Lembro de quando a Microsoft estava numa situação bastante complicada: Bill já tinha deixado a empresa nas mãos de seu homem de confiança: Ballmer. Conhecido como agitador número 1 da empresa, sua gestão foi marcada por questões polêmicas, como dizer que o Linux é um câncer.
Então, no dia 4 de fevereiro de 2014, Satya Nadella tornou-se o atual diretor executivo da empresa.
Suas decisões revitalizaram a empresa, promovendo uma mudança cultural profunda baseada em empatia e colaboração, o que elevou o valor de mercado da empresa de US$ 300 bilhões para mais de US$ 3 trilhões. Sim, inclusive foi ele quem declarou a famosa frase: A Microsoft ama o Linux.
Inclusive, foi ele quem promoveu o “Fim do “Windows Only”, rompendo com o dogma de que os softwares da Microsoft deveriam rodar apenas no Windows. Ele lançou o Office 365 para iOS e Android, priorizando o usuário onde quer que ele estivesse. Mas para as distros Linux, que é bom, que ele disse que ama, nada!
Porém, nos últimos anos, tenho reparado que ele está tomando decisões bastante questionáveis, talvez, até mesmo perigosas. Ele têm enfrentado críticas severas relacionadas à privacidade no Windows, erosão da cultura de empatia devido a demissões em massa e uma dependência agressiva da Inteligência Artificial, que muitos consideram precipitada e invasiva.
Podemos listar:
1. O Desastre do “Windows Recall”
2. Mudança Cultural e Demissões em Massa (inclusive a obediência cega ao governo estadunidense, quanto ao programa de inclusão LGBT).
3. Integração Forçada do Copilot no Windows
Inclusive, esse terceiro, está sendo o mais complicado de todos, pois está inclusive indo além do Windows.
Será que a pessoa responsável pela salvação da Microsoft, está se tornando seu novo algoz?