BTRFS ou ZFS para o Ubuntu 20.04?

q? btrfs ja tá bem desenvolvido sim! se nao nem o facebook usaria! eu ja tou usando o btrfs ja tem anos e uso como meu fs principal! nao sei que problemas sao esses que vc fala! conheço gente fã de carteirinha do ext4 usando ubuntu que mudou pro btrfs e tá achando mil maravilhas!

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seria uma espécie de backup nativo do BTRFS

Fã de sistema de arquivos?

essa-gente-inventa-cada-coisa-27174314

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sim kkkkkkkkkkkkkkkkk (fazendo 20 caracteres)

Sempre utilizei a dupla EXT4+XFS (ext4 para “/” e xfs para “/home”), resolvi testar as versão em desenvolvimento do Ubuntu 20.04 no virtual box, realizei duas instalações uma com ext4 e a outra em btrfs, a única coisa que notei foi que o Ubuntu com btrfs demora um pouco mais para iniciar.
Não sou nenhum expert em sistema de arquivos e não sei se VM interfere em algo, mais vou aguardar a versão final da 20.04 e fazer mais teste sem ser pela maquina virtual.

Quanto ao ZFS eu sigo os pensamentos de Linus Torvald.

um sistema de arquivos que gostaria de estar é o F2FS, vou aproveitar esses dias de quarentena para pesquisar mais a fundo.

Filesystem da pouca melhora de desempenho pó.
Procura a se preocupar com a segurança.
Eu vou continuar com o Btrfs na /home e Ext4 na raiz.

Eu uso no meu Debian o /home com btrfs, estou gostando muito, o ubuntu vai implementar o zfs.

Poxa meu bom, ele usa sim XFS na /home por padrão no Leap 15.1. A não ser que você use uma partição somente, sem a /home separada, aí fica tudo Btrfs.

Estou fazendo um teste com o ZFS no Ubuntu. Até o momento, tá funcionando de boa. Já ouvi falar do BTRFS, até já utilizei no / algumas vezes. Mas já me recomendaram não utilizar em SSD. Não sei bem o porque. Quanto à velocidade, parece que não há tanta discrepância entre o BTRFS e o EXT4. Também não sei explicar, mas não faz tanta diferença para mim. Vou testar o XFS assim que receber o meu SSD M2, que estou aguardando uma eternidade a KABUM me enviar. E deixar o HD que estou usando só para o HOME.

ZFS ainda consome muita memoria ram, para desktop não vale a pena, os recursos que ele tem, o btrfs consegue atender.

oxente mas o BTRFS foi feito justamente para tecnologias novas como SSD por exemplo! isso nao faz sentido!

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O BTRFS tem recurso aprimorado para uso em SSD diferentemente do EXT4 que trata o SSD da mesma maneira que o HD o BTRFS é capais de detectar automaticamente se é SSD na formatação e se configura diferente do que estaria configurado em um HD.

Tentei formatar um SSD M2 que adquiri recentemente com o BTRFS, mas o Fedora não deixou. Mostrou msg. falando que dispositivo de boot não pode ser formatado com esse sistema de arquivos. Tive que deixar o EXT4 mesmo. Mas o meu hd com HOME eu formatei com XFS, que já ouvi dizer que é tudo de bom.

É que o BTRFS não tem suporte a boot loader (Grub é um boot loader) você tento formatar o “/” fazendo o boot junto do “/” o que causa o problema.
Para fazer o “/” ser BTRFS precisa que o “/boot/” seja em outro FS.
É esse um dos motivos de eu ter o BTRS como FS somente no meu “/home/” e o EXT4 no RAIZ.
Todo o armazenamento do meu computador é em SSD.

Quando o journaling é desenvolvido desde o inicio do desenvolvimento do FS ele fica mais eficiente diferente do BTRFS que foi desenvolvido o journaling desde o inicio o Extended file system so passo a ter o journaling na versão 3.
O EXT4 recebeu melhorias em relação ao EXT3 o journaling esta melhorado só que ele também recebeu alocação atrasada o que aumenta a performance e aumenta o risco de perda de dados então temos um journaling melhorado para mais segurança e perda de segurança em alocação atrasada.

Seu eu soubesse o resultado dessa combinação eu escolheria o mais seguro mais como eu não sei qual é o mais seguro então eu escolho pelo desempenho.

É possível sim usar o / com btrfs, bem como o /boot com btrfs.

Porém é necessário tomar cuidado para não ativar a compressão no volume inteiro. O /boot deve ser deixado sem compressão, ou então com alguma compressão que o GRUB tenha suporte.

O OpenSuse TW usa o /boot no subvolume raiz em BTRFS! Ele só toma cuidado para deixar as configurações do grub em outro subvolume para não interferir com a recuperação e snapshots (@/boot/grub2/x86_64-efi).

Se o instalador do Fedora barrou essa instalação foi por outra questão que teria que investigar melhor (talvez ele use por padrão compressão no BTRFS, e isso iria causar problemas mais para frente).

No BTRFS, como é um sistema de arquivos Copy On Write (COW), os dados são gravados em qualquer lugar do disco e então atualizado os metadados do arquivo em questão, criando fragmentação do arquivo.

No EXT4 existe uma área especifica para gravar a informação temporária (o famoso journal), que de tempos em tempos é movida do journal para o local correto no disco. Diminui a fragmentação mas acaba gravando o mesmo dado duas vezes.

Ambos são bastante seguros no tocante ao desligamento repentino.

Fiz a instalação em um netbook antigo aqui em casa, da Acer, em um SSD, a partição de boot com BTRFS, e funcionou. Não verifiquei depois se tinha esses detalhes de compressão, mas tá funcionando. Parece que o Fedora não quer se preocupar com isso, ou tem algum problema no seu instalador, já bem antigo e complicado.

Sabe que, mesmo não utilizando compactação do BTRFS total na /, acredito que ainda deva haver riscos, uma vez que ao atualizar ou manipular os arquivos do /boot estes arquivos acabariam por ser compactados. O ideal seria mesmo separar o /boot como uma partição independente.

nada disso, o grub tem suporte para o BTRFS! eu mesmo uso o btrfs em todo o sistema incluindo o grub! OpenSuse faz a mesma coisa!