Cara sinceramente eu acho que um dia para sozinho. Eu já testei muita distro e chegou uma hora que eu perdi meio que a vontade de provar sistemas iguais com ícones diferentes. Eu cheguei no nível que se você me der qualquer distro eu transformo ela exatamente do jeito que eu quero e esse é o ponto, pega uma distro e vai até o final dela, você conheça o começo de várias mas e o final? É tipo comprar vários games, jogar todos eles por 1 hora e nunca conhecer o final. Você vai acabar um dia caindo em um paradoxo mental. No começo é até bom conhecer os sistemas um por um, mas tem uma hora de parar, se não você vai acabar perdendo a cabeça e nunca vai parar em nenhum tendo que perder tempo toda vez configurando os sistemas e não exatamente ultilizando eles. Disciplina jovem.
Verdade, depois que conheci melhor o arch, o manjaro nunca mais foi o mesmo…
Então… Eu comecei “parando” no Kubuntu por quase uma década ─ de 2009 até abandonar de vez em 2019.
Para não mexer nele, usei outra partição, e nela instalava, às vezes algum sabor do Mint, outras vezes uma nova versão do Debian KDE. ─ Eis o primeiro ponto, em resumo. ─ Passar para 4 distros, e depois 12, só altera a quantidade.
Talvez pudesse usar VM, mas de 2009 até o início de 2020, eu só tinha um 2 x Core2 Duo com 4 GB RAM, e não me pareceu conveniente.
A alternativa era rodar sessões Live. Experimentei várias distros durante 10 horas. Depois, comecei a rodar sessões Live de 4 dias, inclusive instalando vários pacotes adicionais, além de configurar tudo que podia ─ sem deixar de trabalhar. ─ Várias distros muito próximas aos Buntus, bastou isso para ficar plenamente consciente de que não valia a pena instalar e ocupar espaço.
O segundo ponto, é que um segundo Linux significa segurança. Se um sofrer um desastre, ─ e naquela época isso não estava fora de questão, ─ eu não precisaria interromper meu trabalho, nem passar a noite inteira consertando.
O terceiro ponto, é que quase não “mudei” de distro. Além de usar o Kubuntu por quase 10 anos seguidos, também adotei outras distros de modo permanente. ─ Usei o Debian testing de Outubro 2016 até Janeiro 2020, quando aposentei o antigo PC; ─ e já instalei no novo PC. Nunca tinha conseguido domar o bicho, antes. Hoje, entro nele, até esqueço de sair.
O openSUSE, instalei em Janeiro 2017 (Leap) e usei até Janeiro deste ano (já transformado em Tumbleweed); e instalei no novo PC, quase sem intervalo de transição.
O mesmo poderia dizer do Arch, que instalei pelo Revenge (atual Zen) em 2017 e fui aprendendo na maior tranquilidade. No novo PC, instalei por comandos (já tinha feito um teste no ano passado, sem afetar a instalação antiga), portanto é quase como se fosse o mesmo.
Mageia, PCLinuxOS, Fedora, a mesma coisa ─ já usava, e apenas reinstalei no novo PC.
Isso pode ser qualquer coisa, exceto “distro hopping”.
Deveria usar só 1 distro? Que absurdo, querer impor tal regra aos outros! Por que, não, “ninguém deve jogar”? Puxa, isso esvaziaria 50% dos problemas nos fóruns… Por que, não, “todos devem usar Debian”? Ou, “todos têm de usar SystemD”, ou então, “ninguém deve usar SystemD”?
Vários são rolling-release, teoricamente sujeitos a dar problema. Por que não, ter 2, por precaução? ─ Mas… 2 rolling-release?
E por que não ter 4, ou 11, ou 12? Não entendo por quê se escandalizam… ![]()
Depois vou te mandar uma mensagem no privado sobre mais de uma distro + windows instaladas, tenho algumas dúvidas que acho que vc vai conseguir me ajudar…
Tranquilo, é ótimo poder ajudar.
Só não entendo de Windows… Tenho apenas uma vaga lembrança 
Não sei se alguém aqui tem o mesmo pensamento que eu, mas para evitar o distro hopping, você tem que ser o mais distro hopper possível por um período de tempo, tipo, testar uma distro diferente todo dia durante uma semana instalando todos os seus programas e configurando para você trabalhar, desinstalar e no outro dia fazer a mesma coisa com outra distro.
Na minha opinião isso tem duas vantagens:
1° Você vai conseguir testar várias distros e como os softwares que você usa se comportam nelas, se são compatíveis, se a interface se adequa ao seu estilo, etc.
2° Vai sentir as “dores” de ter que instalar um novo sistema todos os dias e configurá-lo, vai ter quase que obrigatoriamente pesquisar soluções todos os dias para resolver um problema da distro que está usando, e consequentemente, aprender mais sobre linux no geral.
Outro ponto que eu gostaria de ressaltar é que não adianta de nada criar conclusões a partir de distro reviews, é IMPOSSÍVEL saber se uma distro é boa ou ruim a partir de um distro review, no geral, serve para te mostrar o que ela pode te oferecer nativamente e o que ela não tem, de resto, é só a experiência de quem fez o review, várias vezes eu instalei distros que funcionaram perfeitamente nos distro reviews e na minha máquina não foi bem assim… O contrário também acontecia bastante.
Para concluir, teste o máximo de distros possíveis em um curto período de tempo, vê a que te trouxe menos problemas ou mais soluções e fique com ela, quando eu era distro hopper a minha distro favorita era o ubuntu, mas o ponto fraco dele era justamente o desempenho, instalando o debian com gnome eu não sofri mais com esse problema, e até hoje o debian nunca me trouxe algum problema que me fizesse sair dele, e até quando eu saio eu faço dual boot, mas sempre acabo desinstalando a outra e ficando só no debian com gnome.
Aprenda como o sistema funciona, o resto é estética.