Você é um acumulador de lixo virtual? O que cada um tem feito para gerenciar/lidar melhor com seus arquivos locais nos HDs?

Guardo muita coisa no meu HD local (e mais ainda no HD externo que uso para Backup de literalmente tudo o que tem no HD local somado a filmes que posso querer reassistir no futuro).

As pastas do meu HD local e externo estão organizadas mais ou menos assim:

* Animes e seriados
… … * Pastas com animes que faço questão de guardar e estão até no HD externo
… … * Pastas com animes da temporada
… … * Pastas com seriados
* Cursos
* Documentários
* Documentos
… … * Meus trabalhos
… … … … * Trabalhos atuais da universidade
… … … … * Importante
… … * Meus projetos
… … … … * Vários projetos
… … … … * Abandonados
… … … … … … * Vários projetos
* Downloads
* Filmes
* HQs
* Imagens
* Livros
* Música
* Vídeos

Sempre tento deixar minha pasta Downloads vazia, tudo o que baixo ou é imediatamente guardado no seu devido lugar ou é deletado após eu ter feito o que queria com o arquivo. Me dá agonia abrir o computador dos outros e ver a pasta Downloads abarrotada de arquivos.

Acumulo alguns filmes, seriados e episódios de anime da temporada em suas respectivas pastas, mas eu logo os excluo assim que os consumo, guardando apenas o que me marcou e posso ter dificuldade de encontrar depois. Quanto aos mangás, deleto os capítulos assim que os leio, mas guardo alguns mangás e HQs completas que gosto muito. Como você pode ver, sou o tipo de pessoa que relê/reassiste alguns materiais e descarto outros.

Sobre o conteúdo da pasta Meus trabalhos, geralmente deleto tudo após os trabalhos terem sido concluídos, mas os importantes que pretendo manter eu guardo na pasta Meus trabalhos/Importantes.

Repare que dentro da pasta Meus projetos tem a pasta Abandonados. Isso não é lixo e os guardo porque posso decidir voltar a tocar um desses projetos abandonados.


Eu não me permito chegar a esse ponto como você viu no meu relato.

Mas se por algum acaso eu me visse nessa situação, eu sentaria em frente do computador e tiraria uma tarde (ou um dia ou uma semana) inteira só para organizar tudo isso. Naturalmente que eu seria organizado com os novos arquivos para que essa situação não se repita de novo.

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Um toque: cuidado com essa confiança na internet, já vi material (filme, livro, etc) ir pro limbo porque o site que o armazenava foi fechado ou o torrent não tem mais seeds e ninguém fez backup em outro lugar. É só lembrar do caso do Minhateca.

Se você pretende ser bem racional no que você guarda, prefira a coisas que são “raras”, isso é, é difícil de achar na internet. Por exemplo, não precisa guardar uma cópia do filme O Rei Leão (1994) porque muito provavelmente você poderá encontrá-lo na internet sem dificuldades mesmo daqui a dez ou vinte anos; mas o filme O Globo de Prata tem poucos seeds no seu torrent (eu até ajudo a semear, mas não farei isso a vida toda).

Baixo muitos filmes e pretendo comprar mais um HD externo de 1 TB só para armazená-los com mais segurança de espaço disponível. Um HD externo de 1 TB custa em torno de R$250,00~R$300,00.

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Sabe que eu tenho esse pensamento. Mas para pode guardar filmes, eu precisaria de mais HD do que os 120G que eu tinha até a semana passada. A uns seis meses que o HD de um terabyte do meu notebook queimou. E fiquei um tempo com um HD de 60 giga, depois 120 e agora obtive um desktop com um HD de um terabyte. Embora corra o risco menor de danos por impacto (como os HDs de notebook) corre o risco de danos por queda de energia, pois ainda não tenho um No-break. O ideal mesmo, acho, são os HDs externos que ficam guardados e a gente só usa mesmo quando quer ver de volta algumas dessas joias raras. Mas tenho outras prioridades como aumentar memória ram do meu desktop, comprar um No-break, comprar um SSD para o meu notebook e uma grana que quero investir numa invenção científica minha. Daí sem chances de eu gastar com HD externo agora. Se minha invenção der certo, eu fico rico e compro um HD de vinte terabytes. rsrs.

