A pesquisa do Google é uma farsa?

Olá amigos,

Gostaria de compartilhar algo intrigante com vocês. Vi um vídeo de um canal onde eles demonstravam que o Google mente absurdamente nos resultados das pesquisas.

No vídeo o autor afirma que o Google deixou de ser uma simples ferramenta de busca que nos primórdios da internet trazia de tudo, mas agora não traz quase mais nada e ainda manipula todos os resultados que traz.

Não satisfeito com as afirmações do vídeo, repeti as buscas que eram demonstradas e obtive os mesmo resultados(prints em anexo). Digitei uma palavra simples, “futebol”. Na primeira página diz que foram encontrados 146 milhões de resultados, mas na última, apenas 429 resultados. Repeti com diversas outras palavras e os resultados são os mesmos.

Segundo o autor do vídeo, resultados semelhantes se repentem também com outros buscadores. Na teoria dele, toda a internet está vazia e não passa de uma grande fachada.

Façam as próprias pesquisas de você e relatem os resultados encontrados.

Perguntas a vocês:

-Seria o Google uma empresa de fachada bilionária que vende saco vazio aos seus clientes?
-Seriam as pesquisas do Google a maior fraude de todos os tempos da informática?
-Será que a internet inteira é tudo de fachada e na verdade não há nada lá ou simplesmente tem sido apagada?

Segue o link do vídeo original: The Dead Internet Theory 2 - YouTube


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Eu nao duvido viu…por isso gosto de usar outros buscadores para ter resultados diferentes

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Atuando no meio marketing há anos posso dizer algumas coisas além de usuário comum, no entanto, em termos avançados e complexos é um mundo EXTREMAMENTE vasto o resultado de pesquisa.

Não engane que há muito mais do que os meros 426 resultados.
Há um padrão de retorno de pesquisa, mas isso não é por excelência a realidade para todos que fazem a mesma pesquisa.

A otimização de pesquisa tem um motor bastante complexo e leva em consideração muitas questões e para resumir de forma boba, o que mais pesa é quem está investindo mais acerca do termo a qual alguém pesquisa. Será uma grande mescla de investimentos na palavra, anúncios, quantos links cruzados de referência, levar em conta a pegada digital do seu próprio PC no ato da busca ainda cruzando com o ip de destino e quais cookies você tem setado se cruza com meta dados de outros pontos de parceiros e habitos de compras, e muitos outros fatores.

Agora, se você faz a busca de modo totalmente “isolado” digo, modo privacidade, sem histórico de navegação, usando algum VPN, etc, a engine faz outras ponderações e como um empresa que tem custo para retornar a cada pesquisa realizada no mundo, quem é mais importante para um ecossistema financeiro, quem você consegue identificar e entregar resultados pertinentes inclusive induzindo uma compra ou para quem você não consegue mapear nada?
Dito isto, qual o esforço de entrega para o perfil mais próximo do ideal para o perfil mais distante do ideal, quanto de máquina/server o Google vai investir para cada um?

Assim, acredito que terá um vislumbre maior do porque por exempĺo o Facebook/Meta e Google vem brigando diretamente com a Apple quando ela lançou no iOS e dispositivos a opção de bloquear por completo o tracking de terceiros. Porque isso fez com que as duas citadas deixassem de acertar a entrega de resultados e consequentemente queda absurda de ROI/ROAS para milhões de pessoas.

E a título de posicionamento, não estou dizendo se A ou B ou C está correto, apenas que na pegada digital, cruzamentos de dados, esforço de respostas tudo custa dinheiro e Google como empresa fará de tudo para “manipular” as informações a fim de ter o melhor retorno de investimento para ela ao passo que entrega um resultado para outrem, sem, no entanto, esquecer da premissa de para quem vale mais ou vale menos aos olhos do motor de busca.

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Entendo o seu raciocínio. Porém, nas primeiras páginas, o Google te informa que milhões ou até bilhões de resultados para a sua pesquisa foram encontrados, mas na última página você vê claramente que foram só algumas centenas. Querendo ou não, ele está mentindo, porque não existem meios de comprovar se ele realmente tem milhões de resultados. Mesmo a gente clicando em “resultados omitidos”, pouca coisa muda. Temos aqui uma distância brutal entre o conceito teórico de pesquisa e da pesquisa entregue na prática ao usuário. Ficamos num beco sem saída.

