Dia #1 do Linux, os bloqueios mais comuns

Para quem não sabe, eu estou gravando aos poucos as minhas tentativas de transições do Linux. Eu já usava muito open source por mais de uma década, então a experiência office e edição de imagens não é exatamente um problema.

Com isso dito, sem nem mesmo entrar em programas que vou precisar do Wine pra rodar, eu já encontrei três programas que é preciso sair da loja tradicional que proporciona conforto e segurança para tentar me virar no Linux. O que enquanto é esperado, vai contra toda a ideia que usam para convencer em vídeos e tópicos sobre a migração, “você não precisa mais tocar no terminal”.

Eu entendo os propósitos do terminal para soluções de problemas (é uma solução única para um mundo de várias distros diferentes), e eu também consigo ver durante os anos que a comunidade que se acostumou com o Linux é bem apegada a ele. Mas para o usuário comum é ai onde o conforto acaba e a dor de cabeça começa, isso se sequer derem chance para o sistema depois disso.

No último ano, eu vejo muita conversa sobre o uso de web apps ser um facilitador, mas enquanto isso definitivamente resolve o problema, se trata de desenvolvedores cansados de se preocupar com diferentes plataformas, e não distribuições Linux orgulhosamente fazendo um esforço para abraçar novos usuários.

  1. Então eu queria saber da experiência de vocês.

  2. Qual foi o pior bloqueio do windows/mac pro Linux que vocês tiveram?

  3. Qual é o maior problema que vocês veem em tentar introduzir alguém ao Linux?

  4. Vocês já desistiram do Linux quando estavam começando? Por quê?

E…

  1. Vocês acham que empresas que tem dinheiro envolvido no interesse de tornar o Linux em geral, ou uma distribuição em particular, um sistema mais abrangente, tem feito um bom trabalho em resolver essas lombadas e buracos na jornada pra migração?
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Oii, acabei de ver o video, e penso que tudo isso que está acontecendo com você, todo mundo já passou um dia asjadhajedh

Sabe é uma curva de aprendizado, exemplo a quanto tempo você usa windows? Entende? Vai levar tempo até compreender uma base boa sobre.

Não desanime pois, no meu ponto de vista vale muito apena, eu me desponho aqui há ajudar e tentar amenizar todo essas “batidas contra a parede” que você está tendo.

~ Não tenha medo de errar sz

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@AleMunin Você diz o SAI?
Ele roda no Wine segundo o relato dos usuarios do WineApp DaraBase ele esta relatado pelos usuários como gold significa que roda igual ou melhor que no Windows usando alternativa(configuração avançada) siga as instrução dos usuários que fizeram o teste no WineApp DaraBase.

Já o Game Maker os usuários relata gold e a versão Steam o usuário que testo relato Bronze no entanto ele uso uma versão antiga do Wine(1.7.43) então pode ser Bronze por ter menos recurso de compatibilidade que as versão mais recente.

A Steam gosta muito do Linux então ela desenvolve um fork do Wine ele chama Proton e é ativado na Steam Play

marque as opção assim como eu marquei para ativar em todos os titulos assim você podera tentar usar Software que são somente para Windows na loja Steam.

Eu não lembro se tem mais algum programa que você disse que não pode ser negociado.

Entenda a natureza humana as pessoas recomendam aquilo que gosta então você vai ver varias pessoas dizendo para você usar distro xxxx isso é natural do ser humano.
O negocio é você testar e ver o que acha.

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Interessante a definição de usuário comum, no qual você obviamente se auto enquadra.

Mas só o fato de vc necessitar de softwares específicos, eu consideraria que vc deixou de ser do grupo de usuário comum, no qual eu enquadro usuários que estarão satisfeitos com os pacotes de programas pre-instalados.

No windows não existe essa classe porque os programas pré-instalados são propaganda ou extremamente limitados, jogando rapidamente o usuário na selva da internet para conseguir programas de origem duvidosa a serem instalados com privilégios de administrador. Daí demanda a principal fraqueza de segurança do windows.

