O que leva um brasileiro a comprar um MacBook e como é usar um?

Sempre tive curiosidade em relação aos computadores da Apple, infelizmente nem posso sequer sonhar em testar o macOS numa máquina virtual (se é que isso é possível…) porque meu computador é bem básico.

Eu, na minha inocência, pensava: quando eu começar a trabalhar, vou juntar um dinheiro e comprar um MacBook novo de R$5000, um aparelho desses deve vir, no mínimo, com um i5 e uma placa de vídeo dedicada.

Fui olhar no site oficial da Apple, o modelo mais básico (o MacBook Air) está por R$ 10.299,00 (OK, está tendo essa alta no dolar, mas suponho que nos “tempos normais” ele estaria por volta de uns R$7000~R$8000, que ainda é um valor altíssimo para as configurações dele)! E não é só isso, o processador é um i3 e aparentemente não tem uma placa de vídeo dedicada! Pelo menos vem com 8GB de RAM e um SSD, mas isso não é grande coisa, considerando o preço do produto. Eu tenho que perguntar, qual é mais poderoso, esse MacBook Air mais básico ou este antigão aqui?

Sei que os produtos da Apple são caros porque são construídos com material superior e possuem alta durabilidade, mas eu não esperava que fosse tão caro!


Sei que é recomendado, a muita gente, comprar um MacBook usado, que provavelmente é o que eu faria uma vez que meu objetivo é testar mesmo, mas mesmo esses têm uns preços muitos salgados e quando aparece um com um precinho melhor (isto é, na faixa dos R$3000, preço de um notebook-PC dos bons), é de uma máquina de literalmente 10 anos atrás!!!


Eu falo para o público brasileiro em específico porque, nos Estados Unidos, o preço está bem aceitável. Sei que é um produto caro em qualquer parte do mundo, mas suponho que basta “apenas” um mês inteiro de salário mínimo de um americano para que o mesmo compre o MacBook mais básico. Por isso o meu foco no brasileiro.


Tudo isso só foi uma contextualização, aqui vão as minhas perguntas:

1 - Sei que é dito que o material é superior, mas é uma diferença tão grande assim se comparado a um notebook com o mesmo preço? Será que a carcaça, duração de bateria e outros componentes externos do computador da Apple são tão superiores assim? O que leva um brasileiro a comprar um MacBook?

2 - Em comparação à experiência de usar Linux e Windows, como é o macOS? Também me falem da experiência de usar o MacBook (hardware Apple) em si em comparação ao notebook tradicional.

Como proprietário de um iMac antigo o hardware aparenta ter mais qualidade sim de construção. Justifica o preço? Não nas condições atuais. Quando adquiri não era absurdo como hoje.

O software é otimizado para o hardware que por ser fechado é bem controlado. Acredito que isso evita centenas de instruções e compatibilidades desnecessárias com zilhões de placas e versões - o sistema é muito bem otimizado nesse sentido. O softwares também dão problema, raros, como em qualquer sistema depende do usuário e seus malabarismos. Sempre li e ainda leio muitos mitos sobre isso. Em geral a forma como o sistema se comporta ajuda muito em produção visual, porém, Linux avançou muito nisso e o próprio Windows também.

Os defeitos ocorrem e quando acontecem normalmente não compensa o reparo especializado.

Não domino a fundo os motivos mas na área da música, por exemplo, a forma como trabalham o hardware de som permite muitas facilidades. Inclusive sem ruídos.

Os preços tem grife. Proporcionalmente não são tão caros fora. Aqui viraram sinônimo de status, sem dúvida, exatamente como o iPhone. Uma prova disso é que conheço vários usuários que se quer sabem acentuar ou usar a tecla “Command”. Ficam alheios a facilidades e dependentes de corretores.

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Olha, o meu pai gosta muito de iPhone e iMac, e quando eu vou na casa dele eu dou uma mexida no iMac dele, mas na minha opinião não tem nada de especial. O OS X é bem interessante, mas realmente não justifica o preço, não tem necessidade de se endividar só pra ter um mac

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O MacOS é um bom sistema, o hardware dos Macbooks é satisfatório, o acabamento é bom,tem um bom sistema de resfriamento que já foi elogiado por nada menos que Linus Torvalds, a logo da maça proporciona aquela sensação de superioridade, e o conjunto pode ser vantajoso pra alguns tipos de tarefa como produção de mídias e afins.
O que não compensa é o preço, se o individuo estiver disposto a pagar, independente da parte do mundo onde ele esteja, é provável que ele compre.

