Testei os três sistemas no meu Thinkpad. E bom, uma coisa curiosa é que o Void que estava instalado no SSD externo, não conseguiu iniciar. Ele ficou tentando carregar o driver de vídeo, sem sucesso enquanto o Arch e o Alpine conseguiram iniciar.
E como eu tinha instalado o Void via chroot em outra partição, testei com ele mesmo. Só copiei as configurações e segui nos testes.
Primeiro com o Alpine. Em comparação ao Inspiron, que tem 12 GB de RAM, ele foi de 680 MB para 955 MB de RAM, um aumento de 275 MB.
Já o Arch, foi de 896 MB de RAM para 1.13 GB, um aumento de 234 MB.
E por fim, o Void. Ele continua consumindo menos do que o Alpine. De 658 MB para 904 MB, um aumento de 246 MB.
Esses primeiros testes foi uma boa impressão. Vejo que posso usar as três distros, cada uma com o seu propósito. O Alpine, serviria muito bem para fazer uma Live ISO com ferramentas para se usar por aí, afinal ele é o que menos ocupa espaço entre os três.
E o Void e o Arch podem ser as minhas distro do dia a dia. Eu gosto de como o Arch funciona e gostei de como o Void funciona e como o gerenciamento dele é simples. Ao menos, nessa primeira impressão e enquanto eu estava fazendo os scripts de instalação dessa minha configuração do XFCE.
E uma curiosidade: O Arch é o único que está usando GLIBC + SystemD. O Alpine e o Void estão usando MUSL, sendo que o Alpine usa o OpenRC como Init e o Void, o Runit. E também, por curiosidade, resolvi fazer o mesmo teste no meu Arch com Openbox, que atualmente está consumindo 1.31 GB, um pouco mais que o XFCE.
Agora é instalar o Void de vez no meu computador, no lugar do EndeavourOS e configurando a minha /home para ser usada por ele. E o que eu tinha instalado apenas para testar, irei descartar ele e usar o espaço para aumentar a minha /home ou posso usar para outras coisas.