Galera, me deparei com o mesmo problema:
Uma pessoa amiga, que mora distante de mim, comprou um Galaxy Book S e ele caiu no meu colo em fevereiro, pra botar GNU/Linux, já que a pessoa queria evitar o uso do Windows. Pois bem… Fiquei bastante frustrado, junto com a amiga, pois não consegui atender à demanda num curto período. Seis meses depois, consegui ficar minimamente satisfeito, ainda que sem suporte a algumas coisas.
Faço essa contribuição aqui justamente pois consegui avançar num ponto crucial em comparação à última atualização do Willians: não apenas o SSD é reconhecido, como estou com o sistema instalado e rodando diretamente dele (fazendo este comentário diretamente dele) - e com dual boot funcionando (apenas encolhi a partição Windows e dei a maior parte do SSD para o GNU/Linux).
No caso, instalei a versão mais recente do Ubuntu mesmo (na verdade, uma prévia da versão 22.10, acredito que com a versão oficial da 22.04 role tranquilo), que também tem um kernel desatualizado / que não reconheceu teclado e trackpad, mas conectando teclado externo contorna-se fácil. De qualquer maneira, deve funcionar em outras distros. Partindo do sistema operacional rodando no modo LIVE, segui os passos indicados aqui (cito, em inglês):
In the following I am assuming, that windows is installed in a “classical” uefi style.
¡At first make sure you have disabled the fast-boot function in windows - this almost always causes trouble with dual-boot installations! There are plenty of howtos on the web - just ask your preferred web-search.
- As your install-medium boots select the ‘try ubuntu/live-session’ option.
- after it booted to the live-session open a terminal and load the ufshcd-* kernel modules via
for mod in ufshcd-core ufshcd-dwc ufshcd-pci ufshcd-pltfrm; do sudo modprobe $mod; done
- check if the storage device is recognized, e.g via
sudo lsblk -o NAME,FSTYPE,SIZE,MOUNTPOINT,LABEL in the terminal. If the output shows anything other than your install-medium and loop devices, dance three times around the desk and let’s get back to work 
- start installing ubuntu via the “button” on the desktop. I guess that a normal “install besides windows” should work - let’s see.
Assuming the install process was successfull do not reboot, as we have to tweak some things first. To do these tweaks we will chroot into the installed system. To chroot into the system we have to do some preparations:
- open a terminal and run the aforementioned lsblk command
- mount the root partition of the newly installed system to /mnt via
sudo mount /dev/{name of root partition} /mnt - the root partition should be the biggest ext4 partition
- if there is a second ext4 partition it’s the boot partition and we have to mount it too, so do
sudo mount /dev/{name of boot partition} /mnt/boot no meu caso, não foi necessário
- now lets mount the efi partition - thats the fat partition:
sudo mount /dev/{name of uefi partition} /mnt/boot/efi
- make some system parts available to the chroot:
for dir in /dev /dev/pts /proc /sys /run; do sudo mount --bind $dir /mnt$dir; done
Now that we have everything set up, let’s jump into the chroot:
- in the terminal run
chroot /mnt
- Inside the chroot we will have to add the kernel modules from the top to two files
/etc/modules and /etc/initramfs-tools/modules. Just add them at the end of the files one module per line. You can edit files on the command line via sudo nano {path-to-file} - in nano you can save with Ctrl+O and exit it with Ctrl+X.
- After we have edited these two files we have to recreate the initramfs:
sudo update-initramfs and the grub files sudo update-grub. Now after this is done lets exit the chroot with exit and reboot.
¡While rebooting do a head stand and cross all your fingers and toes …!
Isso foi o suficiente pra garantir ao menos a instalação do sistema diretamente no SSD. Caso você tenha acesso a um disco de instalação que rode live, ou lhe dê acesso ao terminal, suas chances são boas de garantir este resultado.
Se você usar um disco de instalação que, como o meu, não traz um kernel com suporte nem ao teclado, basta atualizar o kernel após a instalação. No caso do Ubuntu, já baixei direto os quatro arquivos deb (amd64) pro kernel mais recente (5.19.1), aqui - se estiver lendo isto num futuro um pouco distante, possivelmente preferirá uma versão mais recente. E, claro, instalei todos esses arquivos deb usando o comando dpkg -i nome-do-arquivo.deb. Sim, touch da tela funcionando, gestos com dois dedos (pra rolamento) no trackpad também.
Conclusão: pelo menos por aqui foi possível avançar no mais crucial - fazer o SSD rodar uma instalação de GNU/Linux.
Sigo sem acesso ao BT, ao áudio E à webcam e monitor da bateria (dois aspectos não citados aqui). Também não sei sobre o leitor de impressao digital, integrado ao botão de ligar. Ao menos a bateria parece carregar enquanto uso o sistema, ainda que não seja possível monitorar (o sistema age como se estivesse ligado a uma fonte externa). Por aqui, a bateria durou cerca de 5 horas no GNU/Linux, com o brilho da tela no máximo — ah, apenas parte das teclas FN funcionam aqui (de F6 em diante funcionam[?]), as de ajuste de brilho estão entre as que não funcionam. Destas incompatibilidades de momento, no caso aqui só o áudio realmente faz falta cotidianamente (BT é indiferente, mas webcam, claro, é desejável). Acredito que é bem possível que tenhamos suporte a uma ou mais das funções que ainda faltam, mas se a pessoa puder prescindir de uma ou mais das funções ou puder apelar para adaptadores / placas externas baseadas em USB (como faremos com o áudio), consegue usar muy bien, gracias (pelo menos tem o que Willians chamou de “instalação completa”, faltando apenas drivers específicos).
Obs.: durante a instalação, reparei (acompanhando o detalhamento dos processos de instalação “em terminal”) que entrou no que parecia até um loop de erros relacionados ao [e]UFS (que é o “SSD” do modelo), mas esperei e no fim das contas a instalação foi concluída normalmente.
Obs. 2: a iluminação do teclado funciona, mas sua dosagem (que seria via FN+F9) aparentemente NÃO. Por via das dúvidas, deixei previamente ativada no Windows, mas pode ser que simplesmente mantenha-se no máximo por padrão (como acontece com o brilho da tela).
Obs. 3: fechar o notebook apaga a tela, mas continua ativo e drenando bateria (não suspende).
¡Saludos!