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Essa sou eu na vida. Meu HD estava desse jeitinho. :joy:

Lamentavelmente, me tornei uma acumuladora digital ao longo dos anos. Primeiro porque achava que sempre iria precisar de um determinado arquivo e correria o risco de nunca mais encontrá-lo na internet, e segundo porque a gente vai fazendo download de forma desenfreada ao navegar pela internet, mas não arruma tempo suficiente para gerenciar tudo isso.

Ainda tenho muito o que organizar, mas tenho adotado algumas estratégias.

Primeiro, defini minha pasta Download como a pasta principal para colocar tudo que chega até mim, como se fosse a pasta “Inbox” do sistema de organização GTD. Daí criei um atalho dessa pasta na minha área de trabalho, para ficar sempre à mão para acessá-la. Mas o mais importante é que pelo menos 1x na semana tenho que tirar uns 15 minutos para processar tudo que está lá dentro.

Depois, ao processar, eu só deixo tudo que realmente vou ler ou que ter alguma importância ou significado especial. Sempre me pergunto se é um arquivo que posso facilmente encontrar na internet. Se a resposta for sim e ele não tiver mais utilidade, eu simplesmente excluo.

Por fim, outra coisa que faço é renomear os arquivos de uma maneira padronizada, com títulos e “tags” que só de bater o olho já sei do que se trata. Dessa forma, além de manter tudo organizado, o ato de renomear o arquivo me dá tempo para refletir se ele é realmente tão importante a ponto de eu me dar o trabalho de renomeá-lo e guardá-lo no lugar adequado.

Resumidamente, é ter “um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar”, deixar somente o que é útil, raro e ou/importante e lembrar que não dá tempo de consumir tudo que a gente acha que precisa consumir. rs

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Olá @Deleterium

Pertinente a separação que faz antes do backup, isso evita ficar fazer backup de arquivos inúteis, que pertenceriam ao lixo virtual ou aumentariam o tamanho dos dados do seu backup desnecessariamente.

Backup em locais distintos, sua casa e casa da mãe, seguindo uma tradicional recomendação da área. Ótimo!

Organização, concordo quando diz que “cada um precisa ver como prefere” É a parte pessoal e personalizável da organização de arquivos. Mas percebo que há um grande benefício quando conseguimos explicar nossa “organização” para outros, como você o fez, e concluirmos que em uma situação hipotética, a pessoa conseguiria localizar um arquivo dentro das pastas se você assim o solicitasse. Esta foi a minha impressão com seu exemplo. Muito bom!

Arquivos obsoletos: Sim, às vezes nosso interesse em manter algo muda ao longo do tempo. Faz sentido.

Sobre mais espaço de armazenamento: Verdade, às vezes o problema é este. Se o é efetivamente, por que não comprar mais armazenamento?

Grato pela contribuição!

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Descobri que sou um SDA agora estou descobrindo que posso ser um ALV :sweat_smile:

Brincadeira a parte, atualmente só guardo poucos documentos que são interessantes manter (esses deixo sincronizados com OneDrive, para não correr o risco de perder caso o HD pare).

Os demais mantenho bem organizados, mas não duram muito mais de 1 mês guardados.

A uns 10 anos atrás eu tinha o hábito de gravar tudo em CD e DVD, mas como as mídias se estragavam em pouco tempo e acabava perdendo tudo, parei com isso e reparei que não era necessário (até porque acabava ficando desatualizado - em caso de programas.

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Hoje em dia ja melhorei um pouco nesse quesito.
Geralmente eu separo tipo, uma pasta pra tacar um monte de coisas que vou usar no momento, e outras certinho.

