Como Instalar Linux em UEFI

Já tive esse tipo de problema na instalação do Antergos (Arch-Like), tentava pela wiki dele e nada do maldito do grub, o que me salvou se não me engano foi só dar um: sudo grub-install /dev/sda (ou o local no disco em que está a sua distro linux no caso), fiz isso mas tinha instalado o sistema no hd inteiro. Pode ser que seja isso que lhe ajude (mas se puder faça back-up das coisas antes, pois sempre há riscos).

Todas as grandes distros (ubuntu, fedora e etc) suportam UEFI faz 10 trilhões de anos e tanto faz a ordem de instalação. No caso de ja ter Windows instalado é só na hora de instalar o ubuntu selecionar a partição efi do windows pra usar. Não sei como tem gnt q ainda insiste em pleno 2020 instalar Linux em modo legacy.

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Desative o Secure Boot e tente.

Pois é né, GPT/UEFI vieram justamente para corrigir lacunas dos antigos MSDOS/BIOS ou seja, quem utiliza estes padrões continua com a antiga limitação de partições primárias, meu próximo passo é substituir o velho GRUB pelo coreboot/systemdboot (menos arquivos), mas preciso aprender mais um pouco antes de fazer a alteração. Até utilizei na instalação do Clear Linux, mas ele acabou não reconhecendo minhas instalaçoes me obrigando a sempre estar no Fn+F12 para escolher qual entrada iniciar.

Dê uma olhada nesses videos aqui o Mateus é ■■■■ d+!




Na verdade os “problemas” do UEFI são mais os usuários que não sabem instalar/configurar o boot depois da instalação.

Eu tentei com 6 ou 7 distros, não faz nenhum sentido.

Pra teste essa tarde acabei criando um pendrive com o sistema (Debian 10.3) atualizado afim de mudar para UEFI, usava Lagacy. Utilizei o Etcher. Criei o Pendrive com o sistema. Reiniciei. Alterei a BIOS de Legacy para UEFI, salvei. Reiniciei. Boot pelo pendrive e a instalação seguiu tranquila.

Não percebi diferença prática mas agora o sistema roda em UEFI.

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Me paga quanto como se eu te orientar tu instala a distro q tu quiser em UEFI no teu computador aí?

*Uso o W10, e já separei uma parte do HD para o Linux no (gerenciador de disco) , desabilitei a inicialização rápida e modo suspensão, desabilitei o secure boot na BIOS que (já está em UEFI)
*Já fiz o pen-drive para boot para instalar o Linux usando o Balena, Yumi e o Rufus, e este último eu tentei pelos 2 modos gpt e m(alguma coisa) mas o notebook não reconheceu o pen-drive(o notebook já estava preparado para reconhecer o boot com pen-drive)
*Esses dois itens são os básicos e eu não fiz nada de errado, em que momento eu posso errar nisso?

Se eu tivesse como orientar tenho certeza que daria certo.

O Rufus ficou assim?

Sim, eu fiz, tentei todas as combinações possíveis, o computador só reconhece as distro Opensuse (chego ate a instalar só que quando reinicio o processo de instalação começa de novo) e manjaro kde que também instalo, mas quando reinicio o computador o processo de instalação começa de novo. Um conhecido meu disse que provavelmente eu atualizei a bios do meu computador(porque eu fiz isso quando usava W10) ou então é algum tipo de bloqueio que o fabricante coloca no noteook já que o W10 vem com o serial na placa.

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Partition scheme tem q colocar em gpt (computadores mais modernos) É um dos erros mais comuns q o pessoal comete.

Eu tenho um Acer Aspire A515-51G e tenho dual boot entre Pop OS e Windows 10.

UEFI foi desenvolvido pela Intel no projeto Itanium e proposto como solução pros problemas da época envolvendo BIOS. Nunca ficou proibido propor uma solução melhor ou diferente. Em 2020, UEFI ainda não é um padrão real, ou seja, uma norma técnica, uma especificação formal. Ela até é especificação, mas como nenhum órgão fiscaliza ou reinforce compliance, na prática é mais informal do que uma RFC (e mais ignorada também).