Mas quando o usuário do windows resolve entrar no mundo linux, não precisa apenas aprender as coisas novas, mas especialmente desaprender as coisas antigas. Entre elas é esse vício de fazer download de programas de sites de terceiros. Outro ponto para ter em mente é que vc saiu de um sistema operacional que tem mais de 90% dos usuários para outro que não chega a 4%. Você não terá uma infinidade de softwares específicos e não dá nem pra “culpar” o desenvolvedor em não ter uma versão pro GNU/Linux, porque sequer iria gerar retorno pro investimento dele.

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Olá @AleMunin tudo bem contigo?

Acabei de assistir seu vídeo e adoraria bater um papo contigo para poder te ajudar com algumas coisas na sua migração. Pode ser até via conferência se você quiser :slight_smile:

Seu relato é muito compreensível, a frustração por querer fazer algo e simplesmente não conseguir é algo que praticamente todo mundo já passou um dia. Existem alguns pontos do seu relato que ficarão mais claros para você conforme você se habituar que cada “linux” é um universo diferente e por mais que eles possam compartilhar coisas, geralmente é cada um por si - citando especificamente quando você fala da possível integração entre lojas de diferentes distros.

Sobre as compatibilidades de softwares específicos da sua profissão, muitas vezes depende das empresas específicas receberem esse de feedback. Mandar um e-mail para essas empresas que produzem os softwares e até mesmo para as distros citando essas travas pode ajudar bastante.

Sobre distro hopping e achar a distribuição mágica, eu particularmente penso que isso é como encontrar o pote de ouro no final do arco-iris. Conforme você se tornar tão proficiente no Linux quanto você é no Windows, você vai começar a depender cada vez menos da distro e vai ficar muito mais focado nos programas que você usa e no seu fluxo de trabalho.

:vulcan_salute:

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Não é legal generalizar assim. No Fedora, por exemplo, a adição de novos repositórios e experiência de uma “loja de aplicativos” é impecável, ao meu ver. Já a loja dos *Ubuntu (Zorin incluso) acho muito confusas e com funções faltando. Enfim, com mais de 500 distribuições no mercado atualmente, não é muito legal testar uma e sair falando das outras como se fossem mais do mesmo.

Na verdade foi o contrário: eu aprendi a mexer no computador com o meu pai, que usava Fedora. Quando ganhei meu primeiro notebook, ele veio com Windows, então resolvi deixar (por causa da garantia, yk). Porém, depois de um tempo usando, percebi várias coisas que me deixaram incomodado, entre elas:

  • Não ter a liberdade de escolher atualizar ou não o meu OS
  • Distribuição de programas descentralizada (mais do que em qualquer Ubuntu)
  • Desempenho não tão satisfatório em um i3 de primeira geração

Não estou dizendo que o Windows é ruim, ele só não se mostra uma opção viável para mim atualmente.

Costume e conceitos pré-formados sobre algo que nunca utilizaram. A fama de “Linux é para hacker”, “não posso usar pois não entendo o Terminal” é recorrente. Não quer Terminal nenhum? Não use. Não vai sair uma mão do monitor pra mexer no mouse e abrir o Terminal.
Além, claro, de algumas infelizes ocorrências como o caso da dependência de M$ Office e Adobe CC.

Eu desisti foi do Windows, como já contei aqui algumas vezes, de eu estar fazendo um trabalho de escola e do nada o computador resolver atualizar, a atualização falhar e ele querer resetar para os padrões de fábrica. Nunca aconteceu comigo em uma distribuição Linux. Por quê? Porque eu posso escolher quando atualizar, não atualizar, reiniciar, não reiniciar, etc.

Para mim, as melhores soluções para migração, como o próprio Zorin e openSuSE não partem de grandes empresas com milhões de dinheiros investidos nesse rumo. Por exemplo a Canonical, que foca seus esforços muito mais no Ubuntu Serve (afinal é ele que dá dinheiro). Por isso, ao meu ver, o Ubuntu não é uma boa recomendação para uma possível migração. Ele ganha em comunidade, só isso. Um usuário novo de Ubuntu vai precisar do Terminal até para instalar um .deb, por causa da Snap Store bugada.

