Se você quer um software seguro, ele tem que ser de código aberto

Dirk-Peter van Leeuwen, CEO da SUSE, vê o futuro com confiança, mesmo com o mundo da TI abalado por IA, lutas de código aberto e campanhas abrangentes de redução de custos. Tudo isso sob pressão competitiva, as decisões são frequentemente tomadas sem cuidado suficiente.

Ele se refere ao “aprisionamento a fornecedores”, que continua mostrando sua cara feia devido a soluções de TI que as empresas escolher e - por isso - estão presas no futuro.

O exemplo recente mais conhecido é a VMware, que, desde sua aquisição pela Broadcom, causou comoção com mudanças de licenciamento que exigem somas exorbitantes de dinheiro para empresas menores.

Mas em outros lugares, também, as partes estão tentando explorar seu domínio adquirido para margens de lucro maiores. Os perdedores são as equipes de TI que têm que bater na porta da gerência para obter financiamento para taxas de licenciamento altíssimas.

Outro exemplo é a Red Hat, que descontinuou o CentOS do Red Hat Enterprise Linux (RHEL) – para grande preocupação e aborrecimento da comunidade de código aberto, pois aquele foi usado 20 vezes mais do que o RHEL pago.

Alternativas como Alma Linux e Rocky Linux tiveram que fazer um fork, enquanto a SUSE anunciou que faria o mesmo, apoiada por um investimento de US$ 10 milhões.

Para completar, a Red Hat encerrou o suporte ao RHEL 7 em junho deste ano. No entanto, a SUSE desde então ofereceu uma saída para todos os usuários do RHEL e do CentOS.

Aqueles que atualmente usam CentOS ou RHEL 7 podem comprar anos extras de suporte da SUSE - o SUSE Liberty Linux - até junho de 2028, deixando os usuários finais com bastante tempo para pensar sobre migrações.

No caso do RHEL, o mundo do código aberto está salvando a comunidade de TI da maior parte da dor.

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