Como ela trabalha com algoritmo/fórmula de pesquisa, eu não diria que a pesquisa é uma farsa e sim que é passível de manipulação (privilegiar certas páginas em detrimento de outras) ou erros por conta de tal. Sob a disparidade de números, isso é ao menos parcialmente explicável por conta da duplicidade de resultados, sub-resultados dentro de uma mesma URL (portais de conteúdo, por exemplo) e páginas inexistentes que ainda possuem resquícios na Grande Rede.

O resultado da busca deve estar contabilizando as subpáginas e as vezes que aparece a palavra buscada, e ao avançar na busca, apresentar os resultados só das homes aonde conteudo está alocado.

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O número de termos encontrados não corresponderá ao número de sites.
O método interno é do próprio Google e não há como auditar.
Quando ele simplesmente diz aproximadamente, é uma estimativa que ele vai gerar. Ele não dará exatidão e muito menos exibirá essa quantidade de itens. Mesmo porque seria humanamente extremamente difícil ficar passando por todas as páginas para comprovar, entende?
Uma analogia, quando você escreve, por exemplo, um TCC você vai lá e simplesmente pede pra localizar a letra “a” quantos resultados você acredita que virão?
Daí pergunto, quantos são:
. apenas o artigo;
. apenas silaba;
. parte de uma palavra;
.etc

Mesma coisa podemos inferir do termo “futebol” e a qual você pesquisou solto, pois existem camadas de pesquisa no motor que podem aproximar ainda mais o resultado.
Enfim, seguindo a lógia:
. quantas vezes a palavras futebol aparece em uma só reportagem que tenha 10 páginas?
. quantas vezes a palavra futebol pode aparecer em url de sites?
. quantas vezes a palavra futebol pode aparecer em um domínio, e domínio se entende por exemplo o uol.com.br e todas as páginas abaixo navegáveis e as vezes não navegáveis para o usuário, mas visualizada pelo robô de pesquisa
. etc
Junte tudo isso e faça uma estimativa considerando os milhares de servidores do Google catalogando e indexando a Internet quase que toda.

Enfim, pode se dizer que ele aproxima, mas mentir você terá que conhecer o universo estatístico de um só termo e ainda assim, de forma já meticulosa e juridicamente o próprio Google não vai te dizer que são exatos tantos itens, sejam eles, letras, silabas, palavras, expressões, etc.
Entende? É bastante complexo.
E por mais que se levante dizendo que é uma falácia por completo o buscador Google, quem vai provar? Quem vai entrar com ação contra?
Por outro lado, pessoas batendo de pé junto afirmando que é mentira, sem também provar estão da mesma forma cometendo outra mentira?
Percebe como é difícil?
Reféns, sim…
Uma pena!
Mas está ai a liberdade econômica para alguma gigante empresa ou um novo motor extremamente competente tirar a hegemonia do Google Search Engine. E mesmo assim verá que isso é só uma parte pequena do conglomerado da Alphabet.

Bacana. Meu intuito é dialogar sobre a questão, mostrando outros pontos.

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Eu prefiro acreditar no resultado realmente entregue. Hipoteticamente é possível especular qualquer coisa. Mas a pesquisa que o Google de fato entregou foi de apenas 429 resultados. A situação não varia muito para praticamente qualquer palavra digitada. Na primeira página, consta milhões ou até bilhões de resultados. Mas na última, não passam de algumas centenas ou até mesmo algumas dezenas.

Alguns podem argumentar questões técnicas para a pesquisa entregar apenas 429 resultados. Outros podem especular que o Google não tem conteúdo suficiente e enriqueceu vendendo vento aos seus usuário e clientes.

A partir do momento em que nenhum ponto pode ser provado, todas as opções estão sobre a mesa.

1 - Tudo que já procurei no Google, sempre encontrei – e quase sempre, nas primeiras 3 páginas. – Quando não encontro, é porque a coisa realmente não existe… Por exemplo, alguma suposta “notícia” que alguém “afirma” nas redes, sem dar links nem fontes da suposta informação.

2 - Para isso, vim “aprendendo” a usar o Google – a partir de algumas dicas que uma amiga minha recebeu em um curso de Biblioteconomia, que na segunda metade da década de 90 estava apenas começando a se chamar “Tecnologia da Informação”. – Naquela época ainda nem existia Google. Os principais buscadores eram Yahoo, Altavista-net, e muitos outros, em ordem decrescente de importância e qualidade. – Eram inúmeros buscadores, porque ainda era possível milhares de empresas entrarem na competição, com alguma chance de abocanharem uma pequena fatia e, até, crescerem, em alguns casos.