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Acredito que o que torna os dispositivos da Apple relativamente bons e fluídos é o sistema, estou usando Hackintosh e até o momento a experiência utilizando o sistema é incrível.
Acredito que os valores atuais de um macbook não são nem um pouco interessantes (antes não era muito também, mas era até “comprável”), então vejo como uma possibilidade e alternativa utilizar Hackintosh.

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Não tenho um Macintosh, mas, sempre li de especialistas justamente (tudo) o que você relatou. Enfatizo principalmente o ponto talvez mais controverso: o casamento de hardwares limitados ao software (e rigidamente controlados pela empresa fabricante dos computadores) proporciona uma experiência mais fluida em Macs, de modos a se extrair mais com menos (hardware). Sacrifica-se a liberdade de escolha em prol de desempenho nesse ponto.

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Diga, rsrsrsrsrs.

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Pior é que respondi teu comentário, mas era para responder o tópico em geral.

No celular sempre confundo os botões de “responder” do último comentário (no caso, o teu) e o de “responder” tópico. Geralmente eu vou lendo e descendo e daí vejo “responder” e já foi kkk.

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Na época que eu comprei o MacBook Pro 13, já era um usuário Linux e na época cursava Ciência da Computação. Tirando a estética e a interface fluida (que nada tem a ver com hardware), o aparelho me decepcionou.

Me lembro até hoje de como esquentava, dos meus pulsos ardendo devido as bordas nada ergonômicas e do layout do teclado que não agregou algo a minha vida, também lembro como era fácil de riscar.

Já o sistema, era simplista, bonito, renderização fluida, gestinhos legais com o touchpad… Não tem mais nada que eu me lembre digno de ser comentado. Em alguns aspectos parecido com o Linux para desenvolvimento, mas ainda assim second citizen, com coisas como Homebrew sendo uma sombra de um repositório de verdade.

Mesmo quando se trava do meu hobby com desenho e pintura, eu não achei que o MacBook fizesse alguma diferença no meu trabalho, não que eu faça grande coisa, mas até hoje, tendo um bom monitor IPS e uma mesa de desenho ampla não faço distinção nenhuma.

Não durou mais que outros aparelhos que já tive ~2 anos e foi para o saco (deveria ter revendido antes).

Enfim, na época já eu tinha me desencantado nos primeiros meses, embora considerando que na época coisas como carcaça de metal, tela de vidro, touch-pad grande e multi-touch realmente eram diferenciais bem únicos, tinha seu valor. Hoje notebooks de diversas fabricantes tem uma linha com estas características (todos a preços ridículos no Brasil, como os Macs)… De resto não é um aparelho ruim, pareceu como qualquer outro notebook, com seus prós e contras só não me convenceu a comprar novamente.

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Ja tive oportunidade de mexer com um Mac e tbm já consegui rodar mac os leopard (acho que era essa versão) em uma maquina virtual sinceramente não vi nada de espetacular no sistema, só é um conjunto de hardware especificado para rodar com o Mac OS o que garante estabilidade e desempenho do conjunto, a quem goste, mas eu não acho que o preço justifique, acho mais interessante investir em um pc amd threadripper.

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O sistema em si não tem nada demais, o lance é a experiência toda do hardware em conjunto com o software, que funciona super bem, não atrapalha e te dá recursos e maneiras elegantes para fazer desde coisas triviais a operações mais complexas e casos de usos mais exclusivos.
No meu último emprego, a empresa cedia um Pro pro trampo. Trabalhei como dev numa plataforma ERP em Java, e cara, o troço é espetacular. Eu poderia criar um workflow tão bom quanto aquele no Linux - sim, tanto que fiz isso em casa - mas a custo de algum tempo investido, debugging e muita paciência. No macOS o troço tá todo pronto, não tem drama.

