Dio fala sobre distros em geral, mas sempre que ele chega no particionamento ele fala deixe no padrão mesmo apenas alguns usuários avançado usam essa opção.
Não fala em swap nem nada do tipo essa parte já compreendo, porém quero saber a montagem, por exemplo qual é a diferença /Home ?
Gostaria de montar como um usuário avançado principalmente se for na questão de segurança, no caso seria se fizer alguma configuração errada na /user, seria apenas nela certo ?, sendo assim /home estaria seguro correto ?
Imagino que seja uma questão de prudência:
Quanto mais amplo o público atingido, mais perigoso “complicar” demais a mensagem – em especial, para os novatos. – E os usuários avançados já sabem o que querem fazer.
Eu não me considero “avançado”, e meu particionamento é muito simples – “conservador”, mesmo: – Crio 1 partição “/” para cada SO; 1 partição /home para cada distro (tenho várias, em dualboot); e só 1 partição Swap para todas as distros, pois não uso “hibernação” (só “Sleep”).
Como tenho 16 GB RAM – e não faço processamento pesado, nem abuso de abrir muitas abas no navegador – nunca vi nenhuma das minhas distros usar Swap.
Como vê, nada de “avançado” – pelo contrário, tudo muito “estilo antigo” e “simples”.
A única coisa diferente, é que salvo meus documentos numa partição única (“Warehouse”: 140 GiB), comum a todas as distros – de modo que cada /home guarda só os arquivos de configuração (ocultos), alguns scripts específicos de cada distro, e pouco mais. – São partições /home de apenas 15 GiB. (A do Arch está precisando limpar alguns cache).
Para as partições “/” dos SO (ext4), reservei apenas 30 GiB, pois não instalo muita coisa – e não acumulo “cache de pacotes” (nunca fiz downgrade de pacotes). – Só para o openSUSE, a partição “/” é BtrFS (com “instantâneos”, ou Snapshots) e tem 50 GiB; e a do Redcore tive de ampliar de 30 para 60 GiB, devido às compilações (base Gentoo):
(Sim, o Fedora, o Void e o Manjaro estão precisando uma limpeza no cache de pacotes. Esqueci de fazer, Domingo passado. Faço no próximo).
Para backup + arquivos pouco usados, tenho 2 HDDs de 1 TB cada, em gavetas externas (Depot1, Depot2), que no momento estão desplugados.
Não recomendo nada disso, para ninguém. – Descrevo, apenas, para o caso de você querer “ver” como várias pessoas diferentes fazem. – Aguarde o que outros colegas, mas avançados, vão dizer sobre seus particionamentos.
A única sugestão que posso fazer – caso você goste da ideia – é fazer seu particionamento antes de iniciar a instalação de qualquer distro.
Eu uso o GParted ou o KDE Partition Manager, para criar as partições – e só depois inicio o instalador de alguma distro. – Quando o instalador chega na etapa de particionamento, escolho a opção “Avançado”, ou “Personalizado”, ou “Manual” (cada instalador usa um nome diferente), que me permite escolher as partições, que preparei antes, e que já sei quais vão ser.
E uso rótulos (Label) – que facilitam identificar as partições:
$ lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size,fsavail,fsused,FSUSE%
NAME MOUNTPOINT LABEL FSTYPE SIZE FSAVAIL FSUSED FSUSE%
sda 447.1G
├─sda1 /boot/efi EFI vfat 2G 2G 33.2M 2%
├─sda2 /run/media/flavio/Linux1 Linux1 btrfs 50G 19.4G 28.5G 57%
├─sda3 / Linux2 ext4 30G 11.6G 16.3G 55%
├─sda4 /run/media/flavio/Linux3 Linux3 ext4 30G 15G 12.9G 44%
├─sda5 /run/media/flavio/Linux4 Linux4 ext4 30G 9.7G 18.1G 62%
├─sda6 /run/media/flavio/Linux5 Linux5 ext4 30G 13.6G 14.2G 48%
├─sda7 /run/media/flavio/Linux6 Linux6 ext4 30G 18.4G 9.4G 32%
├─sda8 /run/media/flavio/Home1 Home1 xfs 15G 7.2G 7.8G 52%
├─sda9 /home Home2 ext4 15G 3.7G 10.2G 70%
├─sda10 /run/media/flavio/Home3 Home3 ext4 15G 10.2G 3.7G 25%
├─sda11 /run/media/flavio/Home4 Home4 ext4 15G 7.8G 6.1G 42%
├─sda12 /run/media/flavio/Home5 Home5 ext4 15G 8.6G 5.3G 36%
├─sda13 [SWAP] Swap swap 11G
├─sda14 /run/media/flavio/Home6 Home6 ext4 15G 10.4G 3.5G 24%
└─sda15 /run/media/flavio/Warehouse Warehouse ext4 144.1G 73G 60.5G 43%
sdb 447.1G
├─sdb1 /run/media/flavio/Linux7 Linux7 ext4 30G 15.1G 12.7G 43%
├─sdb2 /run/media/flavio/Linux8 Linux8 ext4 30G 11.9G 16G 54%
├─sdb3 /run/media/flavio/Linux9 Linux9 ext4 30G 6.3G 21.6G 74%
├─sdb4 /run/media/flavio/Linux10 Linux10 ext4 30G 8.5G 19.3G 66%
├─sdb5 /run/media/flavio/Linux11 Linux11 ext4 60G 34.1G 21.7G 37%