3 - Não havia buscas “inteligentes” – havia buscas por “categorias” e subcategorias, por países (acho), e assim por diante. – A quantidade de resultados ainda era humanamente razoável, e se não me engano, havia um limite, não lembro se o máximo era 255 mil ou 255 milhões, mas só uma busca muito genérica chegava a tanto. – Não conheço ninguém que tenha checado até a última!

Se você não entrasse em uma “categoria”, ou em em algum outro tipo de “refinamento” da pesquisa, os resultados vinham embaralhados – e era comum eu ter de percorrer até 50 páginas (500 resultados), em alguns casos, tentando encontrar alguma coisa mais específica. – E se você usasse as opções de “refinar” a pesquisa, encontrava algumas categorias com apenas meia-dúzia de resultados (em geral, úteis).

Não lembro exatamente como aqueles “motores de busca” indexavam os sites. – Lembro que, em vários deles, você podia cadastrar o seu site, indicar as categorias, país, idioma etc., e aguardar a aprovação. Então, ele aparecia lá no meio do bolo geral, e também nas categorias etc.

O Altavista-net se distinguia por pelo menos 2 coisas: – (a) Tinha uma equipe de voluntários, que verificavam, re-classificavam, corrigiam etc.; e – (b) Oferecia uma “busca avançada” extremamente bem organizada, que permitiam “refinar” os resultados com alta precisão. Era a menina-dos-olhos dos especialistas universitários. Exigia mais conhecimentos e habilidades. Por isso, era mais abordado nos cursos de Biblioteconomia / TI.

Yahoo era o grande buscador, todos usavam, tinha um cadastro de sites muito maior, mas era mais tosco, embaralhado, e os resultados eram mais “burrowghs”. – Com jeitinho (e muito trabalho), conseguia-se encontrar as coisas, dentro de um universo mais amplo.

Tinham algum algoritmo? Deviam ter. Alguma coisa muito “simples”, em comparação com o que existe hoje. De 2001 a 2003 fiz um site (grátis) no Yahoo, e foi muito fácil colocá-lo em destaque nas pesquisas. – E é importante lembrar que, naquela época, se 2 pessoas pesquisassem as mesmas palavras, dentro das mesmas “categorias”, receberiam exatamente os mesmos resultados.

Deixei o site fora do ar durante algum tempo, e quando tentei de novo, poucos anos depois, tive de trabalhar duro, durante vários anos, para situar meus sites (agora eram 2) num ranking razoável, dentro dos resultados.

4 - Em algum momento entre 1996 e 2000, li uma entrevista de um chinês dos EUA, “criador” de uma novidade esquisita, um tal de Google, onde ele desancava o Yahoo, sem dó nem piedade, chamando-o de “burrowghs” – não por causa dos resultados de pesquisa serem mais “burrowghs” – mas porque os donos e diretores do Yahoo “desperdiçavam” sua posição única, para ganhar dinheiro, muito dinheiro!

Ele observava que o Yahoo tinha um cadastro de zilhões de usuários do Mail, dos Groups (compra do eGroups), do Geocities (outra compra), entre muitos outros serviços “logados” – mas não exigia que esses usuários preenchessem todos os campos relativos a idade, sexo, formação escolar, profissão, atividade, renda, gostos, preferências etc. – e quando os usuários preenchiam, o Yahoo não utilizava essas informações para monetizar seus serviços!

De fato, os anúncios eram tão poucos, nos serviços do Yahoo, que ninguém se preocupava com bloqueadores. Nem sei se já existiam bloqueadores. – Aos poucos, o “império” do Yahoo foi se desmanchando, peça por peça. Fecharam o Geocities, apagaram zilhões de “anexos” que eram guardados nos Groups, e um dia desses fecharam o Yahoo Groups, que já quase não tinha movimento. – Não lembro outros serviços que foram fechando, mas lembro que eram vários.

5 - Em algum momento, os “buscadores” pequenos, em seguida os médios, e por fim os grandes, todos foram desistindo de manter “motores” próprios (bancos de dados) – e passaram a contratar o “motor” do Google. – Em cima disso, usam critérios próprios para exibir resultados “sem a influência” dos algoritmos do Google.