A Insyde em 2017 soltou os famosos firmware com “opção” de Boot em Legacy Mode no menu mas não-selecionável (acinzentada), ou seja, “decorativa”. O certo seria nem botar então, e CSM é parte da especificação UEFI então se é pra fazer, que se faça como deve! No final das contas descobriram que o firmware da Insyde não era “UEFI-compliant” e a empresa nem aí. Lenovo comprou esse firmware e botou a dar com pau em vários modelos de seus notebooks. Outras marcas também foram afetadas, ainda que não tanto quanto a Lenovo, qual só ganhou com isso notoriedade como publicidade negativa.

Antes era tudo padronizado, ainda que informalmente, pela American Megatrends e outra meia-dúzia. Agora quem tem voz é o fabricante do hardware. Corro o risco de não poder usar o que comprei. Pode até não acontecer muito, pode até nem acontecer, mas não haveria mal algum em resolver os problemas remodelando a AMIBIOS. Ou então que se estabeleça o UEFI como padrão de juris et de facto, que se monitore de perto a implementação, que não haja contratos obscenos como já houve entre fabricantes de mobile e Google em contexto similar, que não se permita à Microsoft apitar desenvolvimento OEM pra enfiar coisas como Secure Boot goela abaixo. “Mas não é pra trancar o Linux” — é, mas tranca. Não é a intenção do Anjinho Gates que vale mais aqui e sim a liberdade do consumidor e usuário. Ele que implemente security de verdade no sistema dele e não empurre pro firmware. E se não dá mais porque já é um remendo de 20 anos do CP/M com pedaços da Xerox/Apple na parte gráfica e outros do falecido NT, com certeza não é problema meu, nem da Oracle, nem da SUSE, nem de empresas decentes como essas e outras.

A Insyde (não a Lenovo) merecia CADEIA e uma multa bem gorda. E a Microsoft se botar no lugar dela, porque perto de Oracle que faz o Solaris e da IBM que faz o AIX o OS dela não serve nem como peso de porta, que dirá apitar sobre OEM pra dar Secure Boot pra Insecure B…sta deles.

UEFI é inocente nisso tudo mas é também inegavelmente parte desses problemas aí e mais alguns. “Ah mas não é o padrão UEFI, e sim quem implementa os firmwares” — verdade. Todavia, tivessem só “remendado” a AMIBIOS, a tendência seria não ter esses problemas. AMIBIOS tinha “problemas” do tipo limite de bits pra endereçar, coisa que se resolve remodelando e expandindo a faixa. Sem dar margem a idéias perigosas como ignorar o padrão por exemplo.

Sim, UEFI é um progresso quando bem feito e bem usado, quando há boa-fé, e, pelo visto, quando houver controle porque boa-fé sem controle não parece estar dando muito certo.

Sobre a maioria dos problemas envolvendo UEFI e dual-boot, apesar do que eu falei acima, realmente costuma ser inexperiência do usuário, mas no caso dele os installers deveriam ter instalado o grub64.efi e configurado ele à frente na ordem de boot. Qualquer coisa dá pra alterar a ordem pelo Windows também, mas não sei fazer. Só sei que, como a maioria das coisas no Windows, me pareceu um saco de fazer, mas pode ser feito.

Você postou uma sequência de quatro imagens antes. Observe a segunda delas:

A quarta opção de cima pra baixo diz “F12 Boot Menu” e está marcada como “Disabled”. Selecione-a, presssione Enter e mude para “Enabled” antes de dar Enter novamente para fechar o menu. Com a opção Enabled, selecione a aba “Exit” e vá em “Save and Exit” ou algo do gênero. A essa altura, certifique-se de que o pendrive já está encaixado em alguma USB. O PC vai reiniciar e, durante o POST, pressione F12 para abrir o Boot Menu. Seu pendrive deve aparecer como opção. Caso não apareça e você tenha certeza de que fez tudo certo, volte ao setup e, naquela quarta tela,


troque a ordem de tudo aí, empurrando as três opções de USB pra cima e o Windows Boot Manager pra baixo.

