Big Linux: Realmente um grande sistema

Olá, conterrâneos. Tudo bem?

Faz um tempo que não escrevo sobre minhas odisseias no mundo do “Distro Hopping”. Ainda mais quando o assunto é distros do Brasil.

Confesso que só tenho, ao todo, 6 anos de usuário linux. Cresci usando o Windows com modificações por conta de meus pais contabilistas serem canhengas e quererem ter Windows sem pagar.

Desde então vinha testando OSs, e havia criado um ranking das distros que mais gostei de usar:

1º - OpenSuse (todas as variadas versões)
2º - Ubuntu (prefiro LTS pois dão menos problemas)
3º - Pop-OS (passei quase 3 anos, mas prefiro o gnome antigo, combinava mais com o Pop)
4º - TigerOS (não curtia KDE)
5º - Linux Mint (me deu muito trabalho pois quebrava-o toda hora)
6º - Bordhi Linux (muito Zen, gostei quando queria minimalismo)
7º - RegataOS (não pegou direito na minha máquina)
8º - TailsOS (ficar toda hora tendo que restaurar os projetos, era terrível)

Contudo, vendo vídeos na plataforma Rumble, onde um professor de TI das Filipinas usava o Big Linux.

Também já tinha visto entrevista de youtubers com a equipe do Big Linux, já havia olhado sua posição no Distro Watch, mas não tinha me agradado os olhos. Precisei ver gringos usando para eu dar uma chance.

Agora, estou usando o Big. Como o nome sugere, é enorme (lá ele). Mas, realmente, é um projeto muito bem pesado.

Como diz no website, é um sistema perfeito ou melhor, estão se dedicando para ser perfeito. Algo que me surpreendeu foi a limpeza do KDE; sempre achei o KDE com coisa desnecessária.

Realmente é um sistema bem pensado, na loja de aplicativos, há várias fontes para instalar. Normalmete eu prefiro flatpacks, mas eles não funcionam tão bem no Big Linux, para isso, o sistema tem seu próprio empacotamento feito pela equipe e comunidade.

Algo que me pegou de surpresa é que ao instalar o sistema, dá para jogar pong enquanto espera, isso é algo muito fora da caixinha, pois é a primeira vez que vejo e surpreende logo no início.

Sendo assim, meu ranking teve um upgrade e o Big é rei ocupando a primeira posição, ele me fez gostar do KDE embora eu tenha customizado para ficar igual ao Uniy do Ubuntu (risos).

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Me aventurei pelo POPOS.. mas a ultima versão esta toda bugada… me estabeleci no MINT CINNAMON…. mas estou propenso a dar uma chance ao BIG LINUX… o meu receio é justamente o KDE….

Meu receio com o BIG é a base do Manjaro, acho mais instável que o Arch. Toda vez que soltam uma atualização no Manjaro é um Deus no acuda.

Usei o big por mais de um ano, mas de um tempo pra cá estou tendo problemas com a combinação Nvidia X KDE Plasma. Mas nunca tive problemas de quebrar com atualizações e os snapshots dele funcionam muito bem.

Cheguei a instalar a versão com cinnamon mas a versão Community não me passa a mesma segurança da versão oficial, a equipe do BigLinux faz questão de deixar claro que não tem nenhuma ligação oficial com eles, então acabei voltando pro Mint.

no biglinux pode escolher o visual,
mas sim, seria o KDE, eles tem o BigCommunity com XFCE, Gnome, Cinnamon

https://communitybig.org/download.html

como a base seria o arch, achei mais responsivo

Olá, obrigado por interagir com o artigo.

O Big Linux está crescendo, seu programador original, Bruno, começou-lhe ainda na faculdade.

Hoje, é classificado como umas das melhores distros do mundo.
Acompanho na rumble.com, um canal tailandês de tecnologia. Ele já disse que os sistemas de lá estão baseando-se no Big.

Faz uns dois anos que era ativo na comunidade Big Linux, eles haviam anunciado que teriam um fork flaviour (similar ao Ubuntu) para que o Big possa rodar com o Gnome.

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Ja existe https://communitybig.org/

Gnome

Cinnamon

XFCE

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Fico feliz em ver o BigLinux sendo descoberto aos poucos, mesmo que às vezes demore um pouco para alguém dar uma chance. E tudo bem. Cada um tem suas dúvidas, seus receios, suas preferências. Respeito isso de verdade.

Só gostaria de compartilhar, com todo o respeito, algumas coisinhas que o BigLinux já faz há bastante tempo — e tenho orgulho de fazer parte disso:

Múltiplos kernels e múltiplos desktops? A gente já tinha isso quando muitos nem pensavam nisso.

Leitor de tela TTS, redução de ruído no microfone, web apps, loja própria, central de controle? Tudo feito com calma, do nosso jeito, pensando em quem vai usar.

BTRFS rápido? A gente foi atrás, testou, descobriu como deixar ágil, porque acreditávamos que dava certo.

KDE Plasma leve? Pois é. Foi muito trabalho de otimização. Mas entendo quem ainda acha que KDE é pesado. Antigamente era mesmo.

IA (ChaAI) e IA Local? Chegamos primeiro. E ficamos felizes que hoje outras distros também estejam explorando isso.

Acessibilidade com o biglinux-body-tracker? Esse aí é especial. Ele permite que pessoas sem movimento do pescoço para baixo usem o computador com autonomia. Isso não é feature — é cuidado.

Poderia ficar listando mais diversas contribuições, mas te convido a dar uma olhada no Git do BigLinux. Tem quase 250 projetos. O BigLinux já deixou de ser uma distro há muitos anos pra se tornar o maior projeto de software livre do Brasil.

A base é Manjaro, eu sei. Alguns torcem o nariz. Mas com os snapshots e as ferramentas que a gente construiu, o sistema fica bem estável. Quem testa sabe.

O que mais dói, confesso, é ver que o projeto tem muito mais críticas do que ajudas. Ficamos meses sem arrecadar quase nada. Mesmo assim, seguimos.

E às vezes parece que o brasileiro desconfia do que é feito aqui… até ver alguém de outro continente elogiando. Aí resolve dar uma chance. Tudo bem, faz parte.

No fim, o BigLinux resiste porque tem gente que acredita — e em muitas ocasiões só teve uma pessoa acreditando. Não por dinheiro, não por fama. Porque fazer algo com cuidado para os outros já é uma recompensa enorme.

Se você nunca testou, fica o convite: sem pressa, sem obrigação. Com calma, carinho… e um pong na tela de instalação :blush:

BigLinux feito aqui :brazil: , com o :two_hearts: .

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Estabilidade:

Debian > Linux Mint (ou Versão LMDE) > Zorin OS > Ubuntu LTS.

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Eu gosto do Big.

Mas a estabilidade do Debian me viciou.
Larguei o Big e o OpenSuse.

Porém, acompanho no mundo latino e no asiático que o Big vem se tornando um exemplo para projetos open-source.

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Estou usando o Biglinux no meu desktop e estou bem satisfeito até agora.

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