Distros com BTFRS nativo

Não sei se é a palavra adequada. Mas acho que o excesso de ambição deles cobrou seu preço. No “papel” é uma distro bem legal - muitos apps gráficos de configuração do sistema, manutenção, uma aparência especial (um tanto rococó demais, mas nada que alguns ajustes não resolvam). Mas pouca coisa funciona de fato; o gerenciador de kernels não oferece outros kernels, que precisam ser instalados pelo Pamac. O suporte a Pipewire, que deveria funcionar, não vai (e eu rodo Pipewire no Manjaro Gnome aqui sem problemas). O app de instalação facilitada de programas não funciona. Um belo projeto que não tem as pernas pra se manter. Acho que se fosse menos impetuoso, seria melhor. Mas ter o chaotic-AUR funcionando é um ponto positivo sim

Ainda cogito instalar o Mabox como segunda distro, mas preciso ver como faria isso em btrfs e estou com pouco saco pra customizar o Openbox e deixá-lo mais bonitinho (ou menos feio) - mesmo a custom do Mabox já ser um belo trabalho, em se tratando de WM

Sem querer me meter muito no assunto (mas já me metendo rs). Se vc precisa usar algo mais estável e focado em produção, não seria mais interessante considerar usar distros no modelo LTS, Fix Releases? Pondere se vc realmente precisa usar sempre a ultima versão do Kernel, Pulseaudio, softwares de trabalho ou quaisquer outros componentes.

Sou suspeito em falar, mas Tumbleweed parece se encaixar muito bem quando o assunto é “tranquilidade”, pois usei durante 8 meses e não tive nenhum problema com o sistema, nenhum crash de software, foi uma maravilha. E claro, você usará BTRFS, então terá Snapshots a sua disposição para usá-los, caso algo de errado ou seja necessário.

Eu sou usuário de driver proprietário NVIDIA, então o único problema que tive em média 1 vez a cada 1 ou 2 meses, foi em relação a atualização de kernel e o driver nvidia não acompanhar o kernel, resultando em tela preta, sendo necessário bootar pelo kernel anterior no GRUB, um problema simples de ser resolvido enquanto se espera por 3 dias ou até mesmo uns 15 dias até corrigirem, mas o legal é que não interfere na sua produção, o sistema continua funcionando.

Eu só não sei te dizer como o Pipewire está no Tumbleweed, ainda não cheguei a usá-lo, inclusive esse Pipewire está sendo uma novidade pra mim (sou atrasado em novidades).

Em relação a comunidade openSUSE, eu só conheço um pouco a comunidade alemã do Facebook, eles foram atenciosos comigo quando precisei, pediram log e me orientaram nas poucas vezes que precisei, enquanto a comunidade brasileira de Facebook parece meio morta (demoraram 8 dias pra aprovar minha publicação), um dos motivos que fez visitar a documentação do openSUSE, para não ser dependente de “talvez” um mal suporte comunitário, e por sorte a documentação e Wiki do openSUSE são bem ricos e amigáveis.

Também tem o Gecko Tumbleweed neh? Ainda não o conheço.

Embora dizem que o Fedora parece ser melhor quando usado com GNOME, “eu acho” que o Spin KDE Plasma deve funcionar perfeitamente, não consigo imaginar um motivo para que não funcione bem, então acredito que seja um candidato como plano B.

Olha… kernel eu mantenho LTS. Mas há algumas coisas que sim, eu quero as últimas versões, em especial apps gráficos. Não sei como está no Ubuntu, mas a última versão do Inkscape, por exemplo, está muito superior à anterior. E eu tenho certa ojeriza ao apt, cansei de quebrar sistemas com PPAs. Tanto que as demais opções seriam o Fedora ou mesmo OpenSUSE/Gecko/Regata Leap…

Essa experiência com o Garuda merece um tópico próprio (que poderia até entrar para os Artigos da Comunidade).

Sim, eu pesquisei pelas spins do Fedora tbm. Mas me incomoda não conseguir usar o Dolphin em modo adm. Se for pro Fedora, iria com XFCE. Mas o Anaconda é tão mal falado que me assusta um pouco, admito

Se o tempo me permitir, escrevei algo mais completo sim

Entendi. No caso vc n deseja usar uma distro LTS e usar ppas para alguns softwares. Nesse caso, te indicaria o Manjaro. É bastante conhecido, tem uma boa documentação e acho que será bem mais difícil “quebrar” ele com as atualizações. A não ser que vc vá modificar muitas coisas que venham a afetar a estabilidade do sistema.

