SpiralLinux: nova distro em base Debian com zRAM e rollbacks

O mesmo criador do GeckoLinux, que é uma distro que facilita a experiência com o OpenSUSE, agora oferece um projeto de base Debian: SpiralLinux.

Vantagens que enumera como diferenciais da distro:

. Base no Debian Stable, mas com suporte a hardware mais recente via Backports;
. Fácil conversão da base para Debian Testing ou Unstable;
. Fácil upgrade para a próxima edição da base Debian, com manutenção das características específicas da distro;
. Trabalho com subvolumes Btrfs e snapper, com habilitação de rollbacks via GRUB;
. Gestor gráfico de Flatpaks;
. Renderização de fontes já configurada;
. Pacotes proprietários e codecs já instalados;
. TLP já instalado, para melhorar gerenciamento de energia;
. zRAM habilitada por padrão;
. Recursos para usuários pouco experientes usarem o sistema sem recorrer frequentemente ao terminal.

Um dos pontos que achei mais interessante na apresentação do SpiralLinux é que seu desenvolvedor demonstra ter cuidado em não deixar os usuários “na mão” em caso de descontinuidade do projeto.

Ele aborda a questão de o Debian ser uma excelente base para projetos de distros amigáveis, pontuando que, muitas vezes, esses projetos dependem de repositórios e ferramentas próprios, podendo causar transtornos aos utilizadores das distros caso acabem.

Tendo isso em mente, o desenvolvedor do SpiralLinux tem o cuidado de mantê-lo em dependência direta da infraestrutura de desenvolvimento do Debian em si.

E, de fato, nenhum dos diferenciais dessa distro depende de fontes exclusivas, são recursos que podem ser postos no Debian — a diferença é que já vêm instalados e habilitados.

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Resenha do SpiralLinux no It‘s FOSS, publicada em 30 de julho.

O SpiralLinux entrou para o DistroWatch.

E conta com nova resenha, desta vez no ZDNet.