A número de portais, sites, blogs, páginas etc. estava crescendo exponencialmente, tornou-se muito caro manter cada vez mais máquinas examinando a internet para descobrir tudo que surge todos os dias. – Daí, a concentração nos poucos que conseguiam ganhar muito dinheiro para manter e expandir essa infraestrutura no ritmo necessário. – Em uma palavra, o Google.

Infelizmente, a partir daí, parei de acompanhar, porque eu estava tendo um trabalho insano, na tentativa de “posicionar” meus 2 sites com um mínimo de destaque no ranking global. – Praticamente, todos os dias, o Google altera coisas nos seus algoritmos, e aos poucos, obter “alcance” foi se tornando tarefa superior a qualquer esforço que os blogueiros e os pré-históricos “webmasters” conseguem fazer. – Para isso, hoje precisam recorrer a especialistas em SEO – Search Engine Optimization.

Por um lado, isso decretou o fim dos sites “estáticos” (HTML), artesanais. – Além disso, alguns anos atrás o Google transformou o Youtube (que era só um repositório de vídeos) em um “negócio”. – A maioria dos internautas que apareceram nesses últimos anos (e que já devem ser 90% do total) gasta muito mais tempo assistindo vídeos (quanto mais longos, melhor!) do que lendo textinhos pequenos, de 5 minutos. – E isto é só 1 exemplo, pois as mudanças dos últimos 5 ou 10 anos foram radicais. Simplesmente trato de ignorar Tik Tok, Instagram etc., porque não oferecem o que quero, nem eu tenho a menor intenção de “disputar mercado”.

Para quem quiser disputar um lugarzinho (mínimo) ao sol, o caminho é mergulhar na documentação do Google – que a essa altura já supera 100 milhões de “Enciclopédias” – mas aviso desde já que… vai se tornar “escravo” do Google, pois todo dia tem mudanças importantes, e a cada 6 ou 12 meses tem mudanças fundamentais. Você deixa de gastar seu tempo gerando conteúdo, para gastá-lo quase todo… tentando se adaptar aos algoritmos do Google, que não param quietos 1 minuto.

Um “atalho” cada vez mais utilizado é fazer afirmações absurdas, ofensivas, mentirosas, para gerar tretas. – A explosão de ódios, brigas, fake-news etc. não é “natural”. É consequência direta dos algoritmos.

6 - O nome disso é “grana”. Dinheiro, bufunfa. Em graus cada vez mais gigantescos. O “capital”.

O Google nunca vai lhe mostrar 1.000 páginas de “resultados” – (a) Porque para isso, suas máquinas teriam de abrir zilhões de registros em seus bancos de dados – e as pessoas não olhariam nem 1% de tantas coisas.

Dinheiro perdido. – E como me disse um subgerente do Bradesco… “Só porque o banco lucrou zilhões, não é motivo para jogar dinheiro fora”. – O princípio básico de qualquer “motor” desse tipo é limitar o número de acessos aos registros nos bancos de dados (cujo tamanho hoje é inimaginável) – pois, a cada dia, existem muito mais pessoas solicitando esses acessos… e 99% dessas pessoas não vão gastar mais de 1 minuto olhando os primeiros resultados. Ficam impacientes, alteram a busca, e teclam Enter de novo. E assim por diante.

Imagino (só imagino) diferentes níveis de trabalho mecânico: – (a) Busca rápida em uma espécie de “cache”, bastante limitada, pois não faz sentido as máquinas acessarem “todos” os zilhões de registros, a cada vez que alguém tecla Enter em algum canto do planeta; e – (b) Mecanismos de mineração de dados (data minning), em background, alimentando o “cache” com um resumo do que possa fazer mais sentido, tanto para os ganhos do Google, quanto para a satisfação de zilhões de pessoas comuns. É nessa “mineração de dados”, também, que podem aparecer pistas sobre alguma coisa que os terroristas possam estar planejando – mas, principalmente, determinadas informações estratégicas para grandes conglomerados econômicos e, naturalmente, o Tio Sam. Estes são os grandes clientes.

7 - O que “aprendi” a fazer, é o mínimo possível: – (a) Limitar a busca a “Últimos 12 meses”, quando o assunto é Linux, pois se uma dica era válida 10 anos atrás, com certeza milhões de pessoas tornaram a repeti-la no último ano, em geral corrigindo o que possa ter mudado; – (b) Se alguém diz que teve um terremoto, caiu um avião etc., limito a busca às últimas 24 horas, ou mesmo à hora mais recente. Se não encontro “avião do Papa caiu”, em 99% das vezes isto significa que era fake-news.