Eu já uso o Manjaro, é a distro principal aqui, onde faço de tudo - uso na versão Gnome em ext4. Não cogitei instalar outra versão, com DE diferente, pq ia ser meio redundante, e não sou dev do sistema (coisa que o TioGuda, do Manjariando, é, fazendo sentido pra ele ter 3 Manjaros instalados). As ideias de um plano B são ter uma saída em caso de problemas e, ao mesmo tempo, aprender mais sobre outras bases - e nisso, não nego, esse tempo de Garuda me ajudou a ter mais conhecimento

Pera aí… @u_lts, como assim vc não sabe que sou o Mago do Manjaro? Hahahahaha

Ahh tendi agr. Vc está usando outros sistemas pra pegar conhecimento e como uma forma de “backup” caso o seu principal dê problemas. Mas voltando ao assunto do titulo. Qual tua dificuldade com o btrfs?

Entender isso de subvolumes quando se usa home separada. Por isso queria algo facilitado

Fedora rawhide é rolling release, mas vou retomar a “tese” de que o Fedora regular é a distro fixa mais dinâmica possível, combinando bem estabilidade com novidades.

Concordo, tanto que iria pro Fedora normal. Mas nunca sequer testei o Fedora em VM. Mal conheço o gerenciador de pacotes dele e nunca vi a cara do Anaconda, só de ouvir que é complicado. O Gecko tem uma vantagem interessante: Calamares

Hoje só uso Ubuntu, mas já usei Fedora por bastante tempo. Não é complicado, é só diferente. Usa pacotes .rpm e seu dnf para gerenciar os pacotes. Basicamente se eu precisasse sair da base Ubuntu hj iria direto pro Fedora. Quanto ao seu gerenciador de instalação é muito completo! Qualquer duvida pode lançar aqui no fórum q eu te ajudo!

Ou Presto

image

Pô, valeu… mas se prepare, pq será na base de particionamento manual e triple boot em UEFI… só não sei quando; primeiro, preciso de tempo, este é um projeto a ser amadurecido. Segundo, ainda estou mais tentado pelo Gecko ou pelo Regata (esperemos que o @Krill nos avise quando sai a versão baseada no Leap 15.3; e quero ver ainda a oferta de programas, mas parece que é sim realmente boa, ainda mais que não uso snaps mesmo, só repos, compilados e flatpaks)

kkk. Só manda! Felizmente já sou bem experiente na arte de instalação de Linux rs seja dual, trial boot.

Em 2017, o instalador do openSUSE Leap recomendava BtrFS para /, e XFS para /home ─ mas era possível escolher ext4 para /home, e se quiser preservar o que já tem nela, basta marcar para não formatar.

Na imagem acima, as opções da /, como exemplo da opção de não formatar.

Na foto acima, a opção de visualizar as partições tipo fluxograma, que facilitar evitar erros.

Os subvolumes eram sugeridos por padrão. Hoje são em menor número.

Infelizmente, não criei partição /home ao instalar o Tumbleweed em 2020 (e não fiz um relato), por isso estou mostrando imagens de 2017, que foram tratadas, e fiz um relato na época. Foi minha segunda experiência fora do mundo Debian, e consegui instalar, lendo tudo com muita atenção. Só foi um pouco mais demorado, para evitar erros.

Pegando um gancho com as explicações do @frc_kde

Aqui está um trecho da documentação que fala sobre BTRFS, Instantâneos (que são os Snapshots) e o tamanho da partição raiz:

Página traduzida automaticamente para facilitar a leitura.

Agora, sobre manipulação de partições Windows que o instalador propõe:

Proposta com uma partição /home separada:

O openSUSE não sugere mais uma partição /home separada, porém, a documentação deixa claro que se você quiser separar a /home, você pode fazer isso (eu sempre faço isso).
Assim que você separar a /home, por padrão o instalador irá sugerir o sistema de arquivos XFS para ela, mas você pode escolher qualquer outro sistema de arquivos que desejar.

Aqui está o motivo pelo qual eles sugerem o XFS para uma /home separada:

14 de Julho de 2015

Referências:
Start-Up | openSUSE Leap 15.3
Why BTRFS for / but XFS for /home?