Enfim, boa sorte na migração.

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Começando não, anos depois

Definitivamente não, já mostrei ponto a ponto isso e fui crucificado por isso

Gente, perdão pelo text wall respondendo todo mundo, eu não quero fazer nenhum spam.

Mas valeu pelas respostas mesmo, isso me ajuda muito a repensar algumas coisas!!

Eu também acho que vale a pena mano, valeu pelas palavras o/

@aguamole Sim =) Eu sei que o Sai roda no wine, só ainda nao tentei, o game maker baixando direto da steam eu não achei aquele iconezinho do linux, direto nela, mas eu vou dar uma olhada nisso. Essas são as duas razões de eu ter decidido mudar ao Linux.

Obrigado pelas instruções, se der hoje mesmo eu vou tentar!!

Interessante a definição de usuário comum, no qual você obviamente se auto enquadra.

@Deleterium Eu não me enquadro no usuário comum. Tanto que no meu primeiro vídeo eu falei que essa é a razão de eu ter decidido gravar e trazer essas discussões. Eu tenho até um curso de manutenção de computadores, que se focou no Windows, mas até onde diz respeito ao Linux, eu sou um novato.

Ainda assim, eu discordaria que alguém precisar de uma ferramenta específica não seria visto como um usuário comum, é por isso que temos Gimp, Krita, Blender, Inkscape… eu tenho amigos artistas que não tem nem um pouco do conhecimento sobre computadores que eu tenho. Só porque eles não usam o office com tanta frequência não sinto que isso os tornaria muito mais especiais o nicho do que alguém que só precisa fazer alguns PDFs ou jogar.

A razão de eu falar tanto do usuário comum, é porque existe um bloqueio muito grande ainda em migrar para o Linux, algumas coisas são ideias geradas muitos anos atrás, outras nem tanto. Então eu aproveito o ponto de ser esse meio termo justamente pra conversar sobre isso.

Exceto que logo no primeiro dia para algo como baixar a itch.ioeu estou sendo jogado na selva da internet para fazer downloads de sites de terceiros.

Eu não sei muito o que dizer pra você aqui, mais pro final do vídeo eu falo de como empresas não tem um interesse muito grande em mover pro Linux, e uma das razões é definitivamente isso. Quando me refiro no vídeo sobre empresas que tem um interesse financeiro, tentarem atrair outras para colocar algo no Linux, eu me refiro a empresas que estão suportando uma distribuição (Canonical, System 76… etc)

Acabei de assistir seu vídeo e adoraria bater um papo contigo para poder te ajudar com algumas coisas na sua migração. Pode ser até via conferência se você quiser :slight_smile:

@eddiecsilva Cara eu iria adorar isso =)

Existem alguns pontos do seu relato que ficarão mais claros para você conforme você se habituar que cada “linux” é um universo diferente e por mais que eles possam compartilhar coisas, geralmente é cada um por si - citando especificamente quando você fala da possível integração entre lojas de diferentes distros

Eu fico muito feliz em ouvir isso. Eu tenho noção que algumas coisas é simples falta de hábito e eu tento passar isso nos vídeos ou nos posts aqui. A última coisa que eu gostaria de fazer é parecer que eu tô tacando pedra nas distribuições que eu vou vendo simplesmente por falta de adaptar.

Como eu falei ali em cima, o que me encorajou a mudar foi justamente que, com um pouco de dificuldade ou não, as duas ferramentas principais de trabalho eu sei que ao menos no Ubuntu dando uns apertos que nem nos desenhos tentando fechar uma mala de viagem, elas vão funcionar. Então eu espero poder ser parte do universo Linux e poder deixar o windows para trás.

Conforme você se tornar tão proficiente no Linux quanto você é no Windows, você vai começar a depender cada vez menos da distro e vai ficar muito mais focado nos programas que você usa e no seu fluxo de trabalho.

Isso me trás aquela imagem dos avatares dobrando os 4 elementos kkk

Tomara que eu consiga isso sim =) Muito obrigado!

Não é legal generalizar assim.

