Pra você, qual melhor distro para Gnome?

Grub police.

Arch tá aí pra isso, mas se eu fosse recomendar pra outra pessoa, teria que ser algo mais simples. Por isso estou testando, com grub ou não.

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Foi o que eu fiz, só não coloquei todas as 76 opções hahaha

Acho q isso nunca vai me incomodar, pois uso sempre mais de um OS na máquina.

É meme, mais por causa do @anon99219498 :joy:

Aaaaahhh… ainda bem :sweat_smile:

Tem que fazer um post no know your meme.

Either way, chega de postar pra não ocasionar um merge nos posts do tópico de memes.

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O sistema recebe novas versões de 6 em 6 meses. Cada versão possui uma vida útil de 13 meses. Dia 16, acredito, será lançado o beta da versão 34 já com o GNOME 40. O Fedora é o pilar da família Red Hat, então suporte você vai ter de sobra e a comunidade brasileira é bem amigável — você pode estar participando do grupo no Telegram.

O Fedora é um sistema que leva Open Source e software livre a sério, então por padrão, você não vai encontrar software proprietário a não ser a Steam, Google Chrome, Pycharm e os drivers da NVIDIA, salve engano. Contudo, você pode estar adicionando o Flathub ao sistema.

Você pode estar adicionado via terminal ou baixando o pacote e abrindo ele com a GNOME Software (“Programas”). Segue o link para o instalador: https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Você pode estar optando também por adicionar o RPM Fusion, mas não é essencial. Entretanto, eu recomendo que o faça pelos codecs de multimídia.

Segue o link do instalador dos codecs para o Fedora 33: https://mirrors.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-33.noarch.rpm

Depois de instalar, é só você ir em “Complementos” na GNOME Software (“Programas”) e instalar todos os codecs disponíveis.

Outra coisa é que o Fedora costuma adotar e desenvolver novas tecnologias. Se você gosta de novidades — não estou falando de programas atualizados —, então Fedora é o sistema. O sistema também é bem atualizado, caso isso te interesse.

Você também não precisa abrir o aplicativo de terminal para nada. Só use caso queira. Você também não precisa se preocupar com espelhos de repositórios.

O Fedora Workstation trabalha com atualizações automáticas por padrão. Ele faz o download das atualizações em segundo plano e te notifica quando tudo está pronto para ser atualizado, comportamento que você pode desativar na GNOME Software (“Programas”). Para realizar a instalação das atualizações, o sistema solicita que você reinicie, mas você pode deixar para fazer isso quando você for desligar o PC, por exemplo, já que na hora de você desligar, o sistema pergunta se você quer que ele instale as atualizações e desligue após — você pode optar por não fazer isso. Se você quiser realizar a instalação das atualizações sem reiniciar e nem mesmo quer esperar até desligar o computador, você pode estar usando o sudo dnf up no terminal. Lembre-se, para que as atualizações sejam aplicadas apropriadamente o sistema precisa ser reiniciado e isso se aplica a qualquer sistema, a diferença é que alguns deixam isso explicito e outros não.

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Na minha experiência usando o Fedora, achei o DNF bem lento, acho que esse é um ponto a melhorar. Mas no geral, é a distro com Gnome que mais me agradou. Eu gosto do Gnome puro, limpo e estável que o Fedora entrega.
Eu usaria se tivesse uma máquina melhor, infelizmente meu PC atual não dá conta.

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Isso ocorre porque o DNF automatiza alguns processos, por exemplo, o mesmo trata a sincronização com os repositórios e atualização de espelhos, diferente de sistemas onde o gerenciador de pacote é mais manual, por assim dizer, como é o caso do Ubuntu, onde volta e meia você precisa manualmente trocar o servidor do repositório para o principal ou brasileiro, dependendo da ocasião, ou no caso do Arch, onde você precisa atualizar os espelhos, coisa que normalmente eu faço com o reflector.

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Bem interessante. Pensando em instalar e fazer ao menos 1 semana de teste de uso.

Só me preocupou um pouco sobre a aceitação de softwares proprietários. Eu curto o Opera ou Vivaldi como navegadores… dá pra instalar de boas? Me parece que o empacotamento RPM é amplamente usado e tão fácil de achar quanto o DEB.