Isso não é uma defesa apaixonada da Apple, acho uma porção de políticas deles ridículas, o hardware já foi muito melhor, os preços são obtusos e quem paga o custo Apple, sobretudo no Brasil, é estúpido ou tem grana para queimar (ou as duas coisas).

Mas negar os méritos e alta qualidade do produto deles, especialmente quando focado para quem funciona na mentalidade do “getting things done”, é tiro no pé e velho sintoma da personalidade de avestruz de boa parte da comunidade Linux.

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Honestamente isso não é mérito do OS mas desmérito da empresa focada apenas em uma plataforma para desenvolvimento. Se a mesma tivesse politicas de automação de infraestrutura mais padronizadas via puppet/ansible, etc, qualquer um poderia obter a infra em qualquer OS automaticamente afinada para desenvolver nos mesmos padrões.

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No meu caso seria pra desenvolver aplicativos pra iOS. Como a Apple e bem fechada, so da pra criar apps pra iOS usando o Xcode e ele so roda nos MACs. Eu amo meu Ubuntu mas por conta disso eu estou pensando em comprar um usado ou então usar uma site q eu vi uma vez que roda o MAC OS na nuvem (pago).

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Brother, o ponto é que o computador que eles te davam é um macOS: quer usar o seu pessoal? Beleza, usa (se bem que, pelo que eu me lembro, o povo da TI não achava isso tão legal haha). Mas o da empresa era um MacBook Pro com aquele teclado ridículo que não pode ver poeira e aquela estupidez de touch no lugar das teclas de função. Para configurar o ambiente todo nos Macs de quem chegava eu e meus colegas levavam uns 20 minutos. Para fazer a mesma coisa no Linux ou no Windows eu levo horas. A empresa é um líder de mercado na área, então não vou questionar eles usarem ou não ansible.

Mas nada disso é o ponto.

O que eu estou dizendo, e parece não ter sido apreciado já que você focou na trivialidade a respeito da configuração de ambiente e não naquilo que eu quis discutir - a qualidade de experiência de uso -, é que, como ferramenta e experiência de uso, o produto dos caras é muito sólido e completo. Eu tenho uma ■■■■■ de um notebook de 7 mil reais que malemar roda Linux - eu criei reports de bugs a respeito dele em quatro distros diferentes desde outubro, submeti posts em tudo que é fórum, aqui inclusive, e até hoje uma porção de aspectos do hardware não funcionam direito porque ninguém tem resposta, a Samsung tá nem aí e eu não sou versado em C, eletrônica e kernel para me aventurar e descobrir porque caralhos essa coisa não funciona com fone de ouvido, ou porque o Bluetooth corta inexplicavelmente e por aí vai… saca? E é só um PC com nada de outro planeta, chipset é até bem defasado. Só a tela do MacBook faz ele parecer de brinquedo (e rodava qualquer distro perfeitamente, o que claro não é mérito nenhum da Apple, mas fica aí a observação também).

Com eu disse antes, acho que quem, no Brasil, vai lá e gasta algumas dezenas de milhares de reais em computadores deles é ou estúpido ou pode rasgar dinheiro. Mas não apreciar a qualidade e a sinergia que os caras atingem com o hardware e o software é ingenuidade e fechar os olhos para o que usuários em geral procuram: qualidade.

Ponto, parágrafo: me dá um exemplo de notebook tipo workstation com Linux que chega a 10, 12 horas de bateria? O MacBook que eu usava ia nisso bem de boa com oito núcleos, quantidades pornográficas de RAM, Radeon dedicada acelerando uma VM e tela de 2880 x 1800 de resolução, que deve consumir uma barbaridade de energia em 15,6 polegadas.

O Linux precisa virar macOS? Não, por favor não, liberdade e o open-source são inegociáveis. O Linux e fabricantes de hardware que suportam distros variadas podem aprender alguma coisa com a Apple? Com toda a certeza. Digo até que deveriam.

Por isso que essas “testei macOS na máquina virtual e achei nada disso” não fazem sentido. Eles produzem o sistema para o hardware, não pro Virtual Box da vida.