├─sdb6 /run/media/flavio/Linux12 Linux12 ext4 30G 18.9G 8.9G 30%
├─sdb7 /run/media/flavio/Home7 Home7 ext4 15G 10G 4.6G 32%
├─sdb8 /run/media/flavio/Home8 Home8 ext4 15G 9.8G 4.1G 28%
├─sdb9 /run/media/flavio/Home9 Home9 ext4 15G 7.9G 6G 41%
├─sdb10 /run/media/flavio/Home10 Home10 ext4 15G 9.3G 4.6G 32%
├─sdb11 /run/media/flavio/Home11 Home11 ext4 15G 7.4G 6.5G 44%
├─sdb12 /run/media/flavio/Home12 Home12 ext4 15G 8.4G 5.5G 37%
├─sdb13 /run/media/flavio/Linux13 Linux13 ext4 30G 14.1G 13.7G 47%
├─sdb14 /run/media/flavio/Sites Sites ext4 2G 630.7M 1.2G 62%
└─sdb15 /run/media/flavio/Works Works ext4 2G 1.8G 24K 0%
(Ignore “Linux13”: – É uma partição temporária, onde estou testando o KDE Neon com Plasma 6, sem /home separada – para não mexer no KDE Neon antigo, que continua com Plasma 5).
Monta uma maquina virtual, faz um disco virtual com a ISO do sistema operacional, cria um HD virtual e faça todos os testes que desejar.
No seu caso vc tem varias distros instalada, mas isso é para testar varias distros ou algo em especifico ?, quando vc fala /home separada, é para cada distro você faz a utilização de uma /home, ou apenas uma /home que consegue ser utilizada em qualquer distro posteriormente instalada ?
Olá @S.Linxusr considere os conselhos acima de @frc_kde e @aguamole ,eles são razão. Nesse questionamento,eu não considero como “usuário avançado” ser memorização pessoal em si mesmo, pessoas particionar ou configurar suas distros desta ou daquela forma,eu percebo isso apenas como prática. Leu, escreveu, memorizou,repetiu essas ações por mais de três meses todo santo dia, prontinho,o usuário é agora uma pessoa experiente, estudado e capaz. Usuário avançado como eu percebo, é aquele que constrói uma distro desde o kernel até a superfície da distribuição,e com a ajuda de uma equipe de usuários como desenvolvedores experientes que sejam fluentes em C,C++,assembly, python,Ruby frameworks que compõe a estrutura Linux.
Então respondendo sua questão de forma rápida: / é o diretório raiz e onde contém todos os arquivos do sistema, mas não os que estão montados em outras partições. Inclui diretórios importantes como /bin, /etc, /lib, e /usr.
Já o /home,este diretório contém os diretórios pessoais de todos os usuários/distros,ou seja, pessoas em uso de suas distribuições linux,e cada usuário tem seu próprio subdiretório dentro de /home, como /home,as estruturas de pastas do sistema, é onde os usuários guardam seus arquivos pessoais, configurações de programas, etc.
Atuando como um usuário avançado, a configuração do particionamento e montagem do Linux envolve decisões detalhadas sobre segurança, desempenho e facilidade de manutenção,e isso para digitar aqui, seria extensivo, pois se tornaria muito trabalhoso a minha produção de texto, você pode pesquisar aqui no Dplus,de minha parte,eu teria de preparar uma Wiki, não tenho tempo suficiente para isso agora.
Mas admito que saber separar diretórios importantes como /home, /var, e /tmp pode escalar para uma série de benefícios, que resulta segurança aprimorada e facilidade na gestão de espaço. Usar sistemas de arquivos avançados e opções de montagem segura pode ajudar a proteger seus dados e otimizar o desempenho do sistema, basta você pesquisar pelos comandos certos. O tempo atual é muito diferente referente a 1.996 quando eu ainda colecionava figurinhas do rei leão,a informação hoje é bem democratizada. Busque, mantenha a curiosidade, você sempre encontrará. Vai chegar o tempo em que começo aqui,publicar meus tópicos na categoria “Dicas e tutoriais”. Sou usuário recente,entrei aqui na comunidade, não completou um mês ainda.![]()
As distros podem ser e atuar como vários usuários em uma home. Há quem possa discordar,mas eu tenho uns modelos e templates que não compartilhei ainda,no meu caso de desenvolvimento,eu ainda estou trabalhando junto com meus irmãos,vou compartilhar meus modelos de distros depois de 2.030, é um tempo suficiente para o término do meu raciocínio em equipe.
Então, o usuário avançado vai saber as necessidades particulares conforme a utilização do computador. Isso vem ao caso principalmente no caso de servidores. Se há muitas páginas hospedadas, pode valer a pena usar um disco (ou vários discos associados) para o /srv, onde ficarão hospedadas as páginas dos clientes.