@Aghbi Mas é justamente por isso que eu quero saber a experiência de vocês, justamente pra não generalizar ‘-’

Em 3 dias já me sugeriram o OpenSUSE e até mesmo o ArchLinux para um iniciante, e até mesmo uma flavor do Fedora. Eu não acho que eu vou poder testar 8, ou até 15 distros, mas a lógica em muitas é a mesma por trás de filosofias diferentes. E é isso que torna o Open Source de um sistema operacional tão fantástico pra mim.

Pessoas podem ter experiências radicalmente diferentes no próprio Windows que é considerado imutável, saber sobre o que diversas pessoas enxergam como fácil ou difícil por terem rotas muito mais distintas é algo um tutorial ou os livros que eu tenho sobre Linux que o meu curso não usou não podem competir.

Tanto que no vídeo eu não tô falando que eu tive uns delays com o Zorin portanto todas são ruins. O que eu falei foi justamente de ter distribuições que acessam as outras lojas justamente para pegar a força das outras se algo lhe deixa a desejar.

Não sei se “não use” cabe como uma opção. A mão não vai sair, mas se você encontrou uma parede pra instalar algo onde não há outras saídas você vai ter que ir lá fazer um bom aperto de mão com ela.

Esse é um ponto muito interessante! Justamente porque a maioria das opções que recomendam é o Mint. Geralmente a justificativa cai em que empresas (como no caso da qual eu dependo, a YoYogames) vão ir para onde tem mais gente, e você tem mais documentação para lhe ajudar (no caso, mais pessoas que já passaram pelo que você passou).

Eu noto que em conversas assim, o Ubuntu cai muito nos exemplos do porque a maioria dos programas só tem para o Windows, mas numa escala menor.

Como você vê algumas coisas que talvez o Fedora não tenha suporte, ter de ir abrir o terminal e usar algum comando por algo ter dado suporte exclusivo Ubuntu.

Muito obrigado mano!

@Natanael.755

Começando não, anos depois

Provoca a gente com histórias assim não mano.

Tenta falar aqui. Eu tinha muito essa apreensão justamente por causa do Reddit, onde você tentar algo é instantaneamente recomendado o Mint, e se você teve um problema legítimo onde a solução geral não respondeu, todo mundo entra na defensiva com você.

Mas foi por isso que decidi colocar a cara na câmera e trazer para uma comunidade mais amigável como aqui, pra mostrar que realmente tem alguém tentando aprender. Até agora, ninguém me decepcionou, pelo contrário, ontem eu tive um problema muito sério com o Kdenlive no Linux e as conversas aqui me tiraram muito o desânimo.

Pessoalmente o que me atraiu foi justamente a forma com que o Dio lida e fala sobre sistemas no youtube, onde ele deixa muito bem vindo diferentes opiniões. É um esforço que eu admiro muito pois é justamente o que faltava para alguém como eu voltar a se aproximar de um lugar interativo que possa me ajudar.

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Que icone é esse?
Você não conseguiu instalar a Steam? Você não conseguiu ativar o Steam Play seguindo a print que eu mandei?
Como assim quebro a cabeça para instalar o itch.io ele pode ser encontrado para Linux a que:
Download App - itch.io

Cara, continue relatando sua experiência, você vai continuar recebendo ajuda (e sugestões de distros, acostume-se), curti seus vídeos (no sentido literal) continue até o final é algo que tá fazendo falta

Não cara… não me meto mais com isso, você mesmo já respondeu essa pergunta, caso tivessem, você não teria esses gargalos

Isso me aconteceu por tentar responder essas questões usando dados verificaveis, meu conselho é:

Use Linux, se isso vai valer a pena só o tempo dirá, peça ajuda, sempre vai ter pelo menos uma pessoa disposta a te ajudar, foque numa distro só, afinal vão te recomendar centenas delas sempre que tiver algum problema, mas o principal é: Não tente responder essas perguntas nem busque respostas pra elas, use seu sistema como se isso não fosse relevante, porque ao menos que você faça sua propria distro essas perguntas não vão afetar sua vida

Hello @AleMunin :wave:

É diferente, tudo que estamos acostumados a fazer, ao tentar o novo acontece estes detalhes. Hoje cada Sistema Operacional (Windows, IOS, BSD, Ubuntu) tem seu propósito, independente de qual Kernel seja. Por exemplo, eu fico no computador praticamente 16 á 20 horas por dia, estudando e me entretendo. Com base em cursos de Educação Financeira + Canais de Vídeos e Fóruns como este + estudos de Culturas como Japão, USA e Canada eu entendi o significado da palavra Eficiência. Exemplo: Em meu PC Gamer com Windows 10, estudar e me entreter custava 1.6kw por dia enquanto fazer a mesma coisa no laptop com Arch não passa de 0.1kw por dia. Fiquei 16x mais eficiente fazendo as mesmas coisas sem perder o conforto. “Nos ensinam a Ganhar, Gastar e Guardar, mas não nos ensinam a Valorizar”, por isso a qualidade de vida do brasileiro não é boa. Eu acredito que você deveria usar o Sistema Operacional que te agrada e que faz oque você quer sem se importar com qual seja e tentar ser Eficiente isso vai te valorizar e valorizar a Nação e o Mundo em larga escala. Lembrando Eficiência não é bloquear tudo e sim poder fazer as mesmas coisas com conforto gastando menos. “Tem gente que guia um automóvel, tem gente que dirigi um automóvel”.

Cada pessoa tem seu perfil de uso, gostos, dons e facilidades, focar em algo que não gostamos é “dar murro em ponta de faca”. Eu não vejo como bloqueio mas sim como desafio e eu gosto muito. Mas repetindo isso é do meu perfil, cada um tem seu perfil. Exemplo: eu trabalhei numa Empresa onde o Dono é multimilhonário ele não sabe nem 1% doque eu sei com informática e idiomas, mas ele é focado naquilo que ele gosta. Então o pior bloqueio mesmo é insistir em algo que não gostamos ou não temos dons.

Verifica este Tópico O que você sente falta e/ou não gosta no Linux?
Tem bastante fatos, contos, história e conhecimentos da comunidade a respeito.

Depende do ponto de vista, pode ser um problema como pode não ser um problema. Em minhas experiências em indicar pessoas ao Mundo Linux na verdade é o Market que o Windows(Verdadeiro e Falso) tem aqui onde eu moro. As pessoas ficam céticas quando a questão é comprar algo que não se vende em computadores e não se tem manutenções de lojas renomadas como as distros Linux e é perfeitamente “entendível” pois tecnologia no Brasil custa muito dinheiro. Detalhe: mesmo eu oferecendo serviço e suporte de graça afim de apresentar uma distro Linux, as pessoas acabam correndo para o Windows. Market bem feito é igual Hipnose.

No meu caso desisti do Windows pois ele ficou mais “fácil” e não me ofereceu mais desafios. O Linux começou a seguir este caminho também, por isso uso o Arch, mas quero fazer um LFS além de configurar um Gentoo também, num futuro. Porém hoje descobri que, se eu quero jogar eu quero enfrentar os desafios do Game e não do Sistema Operacional, então Windows é a resposta. Por que eu perder tempo se eu quero relaxar aprendendo com o Game? Agora quando eu vou estudar então o Linux assumi a ponta, ae sim problemas e desafios do Sistema Operacional são bem-vindos.

Não tem distribuição em particular, vai de acordo com a Empresa. Eu trabalhei como Manutenção de Dispositivos(PC, Terminal de Consultas, Balanças, SAT etc) e Redes e Servidores em uma Empresa que tinha, Windows, Ubuntu, Red Hat, BSD, LILO, Grub, System-D como bootloader e a Empresa funciona perfeitamente. Vai de acordo com o foco das empresas. Ae vai aquela resposta 1 Eficiência com complemento de Segurança.

Concluindo e Moral da História :joy: Eficiência, Conforto e Gosto Pessoal são os parâmetros a serem analisados para escolher os melhores Sistemas Operacionais. Não foque em algo que você não goste, mesmo que seja para ganhar dinheiro isso é igual se auto desvalorizar, pois você estaria jogando um dom que você tem fora, valorizando algo que vai te desvalorizar no futuro.