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Há muitos anos atrás baixava muitos arquivos e salvava em HD interno e depois comprei um NAS com dois HD.
Descobri com o tempo que não precisava mais baixar quase nada e que podia simplesmente esquecer os arquivos no NAS e só procurar se quisesse no futuro.
Atualmente uso o Google drive com uma conta de 200 GB que custa 99 reais por ano.
Instalei o Insync que sincroniza o meu ssd para o Google drive que também recebe os arquivos do celular.
Se quero ver um filme assisto Netflix que custa mensalmente 34 reais e não sinto necessidade de outro serviço.
Se quero ouvir música uso o Google play musica que custa 16.90 por mês e me permite ouvir por streaming ou fazer download para o celular e ouvir no carro por bluetooth.
Se quero ler um livro uso o kindle onde tenho uma assinatura mensal de 19.90 onde posso pegar emprestado até 10 livros por vez e se quiser um livro específico compro por um custo mais baixo que o de papel e não vai ocupar espaço nem mofar. Se quiser posso enviar pdf para o kindle pelo email e ler depois.
Como só uso software opensource não preciso baixar nada e nem salvar programas.
Com isso só uso 70% da minha conta do Google drive.
E não preciso me preocupar em encontrar um arquivo. Basta digitar na caixa de pesquisa que aparece na tela.
Notas fiscais,manuais e outros arquivos eu salvo no evernote na conta Premium que custa 80 por ano.
Material que escaneio com o camscanner também estão salvos na conta Premium de 117 reais por ano e com backup adicional para o Google drive.
Como não sou adepto de pirataria não preciso de nenhum HD externo a mais.
Tenho HD externo só para backup do sistema no caso de reinstalação mas estou revendo isto.
Meu ideal é um dia não usar nenhum HD externo.
Se você fizer as contas de todos os serviços que eu assino vai dar menos de 100 reais por mês, aproximadamente 3 reais por dia ou um cafezinho o que compensa não ter preocupação com vírus, compra de novos HD externo , cadastros em sites como o mega e outras preocupações.

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Eu já acumulei muita coisa, baixava filmes/programas/séries/animes e deixava organizado por partes e até com uma “capa” nas pastas, porém percebi que era só questão de apego, nunca voltava pra assistir as coisas.
Outra coisa que eu percebi é que isso das pastas que já vem no computador como, “vídeos”, “imagens”, “modelos”, “áudios” eu não usava.


Hoje em dia eu só mantenho os arquivos que preciso da seguinte forma:

- Área de trabalho:

  • MEGAsync = documentos que preciso manter, como meu relatório de estágio ou algum trabalho que eu já fiz porém ainda não apresentei. Após apresentar eu excluo. Além de alguns wallpapers que devido ao SDA eu gosto de manter na nuvem pra sempre poder usá-los.

  • E mantenho na área de trabalho outra(s) pasta(s)(dificilmente passa de uma) com aquilo que estou trabalhando e que é muito pesado para eu manter na nuvem, como por exemplo algum vídeo que eu esteja editando, que daí é muita arquivo de foto, músicas, etc. Ou alguma coisa que baixei para assistir.

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Curiosamente, o hábito de ser distrohopper me obrigou a ser organizado e só guardar os arquivos essenciais. Mudando de uma distro para outra eu conseguia mandar todos os arquivos essenciais para um pendrive ou para a nuvem.

Outro motivo que me obrigou ainda mais a guardar apenas o essencial foi ter trocado meu HD de 1 terabyte por um SSD de 120 Gb (sou pobre). Consegui ganhar a performance que necessitava sem sentir a falta de armazenamento (isso sem acumular lixo na máquina).

Mas para contornar os dois primeiros problemas, configurei um servidor nextcloud aqui em casa. Sempre tento manter tudo organizado nele. Nesse mesmo servidor também acesso alguns arquivos por SFTP. Não gosto muito de ficar salvando coisas nos drives ou dropbox da vida. O único serviço de nuvem terceirizado que uso com frequência é o pcloud, pois ele me permite “montar” a nuvem no meu computador, podendo acessar os arquivos sem que eles sejam baixados. Se eu quiser baixar uma pasta específica eu tenho essa opção (é a mesma coisa que faço montando o nextcloud ou o servidor SFTP sem ter os arquivos baixados no pc principal).

Mas sim. Tenho muitas fotos pra imprimir e mídias pra gravar em DVDs ou algo do tipo (se bem que eu corro o sério risco de daqui há uns 10 anos não ter um leitor de DVD capaz de acessar esses dados).

