O que aconteceu para deixarem de recomendar o Ubuntu?

O usuário comum, novato, não está preocupado com qual formato de empacotamento ele usa, nem quem empacota. E ele nem deveria precisar saber isso mesmo. Mas está preocupado se o aplicativo que ele baixou na loja funciona ou não.

Alguns exemplos do Ubuntu:

  • Snap Store lenta, incompleta (não gerencia atualizações do sistema e nem suporta Flatpak) e com erros ao ser atualizada em segundo plano enquanto roda (confundindo os usuários). Continua sendo bem inferior à loja padrão do GNOME.
  • Lançamento prematuro do Firefox em Snap, com lentidão e quebrando a integração com o sistema de várias formas diferentes (GNOME Extensions, autenticação em apps de terceiros, etc.). Esses dois pontos já melhoraram bastante, mas foram problemas notáveis que duraram algum tempo.
  • Lançamento prematuro da Steam em Snap, que é a primeira a ser instalada ao abrir a loja (e a que os novatos vão instalar, até porque para instalar a versão .deb é necessário ativar manualmente o suporte à arquitetura de 32 bits via terminal). Trouxe e ainda traz inúmeras dores de cabeça devido a problemas de desempenho e jogos que não funcionam, a ponto de lotar o GitHub da Valve de problemas que nada têm a ver com a Valve. Isso contribui para prejudicar a imagem do Linux como sistema para jogos. Desenvolvedores da Valve chegaram ao ponto de pedir um “pelo amor de Deus” para as pessoas optarem pelo pacote .deb ou, pelo menos, o Flatpak.
  • GNOME Boxes Snap completamente quebrado por meses, a ponto de ser impossível instalar máquinas virtuais nele. Esse problema eu acompanhei bem de perto, já que eu mesmo detectei a causa e mesmo assim a Canonical demorou mais de um semestre para atuar: Snap version seems unusable · Issue #5 · ubuntu/gnome-boxes · GitHub
  • Krita Snap completamente quebrado por meses, a ponto de ser inutilizável em formato Snap. Nem sei se já consertaram isso.
  • OBS Studio Snap crashando ao usar determinados codecs em placas da AMD.
  • Etc.

Essas são algumas das várias experiências que eu mesmo acompanhei em primeira mão, porque usei o Ubuntu por anos, em múltiplas versões, e fui testando inúmeros pacotes Snap.

Diante disso, eu afirmo que a experiência padrão do Ubuntu, quando tratamos do objetivo de ser uma distro para desktop amigável para novatos, é cada vez menos interessante. Para o usuário experiente pouco importa a escolha de distro, já que ele consegue contornar os problemas e adaptar o workflow. O foco deste tópico está justamente no novato, aquele que pega e sai clicando sem entender bem o que está fazendo. :wink:

É justamente esse o ponto. O dinheiro está nos servidores e no IoT, e não no desktop para usuário comum. E é justamente por isso que o Ubuntu tem sido menos recomendado para esse público, já que há diversas distros derivadas dele que focam no desktop para usuário final e que realizam melhor esse papel.

Novamente, não estou dizendo que o Ubuntu é uma distro ruim. Pelo contrário. Ele ainda entrega uma experiência amigável e tem uma das customizações do GNOME mais belas (dá um show, realmente), além de ter um formato de atualizações LTS muito interessante (estabilidade geral + atualizações consistentes de kernel e drivers). Mas acho que há opções mais atrativas para recomendar a novatos.

Os Snaps possuem suas vantagens, mas ainda estão inegavelmente atrás dos Flatpaks quando o assunto é a experiência do usuário comum no desktop. Tanto em termos de número de aplicativos (aqueles que as pessoas realmente procuram e usam no dia-a-dia) quanto em termos de manutenção dos mesmos. Não é legal quando aplicativos populares, centrais para o sistema, são exibidos em destaque na loja e não entregam boa experiência ou ficam muito tempo sem receber atualizações.

Eu ainda adoro o Ubuntu e torço para o sucesso dele. Mas não há como negar que existe um foco específico, e a comunidade precisa perceber isso. E, nesse cenário, não tem como deixar de falar sobre pacotes Snap.

