Chegou a hora da onça beber água! – Domingo é meu “dia de atualizar as distros” – e desisti de quebrar a cabeça, pensando se atualizo o Arch (minha distro em 99% do tempo) para o Plasma 6 (felizmente, já 6.0.1), ou se fico enrolando, sofrendo, roendo as unhas, morrendo de véspera etc.
— Por que atualizar?
— Por que não atualizar??
— Atualizei-o!
O Arch é uma distro que não exige “update-Grub” (o nome do Kernel não muda: o PATH não muda) – por isso, reiniciei e tornei a escolher o Arch – sem necessidade de abrir o openSUSE para fazer “update-Grub”.
(Ignore aquelas mensagenzinhas apavorantes, em vermelho! – Dizem que um “Tema” qualquer não pôde ser carregado – mas não diz a qual “Tema” se refere).
Felizmente, o Arch não fez Login Automático (minha configuração padrão), então eu pude trocar a opção Wayland (pré-selecionada) por X11 – e, bola pra frente.
Posso alterar para Wayland a qualquer momento, no futuro – mas não vejo motivo para não tentar minimizar os possíveis impactos, logo no primeiro Login.
Os widgets “Moon phase” (by Gealach) e “Weather 2” não funcionam no Plasma 6 / Qt6 – como eu já sabia. – Melhor retirá-los de uma vez.
Captura de tela pelo gnome-screenshot, nem pensar – apesar de ter escolhido sessão X11. – O jeito é fotografar (e depois, perder tempo e trabalho, para tornar as fotos publicáveis).
Eu já tinha feito alguns testes no “KDE Neon 6” em X11, com a /home do “KDE Neon 5” – e também com o arquivo khotkeys – sem qualquer resultado prático.
Isso parece estar definitivamente “deprecado” (deprecated).
No Fedora (ainda com Plasma 5), o gnome-screenshot não funciona na sessão Wayland, mas (ainda) funciona na sessão X11 – mas entendo que o Plasma 6 eliminou muitas coisas do X11, porque o foco agora é o Wayland. – Me parece que a opção X11 vai se tornar cada vez mais inócua, sem efeito prático, que a diferencie da opção Wayland. Coisas da vida!
O meu “Lançador” do System Settings também não funcionou – porque apontava para “systemsettings5”. – Talvez eu pudesse editá-lo, mas me precipitei e removi dos “Lançadores”, sem pensar.
Tudo bem, coloquei o (novo) System Settings em “Favoritos” – pois não encontrei opção de “Add to Panel”. – E só resta jogar as mãos para os céus / e agradecer que os demais “Lançadores” continuam lá, funcionando muito bem, obrigado.
Apenas, não há como re-adicionar o System Settings – nem adicionar qualquer outro aplicativo.
Enfim, o que fazia muita falta, eram as capturas de tela. – Configurei PrtScn para “capturar a tela inteira” – CTRL+Shift+PrtScn para “capturar a janela ativa” – e Shift-PrtScn para apenas "lançar o Spectacle, pois é na sua “janela de Diálogo” que encontro o caminho mais fácil para configurá-lo.
Podem não ser os “atalhos” mais inteligentes, mas são os que uso em todas as distros, então não faz sentido criar confusão para mim mesmo, inventando combinações diferentes de teclas.
Bom, eu já tinha criado atalhos personalizados para o Spectacle – enquanto o “System Settings 5” ainda permitia isso (até ontem) – mas o Plasma 6 parece ter “deprecado” definitivamente as configurações do arquivo “khotkeys”.
A “decoração de janelas” Transparent Oxygent continua “positivo operante”. – Aquela transparência na barra de Título e ao redor das janelas. – Tudo bem. Isso é uma coisa que ainda se consegue “instalar” no Plasma 6, conforme constatei na nova instalação do KDE Neon.
O “Plasma Style” Maia Transparent continua funcionando – pelo menos, no que diz respeito ao Menu (A launcher based on cascading popup Menus) – mas me parece que, não, para o Painel, que se tornou opaco.
Pela minha experiência de Plasma 6 no KDE Neon, “Maia Transparent” não é mais instalável. – Fico feliz que tenha sobrevivido no Arch, onde já estava instalado de longa data.
Eu já tinha desativado o “Painel Flutuante” no KDE Neon com Plasma 6 – e tratei de desabilitar também no Arch. – É bonitinho, fofinho, cheirosinho… mas, realmente, um trambolho contra o aproveitamento racional do espaço vertical no monitor (que custa caro, para trocar por outro maior).
Felizmente, as “regras Kwin” diferentes para “janela principal” e para “sub-janela” (exemplo: janela de configuração dos aplicativos) foram mantidas – coisa que me poupa tempo e trabalho no Dolphin, por exemplo, para lidar com longas listas de “Context Menu” e de “Pré-visualizações de tipos de arquivos”.
Há várias outras “regrinhas do Kwin” que continuam funcionando bem – o que me traz grande alívio. – O pior cenário, seria 1 zilhão de coisas pararem de funcionar ou ficarem esquisitas, de uma vez só.
Do jeito como está, o Arch continua ótimo, para ser usado em 99% do tempo – como já faço, há mais de 1 ano, talvez quase 2 anos. – Axé! Saravá! Alá, Jeová, Deus, os elfos, as fadas, os gremlins, e até os Gnomes, sejam todos louvados!
E vou continuar usando sessão X11 – no Arch, e em qualquer outra distro rolling-release que resolva instalar o Plasma 6. – Tenho até medo de imaginar o que poderia acontecer, se eu tivesse iniciado uma sessão Wayland no Arch Linux.
Parece que perdi algumas pré-visualizações – de arquivos KML, KMZ (Google Earth) e de Mobi-pocket, por exemplo – mas isso pode ter acontecido mês passado, ou no ano passado, pois é coisa que vive acontecendo, em uma distro ou em outra (seria preciso revisar e tentar corrigir, periodicamente, em cada distro. Mas o que importa mais, no dia-a-dia, são imagens JPG, PNG; e arquivos PDF e ePub).
O Google Earth vai bem, obrigado! – Aliás, é um pacote do AUR, que há muito tempo não consigo atualizar pelo yay, no Arch – mas consigo pelo pamac-cli, no Manjaro.
Hoje, ainda não executei o yay -Sua – fica para depois. – Meu hábito é primeiro executar o pacman -Syyu, para não ficar misturando as coisas. – Se depois disso, o yay aparecer com gracinhas, querendo atualizar mais do que a meia-dúzia de pacotes que uso do AUR, digo “Êpa! Devagar com o andor, que o santo é de barro!” – e cancelo, para descobrir WTF está acontecendo.
E vou continuar deixando o yay para depois, por mais algum tempo, até ver como o Arch se comporta, nos próximos boot’s. – Agora, vou atualizar as outras distros, que também ameaçam instalar Plasma 6 – e reiniciá-las em seguida, para ver o estrago que (talvez) possa acontecer em algumas delas. – Tenho diversão para várias semanas! Nada de hora, nessa pressa!































