Impossível, as pessoas tem a memória curta, as pessoas esquecem, a memória deve ser exercitada do contrario a pessoa esquece, logo a fonte de informação precisa estar acessível para consulta.
Eu foi a mesma historia, mas quando peguei o Kurumim ele já estava descontinuado e eu ainda continuei usando achando top de linha, bons tempos. Fui para o BigLinux e para não aprender tudo do zero descobri que também estava descontinuado, fui para o Lubuntu e descobri que ele não estava descontinuado, e desde então nunca sai definitivamente do ecossistema Debian.
Porque nunca foi o propósito do Debian entregar algo out the box para o usuário final. Como fazem um Mint, Pop, Ubuntu, Zorin e outras. “O Debian” não se preocupa em te entregar um driver proprietário por padrão, codecs, suporte a clear type nas fontes e etc. Por isso ele não pode ser colocado na mesma cesta de “produto final” como um Linux Mint ou Zorin que te entregam essas facilidades.
Eu vi isso uma vez, e quando testei numa VM, e realmente habilitou o sudo quando a senha do Root não foi colocada.
As mensagens da instalação passam batido. Algumas pessoas não leem e pensam que sempre tem que instalar o sudo.
Bom saber. Ótima dica!
Adotei o sudo no Debian e no MX Linux, para padronizar as rotinas (comandos) que já me acostumei (desde 2010+) a usar no Kubuntu, Mint, KDE Neon – mas agora não lembro como fiz, nem encontro anotações.
Na Wiki do Debian tem essa receita muito simples:
# apt install sudo
# adduser USUARIO sudo
Não sei se fiz assim. – No /etc/group encontro essa linha:
sudo:x:27:flavio
(Há muitos anos, enjoei de ler as explicações de “por que não usar sudo”. – Perdi a conta de quantas vezes li. – Nas outras distros, em geral uso apenas su).
Quando li essa lista enorme, achei um pouco exagerado classificar todas como “distros cruas”, mas achei melhor não mexer com isso – afinal, essa “classificação” não existe, é só um modo do colega se expressar rapidamente, sem perder tempo escrevendo uma enciclopédia.
Nesse ponto, concordo com…
a)
Cru pra mim eram os Linux na década de 90, quando quase nem documentação existia.
b)
Então, nesse caso, uma distro pode ser crua pra mim e não pra você.
![]()
a) Comprei muitas revistinhas com CDs – e era comum, depois do boot, apresentar uma tela preta com um prompt. – Isso, na minha opinião, era “distro crua”! O usuário que tratasse e comprar o carvão, o sal grosso, e botasse pra assar na brasa.
b) No caso da frase resumida do @Lukz acho que cada um poderia aplicar essa “relatividade”:
b.1) De 2009 até +/-2019, enjoei de ver documentações, dicas, soluções etc. do Debian, onde o usuário deveria abrir algum arquivo do sistema (ou algum arquivo oculto da /home), e acrescentar isso ou aquilo – enquanto no Kubuntu, Mint, KDE Neon, quase tudo se resolvia em alguma janela GUI, fácil de ver e entender numa captura de tela ilustrativa.
O pobre do iniciante já está perdidaço, no meio de trocentas dúvidas – e ainda se deparava com uma receita usando gedit, outra usando kwrite, outra usando nano, outra usando vi, vim, neovim, afora naquele caso especialíssimo do sudoers em que se deve usar somente visudo. – Ninguém merece!
Outra coisa, é um openSUSE que oferece um YaST2 super-completo, que resolve até dor-de-cotovelo em asa de frango – tudo em GUI, super-organizado, lógico, compreensível (desde que se leia e use a cabeça, claro). – É difícil? É complicado? É, sim!.. porque 99% dos novos usuários vêm do universo Buntu / Mint & etc. (com zilhões de fóruns, blogs, dicas simples), onde se acostumaram com 1 padrão simples, e que parecia “universal”, ou “do linux”… e quando tentam openSUSE, Mageia etc., tudo é “diferente” – apesar de também ser “GUI”, organizado, claro, lógico (desde que se leia e use a cabeça).
Eu não colocaria openSUSE ou Mageia no rol das “distros cruas”. – São muito bem preparadas, cozidas, temperadas e bem-servidas, verdadeiras delícias. – Apenas, são “diferentes” do universo Buntu & derivados.
