Após 12 anos, fundador do Ubuntu MATE deixa o projeto

Estamos diante de um ponto de inflexão no Ubuntu MATE. Seu líder fundador está deixando o projeto e agora seu futuro depende da comunidade. Será o início do fim ou um novo começo?

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Tenho carinho especial pelo Ubuntu Mate pois foi nele que mantive meu workstation do 16.04 até o 22.04. O esmero da DE Mate nele sempre foi a melhor.
Ciclos acontecem e o Martin fez um excelente trabalho esses anos todos.
Estimo o melhor para a flavour em si e torcendo para chegada de novos contribuidores ao projeto. Por outro lado a DE Mate em si continua normalmente ao que tudo indica. E talvez até ganhe um gás novo e até finalizem o processo de tornar wayland nativo…

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nem sei se faz sentido mantê-lo hoje em dia. a verdade é que nunca se conseguiu um substituto matador para a tradicional interface do windows 95, na qual o gnome e o MATE se valem até hoje de inspiração.

vejam a do plasma 6, com sua dock parecidíssima com a do windows. mas o problema mesmo será a portabilidade pro wayland, mesmo que o X11 dure muito ainda.

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As vezes me pergunto se esses projetos ainda fazem sentido atualmente. Digo isso porque não vejo mais aquela larga diferença de desempenho frente a outras interfaces mais modernas e bonitas. Projetos como Plasma do KDE já estão num nível de otimização absurdo.

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Verdade sobre o Plasma. Uso ele diariamente.
Porém, ainda há sim diferença em consumo de recursos (meu note antigo que o diga).
Talvez não sinta nada em um computador de 5 anos para cá.
Mas em um computador modesto de 10 anos e com menor quantidade de RAM ainda há diferença na performance.
Evidente que pode se usar o Plasma bem seco em termos de efeitos e animações, daí melhor ir para um LXQT que tem essa proposta de ser a versão leve do plasma. E também temos que pensar em fluxo operacional. Os componentes acessórios e APPS envolvidos nas DEs.
De qualquer forma é uma discussão ampla e no fim fica a questão de nicho, preferências, recursos que cada pessoa possui, etc.. Acaba indo para o subjetivo.
Há uma lado meu que apoia haver uma grande convergência de esforço de devs e demais para o Plasma e Gnome, por outro lado, isso é como o retrocesso da liberdade criativa.
E num pensamento geral fica a máxima sobre os projetos foss, seleção natural por corte tramontina de financiamento, seja por tempo pessoal ou por apoioadores… rs complicado.

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falo do design. embora esteja mais “leve” hoje. também não posso falar muito pois meu NoBO hoje é muito melhor que o anterior. mas dependendo da distro, flui tudo melhor. o plasma do solus os é muito mais rápido e fluído que o do debian.

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O Tiger OS está aí para corroborar isso. Migraram para o Plasma em razão deste ser mais eficiente.

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Não posso falar mal do MATE (nem do LXDE) – e sou contra qualquer ideia de “eliminar” qualquer DE. – Tudo que alguém quiser desenvolver e manter, tem todo direito de existir, e merece todo respeito.

Mas, logo que comecei a explorar DEs “alternativos”, concluí que minha vida era curta demais, pra ficar dispersando tempo e esforço com alternativas demais – e “pouco diferentes” entre si.

Instalar, configurar, adaptar aos meus hábitos de trabalho (workflow) etc. exigia tempo e trabalho – para depois testar, procurando identificar prós & contras. – E eu ainda queria explorar 300 distros… ou pelo menos, os “principais” ramos da “árvore de distros Linux”.

Eu usava KDE (desde o início, 2007). – Durante um tempo, simpatizei com o Cinnamon, mas um dia mergulhei fundo, e cheguei à conclusão definitiva de que não era pra mim. – Não substituiria o KDE, de forma satisfatória para mim.

Dos DEs que se propunham ser “mais leves”, acabei me concentrando no Xfce – o único que ainda continuei testando, aqui e ali, durante mais alguns anos.

Gnome, descartei poucos dias após a primeira experiência, em 2009. – Tentei de novo, alguns anos depois, e voltei a descartar dentro de poucos dias. – Nada contra a “metáfora” do desktop Gnome! Até uso uma bem semelhante, no Android. Mas, pra “tela grande”, não:

Apareceram outras – e continuam aparecendo (acho) – mas as poucas que esperimentei, ainda estavam muito longe do mínimo desejável.

O único DE “leve” que me agrada, é o LXQt – mas tenho evitado, para não me confundir com o KDE – que é super “completo” e satisfatório, quando se tem 16 GB RAM e uma tela de tamanho razoável (1920 x 1080, no momento).

Então, fiquei assim: – KDE (sempre!) – e Xfce, em situações especiais (sessão Live, quando não existe alternativa).

Um dia desses, fui ver quais DEs são oferecidos pelas 453 distros “ativas” – e de certo modo, acho que confirmou minha opção:

WM pode ser ótimo – mas, não para mim. – Um dia, quem sabe?

Não posso dizer a mesma coisa, da variedade de distros Linux. – As “mais diferentes” (umas, das outras), fazem muito sentido, para mim. – São diferenças “no motor”.

No mundo dos DEs, estou tão acostumado à liberdade de fazer 300 mill opções no KDE, que não vejo vantagem em gastar meu tempo explorando mini-diferenciais entre MATE e LXDE (só para dar 1 exemplo).

Se a pessoa está começando, e vem do WIndows, não tenho dúvida em “sugerir” (não, “recomendar”) Cinnamon – para experimentar, como um primeiro passo. – Depois, a pessoa encontra seu próprio rumo.

