Após 12 anos, fundador do Ubuntu MATE deixa o projeto

A interface do Windows 11 apresenta semelhanças notáveis com o ambiente gráfico KDE Plasma, especialmente na centralização da barra de tarefas e no design dos ícones, gerando comparações sobre a inspiração visual entre as plataformas. O KDE Plasma, no entanto, oferece personalização superior, permitindo que Linux se pareça com Windows 11,

A MS se inspirou no Plasma para gerar essa interface gráfica.

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Já tem 8 anos que deletei meu Windows – foi em Abril 2016 – e era o XP, que já não tinha mais suporte.

Vou tentar lembrar qual era minha “memória muscular” – e os hábitos automáticos:

1 - Barra inferior (Painel), na Área de Trabalho. – Nunca me acostumei com a barra lá no alto… Parece que o ponteiro do mouse tem um “peso”, e acho “cansativo” levá-lo até lá em cima, ha ha.

2 - Deve ser “só impressão” – porque nunca achei ruim as janelas dos aplicativos terem sua “barra” na parte de cima, rá rá rá.

3 - Menu do lado esquerdo, “em cascata” – com cada seção exibindo automaticamente os itens que existem dentro dela – sem precisar nenhum clique, e nenhum esforço extra:

(E alguns aplicativos nos “Favoritos” do Menu).

4 - Nunca me acostumei com menu que abre um quadro enorme, cheio de ícones enormes. – Ícones grandes e simples são bons, quando a gente usa o dedão numa tela de celular – mas acho desperdício, meia-dúzia de ícones ocuparem um “menu”, ocupando a tela inteira do computador.

5 - Também nunca me acostumei com a exibição de pastas & arquivos na forma de ícones (todos iguais!) e com os nomes quebrados em 2 ou 3 linhas. – O modo de exibição em linhas de texto (com detalhes) é um aproveitamento muito mais racional do espaço disponível:

6 - Isso facilita re-ordenar por ordem alfabética, ou cronológica, ou por “caminho” (path) etc., com um simples click:

5 - E nesse aspecto, acho ótimo que o Dolphin “lembre” minhas preferências para cada pasta. – Em algumas, prefiro o “modo pré-visualização” – em vez de “ícones sempre iguais”:

6 - Teve uma época, que os botões de “Minimizar / Maximizar / Fechar” vinham do lado esquerdo da barra das janelas, no Ubuntu (Gnome? Unity?) – e eu nunca pude me acostumar com aquilo.

7 - Me acostumei com janelas que abrem sempre no mesmo lugar, onde coloquei. — Se eu clicava na partição "F:", ela abria sempre embaixo, à esquerda. – A partição "C:", sempre no alto. – A partição "E:", sempre mais à direita, no alto.

Em preparava as imagens em "F:" – depois, arrastava e copiava para "E:":

No Kubuntu, acho que já vinha configurado assim – mas no Cinnamon, todas as janelas abriam sempre no centro da tela – e toda vez, eu gastava um tempo re-posicionando as 2 janelas, ou 3 janelas.

Conclusão: – Eu não estava nem um pouco interessado nas “aparências”. – Eu só queria preparar imagens, copiar para alguma pasta dos sites, e gastar meu tempo criando as páginas.

Com o tempo, eliminei os ícones na Área de Trabalho. – Os aplicativos muito usados podem ficar num “Lançador rápido” (Quick-launcher); outros, menos usados, podem ficar nos “Favoritos” do Menu; e o resto, no próprio “menu em cascata”:

Achei difícil fazer essas coisas no MATE, Cinnamon, LXDE etc. – O KDE permite configurar essas coisas 1 vez – e não preciso ficar mexendo em outras mil configurações.

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Por falar em XP… fiz uma homenagem a ele :grinning_face:

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Q4os tem um fork chamado Trinity e está ativo.

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Verdade:

Mas Distrowatch conta como “Trinity” – e não como “KDE”. – Indica 5 distros “ativas” com Trinity.

Quanto à dupla-contagem, Distrowatch superpõe (overlap) “KDE” e “KDE Plasma”. – As mesmas distros são contadas 2 vezes. – Acho melhor deixar isso assinalado:

As 3 primeiras – CachyOS, MX Linux, Debian – aparecem nas 2 listagens (KDE, e KDE Plasma).

Cliquei em Debian, e lá na página específica sobre Debian aparece apenas “KDE Plasma”.

Entendo que quando surgiu a denominação “Plasma”, o DW criou um novo campo para ele – e manteve o campo antigo (só KDE) para as distros que ainda não tinham feito a passagem. – Depois, o campo antigo deixou de ser exibido… Mas ainda aparece na página de pesquisa.

Acho mais seguro considerar que existam 125 distros com “KDE Plasma” (27,6% do total)-- e umas 13 ovelhas desgarradas – que seria muito trabalhoso tentar descobrir quais seriam.

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