Arch Linux, embora teoricamente seja “cru”, na verdade é super bem preparado, cozido, temperado e ilustrado, por uma Wiki organizadíssima. – O que dificulta, é precisar “ler”… um monte de um amontoado de letrinhas! – e ter 1 zilhão de links (a cada parágrafo!), apontando para 1 zilhão de casos específicos, conforme cada hardware existente no universo.
Uma vez que o usuário selecione apenas o que se aplica ao seu caso e ao seu hardware específico, resta só 1 punhado de comandos (Bios-MBR, UEFI-GPT). – É claro que não vou recomendar para um iniciante, mas está muito longe de ser super-difícil, para quem gosta de ler, aprender, entender. – Torna-se verdadeira sopa-no-mel.
O mesmo já não digo do Void, um pouco menos bem-documentado, e com algumas dificuldades a mais. – E o Gentoo, então, até desisti. – NixOS, Slackware, Bedrock etc., também optei por deixar para a próxima encarnação.
Para mim, Uma Distro “crua” é aquela onde tem mais trabalho no pós instalação.
Acho exagero…
Qual a definição de uma “distro crua”?
Acho que não existe. Foi uma expressão informal, usada para simplificar a conversa.
Pegando como exemplo a distro que eu uso, o OpenSUSE Tumbleweed. Ele é considerado uma distro não tão amigável, crua, mas eu não consigo entender o motivo
Na minha opinião pessoal, openSUSE está longe de ser uma “distro crua”. – Está mais para “uma BMW”, ou seja, uma obra de engenharia, ou um “mecanismo de precisão”. Está tudo lá no YaST2, GUI. – Exige atenção, leitura, usar a cabeça etc. É diferente de um pirulito, que basta tirar o invólucro e começar a lamber.
nos casos menos extremos, qual a linha que separa o “cru” do “pronto” ? Essa é uma definição tão subjetiva assim, a ponto de ser pessoal?
Acho subjetiva, pessoal, imprecisa, por ser uma expressão informal, usada só para simplificar a conversa.
o Debian e o Arch não são assim. Por exemplo: Os dois não vem com os Codecs pré-instalados, com você tendo que instalar depois.
Lembro que o Chromium (.deb) já vinha com uma dependência que resolvia o problema, era só entrar no Youtube e já tava funcionando. – No Fedora, openSUSE, Mageia etc., senti falta disso – e não adiantava procurar aquele pacote, que nem existia. Isso me atrapalhou um pouco, no começo.
Foi só aprender o “abc” (repositórios, pacotes, conforme a distro), e o problema desapareceu. – No Debian, apesar de tudo, foi mais demorado, pelo menos para mim. – Comecei a tentar vários anos antes, e só ficou 100% ok depois deles.
Isso, porque sempre montei hardware simples, evitei Nvidia, não uso placa de vídeo, nada de complexo ou super-avançado, e sem aquelas misturas malucas que certos fabricantes de Notebooks vivem inventando. – Tenho a impressão de que, quanto mais a gente complica no hardware, mais as distros vão ficando um tanto quanto “cruas”. – Nesse quesito, a “crueza” é, de fato, dependente de cada caso pessoal. ![]()
A depender do que você selecionar no Instalador, ele pode ser “Cru” e “Pronto” ao mesmo tempo.
- Se você seleciona a “Instalação Padrão”, o Ubuntu é bem cru. Tão tanto quanto um Arch e um Debian, mas mesmo assim é bem cru. Quando essa era a “Instalação Mínima” e eu instalei o Ubuntu 23.10 dessa maneira, sequer tinha um tocador de vídeo e de música.
- Por outro lado, se você seleciona a “Instalação Completa” e os Codecs e Drivers de Terceiros já na Instalação, o Ubuntu é mais “pronto pra usar”.
Vejo aí uma definição preocupante de “distro crua”. – Se eu uso VLC, uma distro sem VLC será “crua”. Se eu uso LibreOffice, uma distro sem LO será crua. Se eu uso Gimp… etc.! – Distro não-crua poderia ser, então, equiparada a “super-bloated” (inchadaça), afinal… precisaria atender aos mais diversos gostos e casos de uso.