8 - Nunca incluir na busca palavras inúteis (e, ou, de, com), nem palavras comuns demais (futebol, política, democracia, ditadura). – Melhor pesquisar “Fulano” (só o nome mais “diferente”, nada de José, João) + o nome do time + alguma palavra muito específica sobre o que ele teria feito (balada, estupro, sonegação?). – Bom, esses são exemplos genéricos, pois não vejo, não leio, nem assisto futebol (nem tenho TV).

O mais comum, é eu procurar alguma dica técnica em Linux. Por exemplo, como mudar o UUID de uma partição XFS? – Pesquisei “UUID XFS mudar” (o Google sabe que mudar = alterar, e inclui nos resultados), e encontrei 2 repostas de ótima qualidade, nas primeiras 2 páginas.

Se você procura uma música, “Acontece que eu sou baiano, acontece que ela não é”, use aspas – caso contrário, pode aparecer um monte de páginas com “aconteceu virou notícia”, com “baiano esfaqueou o colega”, “quem sou eu”…

Teoricamente, o Google diz que privilegia o conteúdo “original” e pontua negativamente postagens que são meras cópias. Isso é muito relativo. Se a Folha, o Estadão, O Globo copiarem um texto seu original, são eles que irão aparecer na primeira página (com um © lá embaixo!). – Sei disso, porque em todas as notícias que me interessam sobre obras realizadas, início, inauguração etc., os jornalões copiam descaradamente as “notas de imprensa” dos governos (federal, estadual), e tacam um © lá embaixo. Para me assegurar de que não roubei nada de ninguém, eu fazia questão de procurar a “nota de imprensa” original, e garanto que é quase impossível encontrá-las pelo Google. Sempre tive de entrar nas páginas dos próprios governos e procurar lá a informação original (idêntica à dos jornais). Por via das dúvidas, salvava em PDF, para me resguardar.

9 - Os “algoritmos” do Google têm bons e maus efeitos. Do lado bom, sei que eles distinguem páginas “boas” – porque as pessoas param mais tempo nelas, e interrompem a pesquisa (então, o Google detecta que aquela página foi útil para aquela busca). – Isso também vale para vídeos no Youtube, mas eu é que não vou ficar 1 hora ouvindo falar “clica no sininho” etc., pra descobrir que aquilo não contém o que eu procuro, e começar tudo de novo, e de novo… Dessa vez, resolvi tudo em +/-5 minutos.

10 - Deixo de falar das coisas terríveis sobre o Google, porque não vejo nada que a gente possa fazer de concreto, e que possa gerar um mínimo de resultado prático. Talvez a Europa, a China etc. possam fazer algo.

11 - “Honest, boss, there’s nobody here but us complicated thinking machines”.

PS.: - “burrowghs” – as máquinas pensantes do Fórum proíbem a palavra que vocês já adivinharam qual seja.

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É como eu disse, independente de haver toda uma história por trás dos buscadores desde os 90 até hoje e de em tese o Google querer facilitar a vida de quem faz as pesquisas, não sabemos como as pesquisas são entregues, nem exatamente como elas funcionam. Eu pessoalmente já encontrei coisas no DuckDuckGo que não achei no Google.

Na minha opinião, é um pouco de tudo: facilitar as buscas, manipular os resultados, excluir certas coisas, favorecer outras e nunca revelar publicamente o funcionamento da ferramenta para não afugentar usuários e anunciantes.

Inquestionavelmente, o Google tem um lado obscuro que não sabemos como funciona. Quem negar isso, é ingênuo e está desconectado da realidade.

Bom… não sabemos de quê é feita a Coca-Cola.

E já disse Bismark que “os cidadãos não dormiriam tranquilos se soubessem como são feitas as leis e as salsichas”.

E os jornais.

E a pesquisa do Google.

E… etc.

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Eu acho que não necessariamente. A qualidade do resultado da busca é proporcional à qualidade dos parâmetros da pesquisa. Em outras palavras, uma busca genérica dará resultados ruins e/ou facilmente manipuláveis.

Porém se a busca é refinada (uso da busca avançada), os resultados serão mais proveitosos. Duvido muito que o site da federação paranaense de futebol tenha aparecido nos resultados da primeira busca, mas ela aparece se buscar por ‘clubes futebol paranaense’.

