Este vídeo apresenta o lançamento oficial do Windows 11 26H2 e guia o usuário sobre como verificar a disponibilidade e instalar a atualização através do Windows Update (0:00 - 1:15). O criador explica que a atualização está sendo liberada gradualmente e utiliza um “pacote de habilitação” para usuários das versões 24H2 ou 25H2, tornando o processo rápido e sem a necessidade de uma reinstalação completa (2:14 - 3:13).
Principais novidades destacadas:
Barra de tarefas: Agora permite alterar sua posição (superior, inferior, esquerda ou direita) (4:12 - 5:14).
Windows Search: Adição de controles para desativar resultados da Web e Microsoft Store, permitindo uma busca focada apenas em arquivos locais (5:17 - 6:53).
Menu Iniciar: O menu agora possui tamanho responsivo, adaptando-se automaticamente ao tamanho da tela do dispositivo (6:57 - 8:46).
Acessibilidade: Atualizações significativas no Narrador, com suporte a Braille, e melhorias na Lupa, incluindo novos atalhos para ajuste de zoom (10:11 - 11:21).
Pesquisa Inteligente: O sistema agora consegue interpretar melhor as buscas, mesmo que o usuário cometa erros de digitação (9:40 - 10:11).
Parecem somente pequenos ajustes e nada de muito significativo, coisa que já poderiam ser implementadas em atualizações rotineiras e não num “Service Pack” anual.
Interessante ver essas novidades do 26H2 — especialmente desativar resultados da web na pesquisa local, que convenhamos, já devia ter vindo há anos!
Eu era daquele perfil clássico de usuário que sempre adorou o Linux, mas ficava com um pé preso no Windows exclusivamente por dependência profissional do AutoCAD, Photoshop e CorelDRAW.
No fim das contas, a necessidade falou mais alto: acabei criando aplicações web próprias para cobrir exatamente essas três frentes de trabalho. Uma vez resolvido esse gargalo, não teve mais volta. Hoje navego 100% no Linux, a máquina respira aliviada e não sinto a menor falta de tela de atualização do Windows na inicialização! haha
Várias dessas mudanças já tinham sido implementadas antes do 26H2, bastava instalar as atualizações prévias que já ativada. Eu já podia ajustar a barra de tarefas antes do 26H2.
Instalei aqui no meu intel 6700HQ (via rufus né, pq ele não é oficialmente suportado). Notebook tá com 16GB de RAM e o Windows carregado, sem nada (dasabilitei inicio automático de nada que não fosse de driver), usa 6,2GB. MicroSlop cada vez se afundando mais…
Enquanto isso o Fedora KDE Plasma usa 2,2GB de RAM (e ainda é um dos maiores usos de distro linux que eu testei).
Realmente, normal um app de previsão do tempo usar 1GB de RAM e muitos outros exemplos…
Um amigo acabou de comprar um Dell Vostro 3510 que vem com Windows 11 e 8GB de RAM. O windows usa os mesmos 6GB de RAM quando iniciado. Qualquer 3 abas de internet já dispara o uso da swap.
Basta comparar com o próprio Windows 10 IOT Enterprise LTSC que usa 2GB quando iniciado.
Sobre o tópico: o que eu mais gostei foi finalmente ter a possibilidade de se usar ícones pequenos na barra de tarefas.
Infelizmente atualmente é meio inviável usar só 8gb de ram com Windows 11. Por isso a Microsoft está tentando melhorar o sistema para ficar utilizável em 8gb.
Não dá para comparar com o LTSC porque a proposta do sistema é diferente. LTSC é capado no bom sentido e vai utilizar menos memória, até no Windows 11 LTSC usa bem menos.
Ainda lembro da época que eu ia fazer debloated do Windows e o sistema me avisava que se eu desinstalasse o Internet Explorer o sistema teria falhas graves. Eu ficava achando graça disso até quando resolvi tirar o Snap do Ubuntu “recentemente” kkkkkkkkkkk… Canonical Saboooor Microsoft!
E esse exatamente o ponto, são mudança triviais de atualizações rotineiras, não deveriam ser o foque ou destaque da grande atualização anual, que diferente de versões anteriores, não parece trazer nenhuma grande novidade.
Fica evidente a decadência do Windows… Não precisava nem lançar o 11, era só manter suporte e ir melhorando aos poucos o Windows 10 que já era excelente. O Windows 11 não adicionou nada de relevante que o usuário queria, piorou a experiência de uso, deixou o sistema mais pesado e ainda fica minerando cada vez mais dados, só serviu para dar um fim artificial ao W10. Terrível, pior lançamento da M$, superou de longe Win ME e Vista.
Caraca bicho, mudar a barra de tarefa de posição é “novidade” em 2026… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk sem comentários.
Eu nem consigo adivinhar a quantidade de pessoas e seções que existem na Microsoft focadas em desenvolver o Windows, digo, deve ser algo gigantesco de manter.
Daí seus comentários me fizeram pensar em como é para um programador fazer algo que ele claramente sabe que vai dar errado, devido a toda essa parte de coleta de dados, serviços inúteis, uso de IA, etc., enfim, a galera responsável pelo bloat.
Fico imaginando que deve ser uma desgraça, e digo isso porque eu sempre busco o fazer o meu melhor no meu trabalho e o melhor para o cliente, e aí ser recompensado de acordo, e, portanto, detesto essa ideia de “vender por vender”, e tudo bem que as coisas precisam se pagar, mas o Windows já é pago, o que faz tudo ser ainda mais absurdo.
O Windows 10 x64 normal tb só usava 2GB quando inciava (o x86 usava 1,2GB). Não há absolutamente nenhuma razão pro windows 11 consumir tanta RAM assim apenas na inicialização, a não ser pelo fato dele ser um SO extremamente inchado. O windows 11 IOT Entreprise LTSC consome pouca coisa a menos que o 11 normal (foram 4,7GB quando eu testei ele em um notebook Dell Vostro 3500 - i3 370m com 8GB de RAM).
Tomara que a Microsoft consiga melhorar o windows 11, mas eu não vejo nenhuma ação nesse sentido).
Infelizmente, mesmo eu usando Windows 11, sou obrigado a concordar com isso. É muito inchado mesmo. No meu trabalho, tem alguns computadores com Windows 11 e 8gb, que é sofrido de usar. Fica em uso de 70 a 80% de RAM o tempo todo.