Ora, até pouco tempo atrás, o “tamanho DVD” era um fator importante, ao se montar uma ISO. – Antes, eram as conexões discadas, baixa velocidade, tamanho CD etc. – Pode ser que, daqui por diante, as distros comecem a lançar ISOs sem preocupação de tamanho. Então, bastará juntar lá, tudo que tiver direito.
openSUSE achei o instalador mais fácil do que o Pop
Se o Debian é ou não é a melhor escolha para iniciantes, isso quem dirá é o próprio iniciante que sou EU.
No início conheci o linux mint aprendi muito com ele e continuo aprendendo, depois conheci o ubuntu e foi a mesma coisa. Instaladores “Calamares” em distro base debian usando o básico do básico, qualquer usuário de windows saberá como instalar o sistema com ele. O debian base com suas derivadas baseadas nele sempre terão essa facilidade de uso e instalação.
O debian pode não ser a melhor escolha mas ele cumpre a promessa de fácil utilização vamos concordar. A minha distro para poucos aqui que a conhecem sabe como ela é complicada e foi por esse motivo que ela se tornou minha favorita, quebro a cabeça tentando desvendar seus mistérios e ela é a base do debian todos aqui sabem pra não ser muito aleatório.
Conheci o linux através do Kurumin no laboratório da faculdade de Letras na Federal do meu estado porem a primeira distro que usei/instalei em um computador pessoal foi o Debian do qual ganhei um cd de um colega usuário linux. Acho que a primeiro distro pode ser qualquer uma, amo o Debian, apesar de hoje usar o arch/Manjaro.
Na época que usei debian pela primeira vez, eu não era uma usuário acostumada a tecnologia, estava usando meu primeiro computador, so tinha contato antes na faculdade para fazer trabalhos (Humanas), então era um usuário que so sabia usar o navegador e o editor de texto mas sempre gostei de ler e essa foi uma característica que me fez não ter muita dificuldade. Havia muita documentação boa, os livros do Marimoto e apostila foca linux.
Eu acho que as características pessoais do usuário são as principais para decidir qual distribuição começar. E se for um usuário que gosta de ler e aprender, eu recomendaria já começar por uma distribuição como o arch ou debian. Então é tudo relativo.
Acredito que categorizar que o Debian não é bom para iniciantes é um exagero mas concordo que não é pra todos os tipos de pessoas que pode ser indicada. Então para mim o Debian é uma boa escolha sim, foi para mim e pode ser para qualquer um.
Inclusive acho que hoje justamente uso o ecossistema do arch pq gosto de ler. Amo a wiki do arch
Mais uma curiosidade, foi meu amor pelo software livre que me fez sair de humanas para virar programadora. Ainda hoje me pergunto como a vida é feita de detalhes, se nao fosse o laboratório da minah antiga faculdade ter o kurumin instalado nas maquinas e o mariomoto que fez essa distribuição em português e pude ler muitas coisas ali e me apaixonar pelos detalhes ainda lembro quando eu li um certo trecho que dizia em um script, “mexa aqui por sua conta e risco” e essa frase a toa me fez desejar saber mexer ali.
Vejo aí uma definição preocupante de “distro crua”. – Se eu uso VLC, uma distro sem VLC será “crua”. Se eu uso LibreOffice, uma distro sem LO será crua. Se eu uso Gimp… etc.! – Distro não-crua poderia ser, então, equiparada a “super-bloated” (inchadaça), afinal… precisaria atender aos mais diversos gostos e casos de uso.
Quanto a esse exemplo que dei, penso mais como o “mínimo denominador comum” para o usuário que usa o que vem no sistema. E nesse caso, a instalação completa do Ubuntu, cumpre esse papel, de entregar uma seleção de softwares onde você pode começar a trabalhar, ao menos com o Navegador e Escritório, imediatamente após a instalação.
Mas entendo os que fazem escolhas diferentes ou não gostam da seleção do Ubuntu e por isso, existem opções como o Ubuntu Minimal/Padrão que te entrega um ambiente mínimo, com o básico para daí você instalar o que você quiser.
E ao menos no 23.10, isso era o que tinha na instalação mínima.