Eu acho relevante a partir do momento que surgem suposições de que isso tem a ver com o OS e não com a qualidade da gestão do projeto. E bom, eu acho perfeitamente normal me focar no que acho equivocado no comentário do próximo quando eu respondo. Se eu achasse que não tivesse o que tirar nem por eu não responderia. E eu não vejo problema em fazer a critica, na minha opinião ninguém é líder o bastante de mercado que não possa ser criticado.

De resto parabéns, tentei encontrar usuários que pudessem confirmar 10 horas de bateria em um MacBook recente rodando maquina virtual durante todo esse tempo mas só encontrei gente frustrada com 4 a 5 horas de bateria (normal, afinal marketing é uma coisa, realidade é outra), meus resultados no Linux com o um XPS 13 developer edition estão bem próximos dos obtidos por estes usuários: MacBook Pro 2018 15 inch Battery Life : macbookpro

De resto, não estou falando de rodar MacOS em VM, eu tive um Macbook Pro 2013 e como eu disse, não é nada de mais quando você é um bom conhecedor de TI e um consumidor metódico e exigente (principalmente).O assunto aqui é Mac mas levando minha experiencia com outros produtos como base, eu acho que isso é aplicável a muitos produtos de luxo que já tive como Gucci, Rolex, etc.

Tenho um macbook e vale a pena ter um sim. São notebooks que tem uma duração boa, tem suporte tanto de software quando de hardware quando acontece problema de hardware tem os recail.
O sistema é bom tanto em hardware antigo quanto em mais novos não vai sentir travamento pois é como se o sistema fosse feito especialmente para o notebook tudo funciona muito bem.
Pontos possítivos: o touchpad é incrível, o material é superior, o sistema de carregamento é inovador, não esquenta na perna pelo menos o meu não, o sistema de hibernação é excelente junto com o sistema operacional, tem o suporte que é um diferencial enorme e tem uma baixa desvalorização para revenda.
Pontos negativos: preço (do notebook, carregador, manutenção e software na loja), adaptação com as funçoes do teclado do notebook e a versão pro é pessada para transporte (a que tenho).
Dificil achar um notebook que ofereça o que a apple oferece no macbook.

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Vejo agora que o Dionatan fez um vídeo sobre como é o macOS do ponto de vista de um usuário do Linux;

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Pois é eu já tinha visto esse vídeo… Eu acho que você deveria comprar para tirar a prova e revender se não gostar, como fez o Dio, a verdade é que vai depender de quanta experiência e vivência nesse mundo você teve com produtos diferentes.

Geralmente nesse patamar de produtos, depois de vária experiencias eu percebi que raramente estamos nos deparando com um produto excepcional, no fim acaba sendo mais uma questão de pagar caro por um produto que caia como uma luva especificamente para você, não o fato de o produto não ter defeitos ou algo assim, pode ser que no seu caso seja um Mac, mas geralmente é mais uma questão pessoal do que realmente algo universal.

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Nunca tive uma experiência com MacOS nem com os MacBook, apenas ver amigos usando ou digitar alguma coisa em na web coisa rápida.
Mas todos falam da bateria, que a bateria é isso, que dura de mais… eu olhava para aquilo o cara falando “a meu MacBook dura 8 hrs de bateria super tranquilo” ai olhava para meu saudoso Dell de 15 polegadas que tinha mais hardware e minhas 10 a 12 hras de bateria usando as mesmas coisas que ele e pensava, ok pode ser bom mas eu tenho um que dura mais bateria e tem hardware melhor e não tinha problemas de travamento na época.
A minha ideia sobre isso é, existem notebook que tem hardware tão bom quanto, duração de bateria tão boa quanto. O problema é que antes, ali em 2014 ~ 2015 você tinha mais notebooks com essas características e não tão caros, o meu Dell era simples ate a construção mas tinha hardware bom e bateria excelente e me custou 2200 no caso em 2013 (ou 2014 não lembro kkkk).
Hoje em dia o mercado de notebooks ao menos no brasil é uma lastima sem tamanho. Qualquer tela fullhd ou 8 gb de ram já faz o notebook ficar 800 reais mais caro que um modelo que tenha tela hd e 4 gb de ram, o que para mim nunca fez sentido isso.

