Como instalar o Google Chrome no Linux

https://diolinux.com.br/tutoriais/como-instalar-google-chrome-no-ubuntu.html

Saiba como instalar o Google Chrome no Linux, navegador mais usado no mundo nas principais distribuições do mercado.

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Olha o paradoxo:

  1. Ubuntu: família de sistemas teoricamente amigáveis ao usuário doméstico, é necessário instalar um software via terminal pra poder instalar o software

  2. Fedora: Mantido por uma empresa e uma comunidade com regras extremamente rígidas de UX e que abominam a ideia do próprio desenvolvedor hostear o software e o usuário ter que ir atrás, depende justamente disso pra instalar o software mais popular do planeta

  3. Arch: um sistema que literalmente obriga o usuário a montar o sistema pacote a pacote, ler trocentos manuais usar o terminal pra uma porrada de coisa, trás o Chrome com 4 cliques…

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“1. Ubuntu: família de sistemas teoricamente amigáveis ao usuário doméstico, é necessário instalar um software via terminal pra poder instalar o software”

Na verdade não é necessário. Se vc ler a matéria vai ver q é mais pra quem for instalar debs em outras distros que usam apt. Ubuntu basta dar dois cliques.

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Vamos testar sua teoria:

  1. Baixando o Ubuntu:
wget "https://releases.ubuntu.com/20.04.3/ubuntu-20.04.3-desktop-amd64.iso"
  1. Montando a imagem:
sudo mount -o loop ubuntu-20.04.3-desktop-amd64.iso /mnt/
  1. Lendo os pacotes e buscando o gdebi:
cat "/mnt/casper/filesystem.manifest" | tr '[[\t ]]' ' ' | cut -d' ' -f1 | grep "gdebi"

… É, não tem gdebi

A mas tem a Snap store… então a Snap Store não possui integração com o VTE ou seja, apesar de não ser o caso do Chrome, instalar qualquer coisa que dependa de intervenção do usuário é um inferno, ou seja, um simples “Aceite os termos para continuar” travaria a instalação eternamente e mais ela é incapaz de listar qualquer coisa que não esteja no banco de dados do AppStream da própria Snap Store, comparativo Discover x Snapstore:

Enfim, ao contrário do Arch o Ubuntu como projeto, apenas lista dependências e extrai, não intercepta as chamadas , ela não efetivamente faz o trabalho do Gdebi em alguns casos cumpre, já em outros dá problema e sério

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Mas isso realmente não é necessário. A Snap Store consegue sim instalar .deb’s normalmente sem precisar do gdebi. Você testou ela no Kubuntu, mas não tenho ideia do porque ela se comportar assim. No Ubuntu tradicional ele lista normalmente os programas instalados, inclusive os instalados externamente por .deb como o Chrome

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Apenas pacotes que estão registrados no AppStream da própria Snap Store:

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Muito bem observado, acredito que algumas distros estão “acordando” para essas incoerências.

:vulcan_salute:

Instale exatamente e sem alterações o Ubuntu 20.04 > Baixe o .deb do Chrome > Coloque a mão no seu mouse, pegue o seu dedo indicador e dê dois cliques em cima do .deb do Chrome e vai abrir a interface da loja com o botão instalar!

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Agr q vi nas imagens vcs está usando o Kubuntu. Estou me referindo ao Ubuntu!

“incapaz de listar qualquer coisa que não esteja no banco de dados do AppStream da própria Snap Store”

Essa informação não procede.

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Aí cara, leia o que está escrito pelo amor de Deus (ou seja lá o que tu acredita):

Eu disse desde o início que pra pacote simples funciona, o Chrome essencialmente apenas extraí o pacote mas existem pacotes onde é necessário o usuário realizar pré configuração, já não vai vai rolar:

Mas tu gosta de tirar conclusões hein, putz grilla, é Ubuntu com KDE não “Kubuntu”, além disso, caso não saiba, em teoria segundo o Snapcraft a Dnapstore deveria ser agnóstica de distribuição e nesse caso (se fosse o que não é) ela não tá sendo agnóstica bem de interface, posso relogar na interface padrão que dá na mesma

Que tal realizar o teste com um pacote que não suporte a AppStream?
Não sei se tu sabe mas o Chrome suporta, o que eu disse foi um panorama geral, caso não tenha notado porque a lista da Snapstore está vazia, da uma olhada no Discover: eu pesquisei por um app específico

