Top 7 distros Linux para usuários iniciantes

Pois é… Mas ele é bem agradável pra mim, gosto dele bastante

O fato é que cada um vai empurrar sua lista. Mas achei interessante. Engraçado ver como uma distribuição recebe uma crítica e no lugar sugerem outra que tem o mesmo ponto “negativo”.

"Eu não usaria a Distro X pq o wallpaper é rosa.

2 linhas depois…

Melhor a distro Y porque o wallpaper é rosa."

É bom lembrar que listas em geral são complicadas, vai da experiência pessoal de cada usuário teve com as distribuições.

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Realmente… pode fazer Top7… Top10… Top100 que vai ser sempre a mesma ladaínha… cada um vai querer sempre puxar a sardinha pra própria brasa… Exaltar distro X… criticar a distro Y seja pelo workflow, cores, ou até mesmo tomando as dores de empresas grandes por conta de declarações ou picuínhas e assim deixando de usar ou recomendar a distro por conta disso… enfim… bobeiras

O que se deve levar em conta se a distro se parece com o Windows ou não… é se o usuário estará disposto a pesquisar… aprender e aceitar novos desafios… porque se a preguiça e comodismo se fizer presente, é melhor ficar no Windows mesmo… Next Next… Baidu, Avast e outras porcarias e se conformar

Falando em Windows, é o sistema mais usado no mundo ultrapassando os 80%, sendo assim pode se deduzir que esse workflow deu certo e que agradou a maioria, visto que na época que lançaram o Windows 8, grande parte dos usuários ficaram “chocados” com a mudança e logo a Micro$oft voltou atrás

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Exato, quando argumento acaba ou quando não há pontos positivos suficientes a saída é a crítica e hatear o que não gosta.

Por isso digo, o que atrapalha o Linux de cair na mão de mais pessoas é a própria comunidade. Um usuário novo vai pesquisar e lê só o pessoal criticando e se arrebentando. Pronto, desiste.

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linux é maneiro, o que estraga é o fandom kkkk

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Isso sem contar que tem uns “canalzinho” BR bem Mequetrefes que querem queimar o Mint a todo custo… oferecendo alternativas até desatualizadas e fazendo um desserviço à comunidade… invés de incentivar o uso do Linux

Por essas e outras que frequento mais os canais gringos… chega até a ser covardia comparar um cara inteligente e culto, como Christopher Barnatt do canal “ExplainingComputers” com mais de 695 mil inscritos, com uns biscoiteiros maria vai com as outras

Análises com críticas construtivas e sem nenhum desmerecimento pelo trabalho dos outros… nisso os canais BR tem muito o que aprender

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Não vejo problemas em ter uma “lista” mas precisa ser realista a recomendar algo para alguém e principalmente se colocar no lugar da pessoa, a quem pode ter mais facilidades em aprender outras nem tanto. Muita gente acaba recomendo uma distro por puro gosto pessoal, sério eu já vi recomendarem Arch para novatos só pq o cara era uma grande entusiasta da distro, e sempre dizia que deveria começar direto com Arch para de fato "aprender linux"e vivia queimando as ouras distros. Cada pessoa tem seu tempo para aprender algo, ha quem pegue o jeito de primeira outras não e em alguns casos vão até desistir e voltar posteriormente.
Sempre baseio minha “lista” em distros mais fáceis de resolver problemas que podem vir a aparecer, tenha uma comunidade grande boa documentação e distros que tbm já tive experiencia anteriormente. Ubuntu, Mint sempre acaba no topo desta lista.

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Acho que esses artigos sempre geram várias disputas e discussões interessantes e parabenizo o autor pela iniciativa e o site pelo espaço.

O que eu gostaria de ver, por outro lado, seria um formato mais clássico (sei que é difícil de fazer na Web, mas enfim), no qual os critérios são tabelados e avaliação fica um pouco menos subjetiva. Já textualmente, o formato praticamente não muda. Eu sinto falta de conteúdos que descrevem como coisas são listadas ou testadas, algo que era muito comum em mídias impressas.

Como há menção ao Fedora no final e ao Manjaro mais pro meio, eu acho que colocaria o openSUSE na lista. Aliás, não entrego um sistema baseado em Arch pra iniciante nenhum, a menos que seja algum que realmente tenha interesse em fazer mais do que o casual. Sobre a questão dos visuais macOS/Windows, vale lembrar que o OpenMandriva tinha (imagino que ainda tem) um assistente que transformava o visual do Plasma.