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“pilha negativa”…

“birra”

“faniquito”

“ódio”

Falemos da distro – de modo objetivo – e não, mal dos colegas.

Lembremos aquela primeira regra da creche: – “É feio beliscar os coleguinhas”… :wink:

Achei ótimo, esse vídeo! – e notei um “pequeno detalhe” que passou batido:

Um dos motivos para justificar a substituição de pacotes .deb (por Snap), é que exigiam muito tempo, trabalho, máquina etc.

E o que vemos, agora?

:grimacing:

Já vimos a Canonical investir em coisas “só dela” – em vez de se somar aos esforços que já existiam – e depois, abandonar… Unity, Convergência, Upstart, Mir.

Diante dessa “queixa” da Canonical, de que o Snap está lhe custando mais do que pode pagar…

Se eu fosse desenvolvedor – com dificuldade para manter 2 empacotamentos – eu abandonaria Flatpak para apostar tudo no Snap?

[erro meu, apontado pelo @Natanael.755, a quem agradeço o alerta]

Ainda, 2 coisas que me chamaram a atenção, no conjunto de comentários, até agora:

  1. Parece que os Snaps atendem melhor no caso de servidores, IoT etc. – mas não, para desktop – que aliás, não é mais o foco da Canonical.

  2. A questão é “recomendar” ou “não recomendar” – o que só faz sentido, para iniciantes – usuários desktop.

Como já disse, eu sempre recomendava Linux Mint Cinnamon (que é um Buntu LTS) – embora eu prefira KDE Plasma – e depois de muitos anos usando Kubuntu LTS, passei a usar mais o KDE Neon (também Buntu LTS), que por sinal, foi criado pelos desenvolvedores “saídos” do Kubuntu (uma, entre várias tretas chatas, em que a Canonical já se envolveu).

Portanto, nunca rejeitei os “Buntus LTS”, como distro – Kubuntu, Mint, Neon – e o fato de preferir KDE nunca me impediu de recomendar Mint Cinnamon (ou Xfce, conforme o caso).

(Nenhum “ódio” contra outros “Buntus”, citados pelos colegas como “mais amigáveis para iniciantes”, como Pop!OS etc. – Apenas, nunca experimentei, por isso seria desonesto sair recomendando).

Nenhum “ódio”, tampouco, por não recomendar “Gnome” – implícito em “Ubuntu”.

Uma coisa é “recomendar” – coisa que só faz sentido “para iniciantes”. – “Odiar”, é outra coisa, que não tem nada a ver, num debate razoável.

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Certo, concordo parcialmente. No entanto, evite colocar um recorte muito pequeno e vago, isso provoca pós-verdade; um recorte que não mostra a visão completa do autor que é amplamente divulgada e pode-se mudar ou distorcer o significado original.

Deixo bem detalhados, no meu comentário, os motivos da minha recusa aos snaps e também abordo a questão do suposto “inutilianismo” que algumas pessoas atribuem ao Ubuntu. Fazer um recorte e dizer que estou desviando o foco para o público sem motivo é uma distorção. Explico claramente que muitos dizem que não usam o Ubuntu por causa dos snaps, na verdade, apenas repetem críticas sem fundamento, alimentando essa visão negativa do sistema. Sendo que, em menos de 30 minutos, é perfeitamente possível remover os snaps e configurar o Flatpak.

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Pera aí jovem isso é uma queixa de um desenvolvedor de um app em snap e não da Canonical, para a Canonical snap ainda é mais econômico que .deb, é só ter em mente que cada atualização em em um pacote .deb
Sempre custa 3x mais que a versão snap

E ainda bem que ela faz isso, em 2012 a Canonical falava de convergência enquanto o GTK pensava em otimizar espaço no desktop para touch e o Qt em consolidar o desktop orientado a mouse e teclado, hoje de 2023 pra cá temos famílias inteiras de aplicativos Qt (com kirigami) e GTK (com libadwaita) voltados para convergência

A Canonical insistiu no upstart, anos depois o SystemD deu o braço a torcer e implementou sockets de ativação realmente úteis

E por aí vai, a Canonical ir na contratação força os outros a mudarem alguns pensamentos que melhoram pra todo mundo

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Concordo!.. em parte.