E se por acaso eu precisar de suporte pra placa de vídeo dedicada ou hibrida?

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O Opera eu sei que tem versão em RPM o Vivaldi eu já não sei…

Existe pacote RPM do Vivaldi e também para o Brave.

Placa dedicada, sem problemas, é só instalar o driver da NVIDIA, se for o seu caso. Híbrida eu não sei dizer porque não possuo e nunca possui, mas pelo que vejo se falando, funciona também. Qualquer coisa, você pode recorrer ao grupo no Telegram.

Meu hardware que já é meio antigo também deve influenciar nisso, acho que com uma máquina melhor, a experiência com o Fedora Workstation deve ser outro nível.

Realmente ele é mais lento, porém 100% funcional e tem uma apresentação muito melhor.

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Pode crer que é. Eu fiquei apaixonado no Fedora por conta do desempenho que ele tem na minha maquina (Que é bem parruda). Enquanto outras distros engasgavam, ficavam com screen tearing ou outros bugs. O Fedora foi simplesmente instalar e funcionar. As distros debian based me trouxeram pro mundo Linux, mas o que me fez ficar mesmo foi o Fedora.

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Sinceramente, estou terminando aqui de criar a mídia de instalação do Fedora e experimentá-lo mais a sério com suas considerações.

Olha, minha máquina é i3, e já funcionava rasoavelmente bem com 4gb de ram, claro que dependendo da interface, precisava limitar bastante minha multitarefa. Depois que inseri um pente de 8, pude realmente viver como um usuário hiperativo hahaha.

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Então eu diria que o Pop atenderia super bem. Ele vem com o GNOME bem puro e o workflow sugerido é o padrão. Contudo, adiciona window tiling, que é um recurso bastante útil. Além disso, o pacote de gerenciamento de energia da System76 é simplesmente brilhante. Já testei muitas distros, TLP e um monte de coisas, e nada chegou perto do gerenciamento de energia do Pop. Meu notebook roda bem mais frio e a bateria dura mais.

Há duas opções de .iso: uma para quem usa placa gráfica Intel/AMD e outra para quem usa placa gráfica Nvidia. Drivers proprietários, se necessários, são instalados por padrão e você não precisa de passos adicionais (o que vale também para computadores híbridos). Além disso, a Pop! Shop funciona extremamente bem (ao contrário da vergonhosa Ubuntu Software) e tem suporte a Flatpaks habilitado por padrão (também ao contrário da Ubuntu Software), lhe permitindo escolher entre arquivos .deb ou Flatpaks. Você encontra um bocado de software proprietário ali. Por isso, considero uma ótima experiência out-of-the-box, bem facilitada.

Por essas e outras eu digo que ele é o Ubuntu, mas sem os problemas do Ubuntu. Usei Ubuntu por um ano e estava evitando trocar, mas troquei e não quero voltar atrás. Eu ainda amo o Ubuntu, mas o Pop conserta muitas coisas.

O Pop!OS usa systemd-boot. Isso pode ser uma vantagem ou desvantagem, a depender do ponto de vista. Mas a tendência é o systemd-boot ir substituindo o GRUB. De cabeça, sei que o Pop!OS e o Arch estão puxando isso. Não sei como anda nas outras distros.

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Debian SID + Gnome + Matcha Theme + Paper Icons: é onde fico mais confortável. :smiley:

:vulcan_salute:

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Pra mim o Pop!_OS oferece a melhor experiência, mas se a sua ideia é ser um GNOME puro, acho que o Fedora é uma ótima opção também.

Como você falou em rolling, isso restringe um pouco as coisas, então teria o Arch, mas aí o GNOME vai ser tão bom quanto você consequir deixar, e tem o openSUSE Tumbleweed, que é bem legal também, mas tem seus próprios pormenores.

Tecnicamente o Debian SID é uma rolling, como falou o @eddiecsilva também, mas no caso dele é importante saber gerir o sistema, essa versão do Debian tem esse nome, não é a toa.

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Apesar de eu ser usuário do Ubuntu já testei e sei que um dos Gnomes mais polidos é o do Fedora.

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Alguém já testou essa aqui? https://clearlinux.org/, achei muito rápida mesmo testando no pendrive. Usa Gnome também!

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