e depois disso a migração foi 100% e mais fácil. Fazem 6 meses que uso Linux e não pretendo mais mudar. Uso Debian, um sistema estável, leve, sem atualizações chatas, sem travamentos e bugs que me atrapalham de fato. Sou feliz usando Linux e continuarei assim por bons e longos anos.

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Minha primeira experiência com Linux foi por volta de 1998 com O Kurumin, RedHat, Mandrake… entre outros… mas devido à falta de aplicativos, suporte e etc eu acabei abandonando.

Anos atrás precisei gravar um arquivo IMG do Batocera Linux c/ 55GB de Roms em um HD Externo, e depois de tentar diversos programas via Windows, nenhum conseguiu tornar o HD bootável,

Foi aí que ouvi falar do Linux Mint, e bastou eu iniciar ele em modo live e gravar o IMG utilizando o
“Gnome Discos” que tudo funcionou… Foi aí que resolvi retomar o interesse no mundo Linux, já que foi o único que solucionou o problema e de forma simples e direta…

Hoje em dia tenho máquinas com Ubuntu e Xubuntu… Nunca mais utilizei Windows nativamente…

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Quando comecei a estudar segurança da informação e programação, isso a pouco tempo, comecei a escutar sobre o linux, que era um sistema livre e melhor do que o windows, então resolvi dar uma chance, baixei o Ubuntu e instalei, amor a primeira vista, o gnome era incrivel e a diferença de desenpenho do ubuntu pro windows, q estava em dualboot, era colossal, pelo menos na minha maquina, praticamente reviveu o notebook.

Hoje uso o Manjaro e o Debian.

Pq eu uso?

  • Liberdade. Sou um libertario nato, valorizo tudo q seja livre.
  • Transparencia. “Dont trust, verify” Gosto de ver oq ta acontecendo, em vez de confiar na palavra de alguma empresa que não me deixa conferir a veracidade do que ela diz.
  • Comunitario (boa parte das distros). Gosto de coisas focadas na comunidade e não no mercado. (É so ver o exemplo do Ubuntu (que não é comunitária) que queria tirar o suporte a libs de 32 bits, prejudicando os usuarios)
  • Melhor desempenho do que o windows.

Em resumo, pq é free software e comunitario (boa parte das distros)

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Migrei porque encontrei problemas que não seriam capazes de serem resolvidos. Em outras palavras, porque os problemas eram inerentes ao Win. Tinha um livecd do Ubuntu e resolvi instalar. Nunca mais usei Win em meus pc’s (embora, não tenha nada contra. Cada sistema tem seu público alvo). Isso já faz uns 9 ou 10 anos.

Minha migração foi tranquila. Nunca procurei usar os programas que usava no Win (só que ainda sinto falta do Foobar2000 :roll_eyes:) porque sabia que eram sistemas diferentes. Sempre procurei ler fóruns e sites que produziam conteúdo de qualidade. Em menos de um mês já estava confortável no novo sistema.

Hoje, com algo entre 9/10 anos de linux, tenho ficado mais “radical”, digamos. Estou procurando distros mais simples e estáveis, como Slackware e Debian, por exemplo. E fugindo de distros mais automatizadas, como Ubuntu, Mint e Manjaro ou distros Rolling Release (em especial as bleeding edge), por não me adaptar a esse esquema de atualizações frenéticas.

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Eu passei a usar Linux como alternativa ao Windows para me focar melhor

acredite se quiser, acho o Windows totalmente improdutivo pelo fato de misturar “diversão” com “trabalho” mesmo que o Windows 10 melhorou bastante esse quesito com as múltiplas áreas de trabalho

Bom voltando ao foco; Eu sempre tive uma paixão escondida com linux, pelo fator personalização e versatilidade que o sistema tem, e um belo dia me auto-desafiei (kkk) usar Linux pra tudo, jogos, trabalho tudo, mas pra ver até onde o sistema me limitaria (e para minha surpresa, me limitou bem pouco, um jogo em especifico que eu jogo que não roda no Linux nem com Wine) … instalei primeiro o Ubuntu, depois passei pelo Mint, aí no Mint percebi que todos os linux eram iguais, só mudavam a interface e uma peculiaridade ou outra … então resolvi procurar a distro mais simples possível, e ao mesmo tempo mais complexa (haha) usei Debian, Fedora, Arch, openSUSE, Slackware (demorou um tempo até aprender instalar na VM haha) e até então dei o meu veredito: openSUSE rainha, o resto nadinha … a ferramenta YaST é uma mão na roda quando o usuário é preguiçoso no terminal, e o sistema é bem tranquilo de se aprender (documentação absurda na wiki) e o sistema se integrou perfeitamente com meu Notebook enjoado, digo hibrido. Após isso só me restou testar as DE’s e o KDE sempre me chamou atenção pelo seu visual e complexidade, então resolvi usar unir o útil ao agradável: Distro “Simples”, DE “Complexa” e pra mim ficou a melhor distro do mundo haha

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Eu sempre gostei da diversidade de sistemas operacionais, por isso, além de Windows e Linux, vivo testando outros sistemas operacionais, para mim, nenhum s.o. é absoluto em todos os quesitos, por isso gosto de ter mais de um para distintas situações. Comecei no Ubuntu 10.04 LTS com um CD que veio em uma revista, o que me chamou a atenção porque junto com OpenSuse, Fedora, Conectiva e Kurumin era tido como uma alternativa amigável para usuários finais, distantes dos esteriótipo (qualitativos para uns, negativos para outros) tradicionais de Linux.