Tae um bom vídeo do Dionatan com o auxílio de uma planilha de escolhas de OS:

Além de inumeras valiosas informações e ajuda que esta comunidade presta, direta e indiretamente.

Estas são minhas humildes opiniões e te desejo sucessos sempre!

:pray:

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Acho que depende do motivo de tentar usar Linux.

Eu mudei do Windows XP para Linux por causa de grana.

Bom. Com esse motivo não tem como “desistir da tentativa”.

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1 - Particularmente, acho o terminal ótimo para algumas coisas, e prefiro usar interface gráfica para outras. Tem coisas que eu sei fazer, e tem coisas que não, e tudo bem. Ou seja, usa o terminal quem quiser, mas não demonizo ele, afinal é possível aprender a fazer uma coisa aqui e ali nele. Fica impossível para mim não falar de algo como o OpenSUSE quando se trata de não usar o terminal, se você não quiser, mas existem outras soluções em outras distros, mas como você já viu, todas elas tem suas limitações. Nem sempre as lojas de apps são rápidas, nem mesmo possuem “todas” as aplicações. O que nos leva ao segundo ponto.

2 - Eu sou músico, e naturalmente eu mexo com música usando softwares de computador. Também gravo e edito vídeos, então preciso de um sistema que integre tudo isso. Numa instalação Windows eu sei muito bem o que baixar, como, onde e quando, mas confesso que no Linux eu sinto falta disso. As soluções apresentadas não me agradam, e há pouca disponibilidade do tipo de software que eu uso/preciso no Linux. Simplesmente não existem muitos equivalentes, só conheço apenas um. E Wine é fora de questão; uma coisa é abrir o app, outra coisa é funcionar com uma performance aceitável. E, quando se trata de música, qualquer demorazinha no som já é motivo pra arruinar tudo.

3 - As vezes eu acho que as coisas podiam ser mais centralizadas. Existem muitas distros, muitos sistemas e interfaces, mas as vezes eu acho que era mais fácil juntar tudo e fazer um sistema que não faltasse quase nada. Então, fica impossível recomendar algo para alguém sem pensar no uso da pessoa, e nem sempre a gente sabe tudo o que a pessoa vai fazer, então não tem tipo um sistema perfeito pra tudo. Acredito que, dependendo do usuário, o Linux pode funcionar tão bem que a pessoa nem perceba que trocou de sistema, e em outros não vai ter o que a pessoa precisa e ela prefere ficar no Windows ou no Mac (e francamente, tudo bem isso). Também tem a ideia, infelizmente, de que Linux é difícil e que não dá pra aprender, que uma boa parte das pessoas parece ter, mas não é assim. Eu também comecei leigo, óbviamente, e hoje eu sei algumas coisinhas. É um processo normal; quando eu era criança nem sabia o que era computador direito. Hoje eu uso um sistema diferente do padrão e ainda troco de variações dele praticamente toda semana. Aprender é algo normal, cada um tem seu tempo, mas vai acontecer. Se o pessoal visse isso, ficaria mais fácil de recomendar sitemas Linux.

4 - Já desisti no começo quando tentava instalar o 16.04 em um notebook que não aceitava de jeito nenhum. Cabou até que estragou o note, de tanto ir e voltar, combinado com minha leiguisse em fuçar de mais sem saber onde estava pondo a mão. Não sei direito o que rolou até hoje, mas não passo pelo mesmo tipo de problema.

