Já tem 8 anos que deletei meu Windows – foi em Abril 2016 – e era o XP, que já não tinha mais suporte.
Vou tentar lembrar qual era minha “memória muscular” – e os hábitos automáticos:
1 - Barra inferior (Painel), na Área de Trabalho. – Nunca me acostumei com a barra lá no alto… Parece que o ponteiro do mouse tem um “peso”, e acho “cansativo” levá-lo até lá em cima, ha ha.
2 - Deve ser “só impressão” – porque nunca achei ruim as janelas dos aplicativos terem sua “barra” na parte de cima, rá rá rá.
3 - Menu do lado esquerdo, “em cascata” – com cada seção exibindo automaticamente os itens que existem dentro dela – sem precisar nenhum clique, e nenhum esforço extra:
(E alguns aplicativos nos “Favoritos” do Menu).
4 - Nunca me acostumei com menu que abre um quadro enorme, cheio de ícones enormes. – Ícones grandes e simples são bons, quando a gente usa o dedão numa tela de celular – mas acho desperdício, meia-dúzia de ícones ocuparem um “menu”, ocupando a tela inteira do computador.
5 - Também nunca me acostumei com a exibição de pastas & arquivos na forma de ícones (todos iguais!) e com os nomes quebrados em 2 ou 3 linhas. – O modo de exibição em linhas de texto (com detalhes) é um aproveitamento muito mais racional do espaço disponível:
6 - Isso facilita re-ordenar por ordem alfabética, ou cronológica, ou por “caminho” (path) etc., com um simples click:
5 - E nesse aspecto, acho ótimo que o Dolphin “lembre” minhas preferências para cada pasta. – Em algumas, prefiro o “modo pré-visualização” – em vez de “ícones sempre iguais”:
6 - Teve uma época, que os botões de “Minimizar / Maximizar / Fechar” vinham do lado esquerdo da barra das janelas, no Ubuntu (Gnome? Unity?) – e eu nunca pude me acostumar com aquilo.
7 - Me acostumei com janelas que abrem sempre no mesmo lugar, onde coloquei. — Se eu clicava na partição "F:", ela abria sempre embaixo, à esquerda. – A partição "C:", sempre no alto. – A partição "E:", sempre mais à direita, no alto.
Em preparava as imagens em "F:" – depois, arrastava e copiava para "E:":
No Kubuntu, acho que já vinha configurado assim – mas no Cinnamon, todas as janelas abriam sempre no centro da tela – e toda vez, eu gastava um tempo re-posicionando as 2 janelas, ou 3 janelas.
Conclusão: – Eu não estava nem um pouco interessado nas “aparências”. – Eu só queria preparar imagens, copiar para alguma pasta dos sites, e gastar meu tempo criando as páginas.
Com o tempo, eliminei os ícones na Área de Trabalho. – Os aplicativos muito usados podem ficar num “Lançador rápido” (Quick-launcher); outros, menos usados, podem ficar nos “Favoritos” do Menu; e o resto, no próprio “menu em cascata”:
Achei difícil fazer essas coisas no MATE, Cinnamon, LXDE etc. – O KDE permite configurar essas coisas 1 vez – e não preciso ficar mexendo em outras mil configurações.