Bom, antes do Cinnamon, o Mint usou o Gnome Shell, e era meio bizarrinho…
… e eles entupiram o Gnome Shell de extensões para ter o visual pelo qual o Mint era conhecido
E o Cinnamon veio no Mint 13.
Bom, antes do Cinnamon, o Mint usou o Gnome Shell, e era meio bizarrinho…
… e eles entupiram o Gnome Shell de extensões para ter o visual pelo qual o Mint era conhecido
E o Cinnamon veio no Mint 13.
Verdade, @rapoelho
O Cinnamon foi forkeado do Gnome 3 – ao passo que o MATE foi forkeado do Gnome 2.
Cheguei a testar o Mint 17.3 KDE em Live USB – durante quase 60 horas – e achei ótimo!
Eu tinha instalado o Mint 17.3 Cinnamon em Janeiro 2016 – e durante uns 6 meses explorei, mexi, remexi, virei, revirei, pra cima e pra baixo, de todas as maneiras – para tirar minhas últimas dúvidas entre “KDE x Cinnamon”.
Eu usava Kubuntu LTS desde Abril 2009, mas durante aqueles anos todos, nunca tinha experimentado o Mint KDE. – Só tinha experimentado Mint Xfce, Mint MATE, e Mint Cinnamon – mas sem me aprofundar muito, por falta de tempo livre pra ficar brincando.
De Janeiro a Junho 2016, finalmente tentei tudo que pude, para tornar o Mint 17.3 Cinnamon tão “produtivo” (para mim), quanto o Kubuntu LTS. – Missão impossível, claro! – Isso deveria ser óbvio, mas eu vivia tão ocupado com o trampo (não sou TI), que ainda não tinha compreendido todo o alcance de “DE não é só aparência”, em toda sua abrangência e profundidade.
Em Julho 2016, faltavam uns 30 dias para o lançamento do Mint 18 Beta – e eu decidi aproveitar esse lançamento (nova instalação), para trocar a versão Cinnamon pela versão KDE. – Mas eu tinha medo de que o Mint, por ter “foco no Cinnamon”, talvez não fosse tão bom no “sabor KDE”.
Ledo Ivo engano! – Achei o Mint 17.3 KDE melhor do que o Kubuntu LTS.
Rodei 3 sessões Live Pendrive – uma de 30 horas, outra de quase 15 horas, e outra de quase 12 horas – e “bati o martelo”, como se diz por aí.
Aproveito para corrigir a informação: – O Mint 17.3 não foi o último com versão KDE! – O último foi o Mint 18 KDE.
Instalei o Mint 18 KDE, logo que saiu a versão “beta” – numa sessão Live Pendrive de 42 h 20 minutos (pelo menos), onde testei tudo que pude – inclusive o uso de recursos em uma sessão tão longa:
Na última captura, em 35% do “slide-show” do instalador (depois, falhou), estava usando 2,0 GiB RAM (“cálculo antigo”, que o Conky usava na época), de um total disponível de 3,85 GiB RAM.
(Pelo “cálculo novo” [atual], o Conky indicaria uso de uns 2,67 GiB RAM).
Em Dezembro 2016, o Mint surpreendeu o mundo inteiro, fazendo uma atualização de versão do KDE, Qt, Frameworks, KDE Apps – coisa que o Kubuntu LTS não fez. – Entendi que o Clem tinha sido incentivado pela turma do KDE Neon (ex-desenvolvedores do Kubuntu), que ajudaram na tarefa.
O upgrade para 18.1 não deu muito certo, para mim – e reinstalei o Mint 18 KDE.
Usei aquele Mint 18 KDE até Janeiro 2020, quando montei meu PC atual e instalei tudo “do zero” (agora, em UEFI-GPT). – Àquela altura, não vi motivo para reinstalar o Mint 18, que já estava no fim da vida útil. – Sim, o Mint 18 teve quase 5 anos de suporte, de 2016 até Abril 2021.
É claro que eu não “lembro” isso tudo. – Consultei as anotações que fui fazendo, na época:
E outra curiosidade é que a primeira versão do Mint usava o KDE 3 como ambiente gráfico. E esse era o leiaute do KDE do Mint 1.0
… que lembrava vagamente o KDE 1.0
E já na versão seguinte, começou a usar o Gnome como principal
E ele tinha o visual do Ubuntu., só que em tons de azul.
E só foi na versão 2.2 que o Mint ganhou o visual que ele é lembrado até hoje:
Lembro sim! ![]()
@rapoelho estamos nesse rolê há muito tempo haha
Vídeo de quase 10 anos já. Acho que essa foi uma das últimas versões também.
Eu já cheguei a usar o Mint 13 KDE (ou teria sido o 14?) num netbook que eu tinha lá pelos idos de 2012. Era bem legalzinho.
e n tinha nada que o justificasse. aí, sim, com o cinnamon o mint disse a que veio
estou tentando encontrar o KDE 1.1.2, que seria o estavel
mas nao estou encontrando, nao tem nem no “internet archive”
como encontro essa antiguidade?
a IA me recomendou isso
SUSE-Linux-5.2-i386.ISO
mas esta dando Kernel Panic mesmo com 900mb de mem, com a aceleracao 3D desativada, e usando IDE ![]()
Tinha o que justificasse o Mint antes do Cinnamon. Ele já tinha algumas ferramentas próprias já na versão 2.2. Mas vamos ver o que foi adicionado e que o Ubuntu não tinha na época ou não tem até hoje?