5 - Confesso que não tenho muita opinião a respeito. Eu levo o Linux como um software livre e até descentralizado de certa forma. Acredito que as empresas tem tentado melhorar seus sistemas, o Ubuntu por exemplo deu uma modificada boa da versão 18.04 pra 20.04, melhorando em 1000% a beleza da interface, o que deixa as coisas mais atraentes. Parece até que eles investiram uma boa grana no projeto Gnome, que é a interface que o Ubuntu usa por padrão. O Fedora melhorou bastante também, está a cada dia se tornado uma distro recomendável para usuário comum (acho legal o Gnome instalar sem criar usuário, deixando isso pro primeiro boot, onde provavelmente é o usuário que fará isso), apesar de que a maioria dos pacotes ainda está no Ubuntu (programas disponíveis). Penso isso: os responsáveis por distros Linux tem pensado em melhorar seus sistemas no que eles já fazem, mas não muito em questão de rodar programas nativos de outros sistemas, ou mesmo ter suas próprias alternativas open source. (E pra falar a verdade, o Gnu/Linux não tem obrigação de rodar nada de outros sistemas. São as empresas que desenvolvem programas para o Linux, se elas não usam e ficam no Win ou no Mac, isso é meio que com elas, e não com as distros. O ideal é que um programa seja nativo.)

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É eu já não aguentava mais os problemas do Windows quando comecei a estudar o Linux e eu brincava de Dota1 e ai então saiu o Dota2 e pronto a única coisa que não era negociável passou a ser negociável perde o interesse em Dota1 e fui para o Dota2 e todo o resto era negociável.
Eu amo a Valve…

@AleMunin Já tem 3 dias que não posta video como vai o avanço?
Estava gostando de assistir a sua migração para o Linux mais…
Acabo o documentário?

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Eu sai do W10 pelo mesmo motivo. Melhor coisa que eu fiz.

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Tirou as palavras de minha boca, bro…

Só de curiosidade, mas o que te leva a migrar para o Linux?

Eu acho que o mundo Linux vem entregando produtos de excelente qualidade. Eu tendo a preferir distribuições que estão associadas as operações comerciais, assim me sinto mais seguro quanto à continuidade do sistema e costumo ter um suporte e documentação de boa qualidade.

Minha experiência desde que migrei do Slackware para o openSUSE tem sido positiva. Já tive problemas, mas foram muito pontuais e específicos. No geral, eu acho o openSUSE muito sólido, bem documentado e com um ecossistema impressionante de ferramental administrativo. Eu não acho que o openSUSE tem muito apelo no Brasil, mas eu não seleciono distribuições baseadas em poucas recomendações, eu seleciono baseada em muita leitura, seleção de diferenciais e testes.

Na época em que eu percebi que precisaria migrar do Slackware, eu testei Gentoo, Mandriva, CentOS, openSUSE e, provavelmente, mais alguma outra distribuição. Eu já não gostava do Debian, então eu não testei nenhuma baseada em Debian, porque eu acho que o APT é o maior inimigo do usuário comum.

Eu achei o Gentoo extremamente trabalhoso de manter. A documentação era fantástica, mas eu achava o Portage pior do que manter e usar SlackBuilds comunitárias. Cheguei a instalar versões bem tunadinhas do sistema em máquinas antigas (um PowerBook G3 e um Duron de 1 GHz) e depois não conseguia manter. Era inviável.

Eu achei o CentOS monótono. Era muito estável em versionamento, tinha algumas ferramentas de configuração legais, mas o Yum era um terror. O yum era lento, chato e não tinha um bom frontend para instalação de pacotes (o Yum Extender não me agradou).

O Mandriva era bem polido, tinha ferramentas excelentes de configuração e eu havia testado o sistema quando adquiri um notebook que veio com ele pré-instalado, mas eu não estava com um bom presságio com relação à nova companhia. As ferramentas de configuração, apesar de excelentes, não eram tão abrangentes, além disso, eu sentia que o sistema não parecia tão agnóstico em termos de ambientes desktop, preferindo que o usuário ficasse no GNOME ou no KDE. O urpmi parecia ok para instalar pacotes e o frontend era melhor do que aquele do Yum.

Eu escolhi o openSUSE baseado nas ferramentas de configuração do YaST2, associação a um produto comercial com muito tempo de estrada (uma das primeiras distribuições, com experiência comparável à Red Hat), polidez na configuração não só do GNOME e do KDE, mas também outros ambientes desktop, agnosticismo do YaST2, velocidade e funcionalidade do zypper para manejar pacotes e, principalmente, pelo Build Service, um serviço que coloca vários repositórios adicionais na nuvem para compilar uma série de pacotes por tema, além de permitir a criação de repositórios pessoais. O OBS, associado aos metapacotes (também referidos como One Click Install) era muito fácil de ser usado.