Eu esperava que o Ubuntu Minimal viesse pelo menos com o Totem, que é o player de vídeo padrão do Gnome. Mas o por outro lado. Ubuntu Minimal/Padrão já traz alguns ajustes que não há em distros como o Arch e o Debian, o que faz ele não ser tão “cru” quanto eles.
Mas essa é apenas a minha concepção pessoal do que seria uma distro “Crua” ou “Pronta pra usar”.
Desculpe se pareceu uma crítica pessoal, @rapoelho ! – Não era minha intenção.
Eu estava apenas dando um balanço das diferentes interpretações surgidas ao longo da conversa.
essa é apenas a minha concepção pessoal do que seria uma distro “Crua” ou “Pronta pra usar”.
Um “resumo” – para “historiar” – “como chegamos até aqui”:
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@Diolinux abriu este tópico, com o título “Por que o Debian pode não ser a melhor escolha para iniciantes em Linux”
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Na abertura do tópico, linkou um texto postado no “Diolinux / Tutorial”, pelo @Ariel_Bonfim, com o mesmo título. – Ali, resume só a parte ref. Debian, de um vídeo de 11 minutos, cujo título é “Talvez essa distro não seja a melhor escolha, mas…” – onde o Raul Craveiro começa falando do Fedora, depois o Dio fala do Pop!_OS… e só a partir dos 6 minutos o Eddie fala do Debian.
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Esse pequeno vídeo é formado por uns 3 cortes do antigo Diocast intitulado “O Meu Linux é Melhor que o Seu! E posso provar”, que totalizava 1 hora 50 minutos.
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Voltando ao texto postado pelo Ariel, CTRL+F não encontra a string “cru” em nenhum local da página.
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Aqui na discussão do tópico, a expressão “distro crua” só surgiu na resposta #6, do @Lukz, que me pareceu um ótimo resumo das características do Debian que podem incomodar um iniciante.
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Lá na resposta #12, o @renard162 pediu a “definição” do que seria uma “distro crua”.
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A partir daí, vários colegas opinaram sobre o que cada um considera uma “distro crua”. – A meu ver, foi só uma “expressão informal”, lançada pelo @renard162 para “passar uma ideia” e seguir adiante, sem a necessidade de parar, para estabelecer uma definição exata ou escrever uma tese de pós-doutorado. – Não é uma “classificação” conhecida, ou adotada por sites, blogs etc. Na verdade, nunca ouvi falar isso, em todos esses anos nessa indústria vital.
- Vi falar muito, nos últimos 20 anos, sobre distros “leves”, “pesadas”, “inchadas” (bloated), “mínimas”, “amigáveis” – e sei que não existe nenhum consenso, mesmo sobre essas palavras tão usadas e abusadas, pois não são conceitos “oficiais”, não existe autoridade que decida o que cada um significa exatamente, nem existem réguas (ou métricas) para medir e classificar as distros em cada um deles. – Na verdade, não existe, sequer, acordo ou consenso sobre quais seriam “distros de verdade” e quais seriam meros “refisefúquis”.

- Ao citar exemplos das opiniões dos colegas sobre o que cada um considera “distro crua”, ousei emitir também minha opinião – pero sin ningun intuito de atacar as opiniões dos demais colegas, jamás!
Achei “preocupante” a definição que você propôs – “pronta para usar” – porque achei excessivamente “ampla”, sem “fronteiras claras”.
Concordo que, para a maioria das pessoas, um navegador é o básico do básico – pero, Firefox (ou ESR, ou Iceweasel) – ou Chromium / Chrome / etc.?
Escritório, já me parece menos universal. – Para muitos novos usuários dos dias atuais, Steam, Play-on-Linux, Wine, é que parecem ser o básico fundamental indispensável – a maior de todas as prioridades.
Eu sempre usei suíte de escritório, e poderia assinar embaixo, nesse quesito – mas já me deparei com várias distros que vinham com KOffice (entre outros espantos). – Olhando vários tópicos aqui no Fórum, parece que inúmeros colegas preferem / precisam de suítes “100% compatíveis com MS Office”.
Em resumo, achei sua proposta “preocupante”, porque permitiria classificar todas as 299 distros atuais (“ativas”, segundo o monitoramento do Distrowatch) como, potencialmente, “cruas” – dependendo, apenas, do “caso de uso”, ou da geração a que pertence cada usuário.