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Migrei pq era muito noob com tecnologia hahaha
Por mais que seguisse normas de segurança, vivia pegando vírus no PC, fora os bugs do Windows que eu ñ conseguia arrumar. Minha gota d’água foi quando na correria de fazer TCC, peguei um vírus autoexecutável que sumiu com todos os meus arquivos (nesse caso, foi culpa minha mesmo). Uns anos antes, um amigo tinha me emprestado um live Cd do ubuntu quando meu HD sofreu um acidente e eu achei bonitinho o sistema e resolvi testar linux pela segurança e estabilidade.

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O meu notebook “velho” já não aguentava mais o Windows 8 (original), demorava uns 15 segundos para abrir um programa e travava muito.

Um dia eu acabei “caindo de paraquedas” num video do Dio (Porque a Microsoft não impede a pirataria do Windows?), daí assisti mais uns vídeos e descobri algumas distros, dentre elas o Linux Mint, então eu baixei uma ISO do Linux Mint 18.3 Cinnamon e instalei em dualboot (o cinnamon era pesado pra ele mas rodava bem melhor do que o Windows 8).
Depois disso eu instalei outras distros nele e agora está com o Ubuntu MATE 18.04

Atualmente tenho outro notebook e nele está instalado o Linux Mint 19.1 e Kubuntu 18.04 (e o windows 10 que veio nele que não uso mas não quero remover :sweat_smile:)

Por que eu gosto das distros Linux? :thinking:
1 - Personalização e Liberdade: Tenho a liberdade de modificar o sistema e deixar com a aparência que eu quiser e do jeito que eu quiser.
2 - Segurança: Um dos pontos fortes das distribuições Linux (claro, desde que você faça sua parte, o sistema sempre estará seguro)
3 - Facilidade: Por mais “estranho” que pareça, eu acho algumas distros Linux mais fáceis de se utilizar do que o Windows (as coisas no windows são bem confusas :man_shrugging:)
4 - Curiosidade: Sou uma daquelas pessoas que gostam de “fuçar” o sistema inteiro e descobrir o que cada coisa faz, como funciona e tals, e as distros Linux são excelentes nesse ponto :smiley: (aprendi muita coisa fazendo isso).

Foi por esses motivos que eu passei a utilizar as distros Linux :slight_smile:

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Conheci o linux por meio do canal do Diolinux e foi se despertando uma curiosidade sobre as distribuições deste maravilhoso kernel em mim.

Alguns dos motivos:

  1. Curiosidade
  2. Tentar fugir dos bugs do Windows como “tal programa.exe parou de funcionar”.
  3. Aprender mais sobre sistemas (que algumas distribuições te fazem estudar pelo grau de complexidade).
  4. Windows update cof cof.
  5. Transparência do que está que está ocorrendo e rodando na minha maquina.
  6. Pegava vírus mesmo nem instalando nada pirata na maquina.
  7. Jogar com mais desempenho(claro que nem todos jogos dá mais desempenho mas o sistema consome menos recursos então dava mais recursos para que o jogo usa-se).
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Eu descobri o Linux ano passado com aulas sobre o próprio no meu curso técnico (aprendi o básico de Shell Script e estrutura de diretórios no curso…) apesar das aulas serem sobre Shell Script a distro que usavamos era o Mint 17.2 (com interface Cinnamon em uma VM), depois dessas aulas fiquei curioso com aquele sistema que tinha facilidades que se aproximava até mais de um celular (usava o Windows 7 antigamente) por causa da loja de aplicativos (o professor também mostrou algumas coisas da interface gráfica), por causa dessa curiosidade testei em dual boot o Mint (Cinnamon e XFCE) mas sempre acabava quebrando a distro de tanto fuçar (bugava o ambiente gráfico e as permissões da partição raíz / ), até que um dia troquei o Mint pelo Xubuntu, com o Xubuntu troque o Windows pelo Fedora e agora troquei o Xubuntu pelo Arch e o Fedora pelo Debian, mas eu migrei do Windows pelo Linux pelo simples motivo de eu achar mais prático instalar os programas que quero pelos repositórios, e simplesmente não ter problemas de licença, além da ter melhor desempenho no meu atual hardware, ser totalmente flexível e customizável.

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Segurança e privacidade, na época estava fissurado nisso, e foi bom, não só me livrei da Microsoft, mas tambem do Google e Facebook (me deu um alivio danado). Como mencionei em outro post um amigo que me atraiu a esse incrível mundo; a primeira vez que usei o Endless achei um sistema lindo e funcional (apesar de um pouquinho pesado), mas gostei de cara muito mais do que o problemático Win10.

