Esse mesmo!
Espero q não fique (muito) bravo com esse comentário, mas precisa ser independente dos outros pra manter sua remaster.
Esse mesmo!
Espero q não fique (muito) bravo com esse comentário, mas precisa ser independente dos outros pra manter sua remaster.
É sua opinião e respeito.
Mas se for por essa linha de raciocínio nada poderia ser criado ou melhorado. Imagina se o criador do Ubuntu pensasse dessa maneira e criasse sua distro do zero sem se basear no debian. Ou mesmo o debian criasse o kernel do zero em vez de usar projetos de terceiros como o kernel linux. O mundo open-source seria inviável.
Eu tinha um professor que dizia que se você tivesse usando Arduino não se gabasse de programar projetos embarcados, porque ele era altamente adepto dos chips PIC. E disse a ele que nada do que ele usava foi ele que fez, todas a libs e compiladores PIC eram de terceiros e pior eram proprietário e se fosse assim ele tinha que programar em assembly ou mesmo binário.
Na realidade foi um equivoco meu, pensei que vc estava dizendo q, “SE o projeto do qual vc usa os ícones fizer a mudança, vc usará”.
Eu mesmo sou relativamente independente dos criares dos pacotes de ícones q uso no TigerOS, pois os ícones das pastas (places) q peguei do tema TEBU, só existem na cor azul, mas providenciei a criação de diversas outras.
Eu tenho esse pacote de ícones aqui (Sun Valley), caso queira ter uma pasta “extra” com eles, para o caso dos usuários já quiserem trocar, posso te enviar. Ou mesmo vc “antecipar” a chegada deles no WinuniX.
Muito legal! Parabéns em breve vou fazer um review no Canal!
valeuuuuuuuuu, obrigado por compartilhar.
Valeu cara. Parabéns pelo canal. 
Fiz uma playlist de tutoriais em vídeos demonstrando a distro. Dá pra acessar indo na página oficial:
Testei o WinUnix direto do pendrive.
O WinUnix demora um pouquinho para carregar em live, porque primeiro põe o ambiente padrão do Lubuntu 20.04 e vai fazendo, via scripts, a série de transformações para o visual do Windows e instalações de programas que não fazem parte do padrão.
A diferença mesmo se faz com os ícones e a organização do menu — que está bem mais elegante no WinUnix, por dar mais espaço entre os itens. Pareceu-me que a fonte em janelas e menus também muda. O papel de parede continua sendo o original do Lubuntu 20.04.
O sistema, na live, fica em língua portuguesa, mas daquele jeito cheio de imperfeições que vemos no Lubuntu, com vários itens em inglês (“LXQt settings”, “Brightness”…) e outros em português europeu (“Associação de ficheiros”, “Teclado e rato”…). O modelo de teclado não passa automaticamente para o brasileiro. Tal como no Lubuntu (e no Kubuntu), o mousepad não vem funcionando já como no Windows.
Só consta, na live, o LibreOffice como software de escritório. Gostei de ver já disponíveis o KDE Connect e o VLC.
Ótimas considerações @Sergio_H . Desde a primeira build da distro, algumas coisas mudaram…
Agora alguns apps não vem instalados por padrão, necessitando aceitar os termos para ser instalado. O que é um problema para usa-los no modo live.
No modo live aconselho usa-lo como um Lubuntu comum sem aplicar as modificações de inicio.
Caso aplique o assistente inicial no modo live é aconselhado encerrar a sessão para o tema e planos de fundos funcionarem corretamente.
No vídeo Alterando o idioma do Lubuntu para o português do Brasil ensino como corrigir isso. Na próxima build o pacote de idiomas winunix-language-pt-br já virar instalado por padrão.
A suite do WPS Office foi retirada da distro porque ela era pouco usada onde eu trabalho, e somente alguns poucos computadores precisam dela. Mesmo assim, ela é de facil instalação usando do gerenciador de pacotes muon ou mesmo por terminal:
sudo apt install wps-office-full
@ailtonbsj , muito obrigado pelas respostas e dicas! Tenho o Lubuntu 20.04 num dos computadores daqui de casa, e instalei o pacote “pt_br” do Winunix. Deixou a interface com o aspecto profissional que já deveria constar na ISO oficial da distro. Muito boa iniciativa!