Se há dois discos, um lento e um rápido, pode querer um sistema de arquivos diferente para o /var/log, que pode ser o disco mais lento, mas mais confiável com relação à escrita.
Se for um servidor que vai receber muitos uploads em /tmp, então um sistema de arquivos diferente pode ser uma boa. Assim se entupir o /tmp o sistema continua responsivo (evita de travar a raiz do sistema).
No computador pessoal, a principal pasta a receber arquivos é a /home, portanto é comum que se faça uma montagem em uma segunda partição ou mesmo em outro disco. Não tem muito o que inventar além disso numa instalação pessoal, a menos que vc queira “mexer” e aprender com o seu computador. Se quiser mais informações sobre cada pasta e como é utilizada, uma boa pedida é procurar sobre particulares em subvolumes em sistemas BTRFS, pois a montagem deles guarda semelhanças à montagem de partições físicas. Vale uma lida no meu post sobre o meu sistema na época: Explicando os pontos de montagem do meu Linux
Por partes:
É mais para “conhecer” distros “muito diferentes”, umas das outras: – Tenho 1 distro “Buntu” (KDE Neon, em 2 instalações diferentes); – 2 distros “Debian” (Debian e MX Linux); – 2 distros “base-Arch” (Arch e Manjaro); – 2 distros “base-Mandrake” (PCLinuxOS e Mageia); – e 1 de “ramos” próprios, bem diferentes entre si: openSUSE, Fedora, Slackware, Void, Redcore (Gentoo).
Nesse meio, também tem SystemD e não-SystemD; – ext4 e BtrFS; – lançamento fixo e rolling-release; – pacotes binários e alguns pacotes compilados; – além de várias versões diferentes, mais antigas ou mais novas.
Seria chato, ficar instalando uma depois da outra. – Tomaria muito tempo, configurando tudo de novo (várias vezes seguidas) – e não me aprofundaria direito, em nenhuma delas.
O segundo motivo, é ter sempre algumas alternativas, em caso de desastre. – Até 2016, Kubuntu era minha distro “principal” – e eu só fazia experiências malucas no Mint, no Debian, ou no KDE Neon.
Por exemplo, transformar o Debian stable em Debian testing. – Só depois de me sentir seguro com outras distros, experimentei transformar o Kubuntu LTS em “rolling-release”. – Até que, um dia, eliminei Kubuntu e fiquei só com KDE Neon.
Depois, fui “dominando” melhor outras distros, até o ponto de me sentir muito à vontade com o Arch, openSUSE, Fedora, Mageia, Void, MX Linux, principalmente. – Hoje, qualquer uma delas poderia ser minha distro “principal”. – Só então, arrisquei uma experiência maluca, de transformar o Mageia stable em Mageia Cauldron – e aproveitei para “desinchar” o Mageia.
Deu certo – mas se não desse, eu tinha outras distros, prontas para usar.
São 12 partições, numeradas de “Linux1” até “Linux12” – e outras 12, numeradas de “Home1” até “Home12”.
Se eu quiser substituir uma distro – digamos, “Linux11” – eu posso instalar outra, e usar a mesma “Home11”, para aproveitar as configurações, Wallpaper etc.
lembre-se de que o Dio fala para a “galera” e, pra ela, o padrão está muito bom. deve atender 99,99999% das pessoas.
tem muitos tutoriais aqui e na internet sobre particionamento avançado. mas sempre parta da seguinte premissa: “pra que eu preciso particionar o HD que o padrão não me atenda?”. Se a resposta for “pra nada”, deixe como está.
por increça que parível, o seu pinguim sabe gerenciar muito bem os recursos de sua máquina, por mais modestos que sejam, com as opções padronizadas.
eu tenho experiência com linux e o único ajuste que faço é não ter swap em disco e fazê-lo em arquivo, apenas por preferência pessoal. nada além disso. não trás nenhum benefício a mais. apenas acho chique. rs
Em instalações padrões para desktop eu sempre uso o padrãozão do Debian mesmo de colocar o / em uma partição e o /home em outra e desligo o swap. Agora pra servidores você tem que pensar melhor o que vai fazer, por exemplo se o server gera muitos logs, se é um server de email, um server VPN, firewall etc. Cada tipo de uso demanda uma abordagem diferente de particionamento, no momento de pensar o setup você coloca todas essas variáveis no papel. O Linux sempre pode ser bem moldado para usos muito específicos, então a resposta geralmente é: Depende.
Os amigos aí de cima já deram uma aula sobre o assunto, e como disseram, instala uma distro em uma VM aí e faça todos os testes que desejar, é bem interessante.
Uso Linux já a um certo tempo, uso um esquema simples. Crio quatro partições: Raiz, home, boot e swap.
Quando usava Ubuntu antes deles mudar para swap file eu fazia EFI Home/root swap por último do mesmo tamanho da ram, hoje em dia uso particionamento automático com zram swap, muita gente coloca a home separada para mudar de distro sem perder nada.
Teve uma epoca quando ssd era caro que eu tinha um ssd de 50GB dai colocava
EFI root e Swap nele e a home em um HD mecanico de 1TB.