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Acho que eu pequei no contexto, vou adicionar uma nota ao comentário.

Sugeri o openSUSE TW em um cenário em que o Manjaro está, o cara é iniciante, se interessaria por distros rolling, pra mim, hoje só há duas vias: Manjaro e Tumbleweed

Quanto ao Fedora, é o problema do suporte curto, e só. É uma distro fantástica, bem atualizada, otimizada e estável.

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Sem querer ser advogado do Big Linux mas…

Sim, mas pelo que eu me recordo (posso estar errado) ele nunca entrou em hiato maior que o suporte da distro mãe, assim a distro ainda recebeu suporte, isso sem contar que sempre teve o apoio da comunidade Br

Porém o Workflow continua o mesmo, os apps chave são desenvolvidos pela comunidade usando o BigBash View assim, praticamente só muda efeitos, nem a disposição muda, assim eu penso que não é um impeditivo

Se for por esse lado, nenhuma distro fora Ubuntu, Debian, Arch, OpenSUSE e Slackware tem tendência a ter um fim, o Pop!_OS por exemplo pode acaba a qualquer instante, bastando o GNOME adicionar funções de tiling

Concordo

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Isso e algo que acontece ate com o Windows kkkkkkkk Brasileiro e simbolo de problema quando a assunto e profissionalismo e bom conteudo… So pra ter ideia os profissionais de Windows vc conta no dedo igualmente os de Linux, tem horas que da vergonha ser brasileiro

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Não tenho certeza agora, mas 12.04 teve um hiato grande eu acho. A questão é que uma distro muito modificada como esta, não pode depender apenas das atualizações de base, afinal, os bugs podem estar justamente nas modificações.

O Big Bash View é bem interessante mesmo, não sei porque não se tornou mais popular ainda, será que falta documentação em inglês?

No caso do Pop, ele é bem mais do que tilling. Arch mesmo não implementa nada, então isso não é parâmetro. O projeto da System76, envolve várias aplicações nativas, forks de várias ferramentas que eles modificam, incluindo, kernel, mesa driver, driver nvidia, controle de energia e I/O, entre outras coisas. Fora que ele é o produto da empresa para ser vendido com os computadores.

O Github do Pop tem mais de 150 repositórios: Pop!_OS · GitHub
Sendo o Pop-shell apenas 1 deles, que inclui o tilling, o launcher (super+/) com seletor de janelas, a função de trocar entre placas híbridas integradas ao GNOME, e outros detalhes.

O que quero dizer é que, mais do que um projeto de boa vontade, eu gosto de ver um plano a longo prazo. Se possível, com suporte pago, estratégias de crescimento, etc. Mas claro, não tem nada de errado em fazer um software, um distro neste caso, simplesmente para fazer um sistema exatamente como “você” acha que deve ser, faz parte do software livre justamente.

Para consumidores finais, pensando em clientes, especialmente os leigos, eu prefiro jogar em ambiente cauteloso, com alguém que tenha algo a perder caso algo dê errado, uma empresa que tenha reputação para perder, por exemplo. Para entusiastas de open source, é mais uma bela distro para testar.

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como assim iniciante? temos a mania de achar que iniciantes são pessoas que estavam no windows e vinharam para o linux, iniciantes também pode ser pessoas que nunca tiveram contato com um computador! então também temos que levar em consideração isso,já que esse tipo de pessoa não vai se sentir fora da caixa como as pessoas que vinharam de outro OS.

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No contexto de pessoas que NUNCA tiveram contato com um computador, nos dias de hoje, é meio difícil que estas não tenham usando um celular antes. Por isso, para estes usuários, eu recomendaria algo como GNOME ou Endless Shell.

A esmagadora maioria das pessoas vêm do Windows. Muito raramente vem alguém do MacOS. E quem nunca mexeu com computadores (crianças ou idosos) muito provavelmente receberá algum grau de ajuda ou pesquisará na internet que é cheia de tutoriais em texto ou vídeo.

