Linux Educacional - Uma distro brasileira para escolas

Recentemente descobri o Linux Educacional, uma distro brasileira baseada em Ubuntu para escolas. Ela está sendo desenvolvida pelo pessoal do C3SL (Centro de Computação Científica e Software Livre da UFPR), e tem como foco a instalação em computadores de escolas, laboratórios de informática, etc. Ela já vem out-of-the-box com ferramentas educativas, configurações para rodar em rede, acesso a conteúdos do Portal MEC (creio que precisa de alguma configuração adicional para rodar, porque não consegui fazer rodar aqui), e outras coisas.

Roda uma versão ligeiramente customizada do Gnome e o consumo de RAM está dentro do esperado.

Quem aí trabalha com informática no setor público, creio que compensa pesquisar mais sobre a distro!

Seguem alguns prints que fiz rodando no pendrive bootável:


Mais informações: https://www.c3sl.ufpr.br/

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O primeiro contato que eu tive com uma distro linux de desktop foi justamente com o Linux Educacional, na época era o 3, e depois tive contato com a versão 4.

Minha primeira experiência com essa distro foi muito ruim :confused: pois era horrível a interface, e não era nada intuitivo, e por causa disso eu passei a evitar usá-lo.

Eu vi a review que o Dio fez da versão 6 do Linux Educacional, e cara… tá muito melhor do que as versões anteriores, porém ainda não acho adequado para usar em escolas :thinking:, não é tão amigável assim para quem nunca usou uma distro linux de desktop.
Sei lá, acho que se personalizassem o Mint para usar nas escolas ficaria bem melhor do que utilizar o Linux Educacional. :thinking: :slight_smile:

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Não vou falar dos problemas da distribuição em si, mas essa distribuição é inviável em 90% dos computadores da rede pública

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Não sabia que tinha Review do LE no canal do Dio. Achei que seria novidade pra muitos do fórum realmente :joy:

Também não achei a distro muito amigável não. Concordo com você que o Cinnamon seria uma DE melhor para quem está iniciando, principalmente por questões de adaptação.

Há de se pensar também em consumo de memória RAM, que é importante nos PCs da rede pública. O Mint costuma rodar com bem menos RAM do que o LE, pelo menos no teste que fiz aqui.

O ponto positivo seria o acesso nativo à plataforma do MEC, que tem literalmente milhares de conteúdos educacionais, desde material de apoio às escolas a até mesmo vídeos preparatórios para o ENEM. Claro, esse conteúdo também pode ser acessado pelo navegador.

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Vale a pena assistir.

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Não é não, se fosse os computadores do laboratório de informática da Universidade Federal em que estudo não estariam com Windows 10.

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Liberdade Linux (nome um tanto quanto irônico)

“Alguns componentes incluídos no Liberdade-terminal, como os drivers de softmodems são gratuítos mas não são livres ou open-source.”

Fonte: http://sergiogracas.com/liberdade_terminal/index.html

Liberdade não pode ser um conceito exclusivamente relacionado a softwares livres. A liberdade também está em poder escolher entre pagar por um sistema proprietário ou usar um open source. Essa também é uma liberdade de escolha.

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Eles poderiam fazer uma remasterização do Mint já com esse acesso nativo à plataforma do MEC. :thinking:

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Isso varia muito de cada local, há escolas que tem computadores razoavelmente bons e outras com computadores antigos, e em muitas dessas escolas públicas muitos PCs não funcionam (pelo menos essa é a realidade de onde eu moro) :confused:

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Para essa questão educacional, o Endless me parece ser a melhor opção.

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É uma boa opção, além de ser fácil para quem usa um smartphone, e também por sua segurança. :slight_smile:
Acredito que o único “problema” é que poderia ser pesado para PCs mais fracos, ou estou enganado? :thinking:

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Não vou saber te dizer, pois nunca utilizei o Endless.

Verificando os requisitos, qualquer computador lançado de 2007 pra cá deve rodar - no site, a informação sobre processador (GHz mínimo) não está presente. Acredito que no mínimo 1.7Ghz seja suficiente; o ideal superior a 2GHz.

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Tenho um aperto no peito toda vez que vejo aquelas máquinas com i5 e 4 Gb de RAM travando com Windows 10. Na moral, pra mim isso é desperdício de dinheiro público. Há algumas máquinas lá que usam Ubuntu (não estão disponíveis para o público), poderiam fechar uma parceria com a Canonical pra suporte e tudo mais. Ou com alguma empresa por trás do suporte de alguma distro que seja útil para acadêmicos.

Obs.: obviamente, o pessoal da gestão do TI na Universidade bloqueou acesso a vários tipos de pesquisa, execução de software e acesso a configurações do sistema. Na teoria era para o sistema estar bem seguro e eficaz, certo? Porém, os antivírus estão com a licença vencida, o Edge é uma droga em desempenho (se comparado com Firefox) e o próprio sistema dá travamento na simples tarefa de abrir janelas!

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O Windows 10 puxa ~700 MB de RAM o LE pelo menos até onde pude testar puxa 1.2 GB na largada, considerando que pelo menos na minha região os computadores tem em média 2 GB de RAM o LE não rola

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Isso é falta de pró-atividade do setor de TI. Passam no concurso e estão cag*ndo em fazer um bom trabalho.

No campus-extensão da minha Universidade, tinhamos um link relativamente bom de acesso. Mas o sinal era distribuído de maneira vergonhosa pelo campus. Mesmo tendo roteador do lado, não conectava… E se conectava, era uma velocidade pífia (até o Google demorava a pesquisar).

Apesar de eu ter diploma de técnico, mas não trabalhar na área. Em vários momentos me vi fazendo um serviço muito melhor, diante dos “técnicos” que se apresentam ao mercado (principalmente os concursados).

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O Educacional definitivamente não é a melhor opção para as escolas, me recordo que tivemos outras opções brasileiras como o Eduzeru, mas que por motivos óbvios não foi pra frente, que é a falta de incentivo e recursos; apesar disso não é tão difícil pegar uma distro como Mint, Fedora ou Ubuntu e transformá-la numa distro “educacional”; mudando algumas coisas, e especialmente selecionando app’s que se adequem a proposta de ensino. Essa imagem a baixo é de uma implantação do Regata OS numa escola, escola Zélia. A distro não tem o foco educacional mas tem sido utilizada nos computadores desta escola.

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Eu não sei quem foi a pessoa que teve a ideia de por a interface Gnome nas escolas, nada contra, mas olhando os hardwares antigos ou fracos que temos em muitas escolas seria mais lógico utilizar-se de um XFCE da vida… Apesar disso tenho lido que as máquinas que estão vindo nos pregões tem desempenho suficiente para rodar o LE, que é algo lógico, o que me deixa com o pé atrás seria quanto a atualizar as já existentes em muitas escolas.

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Achei a distro bonita, mas creio que faltam alguns retoques na aparência para que ela fique perfeita. Creio que o gnome não seja uma boa escolha para as escolas. XFCE seria mais intuitivo sei lá.

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Sim o problema é mesmo os computadores atuais estão vindo com o “suficiente pra rodar o LE” mas esquecem que a pessoa também vai rodar navegadores em cima

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