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Outro ponto importantíssimo que esqueci de mencionar. Mesmo sem ser programador ou sequer trabalhar na área de informática, aprendi e me viciei a usar repositórios git.

Antigamente eu era aquela pessoa que salvava vários documentos de texto com os títulos “trabalho-1.0.odt”, “trabalho-final.odt”, “trabalho-quase-acabando.odt” (sempre tinha um famigerado “acabou-essa-bosta-agora-é-definitivo.odt”).

Hoje em dia eu aprendi a escrever meus trabalhos acadêmicos em markdown e/ou LaTeX. Utilizando um repositório git (que pode ser tanto o github como o meu próprio servidor pessoal, dependendo se eu considerar perigoso expor os arquivos a um serviço terceirizado) eu consigo ter o controle de versões sem dores de cabeça. Várias vezes eu apagava alguma coisa do documento e lá na frente queria voltar atrás, mas sempre era difícil de achar em qual arquivo o trecho apagado ainda constava. Com o git isso se tornou bem mais fácil. Também estou aprendendo aos poucos a usar os branches da melhor forma possível.

Escrevi toda a minha iniciação acadêmica em LaTeX e sincronizando com o github. Eu trabalhava em várias maquinas diferentes e sempre mantinha os repositórios atualizados e sincronizados. As mensagens de commits me permitiam saber o que havia mudado em cada versão do arquivo. Trabalhando com grandes documentos o git é uma mão na roda.

Quando o trabalho tá pronto e preciso mandar em .doc, .odt ou pdf (no caso dos arquivos markdown), eu simplemente converto o arquivo. O pandoc é excelente para isso.

O git é uma invenção absurdamente simples e infinita em termo de usabilidade. Hoje em dia tudo que posso salvar num repositório git, isto é, arquivos não binários, eu o faço.

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Olá @MarcoMarques

Realmente, quando o volume de dados é grande, muita gente confia na internet como seu repositório de recuperação. Principalmente para coisa que não foi a própria pessoa que produziu.

Sobre arquivos soltos na área de trabalho… cuidado… kkk. Brincadeira… Já vi muita gente renomear pasta exatamente com este nome de “Arquivos Soltos” e depois ao longo dos anos, pronto: novo lixão virtual. Pasta Downloads também se não tiver a característica de arquivos temporários, que logo se organiza, vira bagunça com certeza.

Obrigado por suas contribuições. Vejo que esta forma que você lidou de organizar os favoritos com o bloco de notas é uma forma de lidar com a situação quando temos tantos links e nos perdemos em meio aos favoritos de anos anteriores. Legal também sua organização de HQs e PDF junto com a nuvem.

Grato.

Somos 2 então! Huahuahuahuahuahua!!!
Não há comentários que eu possa dar, porque sempre nas minhas pastas “finais” ficam um pouco zoneadas.
As únicas pastas que posso citar são as de documentos fiscais e boletos, pois estas são pastas que tem de ter uma duração dos arquivos de pelo menos 5 anos. E mesmo assim dentro desta “organização” eu tenho os mesmos arquivos em XML, PDF e compactados, ou seja, arquivos em triplo.
Minhas pastas de trabalhos de designer, até que são organizadas, mas dentro das pastas de cada um dos projetos tem umas dúzias de arquivos, pois costumo salvar uma cópia do arquivo a cada mudança ficando coisas do tipo “Arq1, Arq2, Arq3” que são sequências dos mesmos projetos! rs

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Olá @rasolar

Esta atitude que você tem relação a pasta Downloads, de guardar as coisas rapidamente em seu devido lugar ou deletar o inútil, é muito importante para não acumular itens desnecessários ao longo dos anos.

Também nos trouxe um ponto interessante: não guardar tudo, mas guardar coisas que possamos ter dificuldade de encontrar depois.

Sobre a pasta /Meus Projetos/Abandonados entendi perfeitamente. Apesar do nome escolhido, a pasta se refere a projetos “pausados” ou “parados” por um tempo. É muito diferente de lixo e está de acordo com nossa vida: tem períodos que estamos mais envolvidos com algo, outras coisas “pausamos” e continuamos depois. Não é lixo, são algo como “esforços de projetos em desenvolvimento”.

