Se todo mundo usa extensões… por que o GNOME 50 ignora elas? - Diocast com Georges Stavracas

No novo episódio do Diocast, analisamos o GNOME 50, abordando acessibilidade, fim do X11 e o papel de Wayland, Flatpaks e PipeWire no futuro do desktop Linux.

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Flatpak até tentei usar, mas tem muitos programas desatualizados.

Sou novo usuário de Linux, passei por MacOS e Windows. Instalei Mint não gostei muito, fui pro Zorin e gostei, quando vi o auto-tiling do PopOS gostei demais da feature, pois me ajuda muito no meu fluxo de trabalho….mas não sei se foi o Cosmic ainda imaturo, tive muitos freezings no PopOS, o que me afastou dele….voltei para o Zorin e instalei o Pop -Shell para ter o auto-tiling. Não é perfeito, mas tem ajudado….pra mim seria fantástico o auto-tiling nativo no Gnome.

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Pelo que foi comentado no vídeo, a questão das extensões no GNOME, está basicamente ligada à falta de métricas para entender o que os usuários realmente usam. Em resumo, a filosofia do projeto não permite a inclusão de ferramentas de coleta e análise de dados dos usuários.

Particularmente, eu acho que isso poderia ser opcional, deixando para o usuário decidir se quer ou não compartilhar esse tipo de informação. Isso ajudaria bastante a orientar atualizações e a inclusão de novos recursos no GNOME.

Complementando a minha ideia, é fato de que, muitos usuários (eu me incluo nisso) acabam recorrendo a extensões para suprir certas necessidades. E isso, de certa forma, já indica uma demanda por funcionalidades que poderiam ser incorporadas ao próprio GNOME em versões futuras.

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Eu só ouvi o podcast quando estava dirigindo, então não sei se peguei tudo, mas parece que o Georges deu volta e não respondeu a pergunta sobre o appindicator que o Dio perguntou 3 vezes😁.

Se ele respondeu alguem me mostre onde no video kkkk.

Não há ninguém que deite a cabeça no travesseiro que realmente acredite que a experiencia pura do gnome é ideal.

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Pelo que eu lembro no caso das extensões, ele insistiu bastante nessa questão de não poderem incluir formas de analisar estatísticas de uso. Quando perguntado sobre a possibilidade de um pop-up de pesquisa ou algo nesse sentido, que ajudasse nisso, ele meio que ficou em cima do muro também.

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E para quem usa extensões, o Gnome é o pior ambiente gráfico para distros Rolling Release e que tem as últimas versões dos pacotes.

Eu quando usava o Gnome, era uma frustração enorme atualizar o ambiente gráfico e ver que a maior parte das extensões que eu usava ou gostava, simplesmente quebraram.

Flatpak eu tenho e uso. O Bom dele, é que posso usar coisas de outros ambientes gráficos sem instalar 2050 dependências no sistema.

No KDE dá pra definir o nível de Telemetria que o usuário quer que seja aplicada. Provavelmente daria para fazer algo assim no Gnome.

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Isso é estranho já que o motivo de eu ter adotado algumas aplicações em flatpak foi justamente por entregarem versões mais novas de softwares.

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Kkkkkkkk, eu até usei um tempinho o Gnome seco, mas sempre tinha alguma extensãozinha que eu precisava, principalmente aquelas de colocar as janelas lado a lado com win+direita/esquerda. O Ubuntu 20.04 e o 22.04 eu usei bastante tempo só com as extensões da Canonical e era bem funcional, PopOS 22.04 também. Eu evito encher de extensões e coloco só umas duas no máximo que fazem muita falta, se não começa a bugar tudo. Agora estou no KDE já faz 1 ano praticamente, depois de uns 10 anos usando Gnome e XFCE. No começo foi um pouco difícil me adaptar mas agora estou com o workflow tão bom que não consigo mais voltar pro Gnome. O bom do KDE que ele já vem basicamente totalmente funcional nos padrões, só mudei uns atalhos do teclado e a barra para a lateral.

Meu HTPC eu migrei do Kubuntu (ubuntu studio), que vinha apresentando alguns inconvenientes, para o Zorin OS. Nunca havia usado o Zorin e achei bem decente, só instalei, fiz uns links simbólicos para puxar algumas configurações antigas do Kubuntu de certos programas, dei uma mexida na interface, coisa de 5 ou 10 minutos o sistema tava pronto e nunca mais mexi nele, já faz uns 3 meses aqui e mal preciso reiniciar a máquina. Inclusive meus servidores locais de mídia em docker estão rodando nele (Jellyfin e Lyrion) de forma bastante estável, fiquei positivamente surpreso. Achei uma implementação muito boa de extensões do Gnome, ficou fluído e rodando liso mesmo nesse meu HTPC bastante antigo. Foi a minha favorita desde o PopOS 22.04 (que aliás, ainda acho o pop com gnome melhor que o atual com cosmic, me julguem).

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Na verdade pelo que o Georges fala não é filosofia, mas segurança pessoal dos desenvolvedores mesmo

Salve pessoal, esclarecendo alguns pontos aqui.

Não, esse entendimento é errado. O projeto GNOME ao longo dos anos tentou de diversas formas adicionar ferramentas não invasivas para coletar dados úteis para o desenvolvimento. Parte da comunidade e diversas distros reagiram contra de forma muito agressiva - e veja - agressivo não é um eufemismo aqui.

Talvez, mas pode gerar o enviesamento dos dados conforme o exemplo que citamos no episódio.

O ponto é que: usuários de extensões são um nicho dentro do ambiente GNOME, sem métricas confiáveis, qualquer decisão é só achismo. Pode parecer razoável olhar para o “Extensions.Gnome” e tomar decisões, mas pode ser muito problemático no longo prazo.

Na verdade ele respondeu, se você considerar que ele explicou em detalhes como a falta de métricas impossibilita tomar esse tipo de decisão.

:vulcan_salute:

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Se eu tivesse a chance de fazer uma pergunta no Podcast, eu perguntaria se ele não usa nem uminha extensão no Gnome dele.

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O Gnome não precisaria de muita coisa para melhorar. Na minha visão e para o meu fluxo, me fazem falta realmente apenas uma bandeja do sistema e um histórico de área de transferência.

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Continue nesse caminho que chegara ao i3wm.

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Duas coisas que já o tornariam usavel. 1 - Para de iniciar nos workspaces por padrão e 2 - adicionar os botões de minimizar e maximizar. Gnome tem que parar com essa teimosia. Nem no Mac eles usam sem esses botões.

Quando usava gnome tinha instalado