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Comecei a usar Linux depois que peguei o Virus SaliteB (Quem já pegou sabe o que é). Juntou com o fim da graduação e na época desenvolvimento Android no Linux era melhor.
Mas usei dualboot por muito tempo, principalmente por causa de alguns jogos e Photoshop. Hoje rodo os jogos que me agradam e me acostumei com Gimp e Inkscape (na verdade uso mais inkscape).

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Bem, eu cresci no mundo da tecnologia. Meu pai era professor da UFBA e um dos responsáveis pelo laboratório de informática (lá pelos anos 1980). Desde pequeno, via meu pai com calculadoras HP programáveis (lembro da HP 41CV - ele era professor de circuitos elétricos). Depois adquiriu um JR Sisdata (usava IBM DOS e assembler). Certa feita, um colega dele recebeu uma caixa com 23 discos Floppy 1.44. Ele não fazia a menor ideia do que era e deu a meu pai. Era o OS/2, da IBM. Isso foi por volta de 1987-88, por aí… eu trabalhava no Bradesco e consegui comprar um 386 (um foguete prá época :joy:) e nele instalei o OS/2. Ele vinha com o Windows “embarcado” (a Microsoft tinha uma parceria com a IBM e o windows rodava dentro do OS/2, tipo um emulador). Depois a Microsoft se separou da IBM, lançou o Windows 3.0 (e o 3.11 depois) e a IBM resolveu, infelizmente, descontinuar o OS/2 (já por volta de 1993, por aí…). Usei o OS/2 ainda por alguns anos, mas foi ficando sem suporte à novas tecnologias e fui “obrigado” a migrar pro Windows 3.11. Nessa época conheci um cara que estava criando um provedor de Internet (acreditem, isso existia) e acompanhei a instalação dos servidores, que eram todos com Slackware. Nada de DE. Tudo na unha. Foi fascinante e, desde então, uso Linux. Primeiro com Slack, depois por várias distros, entre elas o Kurumim (muito pouco tempo - sei que vão me xingar, mas achei horrível!), Conectiva, até conhecer o Mint (acho que foi o Mint 4 ou 5, não lembro). Aí fiquei com ele até final do ano passado. Durante esse tempo, usei outras distros por diversão, mas sempre voltava pro Mint. Até que o Mint me cansou. Sinto que não há uma evolução no Mint. Então resolvi experimentar o Deepin e fiquei com ele (apesar dos pequenos bugs esporádicos, nunca me atrapalhou). Hoje, tenho o Deepin como distro principal e o POP_OS! e o Elementary OS 5.0 em outras partições, no mesmo notebook. Testo algumas distros em VM, mas quando gosto, prefiro instalá-las. VM nunca é a mesma coisa. Além de uma partição exclusiva para “dados”, particionei meu HD de um jeito que as distros “conversem entre si” e meus arquivos no Google Drive (com Insync), Dropbox e Nextcloud estão sempre disponíveis e atualizados nas três distros, independente da que escolha usar no momento.

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Migrei para o Linux por causa de bugs no Windows, tínhamos um servidor com Windows Server e era horrível, dava pau em tudo, e ficava lento do nada, mudei para o Ubuntu Server e nunca mais tive problemas.

Depois disso foi no desktop, as vezes dava tela azul programando no VSCode, instalei o Linux Mint e os problemas acabaram.

Resumindo migrei por causa de bugs, mas ainda tenho dual boot para jogos específicos que ainda acho mais fácil rodar no Windows, e as vezes ainda da tela azul da morte. kkkkk

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Por causa de problemas no Windows, começou a dar diversos bugs no meu notebook, todo dia tinha que consertar alguma coisa. Já estava puto da cara, daí um dia fiquei sem internet e não consegui consertar, fui fazer uma restauração de sistema e, além de não resolver o problema da internet, todos os bugs anteriores que eu já tinha consertado voltaram. Foi a gota d’água pra mim. Deletei o Windows e instalei o Mint, que já tinha conhecimento de ser a distro Linux mais amigável para quem vem do Windows, gostei tanto que abandonei o Windows de vez.

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Comecei no Linux por curiosidade, minha primeira distribuição foi o Kurumin 7. Nessa época também testei o BigLinux 4.1 e Ubuntu 08.xx.

A filosofia do software livre foi a primeira coisa que me atraiu e é o fator mais importante pra mim, tanto que o resto dos motivos são consequência dessa filosofia.

O segundo ponto mais importante é poder de customização do Linux, posso escolher o ambiente gráfico que quero (e modificá-lo como eu quiser)

O terceiro motivo é o respeito à privacidade do usuário, no Windows até as atualizações são forçadas. prefiro usar um sistema que todo mundo pode verificar o que está rodando, se algo malicioso for adicionado, vai ter um programador que perceberá isso e ele alertará a comunidade.

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