Sobre a referência que fez da situação de desorganização em que a pessoa não se encontra em meio aos arquivos, fico feliz de que você não se permite chegar neste ponto. Certamente, este é o sonho de muitos.

Grato pela participação!

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Oi @Ana

Ao ler o que você escreveu pude lembrar de algo que percebo ser muito importante para contribuir na questão da acumulação digital, que é o seguinte: A velocidade com que baixamos arquivos ou produzimos eles é mais rápida do que a velocidade em que conseguimos, durante nossa rotina, dedicarmos esforços para a organização deles. Afinal, o acesso a baixar um arquivo está a uns poucos links. Criar, produzir arquivos demanda um pouco mais de esforço, porém organizar exige mais. Ainda mais se deixar acumular ao longo de anos.

Isso é bem simples de perceber. Não importa a realidade: quem está na faculdade, quem está trabalhando, tem um negócio, etc. O volume de arquivos que recebemos produzidos por outros ou o que a gente também produz é grande. Organizar arquivos digitais em geral não costuma estar associado a nossa principal atividade financeira e outras demandas importantes da vida (família, etc). Pronto: Cenário perfeito para acumular. Perceba as exceções que ocorrem em geral na vida das pessoas, muita gente mantém bem organizada suas pasta de faculdade, as pastas relacionadas com seu trabalho, a parte de contabilidade e questões financeiras (nota fiscal, prestação de contas, etc), por estar de certo modo associado ou com sua vida financeira ou a aspectos importantes de sua vida no momento. Principalmente se envolve compromisso e responsabilidades com outras pessoas ou instituições. O resto vai ficando para o dia que der, o “dia do nunca”, vai virando lixo digital, por falta de tempo ou prioridade.

Gostei do modo como você relata sobre o processo que faz na pasta Downloads e no processamento de arquivos e renomear pastas para se organizar digitalmente. Neste processo elimina o inútil e preserva e organiza o que considera importante. Também gosto de ter um tempo na semana (sua dica dos 15 min) para processar potenciais arquivos que se acumulam.

Grato por sua contribuição.

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Na verdade é mais pra “abandonado” mesmo, mas admito que – em umas raras vezes – já resgatei alguns projetos dessa pasta. Mas, via de regra, tudo que está aí dentro não será mais tocado por mim.

É que eu simplifiquei meu esquema de pastas. Ainda tenho a pasta /Meus Projetos/Na gaveta onde aí sim guardo os projetos pausados ou que mexo pouco.

Não deleto os projetos da pasta /Meus Projetos/Abandonados porque anos (ou muitos meses) depois posso me arrepender de tê-los descartado ou por pura nostalgia de rever os projetos inacabados de quando eu era adolescente.

Olá @thespation

Os frequentadores daqui gostam de organizar comunidades, associações... kkk. Questão de acumular lixo virtual já independe de sistema operacional. Além disso, SDA se diferencia por já ser estilo de vida, quase uma condecoração para alguns, algo de status... Brincadeira...kkk.

Sobre o tema principal da postagem (lixo virtual):
Realmente, hoje em dia utilizar serviços em nuvem como backup (ainda mais por estarem “localizados” longe da sua mídia local) tem sido um recurso interessante.

Para o caso de programas e outros arquivos que se tornam obsoletos rápido, realmente, gravar em CD ou DVD acaba sendo inapropriado mesmo.

Grato pela participação.

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@DenisCampos ,

Em sua manifestação percebe-se o quanto serviços e soluções que surgem ao longo dos anos em informática/na internet mudam a relação que temos com os arquivos e com a informação.

Soluções como NAS, os serviços de armazenagem em nuvem e serviços de entretenimento diversos realmente mudam nossa relação com arquivos, livros, músicas, vídeos e todo tipo de conteúdo, sejam de criação própria ou de terceiros.

