Linuxfx uma distro brasileira

Exatamente por isso, @Tosca16. Eu não testaria para usar no dia-a-dia. Pelo que vi é um Ubuntu com Plasma e mais nada.
Se houvesse alguma aplicação específica, algo diferenciado das outras distribuições eu daria uma chance.

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Assim, eles prestam serviços; pra quem é cliente deles usar o sistema lá personalizado deles facilita o suporte, pra quem como eu e vc não vai usar pra portaria digital, reconhecimento facial ou de placas, não vejo diferencial algum.

http://www.linuxfx.org/index.php/sistemas-operacionais/linuxfx-10-w

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O Dio fez um video sobre a distro:

Ela utiliza o logo do Windows e outras coisas proprietárias da Microsoft, e isso pode ser um problemão se a Microsoft souber e processá-los por isso :thinking: :v:

Caso tenha interesse, tem outros tópicos aqui no fórum sobre a distro :slight_smile:

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Na boa, eu achei pitoresco, só isso. Acaba servindo de âncora pra quem quer e precisa sair do Windows. Tem formas melhores de acostumar as pessoas às distros Linux. Mas se é pra enganar o chefe ou a tia que não admite usar outra coisa, pode servir - se bem que o Endless serve melhor, vide o vídeo do Dio

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk verdade !

legal (20carecteres)

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Não gosto de distribuições que tentam “enganar” o usuário para que pareçam ser o Windows.

O Linux, bem como seus ambientes gráficos mais populares, já são suficientemente amigáveis para o usuário leigo. Se é para usar uma distribuição que imite o Windows, fique logo no Windows mesmo e peça para alguém remover todo o bloatware desse sistema operacional.

O novo usuário tem que entender logo de cara que ele está num ambiente novo (talvez um pouco assustador por conta das novidades, mas não menos amigável que o próprio Windows). Linux é Linux e Windows é Windows, cedo ou tarde o usuário perceberá as limitações do Linux Wine de rodar plenamente certos programas, como o Microsoft Office.

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Não vejo problemas, inclusive, acho válida a ideia de criar distribuição GNU/Linux com ambiente semelhante ao Windows. Afinal, a maior dificuldade de quem está migrando é o novo. Um ambiente familiar àqueles que usaram Windows facilitam a mudança e adaptação. Principalmente aos mais impacientes.

Falo isso, porque acabei de instalar o Mint e tô apanhando bastante e tem gente que até gostaria de experimentar, mas não tem paciência ou tempo de (re)aprender.

Acho que incrementaria a popularidade das distros em geral.

Mas como o colega @rasolar, tentar “enganar” o usuário é demais.

Nem entrando na questão das (i)legalidades.

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Tirando que eles estão usando o nome e os logotipos da Microsoft, achei bem interessante o projeto deles, facilita para quem vem do Windows e quer migrar para o Linux.

Quando quiser dar um “legal”, mas não quiser escrever, apenas clique no like. :slight_smile:

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Se eu não estou completamente enganado tem um tópico também somente sobre ela aqui.

Infelizmente so um plagio pra enganar os novatos…
Alem da falta de criatividade, mas e algo comum dos brasileiros(ou pelo menos uma “certa parte”)

Me surpreende que a Microsoft ainda não tenha feito isso. Eles certamente já devem estar cientes, porque há funcionários acompanhando sites como o DistroWatch. Talvez estejam esperando para ver até onde esse sistema vai.

Concordo com os colegas acima: uma coisa é fazer um sistema que tenha um workflow semelhante ao Windows para facilitar a migração dos usuários típicos. Outra completamente diferente é copiar o sistema e montar algo assim, tentando fazer o GNU/Linux se passar por Windows.

Pessoalmente, considero isso questionável mesmo no campo ético, e acho que o sistema pode atrair uma imagem ainda mais negativa para a comunidade open source, porque parece uma tentativa desesperada de tentar atrair usuários (além de dar a entender que o GNU/Linux, no geral, não é bom o suficiente, e que precisa copiar um sistema proprietário). As intenções dos autores são compreensíveis e totalmente válidas, mas a maneira de implementar isso… Não concordo.

Ainda dá tempo da distro se diferenciar do sistema da Microsoft e se tornar única. Espero que façam isso, mesmo para garantir a sobrevivência do projeto.

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Questão de facilidade de aprender, sempre preferi o antigo “Ubuntu 10.**” onde ficava fácil de ensinar as pessoas onde encontrar os aplicativos, onde achar as ferramentas do sistema, ou seus arquivos, com a barrinha de cima…
E a barrinha em cima e em baixo, sempre achei que não assustava tanto quanto a atual do lado (Embora fica até mais fácil, mas sempre assusta por causa bagunça) e a nova barra do topo acaba sendo um local meio inútil, só pra ocupar espaço (tirando na epoca do Unity, que la ficava o botão pra fechar, minimizar, e as opções dos apps, aí era muito bom, pois eliminava duas barras dos aplicativos)…
Bem, isso é a minha opinião, posso estar sendo apenas um saudosista(Não sei se é essa a palavra) uma vez que o Ubuntu 10.10 foi o meu primeiro Linux que não parece o Windows (O primeiro de todos foi o Kurumin)
Atualmente se alguém me pede uma distro pra começar eu indico o Mint, que é semelhante ao Windows, mas tem suas diferenças que não assustam tanto a primeiro momento…

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Recentemente fiquei com saudade do visual do Windows e resolvi instalar umas extensões básicas no GNOME do Ubuntu 20.10. Resultado:

É possível fazer algo bem semelhante ao Windows sem o risco de enfrentar problemas judiciais… Esse é o caminho que eu queria ver essa distribuição tomar. Além de abandonar de vez o nome “Windowsfx” e usar apenas “Linuxfx”. Esse projeto tem muito potencial.

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Fica a idéia

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Ficou bonito.

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