Todo tipo de serviço de streaming está sujeito a fragmentação?

Seja ele de músicas, videos, filmes, produtividade, e jogos, todos esses tipos de serviço de streaming estão sujeitos a fragmentação de seus conteudos?

Todos estão, ainda mais na internet que basta um contrato entre o serviço e o detentor dos direitos autorais (ou eles coincidirem) e bam, fragmentação/exclusividade.

Não é como em lojas físicas, que mesmo com um contrato de exclusividade é possível revender (assim o contrato de exclusividade vira mais um contrato de desconto), ou que há um desincentivo à exclusividade porque lojas físicas existem em um lugar fixo e não são meramente informação indo por cabos de um lado pra outro do mundo.

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Eis ai mais um problema do domínio absoluto do streaming e da nuvem que vivo batendo na tecla:

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É normal em uma economia livre. É chato essa fragmentação, mas ganha-se em liberdade, preços competitivos, etc, concorrência gera bons frutos.

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Meio OFF-topic

Mais fragmentação = mais pirataria.

Pois ao invés de se pagar X por apenas 1 serviço de streaming centralizado que contenha todo o conteúdo desejado, a pessoa terá que alugar de vários serviços para determinados conteúdos, assim sendo mais “”“vantajoso”"" a pirataria.

Obs: não estou encorajando/incentivando a pirataria.

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Ontem mesmo eu lia isso, temos no Brasil nesse momento 5 dos maiores serviços globais de streaming de animes, se um fã inveterado de animação japonesa (muitos dos quais ainda não são financeiramente independentes) quiser assiná-los todos ao mesmo tempo (o que é possível, já que suas obras favoritas podem estar dividas nos catálogos das 5 empresas) para ter um acesso básico a esses serviços teria que desembolsar muito mais de R$ 100,00.
O ideal seria que ocorresse mais ou menos o que ocorre com jogos hoje dia, você tem a maioria dos títulos (mesmo que em versões diferentes) em mais de uma plataforma, apenas, tendo os exclusivos como diferenciais.

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Mas aí eu acho que é uma questão de organização.
Se tem uma série que vc gosta em um serviço, assina só enquanto assiste ela e cancela depois.

Vai migrando de serviço conforme a necessidade.

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Acho que o problema desse meio é caso você queira assistir muitas séries ao mesmo tempo, aí quem quisesse assistir as séries teria de assinar 4, 5 ou 6 serviços diferentes, isso pode ser resolvido se controlando na hora de assistir as séries, mas né.

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Também tem isso, né, verdade. Mas no fundo, vai de você controlar o que assistir e quando, de acordo com o seu financeiro. Não é porque eu quero assistir 6 coisas ao mesmo tempo, em serviços diferentes, que eu preciso, ou que eu realmente vá fazer isso. Ainda assim é “só entretenimento”.

Ainda é melhor assim, tendo acesso as coisas por preços relativamente baixos em vários serviços diferentes do que monopolizar o conteúdo num lugar só, ou ter que pagar por cada título individual, ao menos na minha opinião.

Pagar por filmes ou séries de forma individual, eu só acho válido (opinião pessoal) quando se compra algo físico, de coleção. Se não, prefiro streaming.

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O próprio Netflix, enquanto era sozinho, foi subindo o preço até ficar algo bem salgado (apesar de ainda ser barato).
Surgiram concorrentes e todos eles têm preços menores que o Netflix.

Sem concorrência, o Netflix acabaria chegando no valor de uma TV a cabo. :joy:

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Verdade, além disso tem outro efeito colateral da concorrência, a qualidade do serviço aumenta.

Essa concorrência também fez com que várias empresas se dedicassem a criar novos conteúdos “in house” para ter material exclusivo, entre erros e acertos, tem muitos conteúdos legais que nunca teriam nascido se não fosse essa necessidade.

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Eu sinceramente vejo que ter mais opções é algo muito positivo, esse tipo de posicionamento “eu quero tudo e outra pessoa precisava resolver esse problema” é algo que não cabe na minha cabeça. Organize o que quer assistir e vá gerenciando de acordo com sua capacidade financeira. No longo prazo, isso é o mais saudável.

:vulcan_salute:

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Quanto mais opções melhor e também não me incomodo com a fragmentação de conteúdo até porque posso assinar aproveitar o que me agrada por um tempo e depois cancelar o serviço quando desejar, apenas é uma questão de organização, a muito tempo não assinto Netflix já que assisti o que gostava e o conteúdo novo não me agrada, assim também foi com a Amazon.

Errado é ficar pagando por um monte de serviço que você não esta usando no momento.

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Sim, alguns serviços podem se destacar em algo da concorrência.

EX: Netflix tem mais séries enquanto a Amazon tem mais Filmes. Então quem prefere filmes vai ter a tendência a assinar a Amazon.

Além dos preços e coisas do tipo, é claro. De tempos em tempos um determinado conteúdo pode se tornar exclusivo da concorrente ou até mesmo entrar em uma plataforma nova, como aconteceu com os filmes da MARVEL.

O que pende muito pra amazon é o valor do combo. Atualmente eu assino o plano anual, que acaba ficando quase que 8 reais por mês. Prime nos fretes que a gente compra com uma certa frequência, o prime video, os subs da Twitch e o Amazon Drive são muito legais por esse valor, além dos joguinhos grátis todo mês.

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Acredito que o melhor mesmo seria um serviço de streaming que não cobrasse o preço cheio só para eu ter acesso a uma série, ao invés de pagar 10, 15, 20 reais mensais só para assistir UMA série, eu queria ter a opção de assinar, pagar um valor menor, de 1 real e só ter acesso a aquela série especifica que eu quero assistir, caso eu me interesse e queira outra série no mesmo serviço eu adicionaria mais 1 real ao valor da assinatura. Bom essa é a minha visão.

Existem serviços com o kotas, para “rachar” assinaturas:

https://www.kotas.com.br/

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Parece interessante, é seguro?
Eles fazem o processo pelo site ou utilizam alguma outra ferramenta?

Sim, já até saiu em notícias em grades sites. Basicamente eles usam aqueles planos maiores, como o do Netflix para 4 pessoas e encaixam você em um grupo desses. Vc paga o valor referente a 1/4 da assinatura (tem um acrescimozinho para o site) e eles lhe repassam um login e senha para usar durante o mês que foi pago.

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Isso seria tipo alugar os filmes como se fazia antigamente, ou como se faz hoje na Google Play, e o preço pra licenciar conteúdo assim acaba sendo não tão barato na realidade.

Alugar um filme em SD na Google Play sai quase sempre uns R$ 7,99, sendo que você perde acesso ao conteúdo pouco tempo depois de assistir ele completamente, enquanto o Prime Video no plano anual tem esse exato mesmo valor, para todo o catálogo do prime video e os outros benefícios, mas é claro, nesse segundo caso você pagaria esse valor todo mês.

Para muitos a recorrência não é interessante.

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