Windows ou Linux? Em vez de opiniões, colocamos os dois sistemas em uma comparação baseada em critérios objetivos para descobrir onde cada um realmente leva vantagem em 2026.
Talvez algum dia eu migre para Linux. Eu lembro o vislumbre que eu tive quando conheci Ubuntu pela primeira vez em 2013 e anos depois o Mint. Talvez algum dia.
Pela minha experiência, quem muda para Linux já não quer outra coisa
Concordo totalmente com você.
Eu diria que o Windows leva vantagem quando é usado – ao passo que o usuário leva vantagem quando usa Linux.
Mas o usuário é livre para escolher.
Infelizmente o Windows entrega mais em termos de gerenciamento de bateria, qualidade de áudio, experiência com touchpad e suporte de software/hardware. No Windows eu nunca precisei fazer tinkering para as coisas funcionarem como devem funcionar.
Curioso, pois eu nunca encontrei, seja em Windows, ou até mesmo nos MacBooks, tão elogiados por esse aspecto em específico, um uso tão fluido e produtivo do touchpad quanto tenho no GNOME.
O GNOME não tem configuração para alterar a velocidade de rolagem do touchpad, então eu era obrigado a conviver com uma velocidade extremamente alta.
No KDE é possível alterar isso, porém alguns aplicativos ficam com a rolagem bem lenta.
Um outro ponto é que os gestos do touchpad só funcionam nos navegadores Chromium se você adicionar uma certa flag no arquivo .desktop, além de precisar do Wayland.
No Windows tudo que eu mencionei funciona dentro dos conformes, sem qualquer intervenção minha.
Eu tava “meio que” – “só brincando” – pero, muito a sério!
Mas, é isso: – Cada caso é um caso!
A maioria dos colegas estão usando – e precisam usar – dispositivos “móveis”.
Não é o meu caso. – Uso PC “desktop” – sem “esse negócio” de bateria, touchpad etc.
Nunca, nem ouvi falar, em “tinkering”. – Que diabéisso??? ![]()
(Também, nunca usei NVidia, nunca precisei de “games” para viver minha vida, e assim por diante).
Conclusão: – 99% das perguntas, dúvidas etc. ref “Linux vs. Windows” estão “mal explicadas” – e muitas vezes, não têm nada a ver com “Linux”, nem com “Windows”.
99% dessas questões, só existem, na medida em que os prezados colegas não conseguem “distinguir” as “verdadeiras questões”.
“Ah, meu PC é um Gatorade 300 ml”… “Ah, meu PC é uma Coca-Cola 2 litros”… Ah, meu PC é uma Fanta 600 ml"…
Todos, fabricados (e testados) “para Windows”. – O que é que o tal do “Linux” tem a ver com isso??. – “Ah, mas eu paguei Trocentos Miles Reals”. – Reclame para quem te vendeu… ou para quem fabricou, sei lá.
O que é que “o Linux” tem a ver com isso? – Não foi fabricado… nem testado… nem certificado… nem “garantido” – para “o Linux”.
(Aliás… “qual Linux”, né!).
Trocentos zilhões de colegas vivem torcendo pelo “aumento de participação do Linux” – embora não exista uma empresa “Linux”. – Dizem que já chegou a 10%…
10% de usuários que não sabem o que é “Linux” – nem querem saber – e têm raiva de quem sabe!
E “o Linux” – ou, “nós” – somos responsáveis… por essa mistura de “não-quero-saber” + “nós-empresa-só-queremos-lucrar-pero-jamás-nos-responsabilizar”…???
Mudem o disco, please! – Essa palhaçada já enjoou.
A própria NVIDIA, mencionada por você, mostra como é difícil dar suporte ao Linux. Em outras palavras, o Linux tem tudo a ver com isso.
Com todo respeito, não dá para entender nada kkk
Pra mim o Linux é bem melhor que o Windows hoje. E listo a seguir os pontos que me fazem afirmar isso.
- Desempenho: nos meus velhos e defasados equipamentos, o Linux funciona bem, reconhece tudo e me entrega mais velocidade do que o Windows, ainda mais se for o 11.
- Consumo: o Linux consome menos RAM e menos espaço de armazenamento. As distros são fáceis de deixar apenas com o que necessito pra usar e não vem com um monte de coisa inútil embutido ao sistema, tal qual no Windows.
- Estabilidade: nos meus equipamentos o Linux tem se mostrado bastante estável. Muito mais do que o Windows, ainda mais se for o 11. Não tem incidência de bugs como no Windows 11, que a cada atualização parece ficar cada vez pior.
- Capacidade de Personalização: o Linux, no caso com KDE Plasma, me oferece uma capacidade de personalização muito mais ampla, de forma nativa, do que o Windows. No caso do Windows, preciso, pra muitas coisas, usar aplicações de terceiros pra conseguir deixar o sistema mais ao meu agrado.
- Compatibilidade: o Linux, nos meus equipamentos, se mostrou ter uma compatibilidade muito mais acertiva com o meu hardware, pois as distros que uso reconheceu todo o harware sem nenhum problema, nem necessidade e instalar nada proprietário, salvo meu desktop que tem uma GPU Nvidia RTX, mas que a distro já veio com o driver proprietário embutido na ISO.
Para o que eu faço hoje, o Linux me atende muito bem. E no meu velho e defasado equipamento apresenta um funcionamento melhor do que o Windows, ainda mais se for o 11. Tenho um notebook da Dell com tela touch, no Linux funciona maravilhosamente bem.
Eu virei um completo adepto do Linux e não uso mais Windows. Inclusive recomendo para outras pessoas, muitas delas usuárias comuns. E olha que eu uso Windows desde o 3.11.
Vamos “por partes” – como dizia Jack, o estripador…
Meu celular também mostra “como é difícil dar suporte ao Linux”. – Já vi dizer que os celular não foi feito pro Linux – mas tem quem diga que a culpa é do Linux!
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Bom final de Domingo!
Atualizei o Artix de manhã. – Agora, vou atualizar o MX (Debian stable), o Void, o Mageia, o PCLinuxOS, o Fedora, o Debian (Testing), o Arch e o openSUSE Tumbleweed.
Bom, o grande problema, como já discutido aí pra cima, é a questão de que geralmente a culpa não é do Linux. Quando o Linux é suportado corretamente e dentro do que ele se propõe, quase sempre se mostra muito eficiente, até pela natureza escalável e modular dele. Além de ganhos claros de performance tem a questão da segurança e da estabilidade, que quase sempre é superior.