A questão da distribuição fácil é que ela configure o máximo de coisas para você, como codecs e drivers, e já forneça – incluso na própria instalação do sistema operacional – uma grande coleção de programas.

Geralmente o iniciante que pega Linux para usar já não é um usuário qualquer, porque a maioria instalou o sistema operacional por si próprio, que embora seja algo simples, já coloca esse indivíduo em destaque se compararmos com o grosso da população.

Mas OK, vamos pegar o usuário basicão mesmo. Se essa pessoa comprar um computador que vem com Linux, não há muito o que fazer já que a escolha da distribuição dependerá da distribuidora (vai saber a qualidade ou idade dessa distribuição), não tem como a gente ter controle disso. Vamos assumir que você instalou uma distribuição para um usuário leigo. As “distribuições fáceis” lhe ajudam nesse problema?

Usarei o *ubuntu LTS como referência.

A instalação desse sistema operacional já oferece a opção de instalação de codecs e drivers proprietários (não vejo motivos para não marcar, isso é de interesse do usuário leigo e, francamente, se você quisesse seguir radicalmente a filosofia do software livre, estarias usando outra distribuição e ela seria destinada a um tipo bem específico de pessoa). Creio que todas as flavors do *ubuntu já vem com o VLC mais algum reprodutor de áudio, então suponho que esse usuário estaria bem servido de suporte a arquivos multimídia.

Não preciso dizer nada em relação aos navegadores.

Cedo ou tarde o usuário perceberá que a instalação/atualização de software no Linux segue uma dinâmica diferente, mas suponho que a “loja de aplicativos” do KDE Plasma e GNOME sejam amigáveis o suficiente.

A depender da distribuição, talvez o sistema venha sem suporte ao formato .rar. Suponho que o usuário leigo vindo do Windows iria correndo baixar o WinRAR; mas temo que ele se atrapalharia todo e no fim do dia acabaria procurando por ajuda. O usuário que nunca mexeu num computador iria de cara procurar por ajuda.

Um desafio seria o suporte aos formatos proprietários da Microsoft. Praticamente toda distribuição vem com o LibreOffice. Há alternativas com melhor suporte, mas o LibreOffice está melhorando o seu suporte e o usuário muito leigo não cria documentos muito complexos de qualquer jeito. Se o usuário é do tipo que trabalha com arquivos avançados do Microsoft Office, ele acabará usando o Office online ou saberá pesquisar por suítes de escritório como WPS Office ou ONLYOFFICE.

Quanto ao usuário gamer, se ele não tiver paciência para lidar com Proton/Lutris/Wine, ele voltará/migrará para o Windows, de forma que ele deixa de ser o “nosso problema”.

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de fato, acabei me precipitando, peço desculpas

Mas ele tem uma comunidade forte atrás do ideal DIY (faça você mesmo), e essa onda veio pra ficar, se o Arch morrer, é bem provável que outra surja com exatamente o mesmo propósito

Essas características são essenciais eu concordo, mas não deve ser a única base, mais duas são tão ou mais essenciais:

  • Motivo de existência
  • Foco

O Pop!_OS existe (me corrija se estiver errado, faz tempo que eu vi a entrevista) por que a System76 e seus clientes estavam insatisfeitos com as decisões da Canonical, embora isso seja uma justificativa válida, o que acontece se os clientes da System76 passarem a preferir o Ubuntu (ou outra distro)? Outra coisa é o foco, a distro é focada em um conjunto de hardwares, o que realmente garante que a distro continuar dando suporte a outros hardwares (disponibilizar uma ISO pra terceiros)?

Tem bastante pontos aí, é especulação? É, mas quando se trata de iniciantes…

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Muito bom eu gostei de todas as distros que foi mencionado no post

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Excelente artigo, muito útil, principalmente para iniciantes. A única coisa que eu faria de diferente seria incluir o Ubuntu no lugar do Elementary OS, que, apesar de bonito, vem “de fábrica” muito “capado”, causando muita dificuldade para quem não é usuário intermediário ao menos. O Mint é excelente para iniciantes e muito completo, mas é feio de dar dó, o que pode desestimular seu uso. Sempre testo inúmeras distros, mas sempre volto pro Ubuntu.

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algo que não gosto nem um pouco no elementary são os ícones padrão, pra mim são muito feios.