Mint 2.2:
Mint 3.x
.mint. Uma Central de Programas antes mesmo do Ubuntu ter a sua). Um exemplo do mintInstall rodando no Mint 4:Mint 4:
Mint 5:
Mint 6:
Mint 7:
E isso, nas primeiras versões do Mint, bem antes do Cinnamon.
Se você quer apenas testar o KDE 1, aqui tem essa distro baseada no Debian 13 e que usa o KDE 1 nessa discussão do Reddit e com esse link de Download.
Parece que na versão 18 eles pararam de customizar o KDE ficou mais genérico, seria bom se eles voltassem com a versão KDE com auquelas pequenas customizações ícones de menu e wallpapers, será que a versão mate é mais popular que uma versão KDE?
apesar do serrilhado estar gritando, consegui fazer os testes no “KDE 1.1.2”
para quem quiser testar, o link do @rapoelho deu certo
https://drive.usercontent.google.com/download?id=13ST-jC4rkwTaRkFgv58r1NJMdniSQSrS&export=download&authuser=0
ele cai no a.iso,
para selecionar o arix ou o root no login,
ambos usam a senha 1
Já utilizou o Aurora Linux? Como admirador do KDE acho que vai gostar.
Agora, minha “memória” falhou – ou seja, anotei só uns poucos detalhes, na época:
No teste em Live Pendrive do Mint 17.3 KDE, notei:
“Dicas” ativadas no Dolphin – ao passar o ponteiro do mouse na frente de um arquivo, pipocava aquele retângulo enorme, com a pré-visualização e uma carrada de dados Exif
Acho que o Menu veio mudado para “em cascata”
Tenho a impressão de que foi ali, que acabei descobrindo que havia 3 ou 4 widgets “alternativos” de Menu, no KDE. – Eu usava o Kubuntu há anos, e nunca tinha notado isso, ha ha
A “Dica” com Exif era interessante, bonita pra xuxu, mas logo deu enjôo, desativei. – Mas fiquei sabendo que existia essa opção:
Acho que MATE dá muito menos trabalho, para eles. – O Clem explicou que o KDE foi deprecado porque dava trabalho demais.
Interessante:
Eu tou usando o próprio Fedora – só para ver as “novidades” que ele inventa. – Aliás, é a única distro que estou usando com Wayland, exatamente pra “vigiar” essas invenções.
Eu não gostaria de instalar outra distro da base Fedora – e menos ainda, “Silverblue” (imutável).
Mas essa dica do Aurora pode interessar também ao @JsLinux – de cujo tópico este aqui foi desmembrado.
ô lôco… Fui olhar o “caderno de informática 2016-2017” (em papel), e quase caí pra trás!
Mas isso, já é uma outra estória – ou, “uma dúzia de enciclopédias”, ha ha. – Deixa pra lá.
Boa tarde! Após um longo período usando Linux Mint 22.3, resolvi dar uma chance ao Zorin 18 . Inicialmente, confesso que estava muito apreensivo com o Zorin, todavia, ainda que com bastante receio, instalei! UAU! Para a minha surpresa, ele não só instalou sem problema algum como também identificou minha impressora de rede, baixou e instalou os drivers totalmente no automatico para mim. O mais impressionante ainda foi que ele reconheceu meu fone bluetooth da OneOdio A70 e também já realizou o pareamento automático para mim! Estou espantado com a facilidade! Já no tocante ao Desktop Enviroment, tinha total noção que era o Gnome novo e isso me deixava um pouco desconfortável. Todavia, ao começar a utilizar o gnome pude ver que o sistema é bem fluido e sem engasgos. Estou adorando os softwares da gama Gnome Circle, pois integram perfeitamente ao DE. A única coisa que realmente não consegui entender é a questão de ser Wayland e não X11. Pq tem gente reclamando da mudança? Realmente uma ótima surpresa para um power user preguiçoso como eu! Um grande abraço.
aplicativos não fazem uma distro. e o que tem o mint que não haja correspondente para as demais distros? usei na époce e vi um kubuntu em cor diferente.
Se for assim, também não há o que justifique o Ubuntu em relação ao Debian, já que o Ubuntu é um Debian com uma barra lateral no Gnome e os outros sabores é só um Debian com um outro tema. Até os próprios repositórios do Ubuntu é o Debian Sid com alguns patches feitos pela Canonical.
A edição KDE dele realmente não mudava muito em relação ao KDE normal, pois o KDE já tinha o leiaute que o Mint tinha nas outras versões. E se for falar disso, o próprio Kubuntu é só o Debian com a marca Kubuntu estampada.
Mas a versão Gnome (Mint 11 e anteriores), MATE e XFCE mudam em relação aos ambientes padrões.