Uma idéia interessante seria acessar a ESP de dentro do Windows mesmo caso seja possível e ver se os diretórios e o grub64.efi foram mesmo instalados nela. Porque, se não foram, o installer pode tê-los enfiado num outro lugar qualquer.

Se o Installer do Ubuntu não “sabe” que precisa reusar a ESP do Windows e instalar o GRUB lá não tem muito o que fazer. Só que outras pessoas conseguiram, o que acaba me fazendo desconfiar do firmware. Mas tente.

Outra coisa: veja se o seu firmware não tem um UEFI Shell pra dar fallback. Alguns tem. Se tiver, é relativamente fácil fazer o boot manualmente, mas infelizmente nem todo firmware tem Shell que eu saiba. Aí é com você descobrir e tentar a sorte.

Outra coisa André: pelo Windows você só separa um espaço no disco. O particionamento em si você faz pelo instalador da distro. Como também recomendo GPT (UEFI/GPT), use o gdisk para criar as partições se o instalador de opção de fazer pelo shell. Se não tiver essa opção vai ter um particionador manual com GUI. Não é minha opção favorita mas é o que tem (a menos que você use Arch). Aí particione por lá e reze pro grub/efibootmgr/os-prober/whatever acharem a ESP e instalarem o GRUB nela. Se instalou em algum outro lugar já era. Mas como tem gente que consegue, não entendo…

Parei de ler em " UEFI ainda não é um padrão real". N tem como levar a sério isso kk.

Mas ele não é um padrão real. O OSI Model é ISO/IEC 7498. OSI Model é padrão? De facto ou só de juris?

https://uefi.org/faq

UEFI é uma tentativa de padronizar a partir da EFI 1.10 da Intel, mas ela própria ratifica ampla liberdade às partes envolvidas. É uma especificação ---- algo que leva meu respeito mesmo o sendo “a seu próprio modo” (não tem ISO ou coisa alguma por trás), mas é correto chamá-la de padrão quanto a compliance?

Do link que passei:

It is up to the system vendors to decide which system policies are implemented on a given machine.

Nesse caso, ao ignorar a própria UEFI (que você chama de padrão mas pra mim perde o sentido se não funciona como um), a Insyde fez o quê? Vendeu o quê? A Lenovo é uma empresa e empresas não são santinhas mas será que eles sabiam daquilo? E a própria Insyde, por que colocou no menu uma opção inacessível? Desenvolvimento porco? Deve ser, porque culpa da UEFI eu sei que não é, mas não adianta fechar os olhos aos fatos. Duvido que um comprador saiba o que é Insyde mas alguns daqueles firmwares pararam em modelos da Asus. E “Asus” será que o consumidor conhece?

Isso é muito sério. Eu mais ou menos entendo o seu argumento mas você também há de entender o que são padrões, especificações, normatizações, órgãos competentes, formalismos… porque padrão o OSI também é e tem até ISO. E a Internet, usa OSI? É modelada no OSI? Que padrão é esse? Nessa hora essas perguntas fazem diferença, porque geram consequência imediata. Ninguém garante que a Insyde não fez uma presepada digna de multa por incompetência, mas pra ser cobrada como se deve a normatização tem que cumprir também o seu papel. Agora descobrem que eles ignoraram o modelo e ninguém dá bola.

Está “atacando” a pessoa errada, meu caro. Eu disse que poderiam haver alternativas ao UEFI, não que ele é ruim ou é o culpado disso ou daquilo. Mas a pessoa a ser atacada é quem não fez firmware UEFI-compliant e ainda largou um tijolo no mercado que tira um direito fundamental do usuário: escolher que sistema usar.

EDIT: A liberdade de parar de ler é sua quando bem entender mas eu cursei ambos, Especificação e Verificação Formal na faculdade de CS, com o prof. Daltro e a Profª Leila aqui na UFRGS. Pergunte a eles o que é um padrão ou norma, e depois pergunte, à revelia da primeira resposta, como isso se torna um problema em casos como o OSI ou o UEFI está sendo em certos casos.

EDIT2: Lenovo e Denuvo são duas pedras no sapato dos outros, vivo confundindo/misturando as duas desde aquele firmware desastrado (a Denuvo já enchia o saco antes).

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