Tudo tem um começo, e o KDE Linux ainda está engatinhando. Mas nossa curiosidade nos levou a testar a distro e trazer o que encontramos por lá!
Palestra sobre o KDE Linux com o desenvolvedor Harald Sitter, mantenedor de alguns projetos no KDE como o KinfoCenter, Dragon, Filelight e DrKonqi.
@frc_kde @acvsilva " A motivação da ideia de criar o KDE Linux foi que eu quero ter um sistema que eu possa instalar no PC da minha família e não precise me preocupar mais com isso. Não quero suporte técnico, não quero bancar suporte técnico, não quero receber ligação no meio da noite…"
Finalmente estamos pensando no sistema Linux como algo que possa ser utilizado por todos, sem se preocupar com atualizações, mudança de versão de sistema ou algo do tipo. Sem dúvidas, este projeto vai vingar e dará muitos frutos ao KDE. Fora que agora não precisaremos saber se o bug vem da distribuição ou do próprio KDE, até nisso auxiliará e muito no desenvolvimento.
Tô ansioso pra utilizar, já estou no Arch KDE, quando o KDE Linux estiver no beta talvez já faça a migração.
O Linux “imutável” talvez seja o único com alguma possibilidade de ser usado pelas massas – tal como acontece hoje com o Android.
Não é o Linux que eu gosto. – Acho que vou continuar no “Lego”. – Mesmo quando uma distro vem pronta, posso me divertir à vontade, montando e desmontando peças. ![]()
Eu gostei muito. Tem pouco consumo de recursos e, diferente do exagero do Big e da super otimização do Suse, o KDE Neo é leve e aconchegante, mas mudar umas coisas são chatas e quebra o sistema.
Tanto o vídeo quanto os argumentos apresentados são pertinentes, vale conferir!
A parte de que agora o KDE pode enviar seu sistema a fabricantes, sem predileção ou preferência por alguma distribuição, direto dos mantenedores, de fato proporcionará a instalação massiva do KDE Plasma em sistemas OEM. Vai ser um passo gigantesco ao projeto ter seu sistema embarcado em fabricantes de hardware.