Em geral, eu coloco um recorte maior (na citação incorporada), para que a ideia do autor fique mais clara – quando se trata de concordar ou discordar da ideia do autor.

Neste caso, quis chamar a atenção dos colegas para as farpas embutidas – e que muitas vezes passam desapercebidas no raciocínio proposto pelo autor. – Em alguns casos, eu até concordo com o raciocínio. Só achei erradas, as pequenas farpas.

Para ver o raciocínio completo de cada autor, basta clicar naquelas 2 setas, ali no alto, à direita de cada citação: – Uma, traz o comentário completo, num box. – A outra, remete ao comentário completo, lá onde foi postado:

Também acompanho as “pós-verdades” – em especial, as da “grande mídia”, que atinge zilhões de pessoas. – Muitas vezes, elas são passadas em “pequenos detalhes”… que são pouco percebidos, no conjunto das notícias, mas têm um impacto enorme, exatamente porque passam desapercebidos. – Não são analisadas conscientemente. Vão direto ao subconsciente, sem análise (por não serem “o foco”, e não chamarem atenção), e ali se acumulam… uma… dez… milhares, ao longo do tempo.

Aqui no Fórum, tenho observado que é quase “padrão”, desqualificar quem discorde de qualquer aspecto da “corrente principal” – e isso não está nos argumentos em defesa da “corrente principal” – mas, sim, nas “pequenas farpas”… que passam desapercebidas, como se fossem apenas “vírgulas” no meio dos argumentos.

Agradeço pelo alerta, @Natanael.755 – e já “risquei” o trecho em que pisei na bola.

Fica sendo, então, apenas 1 exemplo de desenvolvedor que fez o que a Canonical costuma alegar: – Reduziu o tempo gasto com mais de 1 empacotamento. – Optou pelo Flatpak e abandoou o Snap. :wink:

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Posso responder pelo meu uso, recomendações só funcionam ate você testar.

Uso kubuntu, e sinceramente não me importo se os aplicativos sao flatpack, snap ou .deb

Queria usar Arch, manjaro, biglinux mas…

O importante para mim é ligar meu pc e tudo rodar o mais fluido possível sem dar problemas, e o Kubuntu foi onde achei isso.

Povo reclama do snap, mas que tenha outros formatos, quanto mais aplicativos para Linux melhor nao importa o formato

Então eu recomendo Ubuntu :grimacing:

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Uma dúvida…

“Ubuntu” (Gnome)… ou Kubuntu?

Não me adaptei ao gnome, acho ele muito bonito mas nao consigo me acostumar com ele, uso KDE pois funciona melhor pra mim

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Pessoal, o Ubuntu tem um recurso matador que vai fazer ele continuar sendo a opção principal de muitos usuários, principalmente usuários corporativos: o LTS.

Nenhuma distribuição Linux está entregando um sistema operacional com suporte LTS gratuito de 5 anos, com a possibilidade de estender para 12 anos por meio de pagamento ou de forma gratuita para poucas máquinas, e ainda com a possibilidade de atualizar para novos lançamentos.

O mercado corporativo trabalha com previsibilidade, o que chamam de estabilidade. Computadores custam dinheiro, desenvolver sistemas custam dinheiro, e então é necessário garantir que os sistemas computacionais possam funcionar por anos sem que seja necessário atualizar o hardware e sem que seja necessário lidar com as novas necessidades que uma nova versão do sistema operacional impõe.

Alguns vão dizer que Mint, PopOS e ZorinOS também tem suporte LTS, na verdade eles não tem não. Eles são baseados em versões LTS do Ubuntu, e o suporte é provindo do Ubuntu, mas essas distribuições alternativas usam pacotes que a Canonical não garante suporte, então é um engano acreditar que o mesmo suporte que a Canonical oferece para o Ubuntu também está disponível para as remasterizações baseadas nele.

Fora do mundo DEB da força, a única que faz algo similar é a Red Hat. Mas convenhamos, usuários domésticos e de pequenas empresas dificilmente buscam instalar o RHEL Desktop, mesmo com o esforço da Red Hat em oferecer suporte gratuito para pequenos escritórios.