Ou seja, não dá pra saber se há milhões ou bilhões de resultados para ‘futebol’, inclusive seria praticamente impossível recuperar todos os resultados. Porém se a busca for mais assertiva, começam a aparecer resultados que haviam sido “escondidos” previamente.

Fica muito evidente que há resultados escondidos, mas os resultados são mostrados desde que a busca seja suficientemente explícita.

Moral da história: Quanto mais assertiva a busca, melhor os resultados.

O que leva ao segundo ponto: Tudo o que vc perguntar pro google, poderá achar uma resposta. Se alguém colocar na busca “fulaninho ladrão”, vai aparecer sites e reportagens com tal conteúdo. Mas se a busca for por “bem feitorias de fulaninho”, vai aparecer também uma série de resultados, comprovando o que queríamos comprovar.

Moral da história: Há tantos resultados indexados, que há grandes chances de haver resultados conforme se espera. Alie a isso a qualidade ruim de busca e certamente você se deixará ser manipulado.

Moral das morais: Utilize o google (ou outro motor de pesquisa) para procurar, mas use o cérebro para processar as informações, bem como procure também o oposto para ter visões diferentes e conseguir formar sua própria opinião!

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A ideia de apontar bilhões de resultados e mostrar apenas algumas páginas é bastante simples:
ele carrega o que é relevante e acha que você pode se interessar.
Entretanto, ele te dá um feedback do quão “ruim” foi sua pesquisa e quanto você pode melhorar.
Se você pesquisar apenas futebol há algumas centenas, milhares de clubes no mundo. Ele te dá uma resposta muito precisa quanto a isto.

Odeio o Google, mas não é com este tipo de raciocínio que vamos melhorar as coisas.

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As Big Tech não são apenas especialistas em suas respectivas áreas tecnológicas. Elas são especialistas em psicologia. Elas estudam profundamente as tendências psicológicas humanas pra criar produtos e serviços.

Essas empresas omitem e manipulam informação porque sabem que a maioria da população não se importa e sequer sabe que essa manipulação existe. Elas também descobriram que, em geral, as pessoas não se importam que seus dados pessoais sejam escrutinados e vendidos.

Um mágico usa as falhas da percepção humana para fazer seus shows e ganhar dinheiro. Ele não está cometendo um crime. Ele apenas recebeu um treinamento específico focado em manipular a percepção humana.

As Big Techs conhecem os aspectos complexos da mente humana e usam isso a seu favor. Até que ponto elas manipulam a percepção humana para vender seus produtos e serviços? Nós não sabemos. Em muitos casos, só podemos especular.

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Verdade!

Eu uso uma penca de serviços do Google – Gmail, Busca, Blogger, Chrome, Sincronização, WhatsApp, Google Groups, Google Forums, GoogleEarth (inclusive Web), Youtube, News, Contacts, Drive, Translate, Docs, Adds – e sei que o Google rastreia qualquer site que eu visite, produtos e preços que procuro, postagens, amigos e conversas no Facebook, Twitter, Forum Diolinux…

Em suma, as grandes corporações, empresas, bancos, “o mercado”, a CIA, o FBI, a NSA, o DEA e outros 300 órgãos de vigilância e espionagem ocidentais já me conhecem por dentro e por fora, muito mais do que eu mesmo. – O que me consola é saber que estão muito mais interessados no perfil psicológico e farmacológico da Cristina Kirchener, do Maduro, do Putin, da Merkel, do Almirante Othon e do Lula, do que na minha insignificante pessoa.

Às vezes penso em abrir uma janela anônima do Chrome – não para escapar à vigilância, pois é claro que é tão vigiada quanto a janela “normal” – mas para ver se a Busca me daria alguns resultados diferentes, não-influenciados pelos meus hábitos de navegação, nem pelo que já procurei para comprar… Mas no final, acho que seria uma trabalheira inútil, e desisto antes de começar. Não acredito muito nisso.

É aquela famosa frase, “se o produto vem de graça para você, então o produto é VOCÊ!”

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Estamos, literalmente, “vendidos” ha ha!

Qualquer camelô tem DVDs para vender com todos os nossos dados, nascimento, aniversário, identidade, CPF, contas bancárias, cartões, senhas, números de celular e “autenticação em 2 passos para sua maior segurança”.

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Nem vou mencionar aqui o que eu sei sobre manipulação psicológicas porque não quero escrever um texto e porque aqui é uma comunidade de informática.