E como você disse também e concordo, um notebook de 7 mil reais e não funcionar as coisas direito no Linux não deixa ninguém feliz. Tanto que estou cansado de as coisas não funcionar bem ou sem ter problemas que não faz sentido com esse do Bluetooth, estou usando Windows em um notebook que tenho que funciona bem melhor que usando Ubuntu, Mint ou Fedora. No desktop, o Windows esta rodando tão bem, sem nem um problema a pelo menos 2 anos que não sinto que trocar para Linux seja vantagem. Afinal tenho uma chave original para ele (do notebook da Dell que falei no começo que estragou a um tempo).

Já tive curiosidade em comprar um MacBook para testar, fazer o período de experiência mas os preços praticados estão muito fora de minha realidade e o hardware não me chama atenção, a construção da carcaça e da tela pode ser ótimas, mas pagar absurdo em 4 gb ou 8gb e core i3 com 128 ou 256 de ssd?? Isso não aguenta o processamento de dados que faço (faço as vezes então não preciso de uma maquina super boa para tal, mas 16 gb de Ram é o mínimo). E gosto de jogar bastante, coisa que no MacBook me parece que não vai muito bem.

A integração do sistema com o hardware da Apple sem duvidas é muito bom, pelos relatos e pelo que já vi me parecem que são feitos um para o outro. Porem, o Windows parece que foi feito para o meu desktop, ou para meu notebook, que não tenho problemas de travamentos ou lentidão e tudo funciona perfeito e com desempenho super satisfatório. Talvez um notebook com a mesma especificação de um MacBook não rode tão bem o Windows como o MacBook rodaria o MacOS, mas vc consegue em tempos normais um notebook assim por 2000 e o da Apple por uns 5000?? Ai você pode pegar um notebook por 3500 que deve rodar Windows melhor e mais coisas do que a Apple pelo seu de 5000. Claro que essa comparação é nas coisas que uso, que não tem nada a ver com edição mídias (jogos e processamento paralelo pesado em Java ou Python).

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Já tive 2, estou no meu terceiro.
O primeiro foi em 2007, quando comprei um Macbook white, e era um “et” que chamava muito a atenção na faculdade de sistemas de informação.
Não vou lembrar todos os detalhes da configuração, mas ele tinha um processador relativamente rápido, e a bateria já era um diferencial: durava 3h30min, quando um notebook windows normal ficava entre 1h30min a 2h, estourando. Para acompanhar as aulas, fazia muita diferença.
O que eu gostava DEMAIS era o mecanismo de pesquisa, era um diferencial absurdo à época. Entretanto, noutras coisas ele era excessivamente básico, especialmente o som. Chegou uma hora que me enchi e o vendi, por um preço ótimo (muito melhor que um pc usado, e com muito mais liquidez).
Depois tive um mini, que foi a última versão que a memória RAM não era soldada. Fiz um “fusion drive” caseiro com ele (ssd + HD), no qual tive que desmontá-lo todo e pude constatar a incrível qualidade da engenharia, era de uma robustez e miniaturização absurda.
Neste caso, vendi mais caro do que comprei. A maioria dos mini vinha com apenas 4GB soldados, e naquela época já era pouco.
Hoje, meu note é um air que consegui comprar por um preço muito competitivo, à época, nesta última baixada do dólar. Foi por motivo de trabalho, em que precisava de alguma mobilidade, muito tempo fora da tomada e alguma robustez de desempenho que um tablet não tem.
Na década passada, OS X era uma coisa incrível e que reunia o melhor dos dois antagonistas. Aliás, foi graças a usar o Unix “forçosamente” no Mac OS que comecei a usar o Linux com muito mais frequência e tirar a mente da caixinha do windows.
Hoje acho um sistema limitado, muitas vezes equivalente ou até pior que o Windows, em certos aspectos. Noutros ainda superior, mas tem aquela chatice de ser tudo fechado e sem personalização. Ainda tem qualidade, domíno do hardware importa muito. Se a bateria se aproxima de 10h no Mac OS, rodando ubuntu durava 3. Mas hoje, sinceramente, não vejo nada que justifique usar Mac OS e não uma boa distro Linux, salvo por uma aplicação muito específica.

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