Teclados Microsoft no Linux

Pessoal,

Estou pensando em comprar um teclado mais ergonômico, pois passo muitas horas escrevendo. Um dos modelos mais bem recomendados e com um custo benefício interessante que eu encontrei é este da Microsoft:

Não encontrei nada a respeito do uso desse teclado no Linux. Imagino que funcione (nunca vi um teclado não funcionar) mas gostaria de saber se alguém já usou esse modelo ou algum outro da Microsoft no Linux e como foi a experiência. Teve algum problema? As teclas de atalho funcionam?

Obrigado.

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Olá @drenim tudo beleza?

Eu utilizo teclados Microsoft há anos no Linux e nunca tive nenhum problema em relação ao funcionamento, porém, vale ressaltar que se o teclado que você quer adquirir precise de algum software extra para configurar macros ou editar funções, provavelmente não existirá uma versão oficial para Linux.

:vulcan_salute:

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Eu recomendo o Logitech MK850, o único problema (talvez) é que ele não segue o padrão abnt2.

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Pelo que eu saiba, vai funcionar sim, mas só vai funcionar os driver ABNT, já que esse teclado está sem o ‘ç’

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Uso teclados Microsoft há muitos anos, e nunca tive problemas com ABNT2 em +/- 20 distros Linux.

Apenas, desisti do wireless, pois já tive 1 ou 2 falhas com pouco tempo de uso. Dizem que a M$ substitui, mas não sei. Com fio é mais barato e dura muito mais.

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Usei mouse da Microsoft no Linux (Debian) e funcionou melhor q no Windows.

Isso é verdade, eu fiz o mesmo com os mouses sem fio

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Acabei esquecendo de falar, mas eu gosto de teclas com perfil baixo e os teclados da Microsoft são provavelmente os melhores com essa característica e que não custam um rim.

Atualmente uso um Wired Keyboard 600 e como meus teclados costuman durar alguns anos, eu acabo sempre procurando algum dessa linha da Microsoft.

:vulcan_salute:

Teclado não tem problema, o máximo que vai dar pau é alguma função de macro, que salvo engano este aí não vai ter.
Já tive teclado curvo Microsoft há bastante tempo (com fio), e o reto também, modelo mais simples.
Não recomendo o curvo. Eu tenho um estilo de digitação mais pesado (gosto de teclado mecânico de curso longo), e os Microsofts rapidamente costumam falhar na letra “G”.
Juro que não sei porque, mas acontece com diversos fabricantes, é o primeiro a falhar. No meu trabalho, parei de usar os teclados e comprei um para mim, porque era direto.

Pelo preço que você está disposto a pagar, imagino que haja modelos mecânicos que, ainda que sejam de entrada, na prática sejam mais eficientes e confortáveis que o citado.

E olha que nesta parte de hardware em nem sou crítico da Microsoft, eles tem produtos de bom custo x benefício.
Exemplo:
https://www.kabum.com.br/cgi-local/site/produtos/descricao_ofertas.cgi?codigo=92590&gclid=Cj0KCQjwyN-DBhCDARIsAFOELTnkB1e3mVXUtTL9OAs-oJLC-8tuHQO6mhgDtWV6g66a94BGUgj0vtoaAj3pEALw_wcB
R$ 319,90. Mecânico, com fio, e sem mouse. Mas pela diferença dá para investir num mouse bacana, se o wireless não for requisito fundamental.
E eu sou tão chato com teclado que não compraria este só pela forma do enter. Eu só aceito enter em forma de barra horizontal em notebook, para usar por pouco tempo. Para desktop tem que ser em forma de “1” ou “L” invertido.

Caramba, 500 pilas em um teclado de membrana, é melhor comprar um teclado mecânico.

Para quem escreve muito, teclados mecânicos são melhores, já que as molas retraem seu dedos, então você não “bate” no fundo da tecla e isso causa menos impactos nas mãos.

Eu tenho um Meka G1 da Thermaltake há 8 anos, firme e forte. Nem mesmo a impressão dos botões desgastou.

Mas como não vendem mais dele, uma boa recomendação é esse aqui, que estava pensando em comprar pra minha esposa:

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Eu utilizo Um Desktop Wireless 800 e ele tem funcionado bem, nunca encontrei qualquer problema em várias distros que eu testei, exceto talvez a tecla de calculadora que não funciona em uma distribuição ou outra.

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Parece bem com o que tenho, um Fortrek GPRo, em termos de switchs, embora a impressão seja bem melhor e mais durável.
Este switch azul começou a arregar comigo após pouco mais de um ano nalgumas teclas. Não sei se aguentaria 8 anos.

Mas pelo custo x benefício me pareceu bem interessante, eu certamente pensaria nele como uma opção para um próximo teclado. Até porque o Fortrek é exageradamente chamativo.

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Eu fiquei surpreso quando vi, tem muitas opções do que antigamente e na faixa dos 200 a 300 reais e dos mais variados switches.

Esse em específico era mais por ser ABNT2 e ter teclado numérico, coisas que minha esposa disse que deveria ter.

A post was split to a new topic: Como configurar o teclado no ZorinOs

Na realidade, esse teclado não é boa compra. Ele tem switches Outemu, que estão apresentando problemas há algum tempo. O controle na fabricação deles não é legal e esses switches estragam com facilidade.

É um produto feito para te causar dores de cabeça. Tende a não durar muito.

A maioria dos teclados mecânicos nessa faixa de preço não compensam. Uma das poucas boas opções seria o Sharkoon Purewriter, com switches Kailh.

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Bom, vamos ver, eu acabei comprando, tem 5 meses já de uso. Minha esposa adorou.

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Antigamente, os switches Kailh eram muito problemáticos devido a problemas no controle de qualidade, mas isso se resolveu com o tempo e atualmente se aproximam bastante dos Cherry, que permanecem como referência.

A Outemu fez o caminho inverso: fabricava bons switches, mas a demanda subiu muito e, para produzirem rapidamente e com um custo menor, reprojetaram totalmente os switches e também passaram a pecar no controle de qualidade. É por isso que a maioria dos teclados mecânicos de entrada usam Outemu: se, por um lado, os novos switches propiciaram a redução do preço final para o consumidor, por outro introduziram inconsistências e maior chance de falha prematura.

Problemas com switches Outemu surgem frequentemente em fóruns com setores dedicados a periféricos (pesquise por “switches Outemu falhando” ou “Outemu switches failure”, por exemplo). Para tentar contornar isso, algumas montadoras, como a Redragon, começaram a adotar mecanismos de troca facilitada, enviando switches sobressalentes. Isso é algo que não vemos em teclados que adotam switches Kailh ou Cherry, por exemplo, porque a chance de falha prematura é muito baixa.

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