Linux Mint 20 traz novidades para notebooks híbridos

Confira o post completo no blog: https://diolinux.com.br/2020/06/linux-mint-20-traz-quais-novidades.html

O pessoal do Linux Mint trouxe mais um boletim informativo de como anda às novidades para a nova versão do sistema, Linux Mint 20, e tem novidades para o pessoal das híbridas.

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Gostaria de saber se o Manjaro também fará o mesmo em relação aos notebook híbridos… Vou tentar contactar o Philip Müller.
A polêmica em relação aos snaps continua e com razão, kkkk.
Em relação as cores, eu sinceramente gostei daquelas cores mais “fortes”, mas gosto é gosto.
O painel ficará bem melhor com o redesign dos ícones sem duvidas alguma.

Depois de ler o texto, ver as imagens e demais informações sobre o Mint 20, passei a compreender o amor que as pessoas tem pelo ecossistema KDE e o Flatpak. É, acho que vou testar o Kubuntu 20.04

@Dio vai voltar para o Mint? :thinking:

Espero que essa novidade sobre os notebook híbridos sejam a solução para o meu notebook hibrido que vem com placa de vídeo AMD + processador AMD Vegas Graphics 8. Qualquer coisa eu faço um relado por aqui.

Pelo o que ele falo nesse vídeo eu acredito que não kkkk

Também acredito que não boy pq ele praticamente se encontrou no Pop Os, tá sendo mais produtivo como ele tinha falado no vídeo

Poxa, uma das coisas que eu mais estava esperando nessa versão era justamente essa repaginada nas cores do tema padrão.

Eu gosto do padrão visual do tema GTK que eles utilizam, mas acho as cores meio mortas mesmo, principalmente em telas de painel TN e similares, fica tudo muito cinza.

Espero que melhore o suporte mesmo para notebook hibrido, pois tive uma certa do de cabeça para instalar o mint 19.2 no meu, ele simplesmente não saia na tela de login, graças alguns video no YouTube consegui e estou usando.
Tenho um certo medo de se eu precisar formatar, ter q fazer tudo de novo

Tu não é único que tá tendo dor de cabeça com notebook híbrido, por causa de um bug no touch-screen eu não consigo inicializar o sistema, minha esperar é o Linux Mint pq até o Ubuntu 20.04 eu não consegui instalar no meu notebook.

Ele ainda tá em “Lua de Mel” com o POP… rs
Pode ter certeza que esse relacionamento será abalado com o lançamento do Mint 20 e alguma nova função implementada, que fatalmente se sobressairá sobre o sistema da System76 e que ao mesmo tempo irá revelar que ele não é a oitava maravilha do mundo rs
Ja assisti esse filme em canais gringos e vou preparar a pipoca pra este no fim do mês rs.

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Verdade :sweat_smile:

É verdade, o Gnome parece ser a nova casa do Dio

Será?? :sweat_smile:

Vou testar a versão 20 com certeza, o sistema é ótimo, mas o Clem me dá nos nervos ultimamente haha.

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Não é como se essas coisas fossem planejadas totalmente, sem dúvida. Se eu usasse o sistema que eu mais gosto, este seria o Ubuntu, não seria o Mint. Mas o Pop!_OS tem me agradado, não só pelo sistema em si, mas pela System76 e a sua postura, são pessoas com ambições parecidas das minhas para o desktop Linux, o Carl é um empreendedor admirável.

Apesar do Linux Mint ser um dos meus sistemas preferidos, a liderança do projeto é um tanto quanto retrógrada e conservadora demais às vezes.

Esse caso do Snap mesmo, eu entendo totalmente a posição aversa do Mint ao formato, nem é esse o problema, mas a forma com que o assunto é exposto me parece até “birra de adolescente”, ou meio ingratidão até. Não é que não tem como auditar o snap em questão, não tem como o Mint auditar o snap mantido na loja da Canonical, se eles hospedassem seus próprios Snaps (a canonical até fez um tutorial), não seria problema.

Ainda assim, pode ter a questão de falta de grana para infraestrutura e tals, é compreensível que não façam. Mas é bom não esquecer que o Mint só cresceu graças a estrutura da Canonical e seus repositórios. Então, críticas podem e devem ser feitas, mas cuidado para não soar ingrato por tudo de bom que o Ubuntu fez pelo Mint, mesmo de forma indireta.

Ao você mandar instalar o chromium no Ubuntu, ele instala o chromium ( o formato não importa pro usuário final, a gente que é chato o suficiente pra se importar com isso). Usar snaps pra Canonical faz muito sentido, muito menos tempo e dinheiro gastando na engenharia e no empacotamento, o problema é do Mint, é que ele sempre dependeu do empacotando da Canonical pra grande parte do seu repositório.