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Na minha opinião o Ubuntu está se tornando independente com servidores próprios. O Deepin fez a mesma coisa mesmo sendo baseado no Debian Stable, ele usa os próprios servidores sem depender do debian.
Independente disso querendo ou não nós dependemos do ubuntu e o debian para as nossas distros baseadas do mesmo.

Bons dias a todos…
A recomendação de uma ou outra distro tem muito haver com a experiencia pessoal de uso, ou com as convicções pessoais da pessoa. Tenho uma amigo que odeia Ubuntu, o cara prega contra mesmo, faz discursos inflamados contra a Canonical. Ele é o que eu chamo de militante radical do software livre. Seria um cara de extrema direita ou de extrema esquerda, só para vocês entenderem.
Gosto e sempre gostei do Ubuntu. uso ele desde a versão 9.04. Acompanhei muitas tretas da “comunidade”, mas a Canonical é o que é, uma empresa que busca melhorar seu produto, por vezes acerta, por vezes erra. Mas eu gosto da Canonical, não sou um esquerdista que odeia as empresas que buscam lucro. Sou um homem sensato e centrado. A algum tempo deixei de usar o Ubuntu para usar o Mint. Gosto do Cinnamon. É uma interface agradável e fácil de se usar. É muito mais facil alguém que vem do mundo Microsoft se adaptar a usar o Cinnamon do que usar a interface do Ubuntu. questão de gosto, similaridade, facilidade, etc. A curva de aprendizado é outra. Quando vi que existia outro “flavor” Ubuntu com o Cinnamon, fiquei extremamente interessado.
Estou testando a versão 25.04, e tirando a polemica do snap, realmente, tiro meu chapéu. Muito bom, estável, funciona muito bem na minha velha nvidia 1060, com dois monitores. Até o Webapp-manager eu consegui deixar totalmente funcionando aqui no Ubuntu!
Tem tantas versões no “mercado” hoje, para todos os gostos, porem, a grande maioria delas vem de todo o trabalho duro da Canonical e do Ubuntu. Acho injusto muitos chamarem o Ubuntu de distro ruim quando este mesmo usa uma distro base Ubuntu. Ou mesmo Debian, que é a base do Ubuntu. No fundo, é uma questão de gosto. O wayland, por exemplo, muita, mas muita gente torceu o nariz. Hoje todo mundo usa, até distros não-Ubuntu.
Para terminar, Ubuntu sempre vai estar por aqui, inovando, dividindo opiniões, mas vai sempre estar aqui, sendo a base para muitas outras distros, independente do seu ou do meu gosto pessoal.
Um abraço.

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Por causa dos snaps, além de serem lentos e dar bugs em outros desktops como no kubuntu por exemplo o ícone do Firefox snaps não aparece na taskbar, o servidor desses snaps também é de código fechado o que algumas pessoas não gostam, Ubuntu foi meu primeiro distro era muito bom, mas volta e meia eles querem reinventar a roda foi assim com o unity que eu tb odiava depois eles desistiram do unity agora espero que desistam dos snaps tbm.

Você está enganado rapaz, a base do Debian é o FreeBSD
O Debian nasceu em 16 de agosto de 1993 e o Ubuntu em 20 de outubro de 2004.
O que chama a atenção no Ubuntu é seu significado: Ubuntu significa, “A humanidade para todos” ou simplesmente “Para todos” nos idiomas zulu e xhosa do sul do continente africano.
Não é tão diferente do “Forró” que veio da palavra americana que significa “Para Todos”
Devemos levar em consideração que o Ubuntu mudou para sempre o conceito de um sistema livre e acessível para todos de graça sem fins lucrativos. Agora você vê se no windows já é pago e tudo mundo usa e o linux que é de graça e já tá tendo isso, imagine se ele fosse pago, será que a balança estaria equilibrada hoje em dia ?

Acho que não me expressei direito.
Debian é a base do Ubuntu, que é base de trocentas distros que são recomendadas.
Se não me fiz ser claro, peço desculpas neste ponto.
Vida longa e próspera!

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Isso não é correto de forma estrita. O Debian não é baseado em nenhum sistema operacional anterior, os idealizadores do que viria a se tornar o Debian eram em parte dissidentes do Slackware que não estavam satisfeitos com a direção do projeto.