Se tem limitações de RAM, CPU etc., minha “sugestão” é experimentar Xfce – e em casos extremos, uma WM. – Mas, em WM, não arrisco sugerir nem recomendar nada. Não tenho experiência alguma. Sei que não é fácil, não é “amigável” para um iniciante. – E para mim, com 16 GB RAM e tela de tamanho razoável, não vejo vantagem em investir numa WM… bom, pelo menos, por enquanto.

Em resumo, procurei simplificar meu caminho – gastar menos tempo e trabalho, em vez de tentar encontrar os tais patos bravos, de que tanto se falam. – O “mundo Linux”, que desenvolva todos os zilhões de opções, sempre que alguém se dispuser a inventar mais alguma coisa. Isso é ótimo. Isso é maravilhoso. – Cada um de nós pode simplificar sua própria vida, sem necessidade de querer proibir a liberdade dos outros. Basta estabelecer seus próprios limites. E deixar que os outros sejam felizes.

E quando um desenvolvedor faz um balanço de sua vida, e chega à conclusão de que já teve a sua dose disso ou daquilo, ótimo! – Pensar em si mesmo, é outra parte fundamental da liberdade. – Se outros quiserem prosseguir com aquilo, ótimo. Senão, ótimo, também.

Mas, suspeito que sempre haverá quem queira dar prosseguimento – até à coisa mais desconhecida e pouco usada, que possa existir. – Isso também é liberdade.

Que todos sejam felizes – do jeito que acharem bom.

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Um outro aspecto dessa notícia é a “hierarquia dos Buntus” – onde a Canonical “permite” alguém fazer um “sabor” — desde que peça a bênção e obedeça.

Mesmo se o “Ubuntu MATE” desaparecer — isso não afeta o Mint MATE – nem as outras 70 distros que oferecem o MATE como DE.

E duvido que afete muito o próprio MATE.

No máximo, é um “Buntu” a menos.

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não entendi a divisão entre KDE e KDE plasma. os dois juntos dão 58.1% e são a mesma coisa

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Também não entendi esse negócio:

Acho que “KDE” é abrangente – 138 distros, o que dá 30,5% das distros – e algum jênio resolveu enfeitar o bolo, com uma distinção mui distinta.

Aliás, nunca entendi pra quê que o KDE foi inventar essa estória de “Plasma”. – Não significa coisa nenhuma – e ainda dá mais trabalho na hora de escrever.

Duvido que alguma distribuição “ativa” use um KDE “não-plasma” – se é que alguém sabe o quê seria tal fenômeno. – Um KDE 2…? Um KDE 3…?

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tenho mó carinho pelo ubuntu mate, usei bastente. Mas não vejo muito espaço para a interface nos dias atuais

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Não pode ser divisão em razão de versões?
5x é KDE e 6x é Plasma?

Vídeo antigo mas explica muito bem esse lance dos nomes

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Sim – porém a “novidade” é mais antiga do que isso:

Segundo a IA do Google:

O KDE Plasma teve sua primeira versão estável, o Plasma 4.0, lançada em janeiro de 2008, substituindo a interface anterior (KDE 3). Desde então, evoluiu com o Plasma 5 em julho de 2014 e a atual geração, o KDE Plasma 6, lançado em 28 de fevereiro de 2024.

É por isso que eu duvido que exista alguma distro “ativa”… usando KDE 3…!

O que me parece mais provável, é que o Jesse Smith tenha criado esse campo, uns 8 anos atrás – e depois contratou um estagiário, que na hora de preencher fica na dúvida – e por via das dúvidas, acaba preenchendo ambos os campos, “KDE”, e “KDE Plasma”.

É a única explicação que consigo imaginar.

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não sei a quanto tempo vc usa linux mas o plasma foi uma série de modificações desde o lançamento do kde 4. nem me lembro mais como era.

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Eu lembro!

O KDE 3.5 era “menos moderno” – embora já tivesse alguns cantos arredondados:

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Vendo esse vídeo, lembrei do ePub que também foi lançado por ocasião dos 20 anos do KDE – e por coincidência, essa moça Aracele Torres assina o 1º capítulo:

O ePub pode ser baixado aqui.

E me convenço cada vez mais de que o banco de dados do Distrowatch perdeu o rumo – pois não existe nenhuma distro “ativa” com KDE 3.

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Nessa minha jornada recente no Linux, tentei o KDE, GNOME e Cinnamon. O KDE me trouxe lembranças do Windows like “não sei por que”… e me fez desistir depois de 1 semana. O Gnome não me pegou também. Mas aí veio o Cinnamon, com esse ícones personalizados, simplista “meio Windows like mas não trazendo pelo menos pra mim, identidade… sei lá como expressar isso..”. E sim, o Cinnamon por hora é meu preferido e acho difícil sair dele.

Mas lembrando, eu entrei no mundo Linux agora, depois de longos 17 anos com memória muscular treinada para o Windows… Talvez em algum momento ou outro, eu encontro no processo uma outra alternativa de DE que possa me agradar além do Mint Cinnamon.

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porque até hoje não criamos nada diferente deste estilo. e creio que dificilmente aparecerá algo realmente novo. todas as interfaces tem algo da do windows, nem que seja a barra inferior tipo Mac, bem disfarçada.

a situação e tão curiosa que até os SO’s das TV’s tem dificuldade de utilizar controle remoto para se navegar nos menus. esse é o problema de evoluirmos para 5 dedos em cada mão. :stuck_out_tongue_winking_eye: :stuck_out_tongue_winking_eye:

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