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Isso é verdade, mas uma outra aparecer não quer dizer que as pessoas usariam necessariamente. Caso do Gentoo e do Funtoo por exemplo. O que Arch tem de mais positivo é o AUR, isso é um grande diferencial na minha opinião, é o único, na verdade, talvez, somado a uma boa documentação da Wiki, esses fatores à parte, o Arch não me parece oferecer nada que seja “exclusivo” dele, ou que não possa ser replicado em outros lugares.

Sobre essa questão. Pelo que sei ele nasceu para que a empresa não dependesse 100% do que a Canonical fizer, especialmente na questão de usuário final. O fim do suporte oficial ao Unity foi um “wake up” pra eles, eu acredito, porque “do nada” eles passaram a ter muitos clientes rodando algo que não teria mais suporte. E criar uma experiência customizada para os seus clientes é provavelmente mais fácil quando você tem o destino do sistema sob controle.

O que acontece se as pessoas preferirem o Ubuntu ao Pop? Bom, acho que é simples, o Pop perde popularidade rsrs. Mas esse argumento seria válido para qualquer ambiente eu imagino. O que acontece se as pessoas preferirem Manjaro ao Arch, ou Mint ao Ubuntu? Acho que a mesma coisa, entretanto, temos uma grande diferença aqui, o Pop!_OS é um dos diferenciais da System76 para o mercado, eles tem uma motivação financeira para fazer ele ser a melhor opção ao Ubuntu, ao menos para os seus clientes. E o mais interessante, os computadores e o Pop!_OS são o foco da empresa, e o consumidor final, que vai usar o sistema e talvez o hardware para trabalhar, jogar, criar, etc (creators, makers and builders como eles falam) é o público alvo, ao contrário da Canonical, que tem sua receita vinda muito mais de servidores.

Sobre compatibilidade de hardware, bom, eles basicamente usam hardware de mercado e o suporte básico vem do Kernel do Ubuntu, logo, as coisas devem se manter. Fora que o Pop!_OS pode ser uma fonte de renda e um marketing absurdo. Não consigo ver motivos para que algo mude neste sentido, pelo contrário, constantemente eles tem sido a primeira distro a suportar novos drivers de hardware recém lançado, como os novos processadores da AMD por exemplo.

Claro, isso deve ter acontecido justamente por eles quererem colocar em seus produtos esses processadores, mas é uma consequência interessante. E para garantir que o computador funcione com Linux, eles ajustam o kernel do Pop!_OS para ter esse suporte, antes mesmo do Ubuntu.

Na Canonical, se precisar cortar custo e focar em lucro, o desktop é o primeiro da fila com certeza. Mas acho que até eles enxergam o valor de se ter uma versão desktop do Ubuntu para o marketing da própria distro. Quantas pessoas usariam Ubuntu em servidores se não tivessem conhecido a distro antes, talvez pelo desktop?

Pensa só: Hoje tem muito mais gente que usa o Pop!_OS do que gente que é efetivamente cliente da System76 (comprando os computadores), mas maior parte dessas pessoas, se tiver a oportunidade, creio eu, consideraria comprar um computador deles com o sistema já pré-instalado.

Se o Pop!_OS não existisse, talvez as pessoas nunca tivessem ouvido falar da marca, o que faz dele um vetor muito importante na hora de espalhar o “branding” da empresa, é uma técnica de marketing absurdamente trabalhosa, mas absurdamente boa também.

E ainda há a possibilidade de monetizar o Pop!_OS por si só, sem depender da venda de hardware, coisa que eles ainda não fazem, mas eu vejo como possível, assim como o Zorin OS tem suporte para pagantes.

E respondendo sobre o foco, a distro é focada em um tipo de usuário especificamente, na entrevista eles até usaram a expressão “people who want to get shit done” haha. O Carl, CEO da empresa, chegou a mencionar na entrevista que a ideia é desenvolver o Pop!_OS para que as pessoas “tirem coisas do sistema”, no sentido de, que usem o pop para criar, criar o que? Software, código, arte, vídeos, streams, etc. Suportar um certo hardware, é apenas parte do modelo de negócio de vender os computadores deles, mas esse “certo hardware”, nada mais é do que hardware comum, ao menos até agora. Não vejo eles lançando um chip próprio de nada ao menos.

Abração! :slight_smile:

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