Aliás, percebo que estes serviços vão criando sua própria forma de organização e disponibilização dos materiais. Alguns hábitos que temos de organizar e lidar com nossos arquivos locais por vezes são influências adquiridas por usar estes diversos serviços.

Por fim, ter acesso a todos os arquivos já indexados e organizados, em uma busca na “caixa de pesquisa” é algo muito atrativo para as pessoas… as faz poupar tempo, mesmo em meio a um ambiente com muitos arquivos. Não é a toa que a maioria dos serviços de nuvem e entretenimento e até gerenciadores de arquivos dos sistemas operacionais, algo que não pode faltar é o ícone ou caixa de pesquisa.

Grato por sua contribuição.

Olá @Dio e @Diolinux ,

Grato por sua colaboração em vídeo com o tema da postagem: Você é um acumulador de lixo virtual/digital?

Gostei das suas sugestões de softwares, para identificarmos os arquivos que ocupam mais espaço em nossas mídias de armazenamento, etc. Uma das perguntas mais importantes que vejo foi a que você fez em certo ponto do vídeo: “Você realmente precisa deles (dos arquivos)?”

Se sim, se precisa dos arquivos, não tem problema nenhum, gerencie, organize, guarde. Importante também é revisar e fazer a mesma pergunta alguns anos depois: nossa percepção sobre algo pode mudar ao longo dos anos. Se ainda precisa, guarde. Se já não precisa daqueles arquivos, cabe a pergunta: O que ainda estão fazendo no seu pc/celular? Já não seria a hora de deletá-los? Usar serviços de nuvem entre outros recursos de softwares locais, nos ajudam muito organizar nossos arquivos e ter uma boa vida digital, como você nos sugeriu.

Para mim, um dos fatores que leva muitas pessoas ao acúmulo de lixo digital, é a falta de disponibilidade ou prioridade de tempo para se livrar do lixo diante de outras prioridades da vida, já que na vida digital o acúmulo de arquivos é muito mais “fácil”, estando a poucos links (principalmente quando não é você que produz o arquivo). Se desfazer de algo já exige uma certa análise, baixar nem sempre exige análise, pois pode-se “baixar para ver depois”. Apego a arquivos também favorece o acúmulo.

Enfim, não existe “receita de bolo”, “receita universal” para lidar com o lixo virtual/digital. Na essência cada um é que vai definir o que é lixo ou não. Afinal, arquivos antigos podem ser textos, planilhas, fotos que representam memórias, algo que não se quer ou se pode deletar, ou pode ser simplesmente lixo. A questão de acumular lixo virtual ou não, como tantas outras coisas relacionadas com o ser humano, diz mais respeito a hábitos/comportamentos e disponibilidade de tempo para liberar mais espaço digital, se preciso for é claro.

Mas de vez em quando, sempre me vem a pergunta: "Você é um acumulador de lixo virtual/digital?
A partir daí é hora de pensar e agir a respeito…

OBS: Dionatan, grato a você, as pessoas que trabalham contigo e aos membros do fórum, por todo o conhecimento compartilhado sobre tantos temas do mundo digital e sistemas operacionais. Tenho te acompanhado faz um bom tempo e durante estes anos tenho e sigo aprendendo sobre Linux e tantos outros temas da nossa vida digital.

Desejo que este ambiente criado pelo Diolinux seja sempre um local favorável tanto ao aprendizado, quanto exemplo de interação respeitosa e um bom uso da internet. Grato!

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Sou uma pessoa com um apego muito estranho aos meus bytes organizados de maneira única para determinados fins (ou se preferir: arquivos). Tenho vários backups (o que seria equivalente a um armazem na vida real) onde guardo músicas, mangás, livros, pdf’s, apostilas, videos, ISO’s (emuladores de todos os tipos) e outros tipos de entretenimento em hd’s externos espalhados em minha casa que coleciono desde 2012. Quase nunca uso, mas não sei pq é muito importante pra mim guardar coisas que temo perder, pois vários links destas que eu guardo já inexistem e possuo um grande medo de perder minhas tralhas. Enfim, só que falar da minha vivência e empatia quanto ao tema e como o material virtual tem sido cada vez mais importante e significativo em nossas vidas. Abraços

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