Eu não tive nenhum bloqueio significativo, porque migrei para o Linux quando ainda era moleque. Até a minha migração, eu nunca havia feito nada de importante com os programas piratas que ouvia dizer que eram essenciais, como os softwares da Adobe ou da Corel. Para trabalhar com imagens raster, O GIMP e outros programas típicos do Linux nunca me deixaram na mão.

Assim que as soluções de virtualização começaram a ganhar terreno para quem não queria pagar, como foi o caso do VMware Server e, depois, do VirtualBox (na época, detida pela Innotek), eu passei a poder acessar um monte de velharia proprietária, usando as versões já obsoletas do Windows das quais eu tinha migrado. O resultado é que só serviam pra brincar, porque eu nunca precisei de fato delas. Eu até mantenho umas VMs de emergência, mas a tal emergência raramente vem.

A migração do Windows para o Linux só me trouxe vantagens. Eu usei muito as versões 3.10, 95, Me e XP. Todas eram uma bomba (mesmo o XP no começo, era uma bomba, um queijo suíço, extremamente inseguro). Eu também trabalhei com o NT 4.0 e, apesar de achar estável, não tinha vantagem nenhuma do ponto de vista da experiência do usuário. Mesmo sendo frugal, eu preferia usar o FVWM, porque tinha desktops virtuais e era mais leve e mais customizável.

Um dos piores bloqueios foi a questão dos WinModems. Um problema que não existe mais hoje, era preciso usar um kernel 2.4 devidamente preparado. Kurumin era uma distribuição que suportava WinModems “out of box” na época.

Tirando casos específicos, eu não introduzo pessoas ao Linux, a decisão parte da pessoa. Eu prefiro suportar quem já decidiu. E, se eu achar que a pessoa decidiu mal, eu digo.

O que eu acho que é o maior problema de caráter introdutório é: a insistência da comunidade brasileira em recomendar distribuições baseadas na aparência e em ignorar o histórico associado ao Debian. Tudo muito bonito, até o usuário quebrar o sistema (e o APT não facilita a vida de ninguém, nunca facilitou e não parece que vai facilitar) ou enfrentar outros problemas com falsas soluções como Flatpak e Snap. Tudo muito bonito, até o usuário descobrir que as configurações que pode fazer pelo GNOME ou Network Manager não dão conta de tudo.

Por outro lado, migração é algo complexo e demorado. O usuário precisa entender que ninguém tem obrigação de dar consultoria gratuita e que existem limitações inerentes ao processo. Nem tudo vai rodar, nem tudo vai interoperar. E é assim e ponto (e a recíproca também pode ser verdadeira). Se o programa XPTO não roda via Wine e o usuário não pode virtualizar o Windows para rodá-lo (e em alguns casos, ele vai precisar pagar pelo VMware Workstation, se quiser virtualizar com aceleração 3D), não tem o que fazer, caso não exista um substituto nativo (ou caso o substituto, por algum motivo, não possa ser usado).

Sempre pude contar com múltiplos SOs. Nunca precisei abandonar o Linux 100%. Seguramente, há mais de 10 anos, meu sistema operacional principal é baseado em Linux.

Quando eu estava começando, fiquei com sistemas inutilizados por vários motivos:

  • Corrupção de arquivos em distribuição Linux rodando em FAT via umsdos, com dano irrecuperável;
  • Corrupção do sistema de arquivos ext2 após queda de energia, em mais de uma ocasião;
  • Quebra do sistema por imperícia minha no manejo dos pacotes.

Sim, mas elas não serão capazes de questionar a hegemonia do Windows, porque nem a Apple e outras conseguiram, em períodos mais favoráveis do mercado.

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Só um detalhe, isso leva a crer que nenhuma empresa poderia bater a Microsoft e definitivamente não é isso:

A Apple nem tentou, ela vende o Hardware, o software é atrelado ao hardware, logo se percebe que o objetivo não é bater o Windows em marketshare, mas sim em faturamento

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