O Bazzite é uma das distros Linux gamer mais populares da atualidade, mas e se você não quiser apenas jogar? Testamos ele em todo o nosso fluxo de trabalho para te orientar e ajudar a saber se vale dar uma chance.
Sempre tive vontade de testar as distros imutáveis e usar o Fedora no dia a dia.
Eu já havia acessado o site do Bazzite antes ao assistir há um outro vídeo do canal, mas depois de assistir a esse vídeo a vontade de testar e usar no dia a dia bateu.
Então fui conferir a doc do Bazzite novamente para verificar a questão de assinatura do(s) driver(s) por conta do secure boot e vi que a parte de assinatura do(s) driver(s) por conta do secure boot já era feita durante a instalação, bastando depois fazer o enroll do MOK usando a senha que esta na documentação. Ou seja tudo certo para seguir em frente, no meu caso é claro.
Na instalação apaguei as partições que eu usava o Zorin e deixei o instalador criar suas partições neste espaço que ficou livre.
Primeiro boot e tudo funcionando, fiz o rebase para o “Bazzite DX” e segui a dica do Dio no vídeo para o docker rodar.
Instalei o Cursor via Appimage, para criar o atalho no menu correto usei o Gear Lever.
Não fiz nenhuma customização visual ainda, até porque sempre usei mais o Gnome.
Cheguei a instalar o MySQL Workbench usando o distrobox com o Ubuntu mas ainda não instalei o Google Chrome.
Para o Google Chrome como mostrado no vídeo tenho a opção de usar a versão não oficial em Flatpak ou como falaram nos comentários do vídeo instalar via distrobox que seria uma opção mais fácil.
No geral até o momento estou gostando da experiência, espero ficar muito tempo usando o Bazzite DX.