Curioso é que o Pop!_OS também tem uma forma de funcionar parecida com o Mint, adoram o flatpak, adicionaram o flathub, e a questão do Chromium como Snap também seria um problema para eles, mas ao invés de chamar de “backdoor” como fez o Clem (péssima escolha de palavras inclusive), eles foram e empacotaram um deb e colocaram no repositório deles, assim o usuário tem o Chromium sem precisar do Snap, assim eles fizeram com drivers de vídeo, lutris, e outras coisas que não tinha/tem no Ubuntu até agora, sem choro, só trabalho.

Particularmente gosto mais dessa forma de contornar o “problema”.

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Cara gosto muito do Mint, mas tem coisa que falta no sistema desde que ele começou, tipo renomear vários arquivos de uma só vez, pesquisa de arquivos pelo conteúdo e etc.
Com relação ao sistema de cores ele podiam fazer igual ao Windows 7 que tinha os controles para variação das cores, ai cada um personalizaria da forma que achasse melhor.
Sobre os Snaps concordo com ele, no fundo no fundo se a Canonical crescer mais as custas do Ubuntu daqui uns dias ela vira a Microsoft do Linux. kkkk
Mais os Flatpaks ainda tem alguns probleminhas, pra mim, ainda não funcionam tão bem como os Debs, mais estão cada vez melhores.
O Clem é um tanto conservador quanto ao sistema, acho que ele preza mais pela estabilidade o que é bom também, mas, inovações sempre são bem vindas, desde que eles deem conta de tudo e não acarrete muito o desenvolvimento.
Eu estou esperando para testar o Deepin, acho ele a distro mais bonita e inovadora, porém, não tinha um pc potente, agora tenho, porém, o Mint me atende muito bem até o momento.

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Na sua opinião… o que deveria ser modificado e adicionado no sistema para que ele se tornasse mais atual ? (sou suspeito em falar porque mesmo tento máquinas c/ Ubuntu e Mint XFCE, não sou muito fã do visual Mint… utilizo mais por leveza e estabilidade e pra mim uma das mudanças simples por sinal seria adotar o Nemo no XFCE invés do Thunar… o Nemo-share pra mim é indispensável)

Foi a única coisa que achei que pegou mal e repercutiu até em canais gringos… embora eu não use Snaps (além do Whatsdesk), acredito que a turma do Mint deva manter uma relação amigável com a Cannonical, pois se eles pensam que o “Plano B” (LMDE) será adotado em massa no caso de alguma mudança drástica na base Ubuntu, irão cair do cavalo

Mesmo sendo usuário Ubuntu posso dizer que não gostei desse lance da Cannonical querer empurrar o Snap goela abaixo… poderiam ter mantido a Gnome-Software e a Snap-Store independentes, mesmo que isso deixasse brecha p/ a instalação de Flatpaks… o que vejo em comentários mundo afora é que muitos não gostaram dessa atitude… mas dos males o menor já que pode ser contornada pelo usuário

É uma pergunta difícil. Sistemas operacionais são “organismos vivos” e precisaram receber polimentos constantes para ficarem sempre de acordo com as expectativas dos clientes/usuários, especialmente no mundo Linux, onde mudar de sistema é relativamente simples e sem custo, ou seja, perder um usuário é algo que pode acontecer com bastante facilidade, e não vejo as pessoas muito preocupadas com isso.

Algumas das coisas que você falou, sem dúvida, seriam boas adições. Mas acho que o que falta ali é realmente “coragem” para inovar e focar. Ao se “envelopar” em modelo onde não se consegue muitas coisas, mas também se corre riscos, o projeto acaba ficando num certo marasmo.

Não existe um plano de negócio até onde eu saiba, não existe um “onde queremos que o Linux Mint esteja até o final do ano”.

O site do Mint é um exemplo, não é tão difícil trocar um template e deixar ele com cara de 'mais moderno", o site tem a mesma “cara” há quase 10 anos, e é ele que deveria “vender” o Mint a um usuário novato.

Esse tipo de coisa se reflete em vários approaches relacionados a todo o ecossistema do Mint, como o Cinnamon com seus ícones antiquados, que removem a marca de várias outras empresas, a falta de senso visual mesmo, onde até o verdade poderia ser contestado como cor padrão, para adoção de algo “mais comercial”, tornando o sistema visualmente mais apelativo. Criação de um mecanismos de sustento para o projeto que não dependa de doações apenas, etc.

Eu entendo mesmo a sua condição e posição, e acho que dependendo do aspecto, eu até concordo. Mas Snaps tem um potencial imenso perto dos problemas que eles possam apresentar, não posso julgá-los para fazer algo que é bom para eles (e que outros podem usar inclusive, poderia ser diferente), que pode levar o Ubuntu adiante.