Posso dizer apenas que, aqueles que detém o poder, têm como foco principal o estudo da criatura humana. Os produtos e serviços são apenas uma consequências desse entendimento.

Programação Neurolingüística, Neurociência e os mais avançados estudos de psicologia da atualidade, são o grande foco.

Dei o exemplo do mágico, pois é a metáfora que mais se aproxima. O mágico recebe um treinamento específico para manipular a percepção humana. Você vai ser manipulado quando estiver diante de um mágico, não importa o seu grau de instrução. Ainda que você seja um médico, um advogado ou um engenheiro, você não sabe como truques de mágica funcionam e vai cair em todos eles.

O que a mídia, os governos e as grandes corporações sabem sobre psicologia, segue a mesma linha. As pessoas nem sequer tem uma vaga ideia de como elas podem ser manipuladas por aqueles que tem bilhões de dólares em caixa dedicados exclusivamente ao estudo da mente humana.

A única coisa que me anima é que nem todo mundo é bobo. Muita gente também percebe essas manipulações e resiste a esses enganos, dificultando os projetos desses manipuladores…

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Exato!

Os algoritmos oferecem o que mais atende aos objetivos do Youtube – manter as pessoas presas no Youtube, pelo maior tempo possível – e para isso, seleciona os vídeos mais estapafúrdios, os vídeos que mais geram medo (ou ódio), teorias conspiratórias etc.

Enquanto a gente mergulha nessas teorias conspitatórias, a gente deixa de perceber as verdadeiras manipulações – bem menos sensacionais, porém muito mais efetivas.

Acho que todos concordamos que o Google não “traz tudo” – seria inútil para 99% das pessoas – e seria economicamente inviável para o Google, manter zilhões de máquinas “trazendo tudo” a cada vez que uma criança, uma dona de casa ou um cientista procura 1 coisa… que ficaria perdida no meio daquilo “tudo”.

Em 99% dos casos, o que cada um procura, é 1 coisa prática para resolver 1 necessidade imediata – e o que o Google oferece, pretende ser “a” solução para aquela demanda.

Claro… empurrando “vendas”, “produtos” etc. através de anúncios, direcionamento, manipulação e tudo mais.

Como disse antes, tudo que procuro no Google, em 99% dos casos eu encontro – quase sempre logo na 1ª página de resultados, às vezes na 2ª página. – Raramente preciso ir além da 3ª página.

Só preciso ir além disso, quando quero uma notícia que “não” seja dos portais da grande mídia (Globo, Folha, Estadão, Record, SBT). – Para encontrar a mesma notícia em sites independentes, preciso avançar um pouco mais. É uma coisa que já sei, então nas primeiras páginas me limito a olhar rapidamente a origem de cada link, e em poucos minutos acabo encontrando o que quero. – Neste caso, estou me subtraindo à manipulação mais evidente.

O cara do vídeo está usando de todos os truques mais evidentes para ganhar o máximo de cliques – e é esse tipo de coisa que os algoritmos do Youtube / Google gostam de empurrar pra gente.

Na verdade, a internet está entupida de coisas – 99% inúteis. – Neste sentido, sim, concordo.

Eu classificaria esse vídeo entre os 99% de coisas inúteis.

Quanto mais coisas inúteis, mais difícil encontrar o que realmente importa.

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eu simplesmente adoro teorias da conspiração. mais do que estas, só a série “alienígenas do passado”, no history ou discovery channel. kkkk pra mim não tem importância, se nesse mundo fantasioso vier a informação que preciso.

mas vamos lá:

“Vi um vídeo de um canal” - qual?
“o Google mente absurdamente nos resultados das pesquisas.” - provas?
“eles” - quem?
“autor” - eles ou o autor?
“trazia de tudo” - tudo mesmo?

obviamente, se vc pesquisa “futebol” tudo que tiver a palavra será localizado, não necessariamente relacionado ao esporte. serão apresentadas as opções mais buscasdas, mais vistas, maisd lidas, que vc pagou ára aparecer, sei lá.

mas buscar por “futebol”, o google citar trocentos bilhões de resultados e mostrar só 400 não é “prova” de nada, apenas d que 400 foram priorizados.

acho que pode ser um video falso, com premissas falsas para desacreditar o google e outros buscadores. principalmente pelos espalhadores de fake news, que tanto mal fizeram aos países nos últimos 5 anos.

de resto, o resto é o resto!

fui…

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