Uso de recurso: kubuntu,mint e biglinux

Salve, @Rafael_Ruscher

Quero parabenizá-lo por sua participação nesse projeto! – Comecei pelo Kurumin, na primeira metade dos anos 2000. – Infelizmente, só pude instalar no final de 2007, e continuei usando até Abril 2009, quando montei um novo PC, com hardware que o Kurumin já não reconhecia, pois já tinha sido descontinuado.

Ainda em 2009, cheguei a instalar também o Big Linux, o BR Linux, e outras distros nacionais que havia na época. – É claro que tudo mudou muito, após esses anos todos. – Por falar nisso, o link no seu perfil merece uma atualização, indicando que agora ele é baseado no Arch. O tópico ainda está aberto, então você pode acrescentar uma resposta atualizando essa e outras informações.

Agradeço o convite para testar, e espero fazer isso, embora não imediatamente. – Faço um distro-hopping em baixíssima velocidade – e a longuíssimo prazo!

  • Uso o openSUSE desde o início de 2017.

Reinstalei no PC atual, claro. – Tive de reinstalar todas, pois no antigo PC tinha HDD em MBR – e no atual, SSD em GPT. – Optei por recomeçar com “uma folha em branco”.

  • Uso o Arch desde meados de 2017. – Fiz várias instalações, claro, para treinar o “modo BTW”, ha ha.

  • Uso Debian Testing desde Outubro 2016.

  • Demorei a entender o Fedora (acho que só consegui em 2018), e uso até hoje.

  • Uso PCLinuxOS desde fins de 2018, se não me engano.

  • Uso o Mageia desde 2017, embora só tenha aprendido de verdade uns 2 anos depois.

  • Comecei a experimentar o Void, acho que no final de 2019 – e quero continuar, pois ainda falta aprender muita coisa dele.

Como vê, me dediquei a explorar os “ramos” principais da “árvore de distros Linux” – os mais “distantes” uns dos outros, os mais “diferentes” entre si, com diferentes init, diferentes empacotamentos etc. – e acabei me fixando no mais “raiz” de cada ramo.

  • Exceção, apenas o MX Linux – que me interessa muito.

Por enquanto, adiei o Slackware e o Gentoo (talvez para sempre). – Atualmente, me interessaria experimentar o Artix – mas primeiro tenho de acabar umas “brincadeiras” com Kubuntu, Mint e PCLinuxOS, pra liberar espaço (e tempo).

Tudo isso, em dualboot, ou “multiboot” – onde cada distro serve de backup ou “estepe”, caso alguma outra sofra um desastre. – Nunca usei VM, nem sinto grande vontade de mexer com isso.

Como vê, uma programação meio rígida, talvez até “engessada”. – Mas aprendo mais assim, ao longo do tempo, do que nas vezes em que experimentei alguma distro por pouco tempo.