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Tem o chrome no flathub beta também. Google Chrome on Flathub-beta - #19 by bilelmoussaoui - Flathub Discourse

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Esse raciocínio está meio enviesado, para provar uma tese… :face_with_monocle:

  1. O “correto” seria usar o Chromium como paradigma, pois ele é que é “o pacote do mundo Linux”. – (Ninguém cobra do Windows ou do MAC OS que se adapte ao que não é do mundo deles, mas temos a tendência de cobrar isso dos “Linux”). – Sempre instalei o Chromium diretamente dos repositórios de cada distro, sem qualquer problema, seja pelo instalador GUI de cada distro, seja pelos comandos CLI de cada distro. – Apenas uma mudança de política do Google veio me encostar na parede: – “Ou Google-Chrome, ou nada de Sincronização”. – Isso é tão alheio ao “Linux”, em si, que só há um pacote deb e um rpm… e os usuários de outras distros, que se lasquem.

  2. Nos Debians / Buntus, pelo que me lembro, a instalação do Chromium sempre trouxe automaticamente um 2º pacote, “auxiliar”, que permitia assistir vídeos etc. desde o início. – No Fedora, tive de instalar um repositório adicional (rpmFusion), cujo pacote às vezes conflita com uma atualização do Chromium, pois demora a ser atualizado. – Tenho a impressão de que também tive alguma dificuldade assim em outras distros, mas realmente não lembro agora com nitidez. – Portanto, ainda dou um ponto a favor dos Debians / Buntus. Aliás, essa “facilidade” vem do Debian, e os Buntus já pegam isso pronto.

  3. Não considero o Pamac-GUI uma “facilidade” ou “amigabilidade” do Arch (acho quem nem está no repositório oficial). Uso o Arch há vários anos, mas só recentemente resolvi instalar também o Manjaro, exatamente para conhecer o Pamac-GUI, aproveitando o tutorial indicado pelo @Rodrigo_Chile, e só a partir daí incorporei uma pequena parte do Pamac-CLI no Arch. – Logo depois, o Pamac deu problema no Arch, e desde então passei a usar o yay no Arch. Só no Manjaro continuo a usar o Pamac-CLI. – Gostei muito do Pamac-GUI, mas não uso, para não perder a noção exata do que fiz ou deixei de fazer.

Ou seja, vejo vários aspectos que você omitiu no seu raciocínio, e que de uma forma ou de outra, não ajudariam a provar sua tese… :wink:

Dito isso, tenho péssima lembrança do gdebi. Tentei usar 1 ou 2 vezes para alguma situação parecida (outro pacote), há mais de 10 anos, e não consegui nenhum resultado. Nunca mais tentei usar. Não instalei mais; e se vem instalado, ignoro.

Quanto às contribuições solicitadas pelo Autor (Lucas):

  1. Na introdução, eu faria alguma referência à mudança de política do Google, de barrar a Sincronização etc. nos “concorrentes” (incluindo o Chromium, que passou a ser um filho renegado!). Portanto, não foi “só” a pandemia que tornou o Google Chrome mais necessário do que nunca. Essa mudança, em 15 Março 2021, também teve um peso muito grande. Eu mesmo, só usava Chromium; e quem usava outros “derivados”, também teve de escolher. – Outro “impulso” ao Google-Chrome foi a mudança de política dos Buntus. Preferi abrir mão do Kubuntu (que usei por 10 anos), só para continuar usando chromium.deb em vez de um chromium.snap2. Quando instalei o Mint, em Junho 2020, comecei a usar o Google-Chrome, mas somente no Mint. – Por acaso, há uns 3 anos eu usava o Google-Chrome no PCLinuxOS, que oferece esta opção em seu repositório oficial (e em 2018 era seu navegador-padrão). Mas usava, só para “ver” se tinha alguma diferença relevante.

  2. Quanto aos modos de instalação, já faz alguns anos que prefiro sempre comandos CLI:

MX Linux - Baixei o Google-Chrome pelo site e instalei durante a sessão Live do MX Linux, antes de iniciar a instalação do MX no computador.

$ sudo apt install ~/Downloads/google-chrome-stable_current_amd64.deb

O repositório é adicionado durante o processo, e daí por diante o apt / Synaptic atualiza normalmente.