Enfim, procurar e instalar pacotes sempre foi o básico de qualquer distro – desde o Kurumin (pelo menos!), que oferecia 3 ou 4 maneiras fáceis de fazer isso, sem necessidade de nenhum comando. Tudo, GUI. – O Mageia, por exemplo, logo no aplicativo de “Boas-Vindas”, já oferece uma coleção dos pacotes mais populares, que basta clicar, para instalar.
Mas isso, é apenas a minha opinião – que não é melhor do que a sua, ou de qualquer outro colega.
E voltando a lembrar que estamos falando de um conceito que não existe… Bom, pelo menos, não existia. – Quem sabe, estejamos partejando o nascimento de mais um conceito!.. para nos divertirmos em debates apaixonantes e sem qualquer risco de conclusão que venha interromper as discussões ![]()
Para mim, não tinha sido uma crítica pessoal.
Concordo que, para a maioria das pessoas, um navegador é o básico do básico – pero, Firefox (ou ESR, ou Iceweasel) – ou Chromium / Chrome / etc.?
Pensando por esse lado, colocar os Aplicativos para definir se uma distro é “crua” ou não é uma estupidez.
Talvez, faça mais sentido pensar se uma distro já tem ajustes ou não. Por exemplo, o SpiralLinux é basicamente um Debian com ajustes para se usar num computador doméstico. Ele já vem com ajustes (como zRAM, Flatpak e o TLP) para que o usuário não precise fazê-los.
Mas acho que até isso é relativo.
Qual a diferença do Ubuntu Minimal do Padrão?
Hoje em dia, é a mesma coisa, pois a instalação por padrão virou a mínima e a instalação onde vinha tudo até o Ubuntu 22.04, virou a completa.
Mas a diferença dela para a Completa (que era a antiga instalação padrão), é que ela vem com poucos softwares, por exemplo: o LibreOffice não vem instalado na instalação mínima/padrão. Porém, ele vem instalado na instalação completa.
o meu é completo eu acho
Qual a diferença do Ubuntu Minimal do Padrão?
No Ubuntu Minimal, você começa com o mínimo de pacotes, enquanto no Ubuntu Padrão, você já tem um ambiente de desktop completo, pronto para o uso cotidiano.
Tentei novamente usar o OpenSuse Tumbleweed e novamente foi um fracasso, eu realmente gostaria de tentar usar diariamente o TW mas ele não deixa! No meu desktop ficou terrível com freezes bizarros e no meu notebook aconteceu a mesma coisa. Testei por alguns dias e ficou inviável. Não recomendo pra usuários iniciantes de forma alguma rsrs.
Se não fosse isso ele me pareceu uma distro muito profissional, aquelas ferramentas do YaST são uma mão na roda, pena não funcionar direito aqui.
Seriam minhas máquinas muito velhas pra ele?
Acho um pouco de exagero não recomendar uma distribuição devido a uma má experiência pessoal.
Seriam minhas máquinas muito velhas pra ele?
Pouco provável. Uso o TW em minha máquina que é um FX-8320 com 16Gb de ram e uma GTX1050Ti, além da máquina dos meus pais com um FX-6300 com 8Gb de ram. Em ambas máquinas roda sem problema algum.
Se fosse um problema com hardware antigo eu certamente teria problemas aqui também. O seu caso creio que seja apenas um infortúnio erro por conta de algum hardware específico ou qualquer outra coisa extremamente específica.
Lá por 2009~2011, eu tinha um notebook Acer Aspire 3620 e nenhuma distro baseada em debian funcionava, sempre acontecia, de forma aleatória, crashes catastróficos (a tela ficava travada cheia de pixels coloridos pela tela, ao ponto de eu desconfiar de existir danos no hardware). Foi o ápice do meu distro-hopping, quando eu entrava no distro watch e passava dias testando uma depois da outra até descobrir que o problema literalmente não acontecia em nenhuma distro que não era baseada no debian.
Ou seja, foi literalmente um erro específico, uma incompatibilidade específica com o meu pc. Se eu fosse dar um “pitaco” sobre o seu caso, eu diria que você está passando pelo mesmo problema.
Já usei o Opensuse em um i3 de 2010. Bem tranquilo, só não me acerto com o YaST.
