Salve, @SILVAUM
Existe outro obstáculo – além da questão da privacidade: – A liberdade.
Existem centenas de distros Linux – e centenas de universidades, institutos, ONGs, empresas etc. que hospedam repositórios. – Qualquer um pode baixar e instalar.
É tão livre, e tão fácil, que muitos usuários baixam 50 imagens ISO em 1 ano – e no ano seguinte, mais 50. – Outros, baixam só 1 imagem ISO e instalam em 50 máquinas dos parentes, amigos, clientes etc.
E não basta saber quantas ISOs foram baixadas, e por quem. – Como saber quantas instalações foram feitas? – E quantas foram deletadas? – E quantas continuam sendo usadas?
Uma base de dados só seria efetiva, se todos fossem obrigados a se registrar. – Talvez a Microsoft ou a Apple possam fazer isso, pois são os únicos fornecedores legais do SO Windows e do SO Mac. – Mas não sei se fazem… ou se deixariam a gente examinar tal base (caso exista).
Não existe um “Registro Central Linux” – e ninguém é obrigado a fazer “renovação anual de licença”.
Este site aqui faz um rastreamento, e dá umas estatísticas – mas 1 em cada 5 máquinas cai em “não sabemos”:
Desktop Percentage
Operating Market
Systems Share
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Windows 56.61%
Unknown 21.45%
OS X 11.89%
macOS 4.48%
Linux 4.36%
Chrome OS 1.21%
Futricando por lá, você encontra mais detalhes – sobre versões do Windows, Mac – mas não sobre quais distros Linux, ou quais versões:
Por que a participação de mercado em desktops Linux é difícil de medir
O Linux domina servidores, nuvem e dispositivos embarcados, mas sua participação em desktops de consumidores é muito menor. A NetMarketShare filtra especificamente o tráfego de data centers e bots, de modo que o número relatado reflita usuários reais utilizando Linux em suas máquinas pessoais — e não requisições curl ou scrapers automatizados executados em servidores Linux.