Acho que a Canonical poderia ser mais branda na inclusão dos snaps de fato, mas no fim, provavelmente eles já estejam calejados disso (com razão ou não), e as pessoas vão criticar o que quer que eles façam a qualquer momento, porque o Ubuntu criou isso para isso ao tentar ser inovador e traçar um paralelo ao “padrão do Linux”, e snaps são mais uma dessas linhas.

Se vamos ser criticados sempre pelas mesmas pessoas, acredito que pensam eles, vamos simplesmente fazer o que é melhor pra gente. O Ubuntu pode perder alguns fanáticos de Linux pelo caminho, mas o Windows tem mais de 1 bilhão de usuários que pode ter um percentual conquistado.

A menos que algo mude, sejamos sinceros, tem alguma distro que conseguiria abraçar o mercado do jeito que o Ubuntu consegue? Queremos que as pessoas tenham Linux nos seus desktops ou não? Porque o caminho trilhado até agora foi árduo e de sucesso relativamente pequeno, será que não é hora de agir diferente?

Talvez o Ubuntu esteja errado afinal, mas isso o tempo nos dirá, os admiro por terem a coragem de contestar os padrões e fazerem o que acreditam ser o certo, mesmo que os outros discordem. Tem quase uma parábola quixotesca aqui. :stuck_out_tongue:

E como você disse no outro comentário 'A Canonical virando a Microsoft do Linux", na real, acho que hoje a própria Microsoft já é “a Microsoft do Linux”. Mesmo que a Canonical se tornasse isso, dependendo do que ocorra, não é como se fosse algo ruim, será que ninguém se dá conta de que para se tornar uma potência do mundo Linux dentro do mercado tradicional (de desktops especialmente), é preciso ser um pouco de Microsoft?

Há quem prefira que o Linux não se desenvolva se for para ter algumas semelhanças ao Windows, como popularidade. E o que é preciso para ser popular? Provavelmente a única distro a quem você você realmente poderia perguntar é o Android (ou o Ubuntu nos desktops). Quem será que está fazendo errado?

Quem for mais técnico e preocupado não só com o que roda no computador, mas também em como isso roda, sempre estará insatisfeito. Eu aposto que quando os .deb se popularizaram, a galera que tava acostumada com os tarballs ficou reclamando também, inventando um monde de problemas.

Anos passaram, os debs se padronizaram, e agora vemos a mesma coisa com os novos formatos.
Uma coisa eu considero é certa, a mudança vai acontecer, não sei para que lado, talvez para todos eles, mas ela vai acontecer.

Cabe a gente entender onde nos encaixamos nessa história, se é que precisamos nos importar.

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Refresque minha memória pq não me lembro em qual comentário “EU” disso isso rs…

A minha maior crítica em relação ao Snap é em relação ao desempenho… encher o sistema de /loop e algumas aplicações simplesmente não funcionar como deveriam

Em um i5… i7… com 16GB/32Gb de Ram o desempenho dos Snaps podem passar batido… mas quando se trata de PC’s 775 ou Notebooks com HD de 5400rpm… a coisa muda de figura… grande parte dos brasileiros ainda moram no “Brazil” e com a alta do dólar, tem até lojas vendendo Placas e processadores 775 novos por incrível que pareça…

ah pedrão, foi o @Alexandre.Karvalho, como vocês dois não personalizaram a foto e ficou só com a inicial e a cor, acabei confundindo, desculpe :sweat_smile:

Eu ainda acrescentaria algumas outras coisas, tipo o ícone do mouse ser bugado em algumas aplicações e tals. Mas o desempenho mesmo, que sempre pode ser melhorado, talvez seja uma das questões.

Usar /loop mesmo não vejo como problema, desde que não fique enchendo o monitor do sistema ou o GNOME Disks, de boas. Flatpak fica enchendo o /var e os debs ficam por “todos os lados” e não é um problema da forma com que eles fazem, o lado interessante da montagem em um pouco único, no entanto, é que você sabe que todos os apps estão ali, mas concordo contigo, tem seus contras também.

Pois é, mas é bom lembrar que a Canonical é do Reino Unido, e grande parte dos clientes deles são Europeus e Norte americanos, ou seja “os problemas de terceiro mundo”, como velocidade de download, tamanho dos pacotes ou desempenho, não devem afetar muito o “usuário médio” deles.

Não deixa de ser um problema, claro, mas é mais um problema nosso, do que do Ubuntu, ou qualquer distro, na verdade.

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@Dio vc vai testar o Linux Mint 20.04 ou Ubuntu 20.04 em notebook Híbrido com processador AMD VEGAS 8 mais placa gráfica AMD? To com problemas em relação a isso, queria ver um vídeo de como vocês resolveria os problemas que aparecem em um notebook híbrido da linha AMD. Queria ver na prática se essas opções implementadas pra notebook híbrido funciona com notebook Híbridos que possui Vega 8 e placa gráfica AMD

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