Manjaro - Como disse, optei pelo Pamac-CLI:

$ pamac install google-chrome

Slackware e Void - O Chromium continua sincronizando, por isso ainda não precisei mudar para o Chrome.

Mageia - Simplesmente adicionei o repositório Google-Chrome e instalei por comando:

# urpmi google-chrome-stable

Pode-se habilitar o repositório pelo gerenciador GUI, ou por comandos:

# rpm --import https://dl-ssl.google.com/linux/linux_signing_key.pub
# urpmi.addmedia --update chrome_x86_64 http://dl.google.com/linux/chrome/rpm/stable/x86_64

Mint - Baixei o pacote e instalei pelo comando:

$ sudo apt install ~/google-chrome-stable_current_amd64.deb

O repositório foi incluído durante o processo, e daí por diante, a o apt / Synaptic / mintUpdate atualiza normalmente.

PCLinuxOS - Bastou marcar o Google-Chrome para instalar, pelo Synaptic, pois encontra-se no repositório oficial:

Commit Log for Mon Oct 11 22:16:12 2021

Installed the following packages:
google-chrome-stable (94.0.4606.71-1pclos2021)

KDE Neon - Mesma coisa: Baixei o pacote do site Google e instalei por comando:

$ sudo apt install ~/Downloads/google-chrome-stable_current_amd64.deb

Fedora - Em Abril 2021, removi o “chromium-freeworld”, habilitei o repositório Google-Chrome e instalei por comandos:

# dnf install fedora-workstation-repositories
# dnf config-manager --set-enabled google-chrome
# dnf install google-chrome-stable

Debian testing - O Chromium continua sincronizando. – Esteve em “Obsoleto” (fora do repositório), mas no Domingo passado atualizou tranquilamente.

Arch - Em 2020, instalei 2 ou 3 pacotes do AUR (aha, kim4, Google-Earth) na munheca, na base do “git clone”, “makepkg” y otras cositas más – o que me deixava sem qualquer mecanismo de atualização automática.

Em 15 Maio 2021, aproveitei o que aprendi no exame das entranhas do Manjaro, e instalei o Pamac-CLI no Arch. – Primeiro, “git-clonei” o Pamac-ALL, mas algo não deu certo. Mas eu não fazia questão, mesmo. Então, “git-clonei” o Pamac-AUR, e o “makepkg” rodou Ok.

Habilitei o AUR no /etc/pamac.conf.

Com isso, finalmente eu já podia atualizar regularmente os pacotes instalados na munheca – e instalei o Google-Chrome:

$ date; pamac install google-chrome; date

Pouco tempo depois, o Pamac-AUR parou de funcionar, ou não atualizava a si mesmo – não lembro exatamente como foi – e continuou problemático, mesmo quando o assunto morreu nos fóruns.

Em Setembro, finalmente “git-clonei” o yay e “makepkgei” o bicho. – A partir daí, passei a usar só o yay – sempre depois de atualizar tudo mais pelo pacman -Syyu:

$ yay -Sua

openSUSE Tumbleweed - Encontrei um bom tutorial e fiz tudo por comandos:

# zypper ar http://dl.google.com/linux/chrome/rpm/stable/x86_64 Google-Chrome
# wget https://dl.google.com/linux/linux_signing_key.pub
# rpm --import linux_signing_key.pub
# zypper ref
# zypper install google-chrome-stable
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A não ser que o pacote seja extremamente esquisito ou mal configurado não lembro de nenhum deb q não instalei via dois clicks. Até porq pacotes deb não são que nem (exe) do Windows onde há telas de next nex next finish. Eu sei disso porq eu mesmo sei fazer empacotamento de software nesse formato, e há scripts que podem ser configurados para execução durante a instalação do pacote em deb justamente para aplicar configurações antes e depois da extração do pacote.

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É exatamente esse tipo de script, não é “mal configurado” é que tu nunca fez algo que dependesse disso

Chrome à disposição para ser instalado com poucos cliques no MX Linux, só pela interface gráfica.

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Caramba… Se fosse uma cobra, tinha me mordido.

E faz parte do repositório “Main”.

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No Reborn eles colocaram no repositório, nem precisa compilar do AUR. E quem usa Arch pode adicionar o Chaotic, tbm está lá pré-compilado

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