Testando o XFCE com Alpine, Arch e Void

Instalei o Void Linux via Chroot (basicamente pegando o ROOTFS Tarball, descompactando na partição, montando as partições e entrando no chroot para configurar o restante do sistema) em uma partição vazia que tinha aqui… E bom, até que gostei do resultado. Esse XFCE que eu estava construindo ficou realmente bem bonito.

Não testei muito, mas gostei do que vi. Talvez, eu instale o Void de vez no meu notebook antigo, e se eu me der melhor com ele por lá, instalo de vez no Thinkpad.

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Consegui mexer no Conky e fazendo um por mim mesmo. E até que gostei, pois achei que ficou bem informativo. E acho que ainda vou mexer em alguns detalhes nesse Conky :eyes:

Vou ainda mexer em mais algumas coisas nesse meu XFCE. E também, consegui portar essa minha configuração para o Arch Linux.

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E fiz mais alguns testes no meu notebook antigo. Eu havia instalado o Alpine no meu SSD antigo, e já que o Alpine estava instalado, particionei o disco para mais duas distros que eu iria testar: O Void e o Arch. Instalei o Void via Chroot e deixei o Arch para gerenciar o Boot das outras dias distros.

Depois de tudo instalado, comecei os testes de consumo de RAM nos primeiros 10 minutos: Iniciei o sistema, abri o terminal, e coloquei um timer de 10 minutos para exibir o Fetch e tirar um print da tela.

Comecei pelo Arch, onde o sistema estava consumindo 896 MB de RAM e 3,98 GB de Armazenamento e com 613 pacotes instalados…

… já o Alpine, estava consumindo 680 MB de RAM e 2,45 GB de Armazenamento com 659 pacotes…

… e por fim, o Void estava consumindo 658 MB de RAM e 3,75 GB de Armazenamento com 579 pacotes.

Provavelmente, eu irei para o Void mesmo. Eu gostei de como ele funciona e de como o sistema ficou leve. Ainda farei esse teste no meu notebook principal.

E como eu meio que acabei fazendo uma espécie de “Partição A/B”, eu irei remover o EndeavourOS e instalar o Void no lugar dele e deixarei o Arch instalado, afinal é bom ter um “Plano B” se algo der errado.

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Testei os três sistemas no meu Thinkpad. E bom, uma coisa curiosa é que o Void que estava instalado no SSD externo, não conseguiu iniciar. Ele ficou tentando carregar o driver de vídeo, sem sucesso enquanto o Arch e o Alpine conseguiram iniciar.

E como eu tinha instalado o Void via chroot em outra partição, testei com ele mesmo. Só copiei as configurações e segui nos testes.

Primeiro com o Alpine. Em comparação ao Inspiron, que tem 12 GB de RAM, ele foi de 680 MB para 955 MB de RAM, um aumento de 275 MB.

Já o Arch, foi de 896 MB de RAM para 1.13 GB, um aumento de 234 MB.

E por fim, o Void. Ele continua consumindo menos do que o Alpine. De 658 MB para 904 MB, um aumento de 246 MB.

Esses primeiros testes foi uma boa impressão. Vejo que posso usar as três distros, cada uma com o seu propósito. O Alpine, serviria muito bem para fazer uma Live ISO com ferramentas para se usar por aí, afinal ele é o que menos ocupa espaço entre os três.

E o Void e o Arch podem ser as minhas distro do dia a dia. Eu gosto de como o Arch funciona e gostei de como o Void funciona e como o gerenciamento dele é simples. Ao menos, nessa primeira impressão e enquanto eu estava fazendo os scripts de instalação dessa minha configuração do XFCE.

E uma curiosidade: O Arch é o único que está usando GLIBC + SystemD. O Alpine e o Void estão usando MUSL, sendo que o Alpine usa o OpenRC como Init e o Void, o Runit. E também, por curiosidade, resolvi fazer o mesmo teste no meu Arch com Openbox, que atualmente está consumindo 1.31 GB, um pouco mais que o XFCE.

Agora é instalar o Void de vez no meu computador, no lugar do EndeavourOS e configurando a minha /home para ser usada por ele. E o que eu tinha instalado apenas para testar, irei descartar ele e usar o espaço para aumentar a minha /home ou posso usar para outras coisas.

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