Mas… vai continuar a experiência por mais 4 meses… 2 anos…??
Pessoalmente, recomendo! – Mas isso, dentro do meu “contexto pessoal”, em que mantenho várias distros instaladas, durante anos. Estão sempre prontas, para eu aprender mais um pouco. – Eu jamais deletaria tudo, pra instalar só 1, e ter de aprender correndo, e configurar às pressas etc. Aprendizado bom, é quando a gente faz por diversão, na hora que quiser. Sem afobação.
Opa… Gostaria de ajudar mais. – Mas é aquela estória, que falei antes: – Dar dicas de adaptar KDE para hábitos “não-KDE”, é igual cara-pálida ensinar índio a ser índio. Alguma coisa errada não vai dar muito certo.
O único jeito, é você mesmo apontar os pontos em que sente falta de alguma dica para fazer determinada coisa, de um certo jeito. – Aí, sim, usuários do KDE poderiam ajudar melhor.
Eu também não mexo muito na “aparência”. – Basicamente, mantenho “Breeze” (ou aplico, se alguma distro vier com outro tema); aplico “Breeze Dark” por cima (continua “Breeze”, só que alivia os olhos: cores e ícones). – Para enfeitar, só “estilo” Maia Transparent (deixa o Painel e o Menu visualmente mais leves); e decoração de janelas Transparent Oxygen. – Mas são alterações gerais, globais, só para deixar todas as distros “com a mesma aparência”. Faço isso em poucos minutos, e nunca mais preciso mexer de novo.
Instalo fontes Verdana (semi-mono), para o Conky ficar mais legível.
Instalo gnome-screenshot e crio 4 atalhos – para salvar a tela ou uma janela, na hora ou com delay – sem perguntar nada, pra não perder tempo.
O que realmente configuro, são os aplicativos – para que se comportem do jeito a que me acostumei 300 anos atrás. – Faço isso durante alguns dias ou semanas, à medida em que começo a usar cada um deles, numa nova distro.
Acho terrível, um Gwenview, Dolphin etc. com mil botões que não uso – e faltando 2 ou 3 botões que uso sempre. – Elimino tudo que “polui” o aplicativo, e deixo só meia-dúzia de coisas que me interessam:
Acho que pensar assim, faz você se adaptar melhor ao sistema. Afinal, o tal do Linux tem um punhado de interfaces diferentes e você vai se adaptando a elas.
Posso estar errado, mas parece ter mais diferenças entre as interfaces do que entre as distros propriamente ditas.
Um comportamento que tenho achado pitoresco e tem sido frequente é que eu “peço para me ensinarem KDE”, e a maioria das pessoas supõe que eu seja algo relacionado com o workflow do GNOME.
Acredito que existe um “KDE way” e é nisso que estou interessado.
Muito obrigado pelas dicas no restante do seu texto.
Eu juro que tentei, mais vezes do que gostaria, de ficar com KDE, mas nunca consigo. Sempre volto pro Gnome. Pior de tudo que minha relação com Gnome é de amor e ódio, eu AMO a simplicidade e não ter que fuçar muito pra deixar funcional mas ao mesmo tempo odeio o fato de ser tão atrasado em coisas relativamente triviais (gerenciar multiplos displays com DPI diferentes, freesync/gsync, alguns bugs ridículos que perduram por eras, falta de features básicas que até o XFCE tem, etc etc etc). Mas fazer o que, já uso Gnome desde… sei lá, sempre? Kkkkkk
Vira e mexe me dá uma raiva do Gnome e migro mas desisto uns dias depois.
Toda vez que tento usar o KDE acabo caindo na trap de tentar arrumar o workflow pra como estou acostumado no Gnome e fico frustrado, ou tento usar como Windows e também fico frustrado. Acho que no final é tudo costume mesmo.
Eu tô esperando o momento certo (leia-se quando eu tiver saco e tempo) pra migrar pro Fedora KDE e tentar novamente, em breve. É bom sair da mesmisse de vez em quando pra arejar o cérebro.
Não planeja continuar… ou não planeja encerrar a experiência… ou não planejou nada por enquanto?
Não sei se existe 1 “KDE way”. – Talvez exista uma grande caixa de Lego – e cada um monta seu “way” de um modo diferente.
Suponho que a maioria monta um “KDE way” próximo do “padrão” original fornecido por cada distro – e poucos, um “KDE way” muito distante do padrão recebido.
Então, não é que os usuários suponham que você queira algo “à la Gnome”. – É que tudo vai depender de suas preferências pessoais. – E temos tudo para imaginar que você prefere simplicidade “à la Gnome” coisa que não faço a menor ideia.
Vou assistir de novo ao seu vídeo, amanhã, para ver se me ocorrem algumas ideias.
