Ubuntu Cinnamon 23.04 - Será que é melhor que o Linux Mint?🤔

O Ubuntu Cinnamon agora é uma flavor ubuntu oficial! Será o Ubuntu 23.04 uma distro com Cinnamon melhor que o Linux Mint? Quais as diferenças entre o Linux Mint Cinnamon e o Ubuntu Cinnamon 23.04?

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O original nunca se desoriginaliza.

Não vejo vantagem alguma nessa distribuição.

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:joy: não deixa de ser mesmo haha

Mas acho que Mint é melhor, não por ser original, ter lançado primeiro tem muito pouco a ver com isso.

O Mint me parece melhor por dois motivos principais, o Cinnamon é primariamente desenvolvido para o Mint, e segundo que apenas a interface não é toda a experiência que o usuário vai ter, apesar de ser importante, e no Mint, existem muitos softwares e utilitários no entorno do Cinnamon que entregam, na minha opinião, uma experiência melhor.

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Exatamente o que eu penso, o Cinnamon é todo redondinho em cima do Mint, tem os apps próprios e ainda acesso ao repositório do Ubuntu.

Fora que provavelmente nesse Ubuntu Cinnamon, ele deve ficar parado em uma versão específica, enquanto que no Mint o Cinnamon é meio que rolling release durante os 2 anos entre uma LTS e outra.

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Também comento sobre essa questão: no Mint não é apenas o desktop enviroment, mas tudo o mais q criaram pra melhorar a experiência do usuário.

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Gostei muito do Linux Mint – principalmente no período de 2009 a 2017, quando o Kubuntu era minha distro “principal” – mas no final daquele período acabei trocando o Mint Cinnamon pelo Mint KDE…

… e justo aí, acabaram com a ISO Mint KDE (mas isso, já é uma outra estória).

Ao longo desse período, experimentei o Mint Xfce, o Mint Cinnamon (várias vezes) e o Mint KDE (até o final).

Hoje percebo que, o que mais gostei, foi do “Mint” (em si mesmo) – pois é uma personalização do “Buntu”, muito melhor do que o original da Canonical, com parâmetros diferentes e vários aplicativos próprios.

Claro, o Mint não existiria (tal como é), se não fossem os “Buntu’s” – em especial o “Ubuntu”, com o qual a Canonical revolucionou o “universo Linux”.

Até então, apenas algumas distros começavam a tornar o “Linux” amigável para iniciantes – com destaque para o Mandrake (e o Kurumin no Brasil), por exemplo – mas foi a Canonical (com muito mais recursos, que já tinha) que “universalizou” uma distro muito “amigável” (inclusive, mandando CDs de graça para qualquer um que pedisse, no mundo inteiro).

Logo, o Ubuntu desbancou o Mandrake, como distro “mais amigável” – e logo em seguida, foi desbancado pelo Linux Mint, que manteve o “posto” durante vários anos.

Hoje, até o Arch ficou “amigável” (rs), e a maioria dos usuários “Linux” nem faz ideia do que foram aqueles tempos – em que a maioria das distros exigiam um curso de pós-graduação… só para instalar!

Achei oportuno lembrar desses “pequenos detalhes”. – O Ubuntu universalizou o Linux “amigável” – e o Mint levou isso alguns passos mais à frente, com poucas (e boas) melhorias.

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A dó é que eles cometem exatamente os mesmos erros que o Mint então acaba sendo o Mint piorado