:vulcan_salute:

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Puxa vida rapaz, eu dei mancada, eu tinha me esquecido disso, desculpe.
Informação assimilada.

Eu tinha me esquecido que os núcleos Slackware, Debian, Red Hat e Arch Linux são os progenitores do linux e graças a esses 4 nomes é que surgiram milhares de distros.

Quanto mais eu estudo mais me esqueço das coisas mais importantes.
Foi mal aí Sr Edson.

A primeira distro linux.

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Sou eu que devo desulpas rapaz mas sua teoria é muito boa.

Concordo 100% nesse aspecto:

Uma das primeiras coisas que me encantaram no Cinnamon, foi a fluidez do Menu.

Eu sempre preferi o KDE – mas o Kubuntu e o Debian vinham com o “Kickoff Menu”, também chamado “Application Launcher” – cuja navegação se dá em zig-zag.

Se você quiser ver o que existe em cada “categoria”, precisa clicar em cada uma delas – depois clicar para voltar ao Menu principal – depois clicar em outra “categoria”… até o mouse se acabar:

… enquanto no Cinnamon, bastava passar o ponteiro do mouse em cima de cada categoria – sem precisar clicar.

Como eu não ficava fuçando no KDE, nem na web (porque o trabalho absorvia tempo demais), demorei mais de 5 anos para “descobrir” que o KDE já trazia 3 alternativas para escolher:

Uma delas, o “Application Dashboard”, se parece mais com o do Gnome (acho eu):

Mas o que adotei, desde 2016, é o “Application Menu” – baseado em “cascade popup menus” – que tem a fluidez que eu via no do Cinnamon:

(Tenho a impressão de que o do XP também fosse assim, mas não lembro mais, pois deletei em 2016).

Essa “descoberta” eliminou 90% da minha atração pelo Cinnamon. – Ainda explorei inúmeros detalhes das configurações (KDE versus Cinnamon), mas concluí que o KDE ganhava de 10 x 0… pelo menos, para meu gosto pessoal. – Mas continuo recomendando o Mint Cinnamon (ou Xfce, em alguns casos) para iniciantes vindos do Windows.

(Só não recomendo Zorin, Pop!_OS etc., porque nunca usei, então não posso falar).

O tipo de pessoa que você descreve, não é exclusividade da esquerda, nem da direita, nem dos que “não recomendam Ubuntu”. – O nome disso é “monomaníaco”, “fanático”, “intolerante”, anti-social" etc. – mas podemos chamar, simplesmente, de “chato bagaray”.

Existem pessoas assim em todas as religiões, em todas as correntes políticas, em todas as “causas” que se possa imaginar – e prejudicam as ideias que pensam estar defendendo: – Todo mundo se afasta, evita, deixa de seguir, bloqueia, foge deles como o diabo da cruz!

Tornam “antipáticas” as ideias que defendem.

Não são maioria, em nenhuma religião, corrente política, ou “causa”. – Apenas, são barulhentos, enchem as redes sociais, enchem alguns fóruns, enchem a paciência de todo mundo – e projetam uma péssima imagem daquilo que pensam estar defendendo.

Acho errado “igualar” a esses chatos – qualquer pessoa que tenha ideias diferentes das nossas. – Isso desvia o debate, do campo das ideias, argumentos, características técnicas… para a negação pura e simples, das pessoas que discordam da gente.

A maioria das pessoas são “sensatos e centrados” – independente de concordarem ou discordarem de nós! – Se entrarmos por esse caminho, acabamos fazendo, +/-, o que criticamos neles.

Em todo caso, aqui no Fórum não existem pessoas assim. – As que apareceram, ou saíram, ou acabaram percebendo que “barulho” não dava o resultado esperado, e se acalmaram. – Mas quando atribuímos essa “chatice” a quem discorda da gente, só podemos “atingir”… os que estão aqui!

Por isso, acho que não faz sentido, substituirmos argumentos – por “desqualificação dos que discordarem da gente”.

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O Kick-Off ele também faz isso, só que não é ativo por padrão. Está nas configurações dele:

Mas isso é nesse Kick-Off que existe o Plasma 5.21. E é mais ou menos assim:

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