Enquanto isso, só me ocorre que eu também simplifico minhas rotinas. – Fala-se muito do Menu KDE. Ora, ele já vem com 3 alternativas – e uma delas, “Application Dashboard”, ocupa a tela inteira… de um modo que me lembra o Gnome padrão do Debian, visto há alguns anos:
Mas também basta digitar alguma coisa (com foco na Área de Trabalho), para o KRunner apresentar o que você está procurando (como mostrei antes). – A mesma coisa, no campo de busca do próprio Menu – que é um pouco mais organizado (e organizável):
Isso (acima) poderia ser um inferno, com 300 zilhões de arquivos, páginas web, “locais” (pastas, partições), Bookmarks etc., acho que em uma 3ª coluna. – Configurei para procurar somente aplicativos, e também seções do System Settings. – Fica mais “clean”, e bem menos confuso:
Mesmo assim, quase não pesquiso ou percorro o Menu! – Tiro um Print da tela inicial (logo que aparece o Painel), e basta clicar em “Arquivos Recentes”, para abri-lo no Gwenview. – Sei que o Gwenview está em “Graphics”, mas nunca fui lá procurar por ele. Apenas clico em algum JPG, PNG, GIF, TIFF (escolhas personalizadas em “Preferências de Arquivos”).
Se quero abrir um novo ePub, basta clicar nele em “Arquivos Recentes” (se acabei de salvar) – ou pelo Dolphin, na pasta onde baixo livros (e classifico por autores). – No dia seguinte, basta abrir o Foliate pelo “Aplicativos Recentes”, e ele já me mostra os ePubs que abri, começando pelos mais recentes:
Salvei uma imagem da web? – Está no topo dos “Arquivos Recentes”.
Um site me impede de copiar o texto de uma notícia? – Salvo a página html com CTRL-S, ela aparece no topo de “Arquivos Recentes” – e pelo botão direito do mouse escolho “Abrir com LibreOffice Writer”.
Em suma, é raro eu procurar um Aplicativo nas seções do Menu. – Clico num arquivo, e o KDE já sabe qual Aplicativo utilizar. – E pela “Associação de Arquivos” também defino outros aplicativos, que posso chamar pelo “menu de contexto”:
Tudo muito simples, na hora de usar / trabalhar. – Confuso e complicado na hora de configurar? – No Arch, fiz essas coisas em Abril 2020, e nunca mais precisei fazer de novo.
E se eu instalar outra distro, nas “vagas” abertas pela eliminação do KDE Neon, Slackware, Manjaro, Redcore, a nova distro (com KDE) já vai “herdar” a maior parte dessas configurações, pois preservei suas partições /home.
Essas coisas mudam, todos os dias – tal como as barreiras do Youtube, que exigem aperfeiçoamento constante do yt-dlp. – A brincadeira do gato e do rato.
Fiz um apanhado rápido de alguns modos de furar o bloqueio, em 2014 – e 1 ano depois, várias barreiras já tinham sido aperfeiçoadas. – Imagine agora, 10 anos depois.
Os aperfeiçoamentos são mais rápidos e mais eficientes no “jornalismo profissional” – aquele que “custa dinheiro”. – Quanto mais “profissional” (e quanto mais dinheiro), maior a eficiência das técnicas de bloqueio.
“Exibir o código fonte da página”, por exemplo, já foi vencido pelos portais mais profi$$ionais. – O conteúdo não está mais ali, mas em algum outro local, inacessível.
Já o Carta Capital (do Mino Carta), não evoluiu nada. Ainda é a mesma barreira de 10 anos atrás: – Permite copiar só 3 ou 4 linhas, adicionando 10 linhas de avisos legais. – Curiosamente, é o único site “alternativo” que o Google ainda costuma apresentar (às vezes) entre os 10 primeiros resultados da busca.
Atualmente, o caminho mais simples e rápido, mesmo para as barreiras mais eficientes, é usar o “'12 pés”. – Isso pode mudar, a qualquer momento, então basta ir ao Reddit para ver qual a nova alternativa da hora.
Para qualquer pesquisa mais séria, é melhor usar o Wayback Machine – que preserva a página ou notícia contra qualquer alteração posterior; e pode ser verificada por outras pessoas, no futuro. – Por segurança, é sempre bom salvar e guardar localmente um PDF, como prova de que você não inventou nada, e que aquilo realmente foi publicado, exatamente daquele jeito, no dia tal, às tantas horas.
Ótimo vídeo! Não tinha visto por esse lado da personalização e como isso escraviza. Outro ponto legal foram os recursos para aprender o comportamento padrão (documentação e imagem do teclado), eu não sabia que tinha algo disponível, ficava caçando atalhos nas “Configurações de Sistema”.
Eu ia dizer exatamente isso, @eddiecsilva! Ter opções não significa que tem que usá-las. Mas saber que as tem pra mim é bem confortável. Não me perco, ao contrário. Não entendo é a necessidade de diminuir uma possibilidade de escolha pra engrandecer a outra.