É impossível listar todas as distros Linux, afinal, por sua natureza, todo mundo pode criar a sua do zero, com ferramentas como o Linux From Scratch, ou se basear em alguma que já existe para efetuar modificações, ou até mesmo simplesmente copiar outra distro, trocar o nome e o logotipo para redistribuir. Certas distros podem ser distribuídas para qualquer um que quiser baixar, outras podem ser utilizadas apenas pelo criador ou por um grupo que quer mantê-la apenas entre eles.
Nesse mar de distros, podemos nos perder; muitos iniciantes não sabem por onde começar e até mesmo usuários experientes acabam gastando um bom tempo para escolher qual é a melhor opção para o seu propósito.
Existem iniciativas para catalogar o maior número de distros possível que existem ou já existiram, uma que se destaca é a da Wikipedia, ela se divide entre as principais bases, como:
RPM, incluindo o Fedora, openSUSE e Mandriva;
Debian, dentro da qual temos Ubuntu, Knoppix e Kali Linux;
Pacman, com o Arch e KaOS;
Gentoo, que inclui o ChromeOS e o Container Linux;
Slackware, com o Absolue Linux e o ZipSlack;
Android, e as distros CyanogenMox, Android x86 e o FireOS.
Também há as distros que não se enquadram em nenhuma dessas categorias, como o Alpine Linux, o FirefoxOS e o KaiOS.
Quando o Kurumin foi descontinuado, adotei o Kubuntu (usei várias versões LTS como "distro principal e testei outras em dualboot), e paralelamente fui experimentando Debian, Mint e KDE Neon (com a mesma base Buntu LTS), até me sentir confortável também com elas.
Depois, procurei “diversificar” – conhecer os principais “ramos da árvore Linux”:
Adaptado da “árvore” Linux distribution (Wikipedia) — com uma simplificação brutal. – Segue a ordem dos “ramos”, e não a ordem cronológica em que experimentei ou instalei:
Instalei Ubuntu 2 ou 3 vezes e usei por poucos dias, em 2009 e 2015.
Testei Elementary OS apenas em Live USB, em Mar. 2016.
Instalei Antergos, mas não cheguei a fazer um relato detalhado.
Sem vontade alguma de experimentar outras distros, por enquanto…