Ou talvez porque comprar um celular ou chromebook é muito mais barato que investir em computador ou notebook pessoal, tipo as pessoas não fazem mais do que mexer na internet ou acessar determinados aplicativos, acredito que até mesmo quando a época era dos computadores a maior parte das pessoas que tinha um não dava a mínima para saber como funcionava… Enfim é o velho papo de no meu tempo era melhor, penso que foram tempos difíceis os quais ocorreram uma ditadura, guerra ou coisa do tipo e, a não ser que vc tenha nascido muito antes de 1985, vc não sofreu nada do tipo então seja bem vindo aos tempos fáceis. É só a minha opinião não leve como ofensa ou coisa parecida ![]()
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Fala pessoal, bom, resolvi entrar na conversa.
O Gnome não é um desktop “convencional” ele tem o seu próprio jeito de funcionar e com suas próprias filosofias, coisas como tem apenas o botão de fechar, não ter um desktop ativo, o próprio menu de atividades já é bem diferente. O Gnome sofre muitas reclamações às vezes desnecessárias, como precisar de extensões para ter o desktop ativo. Isso acontece principalmente com o costume das distros modificarem o Gnome para ter esses recursos, mas o Gnome não foi feito para isso.
Isso que é a “Beleza dos Desktops Linux” você pode modificar, usar outro com o seu gosto, por exemplo, o Plasma ele é extremamente modificável e mais “Windows like/padrão do desktop”. Eu sei que tem alguns recursos que realmente fazem falta no Gnome, mas caso você não goste você pode usar outra DE ou modificar o Gnome.
“Ah, veja bem, tem outros métodos melhores, mais eficientes,…”
Ok, mas o que adianta grandes softwares também usarem systray (creio que não preciso citar quais, é senso comum, mas são apps de sync de arquivos, mensageiros, música, download, etc.) e a interface não prover que o usuário manipule isso?
As principais DEs, e aqui incluo também Windows e Mac OS, tem suporte a systray e notificação, e quase todas a esse tal de MPRIS, logo, se os usuários tem apps que utilizam todos esse métodos, inclusive a systray, porque o Gnome Shell fica de fora com esse último?
Aí como resolve? Mete uma extensão 
Exatamente, eu gostava muito do GNOME, só que um dia parei para analisar e percebi que ficava remendando o sistema todo com extensões e modificações no dconf-editor e tweaks, cansei disso e o melhor a se fazer foi migrar para outro DE mais completo que consiga fazer tudo pela GUI sem precisar instalar nada.
Eu tendo a crer que a maioria das pessoas sempre foram assim: guiadas por hábitos, muito difícil alguém ver um desktop novo por exemplo e de cara se interessar em como mexer naquilo. É uma ou outro que se interessa e acaba tendo a curiosidade.
Entretanto, o Gnome consegue mais usuários que o KDE Plasma pq é muito mais simples, só há um botão de atividade que pode ser acionado com apenas uma tecla onde vemos todas as janelas abertas, pesquisar o aplicativo que queremos etc… e o foco em apenas uma janela de cada vez ocupando a tela inteira. Ao meu ver um jovem hoje em dia que só mexe com Android vai se familiarizar muito mais com Gnome do que com a forma Windows.
Eu gosto da forma didática que o @Dio e outros canais abordam o linux, pq é uma ótima forma de fazer pessoas que estão cansada de windows ou teve algum problema pq não tem mais hardware que suporta o soft e tenham poucas informações sobre o linux acabar se interessando e pesquisando sobre esse mundo do open source. Se não for dessa forma mais simples de abordagem no canal, dificilmente vai engajar.
Sempre gostei do Gnome por ser uma DE “fora da caixa” com relação as outras DEs que de alguma forma sempre tentam imitar o Windows em alguma área e é um dos motivos de não conseguir ficar cinco minutos no KDE, também acho o Gnome mais simples e fácil de lidar e se preciso de algum adicional tenho varias extensões para usar é estranho como as pessoas podem ver isso como algo negativo mais isso já e algo de cada um.
Estou me referindo a nível de design que vai muito além de mudar posições na área de trabalho, e vejo extensões como complementos assim como o KDE tem suas próprias extensões.
Eu gosto dos dois estilos tanto o clássico windows que vem por padrão no KDE Plasma como o estilo Android do Gnome. Cada um com uma proposta diferente, o KDE Plasma só me ganha pela fluidez do sistema por ser mais leve. O designe dos dois também são excelentes.
kde igual ao windows?
pelo que eu me lembre é o contrario
Let Me Fix That For You: a interface do Windows 11 é a cópia barata do KDE Plasma.
Só sei que o KDE Plasma é infinitamente superior ao windows em questão de coesão visual, designe, usabilidade, leveza e fluidez do sistema. Toda vez que uso windows no meu dual boot o meu notebook vira um forno.
Primeiro que não tem nenhum problema nisso, ao contrário do que muita gente acha, o QI nada mais é que estipular sua idade mental dividir pela idade real e multiplicar por 100, o grande problema de usar o QI como referência é que ele é muito bom pra identificar déficits cognitivos muito graves mas falha longe disso, simplesmente porque o que define sua idade mental varia conforme o tempo passa na geração anterior se valorizava muito o foco, atenção e padronização (que é o locus do teste padrão de QI) ao passo que devido a reviravolta da IA hoje se valoriza (pelo menos em locais civilizados) a criatividade e capacidade de abstração, o que salva seu emprego mas reduz o resultado do teste de QI… Mas a inteligência em si continua em tese essencialmente a mesma afinal ela nunca foi de fato medida
Desculpem por desvirtuar bastante o assunto do tópico. A questão é que a aprimoração técnica facilitou muito a vida dos jovens hoje em dia, mas não significa que os jovens estão mais burros, só estão mais desinteressados e acomodados no geral. Entretanto, continuamos sendo um animal pré-histórico vivendo na modernidade.
A questão é que primeiro que ficar mudando toda hora um conceito tão core é ruim e segundo, se adaptar ao GNOME não parece vantagem quando literalmente todos os outros sistemas operacionais e interfaces (exceto elementaryOS) ficariam de fora e pior as soluções propostas forçam a diluição do locus do usuário para diferentes pontos que ficam em diferentes locais em diferentes interfaces… É uma solução alternativa que nasceu quebrada
#pranãoperderapiada
Para colocá-lo de volta na “caixa”? ![]()
Gosto muito da versatilidade e modularidade do KDE Plasma de alterar/modificar tudo ao seu gosto e tals, mas o gnome para mim acaba sendo mais produtivo. Talvez um dia eu migre para o plasma novamente…
Btw, i use arch now 
Não é problema o GNOME estar fortemente atrelado a uma proposta de experiência de uso. Nem é problema que esse forte atrelamento o deixe menos flexível que outras interfaces gráficas.
Problema é o GNOME requerer extensões até para funções simples, básicas.
E é problema também que as extensões não passem de hacks e patches e percam compatibilidade de uma edição do GNOME para outra.
Eu vinha do Windows >> Kurumin >> Kubuntu, e logo instalei também um Ubuntu, em 2009.
O problema que me fez sair correndo não foi o layout diferente – que, de fato não me agradou – mas, sim, a brutal falta de opções de configuração, para praticamente tudo.
Em poucos dias, me arrependi amargamente de ter xingado a multidão de configurações oferecidas pelo Kurumin – dispersas por inúmeros submenus.
O Kubuntu também tinha muito menos opções de configuração do que o Kurumin – e já estavam reunidas, e muito bem organizadas no KDE System Settings.

